Seleção alemã derrotando o Maradona

14 de julho de 2014

Hoje, eu relatarei um sonho que eu tive no último dia 12 de julho, sonho esse que, de certa forma, previu o tetracampeonato da Alemanha na Copa do Mundo de 2014. No momento do sonho, a Alemanha e a Argentina já estavam classificadas para a final do mundial.

O sonho se passou em um mundo bizarro onde determinadas pessoas ou entidades possuíam poderes sobrenaturais e/ou eram deuses. A seleção de futebol da Alemanha, por exemplo, possuía o poder de alterar o clima em qualquer lugar do mundo, ou seja, fazer chover, nevar, e por aí vai. Já o Diego Maradona era um deus, ficava segurando uma tocha igual à Estátua da Liberdade e era um gigante que habitava a Argentina.

Durante o sonho, eu fiquei trabalhando no meu local de trabalho da vida real, fazendo correções no mesmo sistema que eu dou manutenção na vida real (sou programador), mais precisamente no componente de pesquisa, onde o usuário digita algo e é feita uma pesquisa no banco de dados de uma determinada tabela, sendo exibidos os resultados dessa pesquisa ao clicar no botão de pesquisar. Na gaveta da mesa do meu local de trabalho (que ficava do lado esquerdo, diferente da gaveta da vida real, que fica do lado direito da mesa onde eu fico), havia algumas caricaturas da Dilma Rousseff e do José Serra feitas quatro anos atrás, na época das eleições presidenciais de 2010.

Eis que, mais ou menos naquela hora, a seleção da Alemanha mandou uma chuva forte para a Argentina, que também teve efeitos aqui no Brasil, embora a chuva aqui tenha sido mais fraca, e tal chuva acabou por enfraquecer o Diego Maradona, que acabou tombando no chão, sempre segurando sua tocha. Eu acompanhei toda a cena ao vivo. Não sei de que jeito eu acompanhei, só sei que não foi pela tela do computador no qual eu trabalhava. Talvez eu tivesse algum poder de visualizar acontecimentos a distância.

Algum tempo depois, um baixinho com uma voz fina, que devia ser o porta-voz da seleção da Alemanha, anunciou, ao lado do Maradona caído e em vários idiomas (como alemão, espanhol e inglês, e provavelmente outros além desses), utilizando um megafone, que o Maradona não estava grávido e que o que ele tinha na barriga era pança (ou algo assim).

Posteriormente, a seleção da Alemanha decidiu guardar o Maradona caído em um galpão enorme localizado na Hungria. E, por algum motivo, eu fui parar lá também, não dentro do galpão, mas em frente ao mesmo. Talvez eu tenha me teletransportado até lá. Quando eu cheguei ao local, o cenário estava completamente deserto, não havia ninguém no local, só o enorme galpão (que mais parecia uma casa gigantesca, um celeiro gigantesco ou algo assim) e muita areia, era um deserto, um cenário pós-apocalíptico. Posteriormente, provavelmente na hora que guardaram o Maradona lá dentro (não vi o momento que isso ocorreu), apareceram muitas pessoas ao redor do galpão, na sua maioria ciganos, e eram tantos que mal dava para andar por ali. O sonho acabou pouco tempo depois.

Felizmente, o sonho “se concretizou” e a Alemanha venceu a Argentina na Copa. Desde 2010, a Alemanha é a minha seleção n° 2 na minha torcida (a seleção brasileira é a n° 1, obviamente) devido a eu ser fã da Nena e da música alemã e de eu gostar da Alemanha de um modo geral. E eu vou encerrando o post por aqui. Até o próximo post!


Acordando com cara de mulher

24 de junho de 2014

Hoje, relatarei dois sonhos sonhados essa semana, e o primeiro relatado neste foi sonhado no último domingo, dia 22 (o outro foi sonhado dia 17). Sonhei que era comum as pessoas comprarem tartarugas como animais de estimação, e eu havia comprado uma bem grande para ficar na minha casa. Não sei quanto tempo vive uma tartaruga na vida real, mas no sonho, falavam que uma vivia cerca de 30 anos. Lembro que algumas pessoas me questionaram se eu ia ter condições de cuidar de uma tartaruga, ainda mais por 30 anos, tendo que cuidá-lo e alimentá-lo, e se eu não ia me arrepender depois e ter que se livrar do animal. Eu respondi que eu tinha plena consciência do que eu tinha feito ou algo assim. Basicamente foi isso o sonho.

No último dia 17, sonhei que eu estava em um apartamento bem grande e com vários cômodos, junto com várias outras pessoas. Acredito que eu morava naquele apartamento, e as outras pessoas (que eram todas conhecidas, ainda que apenas no sonho) também moravam ali.

Após uma determinada noite de sono onde eu dormi no sofá da sala (ou um quarto, ou uma mistura de sala com quarto), acordei e senti que meu rosto estava diferente, e pelo tato, percebi que o mesmo estava com feições femininas, principalmente o nariz, que estava com um formato diferente, e a pele, que estava com textura diferente. Olhei no espelho e vi que eu estava com a cara de uma moça que está na minha lista de amigos do Facebook na vida real, cujo nome é Débora.

Após perceber isso, fiquei bastante desesperado e assustado com o ocorrido, comunicando os demais habitantes do apartamento acerca da minha mudança de cara nos momentos seguintes. Instantes depois, uma pessoa com a minha cara alegando ser a Débora apareceu desesperada e assustada no quarto onde eu estava, também comunicando o povo acerca de sua mudança de cara. Não tenho certeza, mas parece que nós dois chegamos à conclusão de que trocamos de corpo, ou a nossa alma trocou de corpo, ou algo assim. Ou eu pensei sobre isso, sem falar essa minha conclusão para os outros.

Posteriormente, com eu e ela estando um pouco mais calmos (apesar de eu ficar constantemente pondo a mão no rosto por eu não estar acostumado com o mesmo), fomos tentar descobrir o porquê disso ter ocorrido. Não me lembro muito bem dessa parte, mas parece que descobriram que uma bruxa parecida com a Rita Repulsa do seriado dos Power Rangers estaria por trás do episódio.

Acredito que ocorreram outras coisas nesse sonho fora essa parte da mudança de rosto, embora eu só me lembre dessa parte, que provavelmente foi a última. E o post termina aqui.


A corrida centrada na mulher famosa

30 de maio de 2014

No último dia 28, sonhei que ocorria uma grande corrida de pessoas em um grande circuito, aparentemente localizado em um parque público. Na verdade, a prova consistia em uma parte a pé e outra parte a nado.

Nessa corrida, participou uma mulher muito bonita, de cabelos pretos, e essa mulher era muito famosa, embora eu não sabia o que ela fazia na vida artística (talvez seja uma cantora, mas não há certeza). Além dela, outras personalidades menos importantes participaram, e também milhares de pessoas comuns.

O evento era aberto ao público e qualquer um podia assistir (acredito também que era aberto a qualquer um participar), e eu fui assistir, não em uma arquibancada, mas no meio do circuito, acompanhando a moça famosa citada no parágrafo anterior.

Foi dada a largada e todos começaram a correr, e ficaram correndo durante um bom tempo, até a prova terminar, depois de tantas voltas no circuito. Reparei que algumas pessoas não corriam, apenas caminhavam, como se estivessem apenas passeando, e tais pessoas eram ultrapassadas pela moça famosa.

Em um dado momento, a moça que eu acompanhava pegou seu celular, ligou para outro participante da prova e disse, sorrindo e com a maior naturalidade, que, em um determinado trecho do circuito, era para passar pela ponte de madeira, não pela parte com água ao lado, onde aquela parte da prova estava inicialmente programada, pois um homem morreu afogado naquele ponto e a direção de prova alterou o trajeto.

Apesar de eu acompanhar a prova, em nenhum momento eu fiquei sabendo quem estava na frente, nem mesmo quem ganhou, quando a prova acabou. Quando isso ocorreu, a cerimônia de premiação ocorreu de forma extremamente rápida (deve ter ocorrido em questão de segundos) e, devido a algo estar na minha frente naquele momento, não consegui ver quem subiu no pódio. Após isso, todos rapidamente se retiraram do local.

Naquele momento, uma jovem moça que aparentava ser uma antiga colega de escola dos tempos da quinta série chamada Joyce me perguntou quem havia ganhado e eu respondi que não sabia.

Após todo mundo sair, o circuito, como em um passe de mágica, se transformou no quarto daquela moça famosa, com uma cama no centro, e a moça foi ao banheiro tomar banho. Então eu percebi que eu não era mais para estar ali e saí do quarto pela porta do mesmo, sendo o último a sair antes dela.

Na minha concepção daquele momento do sonho, todo mundo viu quem ganhou, menos eu, mas após eu acordar, cheguei à conclusão que nem todo mundo viu, ainda que a minha impressão tenha sido a de que só eu não fiquei sabendo do resultado da prova, embora eu suponha que a moça famosa havia ganho a mesma.

Muito provavelmente havia outras partes neste sonho, mas essa é a que eu lembro. Por falar em lembrar de sonhos, ultimamente não tenho lembrado tanto dos meus sonhos, e por isso não tenho atualizado tanto o blog.

Até o próximo post, em algum momento futuro!


Yulia Volkova e a confusão na garagem

31 de março de 2014

Depois de um hiato criativo por parte do meu subconsciente, após quase quatro meses, estou hoje mais uma vez postando neste blog, e o post de hoje é o de número 200 da história do blog.

No último dia 21, sonhei que eu estava em Praia Grande, na casa da minha mãe, onde morei antes de me mudar para São Paulo. Entretanto, o dia no qual eu vivenciei não era um dia típico, uma vez que, na garagem, uma confusão bizarra se formou, com direito a participação da tropa de choque da polícia na mesma, além do fato de eu precisar sair para não sei que lugar às 18:00 daquele dia. Falando em horário, o sonho (ou o que eu me lembro dele) se passou das 16:00 às 18:00, com o passar do tempo sendo acompanhado pelo relógio, quase que de minuto a minuto.

Como eu disse, na garagem (que inclusive estava sem nenhum carro estacionado), uma confusão bizarra rolava solta, parece que ia rolar uma briga. De um lado, a cantora russa Yulia Volkova, que na vida real fez parte da dupla t.A.T.u. Com a Lena Katina e que no sonho estava meio musculosa e trajando roupas pretas, do outro lado… Não sei, acho que outra mulher, acho que uma rival da Yulia, mas que não cheguei a ver (provavelmente não era a Lena). E a Yulia ficava provocando, dando uns sorrisos meio que com cara de brava.

A Yulia ficava na arte esquerda da garagem e sua rival (que não foi vista por mim nas vezes que eu fui espiar a garagem) ficava na parte direita, e separando as duas, havia várias pessoas gritando e agitando a confusão, fazendo o clima ficar ainda mais tenso. Como se não bastasse tudo aquilo, em um determinado momento, entrou na garagem a tropa de choque da polícia (não sei que polícia que era) com seus cassetetes e escudos, fazendo uma coreografia muito bizarra e sem noção (se dividindo e dois grupos e dando umas voltinhas meio que fazendo dança da chuva) e trajando roupas amarelas em um tom mais escuro.

Durante todo o sonho, eu ficava olhando no relógio para ver que horas eram e ficava dentro de casa pensando no lugar que eu tinha que ir e na confusão que ocorria na garagem, na qual eu não sabia o motivo. De vez em quando, eu ia até a garagem dar uma espiada para ver o que estava acontecendo, na maioria das vezes não passando do portão que separa o corredor da garagem (provavelmente foi por isso que eu só vi a Yulia, a rival dela eu não vi por ela estar mais afastada, creio eu.

Em um determinado momento, já depois das 17 horas, eu fui até os fundos da casa (essa parte da casa estava diferente da vida real) e lá haviam duas crianças, uma menina e um menino, deviam ter uns 5 anos de idade e a menina era muito parecida com a Lena Katina. Elas brincavam alegremente e me fizeram sorrir e esquecer por um momento toda aquela tensão. Por um segundo, pensei que a menina fosse a Lena, mas em seguida ela falou algo em português para mim.

Às 17:56, fui mais uma vez olhar a confusão na garagem e o clima estava bem tenso, apesar da tropa de choque já ter ido embora. Naquele momento, tive a ideia de acessar o site de notícias G1 a fim de saber o que estava acontecendo, visto que eu não sabia direito o que ocorria. Fui até a sala mas, antes de ligar o PC e acessar a Internet, resolvi retornar à garagem para dar mais uma espiadinha, isso às 17:58. Ao chegar na garagem, a mesma pegava fogo e não havia mais ninguém ali, e o portão que fica entre o corredor e a garagem havia sido substituído por um outro de madeira que, apesar de ser de madeira, não pegava fogo. O sonho acabou nesse instante.

E o post termina aqui, até o próximo post!


Sven Martin comediante e a novíssima estrela da música mundial

1 de dezembro de 2013

Hoje eu postarei dois sonhos que eu tive recentemente, o primeiro sonhado na semana passada e o outro sonhado anteontem.

No domingo passado, dia 24, sonhei com o Sven Martin, o tecladista que tocou no show da Lena Katina ocorrido no último dia 15, show este relatado em meu outro blog. Entretanto, no sonho, ele não era músico, e sim um humorista que fazia comédia stand-up, fazendo shows de humor em um local situado nas proximidades da estação Adolfo Martins do metrô, estação esta que não existe na vida real, bem como a linha azul-claro, que no sonho tem como ponto de partida a estação Barra Funda, fazendo integração com a linha vermelha (a estação Adolfo Martins ficava três estações depois da estação Barra Funda) e seguindo em direção ao sul.

Eu cheguei a me encontrar com o Sven algumas vezes antes de começar a série de shows que ele ia fazer, na casa de shows próxima à referida estação, indo de metrô até lá. Inclusive, ele me mostrou o livro de piadas com as piadas que ele ia contar durante os shows, um livro de capa verde. Diferentemente do ocorrido na vida real, durante a passagem da Lena Katina pelo Brasil, esta não o acompanhava.

Após a última vez que me encontrei com o Sven Martin, ainda no trajeto de volta para casa utilizando o metrô, e faltado dois dias para a primeira apresentação, minha mãe ligou para o meu celular e disse que havia encontrado com o comediante e que havia conversado com o mesmo. Também me disse que tinha pego o livro de capa verde (o de piadas) “emprestado” sem o Sven saber e que era um livro muito bom, pois falava sobre espiritualidade, metafísica e coisas afins. Eu mandei a minha mãe devolver imediatamente o livro, pois sem ele, o Sven não poderia fazer seu show de stand-up, pois as piadas eram consultadas no livro.

Não me lembro se o livro chegou a ser devolvido ao Sven, pois o sonho terminou um pouco depois, antes do primeiro show ocorrer. Mas me lembro que, um pouco antes do sonho terminar, passou na televisão uma propaganda do show de stand-up do Sven Martin, com o narrador da Sessão da Tarde anunciando o bagulho.

Anteontem, dia 29, sonhei que uma nova estrela da música mundial nascia subitamente. Na vida real, testemunhamos sucessos meteóricos de revelações musicais que apareceram na mídia em questão de semanas, como o PSY com a música “Gangnam Style”, ou ainda em questão de um fim de semana, como a Banda Mais Bonita da Cidade e sua música “Oração”. Agora imaginem uma estrela da música mundial surgir em questão de minutos. Foi o que aconteceu com uma menina.

Eu estava em um show de rock ocorrido em um estádio de futebol, estava tocando uma banda de rock, eu estava na arquibancada assistindo, o show estava muito bom, quando, em um determinado momento, surge no meio da banda uma adolescente de mais ou menos uns 15 anos toda vestida de preto e esta começa a cantar uma música em inglês, uma mistura de rock com rap, mais para rock do que para rap, e toda a plateia ficou encantada com a performance da jovem cantora.

O nome dela era “Find The Harbour”, que traduzindo para o português ficaria “Encontre o Porto”, algo nada a ver. Na verdade, o primeiro nome dela era pronunciado em português mesmo, não correspondendo com nenhuma palavra do idioma inglês (eu estou achando que meu subconsciente não sabe falar inglês).

Após a brilhante performance da Find, o show se encerrou e os fãs logo se mobilizaram para que fosse realizado um show da menina horas depois, naquele mesmo estádio onde eu estava, por meio de um financiamento coletivo (crowdfunding) no site Queremos, tal qual ocorreu com o show da Lena Katina, realizado três meses após o financiamento coletivo. Entretanto, cada cota do financiamento coletivo do show da Find custava 700 reais, dez vezes mais do que o valor da cota de financiamento para o show da Lena, um absurdo.

Eu estava com muita vontade de comprar o ingresso e ir no show da jovem cantora, mas devido ao exorbitante valor cobrado, fiquei na dúvida se comprava ou não, e no fim, depois de muito pensar, acabei por desistir de ir ao show da menina.

Durante o sonho todo, eu não saí do estádio, mesmo após encerrado o show da banda de rock que tocou e da Find aparecer e cantar, ficando sempre no mesmo lugar, no meio da arquibancada e acessando a Internet não sei de que jeito (acho que era por meio de uma tecnologia futurista que consistia em um telão projetado no ar).

O sonho terminou um pouco depois de eu decidir não comprar o ingresso para o show da Find The Harbour. E o post termina aqui. Até o próximo post!


Esquecendo o apê destrancado, Sérgio Waib e o fantoche assanhado

1 de outubro de 2013

Hoje eu contarei uns sonhos que eu tive em épocas diferentes.

Há dois ou três meses atrás (acredito eu), sonhei que havia esquecido de trancar a porta do apartamento onde eu estou morando, acabei saindo de casa e deixando o apartamento destrancado. Quando eu voltei, vi que algumas coisas estavam fora de lugar. Nesse mesmo sonho, cheguei a ir dormir com a porta do apartamento destrancada, e quando acordei, novamente algumas coisas haviam sido mexidas, então eu cheguei à conclusão de que alguém estava entrando e mexendo nas coisas. Acredito que eu tenha tido esse sonho devido ao meu medo em esquecer o apartamento destrancado devido à correria do dia a dia.

Em 2008 mais ou menos, na época que eu assistia à TV por assinatura, incluindo o canal BandNews TV, sonhei com o cara que apresenta o Giro Business nesse mesmo canal, o Sérgio Waib. Mas, em vez de ele apresentar o Giro Business nos intervalos dos blocos de notícias da BandNews, ele estava na minha casa conversando comigo (não me lembro do teor da conversa), no meu quarto. No chão do mesmo, havia um mendigo coberto por um cobertor dormindo. Ao final da conversa, eu me deitei no chão em uma espécie de esteira, colchonete ou algo do tipo e o Sérgio Waib ficou me girando de um modo bastante infantil, como se estivesse tentando me fazer dormir. Sei lá porque ele fez isso. E foi só isso o sonho.

Para terminar o post, relatarei um sonho que tive ano passado, ou a parte que eu me lembro do mesmo. Eu e mais não sei quantas pessoas estávamos num recinto que era tipo uma biblioteca meio que improvisada em um ambiente rústico, (não tenho certeza, mas o lugar ficava na FATEC de Praia Grande onde cursei o ensino superior, tinha até uns TCCs de alunos da faculdade), estávamos confeccionando bonecos e fantoches artesanalmente. Teve um boneco que a gente fez e ficou muito bom, era vermelho, grande, e tinha ficado muito bom, acho que era um dos melhores que tínhamos feito. Em um dado momento, um outro fantoche subitamente ganhou vida e começou a chupar os mamilos desse boneco e, a cada chupada, o boneco vermelho ficava excitado e balançava sobrenaturalmente, como se também ganhasse vida. Acabou que os mamilos do boneco vermelho ficaram enormes, do tamanho de cobras, e chegamos à conclusão de que o boneco tinha ficado estragado devido às anomalias nos mamilos do mesmo causadas pelas chupadas do fantoche tarado.

E até a próxima postagem neste blog, se o Monstro do Espaguete Voador, ou seja, Deus, quiser!


O prédio subterrâneo do terror

3 de setembro de 2013

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no último dia do mês passado. Sonhei que eu, acompanhado de um corretor de imóveis meio maluco e de um negão tipo Sérgio Loroza, fomos até um prédio muito esquisito e sinistro. Na verdade, não era bem um prédio, era tipo um prédio, só que no subsolo, com apenas a entrada do mesmo na parte acima da terra. E o prédio possuía oito andares, com o oitavo sendo o que fica mais profundamente abaixo da terra, também sendo o mais sinistro, como explicarei em instantes.

Um detalhe importante: o prédio não possuía elevador, ou seja, tínhamos que usar uma escada caracol para chegar aos andares, além disso, por meio dessa escada caracol, era possível ver a luz do sol e o céu.

Não sei qual era o motivo de estarmos visitando o lugar, mas acredito que estávamos a procura de um imóvel para comprar, visto que havia um corretor de imóveis junto conosco. Começamos a visitar os andares daquele prédio esquisito a partir dos primeiros andares, nos quais eram mais normais, digamos assim. E, na grande maioria dos imóveis visitados, senão todos, havia pessoas morando.

Estava tudo indo bem até chegarmos aos andares mais profundos da edificação, o sétimo e o oitavo. No sétimo, só havia um depósito de quinquilharias que também servia de esconderijo, já o oitavo… O oitavo… Aí o bagulho começa a ficar tenso. No oitavo andar, havia um monte de lama e era todo escuro, além disso, lá havia um forte cheiro de gás (parecia cheiro de gás de cozinha, um cheiro extremamente nauseabundo). Assim que adentramos o local, passando pelo portão de madeira azul (havia um em cada andar), tampei o nariz para não morrer sufocado lá embaixo, e segundos após eu ter entrado, o negão disse algo como “vamos sair daqui” e saímos rapidamente de lá.

Nós três ficamos um bom tempo naquele prédio, acredito que várias horas, e visitamos várias vezes cada um dos andares, com exceção do oitavo, no qual fizemos duas rápidas visitas, pulando fora assim que sentimos o cheiro do gás. O sétimo nós visitamos umas poucas vezes, pois não havia nada de útil ali.

Mas foi após a segunda visita nossa ao oitavo andar que as coisas ficaram verdadeiramente tensas, pois o corretor de imóveis e o negão enlouqueceram, aí o corretor passou a perseguir a gente e eu e o negão resolvemos nos esconder no sétimo andar, nos trancando no depósito de quinquilharias. Alguns instantes depois, o negão, já completamente enlouquecido, se suicidou com um tiro na cabeça. O clima ficou ainda mais dramático quando o corretor decidiu ligar para o celular do negão. Foi possível ouvir os gritos do corretor do lado de fora do recinto devido ao celular não ser atendido (a essa altura, o que eu mais queria era ficar invisível e/ou desaparecer daquele prédio). O sonho terminou um pouco depois disso, sem que o corretor de imóveis me pegasse.

Até a próxima postagem, se o Monstro do Espaguete Voador quiser!