Atingido por uma lixeira

12 de fevereiro de 2009

Hoje, o blog dos Sonhos do Allan volta à ativa, depois de mais de um ano sem posts, agora neste novo endereço, no WordPress!

Hoje, tive um sonho no qual o início eu já não me lembro por completo (como na maioria das vezes), mas a parte final eu me lembro. Eu estava não sei em que lugar e minha mãe procurava a tampa da caneta dela, e então eu falei (ou pensei comigo mesmo, sei lá) que vieram 50 tampas de caneta pelo correio. Na vida real, recentemente eu comprei pela Internet, dentre outras coisas, 50 canetas.

Naquele momento do sonho, eu estava meio para baixo, com um pouco de carência afetiva.

Depois dessa parte do sonho, não me lembro o que veio a seguir, mas um pouco depois disso, eu entrei numa sala de aula com vários jovens dentro, uma sala cuja porta dava para a rua e que era diferente das salas de aula das épocas que eu estudava no Ensino Médio e na faculdade, era uma sala com paredes cinza.

Um pouco antes de eu adentrar o recinto, vi alguns carros estacionados uns na frente dos outros, em fileira, com espaços de alguns metros entre um veículo e outro. Em cima de cada veículo, havia uma moça trajando roupas pretas com o rosto pintado de branco se maquiando. No momento que eu entrei na sala de aula, a moça do carro que estava mais próximo à porta traçava uma linha preta do meio da boca até o queixo. Parece que as moças estavam organizando um protesto contra o prefeito de Praia Grande, Roberto Francisco, para que este fosse deposto e que assumisse um político da oposição em seu lugar.

Depois que eu entrei na sala de aula, sentei junto a alguns jovens e fiquei conversando. Não havia nenhum professor dando aula. Depois de uns minutos, a moça que estava em cima do carro próximo à entrada da sala e que eu a vi se maquiando parou na porta e arremessou uma lixeira aparentemente vazia para dentro do recinto, e esta acertou meu braço esquerdo, fazendo com que este ficasse cheio de purpurina grudada. A lixeira que acertou meu braço era vermelha com detalhes em amarelo, era uma lixeira incrementada e enfeitada, com acabamento em purpurina amarela.

Depois de arremessar aquilo no meu braço, a moça saiu correndo, e eu saí correndo atrás dela a fim de pedir explicações. Entretanto, ela corria muito mais rápido do que eu e acabei a perdendo de vista. Ainda assim, continuei correndo a fim de alcançá-la, inclusive, tive que passar por obstáculos e caminhos apertados. E eu me sentia gordo enquanto corria. Na vida real, eu estou um pouco acima do peso ideal.

Pedindo informações para algumas pessoas onde aquela moça estava, fui informado que o nome dela era Danila e o local onde ela estava, em uma sala junto com umas amigas dela. Quando adentrei a sala, vi que ela já havia lavado o rosto e trocado de roupa, agora trajando roupa cinza. A Danila era uma moça muito bonita e aparentava ter uns 18 anos de idade, aproximadamente.

Então, pedi explicações à Danila por ela ter arremessado aquela lixeira em mim. Ela me respondeu que não teve a intenção de me acertar e sentia muito pelo ocorrido, visivelmente com um pouco de medo, temendo que eu a agredisse em represália por ela ter me acertado. Mas eu falei calmamente com ela, sem raiva, falei mais algumas coisas que agora não me lembro. Acho que eu falei para ela não arremessar lixeiras novamente ou alguma coisa assim. Inclusive, encostei meio que sem querer o braço cheio de purpurina na Danila, mas sem a intenção de sujá-la, e ela nem achou ruim. Enquanto eu falava com ela, tocava ao fundo uma música romântica em inglês que não sei qual é e nem me lembro direito como era. Por fim, eu disse para ela em tom carinhoso que estava tudo bem, pondo minha mão direita em seu ombro. Ela me perguntou, já sorrindo, se eu vendia cabos USB e eu respondi que não, que eu trabalhava como programador Java. O sonho acabou instantes depois, quando comecei a acordar.

No próximo post, contarei alguns pequenos sonhos que eu tive ao longo desse tempo que eu fiquei sem postar. Até o próximo post!