Seleção alemã derrotando o Maradona

14 de julho de 2014

Hoje, eu relatarei um sonho que eu tive no último dia 12 de julho, sonho esse que, de certa forma, previu o tetracampeonato da Alemanha na Copa do Mundo de 2014. No momento do sonho, a Alemanha e a Argentina já estavam classificadas para a final do mundial.

O sonho se passou em um mundo bizarro onde determinadas pessoas ou entidades possuíam poderes sobrenaturais e/ou eram deuses. A seleção de futebol da Alemanha, por exemplo, possuía o poder de alterar o clima em qualquer lugar do mundo, ou seja, fazer chover, nevar, e por aí vai. Já o Diego Maradona era um deus, ficava segurando uma tocha igual à Estátua da Liberdade e era um gigante que habitava a Argentina.

Durante o sonho, eu fiquei trabalhando no meu local de trabalho da vida real, fazendo correções no mesmo sistema que eu dou manutenção na vida real (sou programador), mais precisamente no componente de pesquisa, onde o usuário digita algo e é feita uma pesquisa no banco de dados de uma determinada tabela, sendo exibidos os resultados dessa pesquisa ao clicar no botão de pesquisar. Na gaveta da mesa do meu local de trabalho (que ficava do lado esquerdo, diferente da gaveta da vida real, que fica do lado direito da mesa onde eu fico), havia algumas caricaturas da Dilma Rousseff e do José Serra feitas quatro anos atrás, na época das eleições presidenciais de 2010.

Eis que, mais ou menos naquela hora, a seleção da Alemanha mandou uma chuva forte para a Argentina, que também teve efeitos aqui no Brasil, embora a chuva aqui tenha sido mais fraca, e tal chuva acabou por enfraquecer o Diego Maradona, que acabou tombando no chão, sempre segurando sua tocha. Eu acompanhei toda a cena ao vivo. Não sei de que jeito eu acompanhei, só sei que não foi pela tela do computador no qual eu trabalhava. Talvez eu tivesse algum poder de visualizar acontecimentos a distância.

Algum tempo depois, um baixinho com uma voz fina, que devia ser o porta-voz da seleção da Alemanha, anunciou, ao lado do Maradona caído e em vários idiomas (como alemão, espanhol e inglês, e provavelmente outros além desses), utilizando um megafone, que o Maradona não estava grávido e que o que ele tinha na barriga era pança (ou algo assim).

Posteriormente, a seleção da Alemanha decidiu guardar o Maradona caído em um galpão enorme localizado na Hungria. E, por algum motivo, eu fui parar lá também, não dentro do galpão, mas em frente ao mesmo. Talvez eu tenha me teletransportado até lá. Quando eu cheguei ao local, o cenário estava completamente deserto, não havia ninguém no local, só o enorme galpão (que mais parecia uma casa gigantesca, um celeiro gigantesco ou algo assim) e muita areia, era um deserto, um cenário pós-apocalíptico. Posteriormente, provavelmente na hora que guardaram o Maradona lá dentro (não vi o momento que isso ocorreu), apareceram muitas pessoas ao redor do galpão, na sua maioria ciganos, e eram tantos que mal dava para andar por ali. O sonho acabou pouco tempo depois.

Felizmente, o sonho “se concretizou” e a Alemanha venceu a Argentina na Copa. Desde 2010, a Alemanha é a minha seleção n° 2 na minha torcida (a seleção brasileira é a n° 1, obviamente) devido a eu ser fã da Nena e da música alemã e de eu gostar da Alemanha de um modo geral. E eu vou encerrando o post por aqui. Até o próximo post!

Anúncios

Proposta de trabalho nos Estados Unidos

29 de janeiro de 2013

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no último dia 19, o terceiro sonho relatado neste blog no qual eu viajo aos Estados Unidos (ou o quarto, pois há um no qual eu não tenho certeza se eu estava ou não naquele país, pois foi um sonho muito vago, onde eu desativava um matadouro).

No sonho, ao contrário da vida real atualmente, eu estava desempregado, entretanto, eu havia recebido uma proposta de trabalho em uma empresa dos Estados Unidos (provavelmente, como faço na vida real quando fico desempregado, eu devo ter mandado meu currículo para a empresa). Apesar da empresa ser da terra do Obama, não sei ao certo se a vaga de emprego era para trabalhar lá ou aqui.

A empresa tinha uma representação aqui no Brasil, aonde eu fui no começo do processo seletivo. Não me lembro exatamente do que eu tive que fazer no início do processo seletivo, mas creio que não era nada de diferente do que eu costumo ser submetido em processos seletivos para programador, como preencher alguma ficha, fazer alguma prova, algo assim. Talvez alguém tenha me entrevistado, mas acho que não fui entrevistado nessa etapa, só nas posteriores, que irei contar a seguir.

Posteriormente, houve uma segunda etapa, na qual eu tinha que viajar aos Estados Unidos, pois a entrevista ia ser na matriz da empresa. Ao contrário do sonho que eu relatei no dia 20/06/2004 e sonhado na mesma semana da postagem (onde relatei meu primeiro sonho onde fui aos Estados Unidos), nesse sonho, eu viajei de avião (no sonho de 2004, viajei de trem ou algo assim, um veículo muito rápido que viajava por terra). Lembro-me que não gostei muito da ideia de ter que arcar com os custos da viagem sem ter certeza de que seria contratado, pois, como qualquer entrevista que eu faço, eu posso ser contratado ou não, e se eu não fosse, eu só teria custos, mas ainda assim eu viajei. Lembro-me também que minha mãe falou para mim que também não tinha gostado de arcar com o custo daquela viagem sem ter certeza de eu ser contratado, ela falou outras coisas também, que eu não me lembro.

Daí eu viajei para a terra da Katy Perry, apesar disso, não me lembro do embarque no avião e da viagem, mas deve ter ocorrido essa parte (provavelmente, meu subconsciente não deve ter dado muita importância com relação a essa parte). Chegando lá, lembro-me de ter adentrado uma espécie de shopping (ou centro comercial, onde ficavam empresas, ou algo assim) que devia ficar perto do aeroporto, pois o trajeto do aeroporto até lá foi curto e foi feito a pé (acredito eu).

Nesse centro comercial, junto com lojas e outras empresas, ficava a sede da empresa onde eu ia fazer a entrevista. Fui lá fazer a entrevista, que foi feita por uma moça de cabelos curtos e magra, trajando roupa social cor de rosa e com um aspecto sério em seu semblante. A moça me entrevistou, falando em português mesmo e sem sotaque estrangeiro (ela era brasileira), e fez uma entrevista semelhante às que eu passo quando estou a procura de algum emprego, com a diferença de que, ao iniciar a entrevista, a entrevistadora inseriu um CD em um aparelho toca-CD e o ligou, tocando uma música calma e instrumental. Lembro-me que, na recepção, ficava um rapaz sentado a uma mesa com um computador, e o acesso à sala da entrevista se dava por um corredor. O interior da empresa tinha ambiente com detalhes na cor branca e com boa iluminação.

Terminada a entrevista, eu aproveitei a viagem para comprar não sei o que naquele shopping, ou eu fiz outra coisa, sei lá, ou eu comprei alguma coisa e fiz outra coisa. Em seguida, retornei ao Brasil.

Algum tempo depois de eu ter retornado ao Brasil (mas não foi no mesmo dia, na verdade, o sonho todo se passou no intervalo em alguns dias, ainda que eu tenha sonhado apenas uma noite), a entrevistadora me chamou novamente para mais uma entrevista, e eu fui novamente aos Estados Unidos, desta vez, fiz só a entrevista, não fazendo outra coisa naquele país para aproveitar a viagem.

Chegando lá, fiz a entrevista e a mulher colocou novamente um CD pra tocar, novamente uma música calma e instrumental (não sei se era a mesma música). Foram feitas outras perguntas (não me lembro quais eram) e então a entrevista terminou e eu saí do recinto. Naquele momento mais ou menos, eu começava a achar que o processo seletivo estava demasiadamente longo.

Por fim, antes de eu sair, por algum motivo (creio que também fazia parte do processo seletivo) eu tive que falar com o rapaz da recepção. Este me atentou ao detalhe de que a moça sempre colocava um CD para tocar enquanto me entrevistava, aí eu acredito ter perguntado o porquê daquilo e ele me respondeu mais ou menos assim: “Você não está vendo que ela está gostando de você?”, ou seja, ele me deu a entender que a entrevistadora estava apaixonada por mim e querendo talvez namorar comigo, mas não falava de seu sentimento para mim, talvez com receio da minha reação. Nesse momento, o sonho se encerrou.

Tenho certeza de que, antes dessa parte do processo seletivo para a empresa dos Estados Unidos, houve uma outra parte que não me lembro mais, mas o mais importante deve ser isso mesmo. Até o próximo post!


Caminhos curtos e escadas infinitas

12 de dezembro de 2012

Hoje eu irei relatar um sonho que tive no primeiro semestre desse ano. Sonhei que eu tinha descoberto um caminho curto formado por uma rua de terra com uma vegetação em volta que ligava Praia Grande a São Paulo, e o caminho era bem curto, dava uns dez minutos, e eu conseguia, por meio desse caminho, ir do quarto alugado onde eu morava em São Paulo até a casa da minha mãe em Praia Grande, onde eu morava anteriormente. E esse caminho foi descoberto por acaso, quando eu passava pelo local e decidi segui-lo a fim de ver onde o mesmo dava.

Esse é o segundo sonho onde eu vou de São Paulo a Praia Grande com minhas próprias forças e por um caminho curto. O primeiro foi sonhado em 2008 ou no primeiro semestre de 2009 e relatado neste blog no Natal de 2010. Nele, fiquei hospedado no apartamento do repórter Wilson Kirsche (que é do Paraná na vida real, pelo que sei), em São Paulo, e fugi dali por um caminho aéreo por entre uns prédios que deu perto da casa da minha mãe, e o caminho era mais longo do que o do sonho de hoje, e foi feito uma vez só. O caminho do sonho de hoje foi feito algumas vezes, tanto indo para São Paulo quanto retornando a Praia Grande.

Próximo à entrada daquele caminho, no lado de São Paulo, havia uma casa aparentemente abandonada. Bom, o sonho foi só isso mesmo, não há nada mais a acrescentar. Mais eu vou contar mais um sonho, para não ficar no só isso.

No mês passado, sonhei que fui levado de carro não sei por quem, acho que foram duas vezes mais ou menos, para a Bolívia. Não sei que cidade da Bolívia eu fui parar, só sei que fui parar na Bolívia e lá eu fiz não sei o que e vi as pessoas falando em espanhol (e as propagandas nas ruas também eram em espanhol). Não tenho certeza, mas o carro que me levou à Bolívia era um táxi. E o caminho feito de São Paulo até a Bolívia, assim como o do sonho anterior, apesar de não ser de dez minutos, era curto, em pouco tempo se viajava da capital paulista até aquele país. Teve outras partes nesse sonho, mas o que eu me lembro é isso.

Como esse segundo sonho também foi só isso, irei contar o terceiro sonho de hoje, que pelo jeito, também vai ser só isso. Esse foi sonhado esse ano ou o ano passado, não me lembro. Sonhei que eu, a minha mãe e minha avó precisávamos chegar até um apartamento que ficava muitos andares abaixo do solo, muitos mesmo, parece que era um apartamento onde iríamos passar alguns dias e era de algum parente, mas estava desocupado, ou algo assim. Para chegar nesse apartamento, era necessário descer inúmeras escadas em forma de caracol, e eram muitas escadas mesmo, devia ter umas centenas, talvez até milhares, e cada uma das escadas ficava ao lado de uma infinidade de outras escadas que davam para lugares diferentes (talvez outros apartamentos), e o espaço entre as escadas era muito estreito, e umas escadas tinham sentido horário e outras tinham sentido anti-horário, era uma confusão enorme. E as escadas eram todas verdes e a primeira delas dava para a rua, embaixo de um viaduto ou algo semelhante. E a vovó era a que mais tinha dificuldade de descer todas aquelas escadas quase infinitas. Mas no fim, conseguimos chegar até o apartamento. O sonho devia ter outros detalhes, mas o que eu me lembro é isso, e devia ser isso o mais importante do sonho.

Até o próximo post neste blog, ou no outro blog!


Hackeei a conta bancária de uma moça na Alemanha!

17 de agosto de 2007

Olá, internautas! Hoje, irei postar um sonho no qual eu hackeei uma conta bancária utilizando instruções de baixo nível! Este sonho foi sonhado provavelmente no mês passado, ou então esse mês (acredito que seja no mês passado). Eu sonhei que estava na Alemanha (já é o segundo sonho onde eu estou neste país) e eu trabalhava num prédio, acho que eu trabalhava em algum banco, acredito eu, porém, eu não tenho certeza absoluta se era mesmo um banco. Meu trampo ficava a alguns andares acima, não sei quantos exatamente. O ambiente onde eu “trabalhava” (vocês já vão saber por que está entre aspas) tinha a grande maioria dos móveis da cor branca e havia algumas outras pessoas trabalhando junto comigo. No comecinho do sonho, eu estava indo para o trabalho e trombei com uma alemã cuja pele era negra, tinha cabelo rastafári e trajava blusa listrada de preto e branco e calça verde escura (não seria bem “trombei”, na verdade, eu apenas passei entre ela), acho que ela falou alguma coisa comigo, não sei se eu falei algo para ela também, e depois eu adentrei o prédio e fui “trabalhar”. Agora eu não sei porque fui convencido por não sei quem (um colega de trabalho, talvez) a invadir a conta bancária daquela moça com quem eu trombei e transferir o dinheiro dela para a minha conta. Quer dizer, não sei se eu fui convencido ou se a idéia foi minha mesmo, pois sabe como é, eu não consigo controlar meus atos nos meus sonhos (quem lê meus posts sabe que eu já fiz várias coisas erradas ao longo dos sonhos, inclusive atos relacionados a impulsos sexuais não controlados). Talvez eu tenha lido não sei aonde um tutorial sobre como invadir contas e acabei tendo essa idéia perversa. Mas o que importa é que, ao invés de trabalhar (e eu não sei nem no que eu trabalhava, não tenho a mínima idéia do que eu fazia lá, a não sei cometer esse crime cibernético), eu fiquei o tempo inteiro hackeando a conta daquela moça. E eu hackeava de um jeito todo estranho, eu acessava diretamente as instruções de processamento e os endereços de memória do software bancário utilizando procedimentos de baixo nível, ou seja, em linguagem de máquina. Na vida real, eu não mexo com linguagem de máquina e nem uso meus conhecimentos de informática para o mal. Então, eu fiquei lá hackeando a conta bancária, mas eu não sei nem como é que eu fazia, acho que eu olhava as instruções de baixo nível por meio de uma interface bastante esdrúxula, acho que era um telão que ficava na minha frente, e eu manipulava as instruções com a mão mesmo, ou sei lá como é que eu fazia, e fiquei lá hackeando durante vários e vários minutos, foi um procedimento bastante demorado, mas no final desse procedimento, enfim o dinheiro da garota já estava na minha conta corrente. E depois daquele tempo todo, terminei o serviço sujo. Mas, algum tempo depois, assim como ocorreu no sonho sonhado no dia 29 de setembro de 2003, no sétimo post deste blog, onde eu sonhei que havia roubado um bagulho de uma loja, eu me arrependi e tentei consertar o meu erro. Desci até o primeiro andar e desembestei rua afora (não era bem uma rua, era um pátio esquisito onde as pessoas transitavam), a procura da alemã vítima do meu golpe. E em pouco tempo, eu encontrei a moça e disse para ela que eu hackeei a conta dela e eu queria devolver o dinheiro que eu roubei. Só que ela não entendeu o que eu disse e ela respondeu não sei o quê em alemão (e eu falava em português). Como eu já escrevi, quando trombei com ela no início do sonho, cheguei a me comunicar com a garota (acredito eu), só não sei como nessa parte nós nos entendemos e quando eu quis devolver a grana que roubei dela, um falava uma língua e a outra falava outra língua (sabe como são os sonhos, sem pé nem cabeça). E ela falou não sei o quê em alemão comigo sorrindo e saiu multidão adentro, e eu, desesperado para consertar o que eu havia feito no trampo, saí correndo atrás dela, mas a mocinha negra desapareceu no meio da multidão, para meu azar. Enfim, o sonho se encerrou por aí. E por hoje é só, espero que vocês tenham gostado de ler isto que eu escrevi e fiquem com Deus, até a próxima blogada!


Bento XVI ovacionado!

30 de julho de 2007

Olá, internautas! Hoje, eu irei contar o sonho que eu tive no período que o papa Bento XVI esteve aqui pela última vez no Brasil, mais precisamente no final desse período. Sonhei justamente com o papa, e inclusive, me encontrei com ele neste sonho. Eu estava numa sala que ficava numa casa e havia várias pessoas naquela casa, inclusive algumas crianças. Então, chegou o papa Bento XVI e sentou do meu lado, num banco daqueles compridos que dá para sentar um monte de gente, e o papa ficou conversando com o pessoal. Ele estava “tudo normal” e inclusive enxergava bem. Não me lembro do papa saindo e se despedindo do pessoal da casa, mas provavelmente ele deve ter se despedido de todo mundo, embora eu não me lembre. Numa outra parte do sonho, eu estava vendo na TV mais uma cerimônia onde o Bento XVI celebrava, e ele estava trajando roupas brancas e douradas (na parte anterior, ele usava roupas brancas e vermelhas). O papa carregava um enorme prato cheio de ovos empilhados e tomava cuidados para estes ovos não caírem no chão. Nesta parte do sonho, o Bento XVI era cego, embora ninguém o auxiliasse a andar no caminho que ele tinha que andar. Então, o papa passou mal e caiu para trás, derrubando todos os ovos em cima dele mesmo e sujando-o completamente, para tristeza e comoção de todos os fiéis presentes naquela cerimônia. Ele não foi socorrido de imediato, mas depois o levaram para o hospital, onde informaram que ele estava entre a vida e a morte. Ao ver aquilo pela televisão, pensei comigo mesmo: “É mais um papa que vai para o saco!” ou algo do tipo, dizendo que seria mais um papa que vai acabar morrendo logo, depois do João Paulo II. Depois que o papa foi internado, ficaram mostrando na TV reprises das cenas dele passando mal e dele estendido no chão, todo sujo de ovos. E o sonho terminou por aí.

Como este sonho de hoje foi meio que curto, estarei contando outro sonho, um sonho que eu sonhei no dia 16 ou no dia 17 de novembro de 2006, um sonho que eu fiquei de postar faz tempo, que é o sonho que eu sonhei que eu estava em Cuba, mais um sonho que eu sonhei que eu estava em um país distante. Cuba era meio que esquisita no sonho, não é nada do que a gente está acostumada a ver na TV sobre Cuba, era um país com uns carros meios esquisitos, eram carros azuis feitos com uma espécie de arame que andavam em uma espécie de trilho e que adentravam um prédio onde ficavam algumas pessoas, inclusive a Vanda, minha terapeuta na qual eu me trato com ela com florais. O prédio em questão era um prédio que aparentava estar em construção, com as vigas aparecendo e em alguns lugares meio que sem paredes, mas havia gente morando, com apartamentos e tudo mais, embora fosse diferente do que a gente está acostumada a ver. Cheguei a sair do prédio e dar uma olhada na rua, basicamente, havia a rua e outros prédios semelhantes ao que eu estava. O sonho passou quase que na sua totalidade dentro deste prédio. E foi só isso (demorei tanto para postar este sonho para postar só isso).

Este post termina aqui! Beijo para as mulheres que acessam este blog e até o próximo post!


Submundo da pirataria na Alemanha (este post promete!)

22 de novembro de 2006

Olá, internautas! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no dia 20/11/2006, mais um sonho que eu estava em outro país! Sonhei que eu estava na Alemanha, no meio do submundo da pirataria de livros e até de pessoas. Se bem que não dá para definir, pelo contexto do sonho, o que é pirataria de pessoas, pois as pessoas não eram falsificadas, eram elas mesmas. Embora eu estivesse na Alemanha, eu ouvi mais gente falando em português do que em alemão, na verdade, eu acho que ninguém falou em alemão no sonho, se for levar o bagulho ao pé da letra. O sonho começou no momento que passava o Video Show numa televisão meio velha (Video Show na Alemanha?), a imagem estava amarelada e tava o Miguel Falabella aparecendo, não sei se tava como apresentador ou não, mas dava para ver que eram imagens de um programa bem antigo. Então eu pensei comigo mesmo que eu devia ter lembrado as coisas antigas da televisão, pois eu não lembrava das programações mais antigas da TV. Daí eu acabei indo parar no carro da Regina Casé, um carro verde, e ela dirigiu até um depósito de livros exóticos e desconhecidos. O tempo estava meio nublado. O tal depósito tinha um portão de correr verde que foi aberto pela Regina Casé e os livros estavam numas estantes que ficavam já na entrada do depósito. Sem precisar sair do carro, peguei uns livros para dar uma olhada. Os livros estavam todos em português e a grande maioria desses livros que eu peguei para ver faziam parte de uma coleção que ensinava a como pintar quadros com os pés e fazer outras coisas ao mesmo tempo, inclusive a como mexer no computador e a pintar com os pés. Dava para ver que aqueles livros estavam um tanto velhos e a maioria deles tinha a capa da cor branca com detalhes em verde. Quando eu estava manuseando um livro, a Regina Casé fechou o armazém e andou com o carro mesmo sem eu recolocar o livro na estante. Posteriormente eu fui saber que todos aqueles livros eram piratas. E eu acabei voltando para casa (na verdade, um alojamento onde eu ficava, pois a minha casa ficava no Brasil). Não sei para onde a Regina Casé foi parar, pois ela não estava comigo quando eu cheguei no alojamento. O alojamento parecia bastante com a minha casa antes de ser reformada, na época que era chamada de mocó. Tinha um cômodo maior onde ficava umas camas e um grande espaço vazio (tinha bem poucas coisas) e outro cômodo onde ficavam algumas outras coisas, como uns materiais que eu não sabia para que serviam e a árvore de Natal, com uns papais noéis pendurados, uma coisa meio gay. Algum tempo depois, chegaram umas pessoas que faziam parte do submundo da pirataria (essas eram as pessoas “piratas”, embora não tivessem papagaio no ombro ou tapa-olho), um pequeno grupo de quatro alemães. Eram duas moças (uma era muito linda, devia ser uma modelo, a outra era uma oriental, de olhos puxados), uma criança (uma menina, filha de uma das moças, não sei de qual delas) e um rapaz (um rapper de cor parda, as moças e a menina eram brancas). Esses alemães me cumprimentaram e eu meio que me espantei com a chegada deles, então a moça mais bonita disse alguma coisa em português que agora eu não me lembro (algo como “orra, meu” ou coisa do tipo), alguma coisa meio que dizendo para não ter medo de cumprimentá-los. E eu os cumprimentei, apertando a mão dos quatro, primeiro a da moça mais bonita e depois a do resto, não sei que ordem exatamente. Parece que eles estavam fugindo da sociedade (e talvez até da Polícia) que os condenava e os perseguia (acho que eles eram odiados), classificando-os como promíscuos ou coisas ainda piores. Eu diria que este sonho é mais um daqueles em que tudo o que é proibido é mais gostoso, a exemplo daquele sonho da mulher proibida, postado aqui neste blog no dia 17/11/2005, na blogada de número 106. Continuando, eles me cumprimentaram e devem ter cumprimentado alguma(s) outra(s) pessoa(s) que estavam junto comigo (não me lembro se tinha mais alguém junto comigo no alojamento, fora os alemães piratas). E o pessoal ficou conversando entre si, provavelmente em alemão (acredito que seja em alemão devido ao país onde o sonho se passou, que é a Alemanha, em português é que não era). Eu ficava olhando para a moça mais bonita, ela era muito linda, uma modelo internacional, eu diria. Dava vontade de pegar e de dar uns beijos, isto sim. Ela era até parecida com uma modelo holandesa na qual eu tenho umas fotos guardadas no meu PC. Acho que até chegaram a puxar conversa comigo, embora eu não sabia falar em alemão e nem havia respondido nada, se for levar o bagulho ao pé da letra (ou seja, falei mas não cheguei a falar). A menina ficava sempre junto à moça oriental, acho que ela devia ser a mãe da criança, se bem que a menina não tinha os olhos puxados (ou será que tinha? Agora não estou lembrado). Acredito que o pessoal chegou a fazer alguma coisa de diferente (que não seja ficar conversando), embora eu não me lembre dessa parte. Provavelmente, eles devem ter andado pelas dependências do alojamento. Aí passou o tempo e chegou a hora de dormir (na minha opinião, pode ser chamada de “hora da farra”, explicarei a seguir o porquê). Todo mundo foi dormir nas camas que haviam naquele cômodo maiorzão (onde o pessoal ficou a maior parte do tempo). Um pouco antes disso, me lembro de ter ido ao cômodo onde tava a árvore de Natal com os papais noéis pendurados e lá tava o Écio (meu irmão, para quem não sabe), parece que a moça bonita foi junto comigo. Depois de todo mundo ter ido para a cama, eu fiquei com vontade de dar uma saída da cama provavelmente para mijar e tentei sair de mansinho para não acordar ninguém. Eu tava só de cueca verde. Geralmente eu vivo sonhando que eu estou só de cueca, mas nessa ocasião eu tava de cueca porque eu tava na cama para dormir, na vida real, eu durmo de cueca também, então não dá para considerar como mais um sonho onde eu fico só de cueca andando por aí, no restante do sonho, eu estava vestido normalmente. Eu tentei sair sem acordar ninguém, mas acabei acordando a coreana (lembrando que na verdade, ela era alemã) devido às camas estarem muito próximas, então foi inevitável enfiar o dedão do pé nela. A moça até que deu um sorriso. E eu continuei a tentar sair e desviar das camas. Eu fitei a moça mais bonita dormindo (acho que eu gamei nela no sonho), mas continuando a andar e a desviar das camas, que eram daquelas de armar. E acabei tropeçando na ditacuja. Ela encarou com bom humor e sorriu para mim, embaixo dos lençóis brancos. E eu continuei a andar em direção ao banheiro, que devia ficar atrás do cômodo com a árvore de Natal. Só que, para meu azar e pela terceira vez, esbarrei em mais alguém. Dessa vez foi no rapaz afrodescendente, que estava no meio do caminho e que era um rapper, ou seja, um cantor de rap. E o que o cara fez? Arrombou o meu cu? Tocou fogo em mim? Que nada! Ele cantou o maior rap da paróquia! O cara fez a festa e cantou um tremendo de um rap em alemão (para dizer a verdade, não sei se o alemão que eles falavam no sonho era alemão ou uma outra língua não identificada, por dedução, acho que eles falavam em alemão), se bem que este rap tava mais para hip-hop. E na hora de cantar o rap, ele me puxou para o lado dele e ficou me cutucando com a mão, e eu levei na brincadeira, e as moças que já estavam acordadas mesmo também participavam da farra. Não sei de onde vinha o acompanhamento musical, ele cantava e o som vinha misteriosamente (e cantava bem alto). E o sonho, provavelmente, terminou aí, pois eu acordei. Uns detalhes do sonho interessantes que merecem ser documentados: dentre o quatro alemães, a moça mais bonita parecia ser a principal integrante do grupo, acho que era ela a dona daqueles livros piratas (ou tinha alguma ligação com os livros), parece que ela era a que mais fugia da sociedade e talvez até da polícia. E eu sentia uma certa admiração por aquela moça (deu para notar). Acredito que eu cheguei, em um determinado momento do sonho, ou talvez ate mesmo um momento paralelo, a ouvir (ou pelo menos a entender) que um vizinho aparentemente amarelo (não me peçam para explicar “como assim amarelo”) queria pegar a tal moça e acertar o pau nela (provavelmente com um tacape), ou pegar ela para fazer um caldo, alguma coisa do tipo, algo bem desrespeitoso na minha opinião. Não incluí tal passagem na minha narrativa pois ela não se encaixa em nenhuma parte específica, talvez tenha acontecido paralelamente às outras partes, ou eu simplesmente não me lembro a ordem que sucedeu essa passagem do sonho. Ah, e teve outro detalhe meio dãããã, mas não menos importante: parece que houve uma influência da Rede Globo nesse sonho. Vejamos: Video Show, Regina Casé e… Maurício Kubrusly. Durante o sonho inteiro, o repórter do Fantástico ficou fazendo uma espécie de narrativa do sonho em background, de vez em quando, dava para notar a voz dele no ar, falando em português. Que mais… E foi isso!

Eu estava pretendendo contar ainda neste post mais um outro sonho sonhado em outro país (em Cuba, sonhado na última quinta ou sexta-feira), mas devido ao tamanho exagerado deste relato de sonho, o sonho da terra do Fidel Castro ficará para uma próxima blogada. Então, até o próximo relato de sonho (ou seja, a próxima blogada)! E, caso não saibam o que é um tacape, procurem no dicionário, pois não tenho tempo de ficar explicando!


Allan na Austrália

16 de setembro de 2006

Olá, leitores do meu blog! Neste post, eu estarei relatando mais um sonho onde eu estou em um outro país, desta vez a Austrália. Em outros posts, eu já relatei sonhos onde eu estou na Áustria, no Chile, na Argentina, no Polo Norte, nos Estados Unidos, num país da Europa não identificado (um país onde havia índios e onde a Tia Carmen morava) e num outro país também não identificado, provavelmente Israel pelo clima “judaico”, embora eu não tivesse nenhuma referência a Israel naquele sonho. Mas vamos ao que interessa, ou seja, ao sonho de hoje, sonhado no dia 14/09/2006. Neste sonho, eu sabia falar inglês fluentemente (e também sabia falar português, obviamente) e estava na Austrália hospedado numa casa. Não sei informar em que estado australiano eu estava, mas provavelmente eu estava na Ilha da Tasmânia, uma vez que, neste sonho, houve uma aparição de um demônio da Tasmânia no meio da rua (ainda chego nesta parte). A rua onde ficava a casa onde eu ficava hospedado era bastante parecida com a rua onde eu moro, tinha até o cruzamento com uma avenida (similar à Avenida Kennedy) e os bicicleteiros passando. No início do sonho, eu ficava na porta da casa sentado na calçada de madrugada, olhando a movimentação da rua e os bicicleteiros passando, além de olhar a fachada da casa da frente. Eu estava com bastante sono, mas eu não ia dormir, na verdade, durante o sonho inteiro eu não fui dormir, e eu fiquei sentado na calçada até o dia clarear. Após já ter amanhecido, eu lembro que havia uma garota que morava na casa ao lado (uma australiana) e que falou comigo (e eu falei com ela em inglês). Não me lembro de como era o rosto da garota e nem se ela tinha a minha idade ou se era mais nova ou mais velha que eu. E me lembro também que eu errei a pronúncia de “Austrália” em inglês, eu falei “Austrália” com a pronúncia em português e a garota me corrigiu, falando “Austrêilia”. Não sei se essa é a pronúncia correta no inglês da vida real (deve ser). Após a pronúncia incorreta, cheguei a pensar em dizer algo como “No Brasil, a gente fala Austrália mesmo”, dizendo em português para a moça (ou para o nada), mas como ela não ia entender o que eu ia dizer mesmo, fiquei de bico calado. Aliás, eu pouco falei no sonho. E fui com ela passear na rua. E eu nem entrei dentro de casa (ou não me lembro de ter entrado, no sonho inteiro eu acho que não entrei dentro da casa onde eu estava hospedado) para me arrumar para sair. Não havia nenhum parente meu no sonho, da família tava só eu e eu mesmo. Então eu saí para passear com a mocinha pelas ruas da Austrália, que aliás não eram muito diferentes das ruas daqui de Praia Grande, com exceção de um ou outro detalhe. Até que apareceu um demônio da Tasmânia na rua. Detalhe: eu nunca tinha visto um demônio da Tasmânia na vida real até o dia que eu tive este sonho, e inclusive, no mesmo dia que eu tive este sonho, quando fui entrar na Internet para achar alguma foto para ver se o demônio da Tasmânia era igual ao que eu sonhei, vi que o bicho era totalmente diferente do bicho do sonho, e este mais parecia com o Taz do desenho animado, só que de carne e osso. Vai ver que era o próprio Taz, o que não duvido nada. A criatura tava andando na rua e veio até a mim, e eu tive a idéia de fazer um cafuné na cabeça do coiso. Fiz um cafuné nele e acabei pondo a mão perto da boca do demônio da Tasmânia (do mesmo jeito que eu faço com as minhas cachorras, no caso, eu ponho a mão no focinho, uma vez que elas não mordem). Foi aí que o Taz mordeu o meu dedo indicador da mão direita, produzindo um buraco fundo na minha unha e partindo-a em duas. Daí eu parei de afagar o demônio e o toquei da minha frente, e continuei a passear com a mocinha, com o dedo perfurado, que nem sangrou e pouco doeu. Fomos para um bar (ou algo que parecia ser um bar) onde havia uns brasileiros. Acho que nem era um bar, acho que devia ser um supermercado ou até mesmo uma enfermaria ou cozinha, uma vez que eu não me lembro direito onde que a gente foi, só sei que o lugar era uma coisa meio que outra coisa, mas o fato é que havia vários brasileiros por lá, falando português. E eu fiquei sozinho nos fundos do lugar, onde havia uma geladeira e mais uns outros coisos. A partir daí, não me lembro de mais nenhuma parte do sonho.

E este foi o sonho de hoje, mais um para a coleção de sonhos onde eu estou em outros países. E até a próxima blogada!