Desatarraxando o taco de bilhar

26 de maio de 2005

Oi, pessoal! Hoje eu vou contar dois sonhos, um inclusive sonhado na madrugada passada. O primeiro é um sonho já velho, tem alguns anos que eu sonhei (uns cinco anos, mais ou menos). Foi assim: Eu estava num lugar que eu não me lembro onde era, acho que era um lugar meio fora do comum. Naquele lugar, havia alguns banheiros (para o pessoal poder mijar e cagar, é lógico). Em determinados momentos do sonho, eu ia até um desses banheiros e desatarraxava o meu bilau. Isso mesmo, eu arrancava ele fora e ficava sem meu “fiel companheiro” (que, no sonho, era cerca de vinte a trinta vezes maior do que o da vida real). Depois de desatarraxar o dito-cujo, eu ficava o segurando como se eu fosse um idiota, e era esquisita a sensação de ficar sem o meu bilau no devido lugar. Aí eu andei durante alguns lugares do lugar onde eu estava (não sei que lugar era, mas havia um monte de gente por lá) com o meu bilau na mão. Depois de algum tempo, retornei ao banheiro e atarraxei novamente o meu “fazedor de xixi”, voltando como era antes. E eu acho (acho não, tenho certeza) que eu voltei a desatarraxar, sair por aí e atarraxar novamente o meu pinto, acho que pelo menos umas três vezes. Não sei de que jeito eu atarraxava e desatarraxava o meu bilau, pois eu metia a mão dentro das calças sem olhar, para não ficar com aflição de me ver sem o meu pinto (se bem que não doía nada para atarraxar ou desatarraxar). O sonho foi basicamente isso.

O segundo sonho de hoje, que eu sonhei na madrugada passada (porque nesta madrugada, eu estou acordado e digitando o texto a ser postado neste blog, então não pode ser nesta madrugada), foi bem mais curto. Basicamente, sonhei que uns detetives de algum serviço secreto daqueles coletaram informações confidenciais de não sei do que ou de quem, e eu nem tinha idéia de que eram essas informações. O sonho todo rolou em torno dessas informações confidenciais (parecia mais um inquérito sob sigilo judicial). Tem outros detalhes do sonho menos importantes que eu já não me lembro mais, embora o sonho seja muito recente, mas é tudo em torno desse “inquérito”. No final, os investigadores chegaram a uma conclusão (ninguém me contou qual foi a conclusão, pois eu não tava sabendo de nada sobre as informações confidenciais) e decidiram não revelar a ninguém tal conclusão. E, ainda por cima, os detetives botaram fogo numa fita cassete dentro do próprio escritório, sem se preocupar com a fumaceira (se bem que eu não vi fumaça alguma). Acho que aquela fita cassete devia ter alguma informação confidencial, ou de repente, todas as informações confidenciais (ou a conclusão do inquérito). Muito estranho isso daí. E aí acabou esse sonho pé no saco!

Acabei de reparar que, nos meus textos escritos neste blog, eu uso muito os parênteses (eh, eh, eh, eh, eh…)!

Que Deus abençoe todas as garotas de todas as FATECs do estado de São Paulo!

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Mais uma trilogia!

18 de maio de 2005

Olá, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho que eu sonhei há algumas semanas, um sonho curtíssimo, outro sonho com a FATEC. Começou assim: Eu estava na porta da FATEC, o ar estava meio alaranjado e uns colegas meus estavam junto comigo. Aí, um dos colegas me fez uma certa pergunta que eu já me esqueci e, enquanto isso, outro colega fez uma brincadeira de mau gosto, colocou um pavio na minha bunda e acendeu o pavio. Antes que eu pudesse responder a pergunta, a minha bunda pegou fogo e eu acordei de susto. Como eu acordei, aí acabou o sonho.

Bom, como esse sonho foi curto, eu vou contar um outro sonho, também curto. Este sonho é bem mais antigo, foi sonhado em 1993, quando eu ainda tinha 7 anos. Sonhei que eu estava num programa de TV meio esquisito, com um apresentador falando abobrinha e aparecendo um logotipo redondo, verde e barulhento no telão repetidas vezes. Aparecia tantas vezes esse logotipo chato que nem deixava o apresentador falar (e nem eu). O sonho foi basicamente isso, um pé no saco, ou melhor, no telão do pentelho do apresentador babaca.

Ah, como esses sonhos foram curtos, vou escrever mais um sonho! Este terceiro sonho, sonhado provavelmente em 1998, é sem pé nem cabeça e dá para ser resumido em poucas linhas. Sonhei que havia duas paredes, uma paralela a outra, e a parede da direita era um pouco mais alta e tinha um formato diferente. Eram paredes cor de ferrugem meio avermelhado e dava para alguém subir na parede da direita. Aí, parece que tinha um helicóptero afixado em algum lugar (provavelmente no alto da parede da direita, ou nem tinha nada a ver com as paredes) e esse helicóptero era uma criança (ou era o contrário, a criança era o helicóptero). Já no final do sonho, depois de outras coisas doidas, apareceu uma moça de cabelo curto e trajando roupas pretas, assim como seu cabelo. Ela era uma ninja ou coisa do tipo e tinha tripla personalidade. Antes de eu saber qualquer outra coisa dessa moça vestida de preto, o sonho acabou e eu acordei. Êita, sonho escalafobético! Às vezes, me dá a impressão de que só eu tenho esse tipo de sonho. Meu subconsciente deve ter fumado maconha durante aquele sonho.

E é isso! E que Deus abençoe os alunos da FATEC de Praia Grande, em especial as mulheres que vieram lá de São Paulo para estudar aqui, bem como as moças que possuem cabelos ruivos!


Detonando meu cabelo

12 de maio de 2005

Oi, pessoal! Hoje eu estou me sentindo mais de bem com a minha vida e até cortei o meu cabelo! Mas, por uma semana (a semana passada), foi notada uma falha no corte do meu cabelo, um topete meio alto, e foi sobre esse topete que eu sonhei semana passada. Sonhei (já me esqueci que dia da semana que foi) que estava tentando eu mesmo cortar o topete do meu cabelo, que ficava bem no alto do cabelo. Eu usei uns métodos estranhos, que eu nem mesmo sabia o que eu estava fazendo. Parece que o método que eu escolhi foi o de passar cola no cabelo e grudar algum negócio de plástico na cabeça, daí eu iria puxar. Quando eu fiz isso, não doeu nada e nem haviam muitos cabelos grudados no plástico, mas, quando eu olhei no espelho, eu havia arrancado toda a parte de cima do meu cabelo, deixando-o todo estragado. Não havia mais jeito de recuperá-lo. Mas daí eu acordei e vi que era tudo sonho e, neste último fim de semana, foi corrigida a falha no meu cabelo (o topete), normalizando o meu penteado.

Bom, é só isso, pessoal! Beijos a todas as gatinhas e principalmente para as garotas de São Paulo e que vieram para Praia Grande para fazer faculdade junto comigo!


Na casa dos caipiras cantando monstro

5 de maio de 2005

Oi! Hoje o sonho é um tirado do fundo do baú, já que eu não sonhei com nada interessante nesses dias. Já faz alguns anos que eu sonhei, acho que devo ter sonhado lá para o ano de 1996 ou por aí, não tenho certeza exatamente de quando eu sonhei. Sonhei que eu estava dentro de uma casa aparentemente de madeira, havia uma cama no canto esquerdo e uma entrada que dava para outro cômodo um pouco maior do lado oposto ao da cama (o direito). Aí, eu peguei (ou alguém me deu) um violão e eu tentei cantar uma música de improviso. Sabe-se que a minha voz é de taquara rachada (quer dizer, nem tanto assim, pelo menos, no sonho não era). A música que eu tentei cantar era sobre um monstro, mais não saiu do primeiro trecho. Eu tentei cantar a música sentado na cama que havia no cômodo que eu estava. Havia mais gente na casa, gente que eu não me lembro (acho que eram uns caipiras). Eu parei de desafinar no violão (já que eu não sei tocar violão mesmo), deixei o instrumento musical não sei aonde (ou alguém pegou) e fui fazer outra coisa na casa, não sei o que eu fui fazer, mas foi bem melhor do que ficar cantando música de monstro sentado na cama dos outros! Acho que fui bater papo com o pessoal da casa. Daí, eu não me lembro de mais nada.

Até o próximo sonho relatado! E o Corinthians já era na Copa do Brasil! Ha, ha, ha!!!