MTV comprada pelo SBT

30 de novembro de 2004

Olá, visitantes deste blog! O sonho de hoje é muito boçal e foi sonhado esta semana. Resumidamente, sonhei que a MTV havia sido vendida para o SBT, alterando toda a sua programação e deixando-a ainda mais boçalizada e mais pornô. Foi assim: eu estava em algum recinto da MTV, onde ficam os estúdios, camarins, equipe de produção, etc. Eu havia sido informado não sei de que jeito que eu iria participar de alguma das novas atrações da MTV recém-comprada pelo SBT. Não sei que atração era, mas eu acabei entrando em um dos estúdios para ver o que estava sendo gravado. Estavam exibindo um programa esquisito, do tipo Passa Ou Repassa, porém mais brutalizado: os participantes ficavam sujos até a alma! Uma nojeira! Tinha uma moça que ficou com a cara toda suja de tinta de pintar parede azul, e ainda caía mais meleca em cima dela! Quando acabou esse programa boçal, começou outro programa, desta vez, um programa pornô. Havia várias mulheres no programa. Eram convidadas a participar de atrações da MTV, assim como eu. Porém, elas tiveram que tirar a parte de cima da roupa e ficar com os seios de fora! Eram seios muito bonitos. Mas era outro enlatado sendo produzido e transmitido pela SBT-MTV (foi assim que a emissora passou a se chamar). O SBT original continuou a existir, com a sua programação normal. Acabou tendo dois SBTs: o original e a SBT-MTV. Continuando a história: após eu ver alguns seios bonitos, eu tive que sair do estúdio por alguma razão que eu não me lembro. Quando voltei, reparei na porta do estúdio, que tinha o logotipo do SBT acima do da MTV. Aí, chegou a hora de eu participar de alguma atração boçal da emissora boçalizada. Demorou um pouco para eu saber qual atração eu iria participar. Fiquei sabendo que eu iria participar de um tipo de guerra de comida: uma turma atacando macarrão na outra turma. E era macarrão com molho! Então, comecei a imaginar a melequeira que ia ficar. Mas a atração melequenta da SBT-MTV acabou não acontecendo por motivos desconhecidos. A partir daí, não me lembro de mais nada.

Beleza, pessoal, até que o sonho de hoje foi melhor do que o da semana passada! E até a próxima blogada!

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Sonho mixuruca

21 de novembro de 2004

Olá, pessoal! Mesmo sem muito saco para blogar, hoje eu vou contar um sonho que foi sonhado há muito tempo atrás. Na época, eu ainda era criança, eu devia ter uns 6 anos mais ou menos. Sonhei que eu estava numa espécie de cômodo, um cômodo fechado cujo chão era verde com algumas linhas brancas em alguns pontos. Tinha algumas outras pessoas além de mim no cômodo. Acho que tinha o papai, o meu avô e outras pessoas que eu não me lembro direito. Eles estavam jogando algum esporte meio esquisito, parecido com golfe, só que misturado com basquete. O objetivo do jogo era atacar a bola branca no cesto. O cômodo era bastante iluminado com luzes brancas. Foi só isso o sonho.

Quem sabe na semana que vem eu me lembre de outro sonho melhor que esse para contar! Por hoje, é só esse sonho meio mixuruca que eu tenho para contar. Até a semana que vem!


Engabelei os caras dizendo que eu era superpoderoso

15 de novembro de 2004

Olá, pessoal! Excepcionalmente esta semana, estou postando na segunda-feira porque não tive tempo de postar no sábado e no domingo, além de hoje ser feriado. Hoje, vou contar dois sonhos que eu sonhei recentemente, há poucos dias. O primeiro é um sonho meio sobrenatural. Sonhei que eu sabia levitar a mais ou menos três palmos de altura. Lembro-me que eu estava trajando roupas parecidas com roupas de feiticeiro e que eu usava esse poder de levitar para ganhar dinheiro. Era assim: Durante o sonho, vinha de vez em quando na minha casa (que, no sonho, era um tipo de um castelo) uns caras para ver se eu era mesmo um superpoderoso. Eu dizia para todo mundo que eu tinha superpoderes e sabia fazer coisas sobrenaturais. Na verdade, a única coisa que eu sabia fazer de sobrenatural era levitar, o resto era tudo charlatanismo para pegar os trouxas. Então, continuando a história (digo, o sonho), além de levitar, eu mostrava para os caras que vinham ver se eu era mesmo superpoderoso um truque para eles pensarem que eu tinha mesmo poderes sobrenaturais. O truque era mais ou menos assim: Eu pegava um pó colorido e tacava esse pó num tambor cheio de água. Aí, o pó em contato com a água produzia uma luminosidade intensa e da cor do pó (eu me lembro que tinha pó laranja, roxo e azul). Depois de me verem levitando e fazendo o truque barato (engabelando-os), eles, engabelados, me entregavam um saco de dinheiro. A minha mãe estava junto no sonho, como cúmplice da engabelação. Durante os “golpes” que eu dava, eu ficava com medo dos caras descobrirem tudo e não me entregarem o saco de grana. Assim foi o primeiro sonho de hoje.

O segundo sonho de hoje foi sonhado essa semana. Trata-se de outro sonho babaca. Foi assim: Eu jogava um tipo de vídeo-game meio babaca no estilo NES. O jogo tava difícil. O meu bonequinho (eu não me lembro que jogo era) caiu no buraco uma vez e, quando ia cair pela segunda vez, ele começou a voar e pousou na outra parte onde tinha terra firme. Depois, em outra parte do sonho que não tem nada a ver com a primeira, alguns deficientes mentais faziam pinturas com tinta guache, sendo supervisionados por um homem que ensinava pintura para deficientes mentais. Eu assistia os excepcionais pintando sentado numa cadeira. Porém, eles estavam longe de fazer uma obra de arte: Eles, com as mãos sujas de tinta, ficavam encostando a mão uns nos outros, fazendo a maior melequeira. Encostavam principalmente nos cabelos. Tinha uma moça que tava toda coberta por tinta amarela. No final da “aula de pintura”, todos os excepcionais se levantaram de suas cadeiras e se despediram-se do professor (que parecia-se com o Maurício Mattar) dando pequenos tapas na cara dele, com as mãos sujas de tinta. Cada um deu um tapa. A cara do professor de pintura terminou toda suja. Aí acabou o sonho.

Tchau, pessoal, e até a próxima blogada!


Priscila do tapete

6 de novembro de 2004

Olá, internautas de todo o Brasil! Hoje eu vou contar dois sonhos sonhados essa semana, um eu sonhei nesta segunda, dia 01/11/2004 e o outro eu sonhei ontem, dia 05/11/2004. O sonho da segunda-feira foi meio sujo: A mamãe disse que eu e o meu irmão precisávamos tomar um banho de tinta medicinal e que essa tinta iria fazer muito bem para nossa saúde. A tinta era verde escura. Eu não gostei muito dessa idéia de tomar banho de tinta, pois a tinta poderia não sair mais, mas a mamãe insistiu que eu precisava tomar o banho de tinta e que eu ia ficar melhor depois do “tratamento”. Então, não me restou outra saída a não ser concordar com esse tratamento maluco de banho de tinta verde. Eu e o meu irmão fomos nos deitar para passar por esse tratamento bizarro. Após eu e o meu irmão nos deitarmos com as costas viradas para cima, a mamãe começou a passar a tinta medicinal sobre nós. Após eu ser pintado, percebi que a tinta havia desaparecido, e no lugar da tinta, havia várias berebas e outros sinais de alergia. Este sonho acabou aí.

O segundo sonho de hoje, que foi sonhado ontem, foi assim: Eu me lembrei de uma antiga conhecida do tempo que eu era criança (isso no sonho). A mãe dessa conhecida também era uma antiga conhecida da mamãe. Então, surgiu a oportunidade de eu rever essa minha antiga amiga. Porém, eu soube pela mamãe que a mãe da mocinha que era minha amiga estava com uma grave doença e que ela poderia morrer a qualquer momento. Daí, a parte fantasiosa do sonho: para eu e a mamãe chegarmos até onde a mocinha e a mãe dela estavam, nós precisávamos atravessar várias fases difíceis, tipo um video-game de dois jogadores na vida real, onde eu e a mamãe éramos como o Mario e o Luigi no video-game do Mario. A mamãe sempre me lembrava de vez em quando: “Temos que chegar o mais rápido o possível, antes que a dona coisa morra!” Era mais ou menos isso que ela falava, acho que a mamãe dizia o nome da mãe da menina ao invés de dona coisa. É que eu não me lembro dos nomes da mocinha e da mãe dela, acho que no sonho elas tinham nomes, e a mamãe (e talvez eu também, apesar de eu não me lembrar dos nomes) as chamava pelos respectivos nomes. As fases do “video-game” eram bastante variadas, tinha casa abandonada, rua com o céu amarelado e até um lugar desconhecido com alguns inimigos enchendo o saco. O sonho acabou no meio de uma das fases do jogo, antes de nós chegarmos até o final e encontrarmos a mocinha e sua mãe doente. Depois que eu acordei, associei a mocinha do sonho a uma antiga conhecida do curto tempo em que eu morei em São Paulo na antiga casa da vovó há mais de 10 anos (ou foi antes de eu morar em São Paulo, em alguma visita à casa da vovó), uma menina que ficava sentada em um tapete em frente ao portão conversando e comendo salgadinho. Tenho pouquíssimas lembranças sobre essa menina, só sei que ela se chama Priscila e que ela aparecia no portão de vez em quando. Também não me lembro se ela era loira, morena, bonitinha, feinha, baixinha ou já crescida. Não sei de quem ela era filha. Não sei nem por que, após eu acordar, eu acabei associando a mocinha do sonho à Priscila do tapete no portão da casa da vovó em São Paulo. Será que a mãe da Priscila está morrendo? Acho que as minhas primas devem conhecer melhor a tal mocinha do tapete, quando elas vierem para cá da próxima vez, eu vou perguntar quem era a mocinha do tapete que ficava a comer salgadinho na porta da casa da vó Rosa.

Tchau, internautas e até a semana que vem! E se você é a Priscila do tapete, deixe um comentário neste blog me comunicando da sua existência!