Seleção alemã derrotando o Maradona

14 de julho de 2014

Hoje, eu relatarei um sonho que eu tive no último dia 12 de julho, sonho esse que, de certa forma, previu o tetracampeonato da Alemanha na Copa do Mundo de 2014. No momento do sonho, a Alemanha e a Argentina já estavam classificadas para a final do mundial.

O sonho se passou em um mundo bizarro onde determinadas pessoas ou entidades possuíam poderes sobrenaturais e/ou eram deuses. A seleção de futebol da Alemanha, por exemplo, possuía o poder de alterar o clima em qualquer lugar do mundo, ou seja, fazer chover, nevar, e por aí vai. Já o Diego Maradona era um deus, ficava segurando uma tocha igual à Estátua da Liberdade e era um gigante que habitava a Argentina.

Durante o sonho, eu fiquei trabalhando no meu local de trabalho da vida real, fazendo correções no mesmo sistema que eu dou manutenção na vida real (sou programador), mais precisamente no componente de pesquisa, onde o usuário digita algo e é feita uma pesquisa no banco de dados de uma determinada tabela, sendo exibidos os resultados dessa pesquisa ao clicar no botão de pesquisar. Na gaveta da mesa do meu local de trabalho (que ficava do lado esquerdo, diferente da gaveta da vida real, que fica do lado direito da mesa onde eu fico), havia algumas caricaturas da Dilma Rousseff e do José Serra feitas quatro anos atrás, na época das eleições presidenciais de 2010.

Eis que, mais ou menos naquela hora, a seleção da Alemanha mandou uma chuva forte para a Argentina, que também teve efeitos aqui no Brasil, embora a chuva aqui tenha sido mais fraca, e tal chuva acabou por enfraquecer o Diego Maradona, que acabou tombando no chão, sempre segurando sua tocha. Eu acompanhei toda a cena ao vivo. Não sei de que jeito eu acompanhei, só sei que não foi pela tela do computador no qual eu trabalhava. Talvez eu tivesse algum poder de visualizar acontecimentos a distância.

Algum tempo depois, um baixinho com uma voz fina, que devia ser o porta-voz da seleção da Alemanha, anunciou, ao lado do Maradona caído e em vários idiomas (como alemão, espanhol e inglês, e provavelmente outros além desses), utilizando um megafone, que o Maradona não estava grávido e que o que ele tinha na barriga era pança (ou algo assim).

Posteriormente, a seleção da Alemanha decidiu guardar o Maradona caído em um galpão enorme localizado na Hungria. E, por algum motivo, eu fui parar lá também, não dentro do galpão, mas em frente ao mesmo. Talvez eu tenha me teletransportado até lá. Quando eu cheguei ao local, o cenário estava completamente deserto, não havia ninguém no local, só o enorme galpão (que mais parecia uma casa gigantesca, um celeiro gigantesco ou algo assim) e muita areia, era um deserto, um cenário pós-apocalíptico. Posteriormente, provavelmente na hora que guardaram o Maradona lá dentro (não vi o momento que isso ocorreu), apareceram muitas pessoas ao redor do galpão, na sua maioria ciganos, e eram tantos que mal dava para andar por ali. O sonho acabou pouco tempo depois.

Felizmente, o sonho “se concretizou” e a Alemanha venceu a Argentina na Copa. Desde 2010, a Alemanha é a minha seleção n° 2 na minha torcida (a seleção brasileira é a n° 1, obviamente) devido a eu ser fã da Nena e da música alemã e de eu gostar da Alemanha de um modo geral. E eu vou encerrando o post por aqui. Até o próximo post!


Acordando com cara de mulher

24 de junho de 2014

Hoje, relatarei dois sonhos sonhados essa semana, e o primeiro relatado neste foi sonhado no último domingo, dia 22 (o outro foi sonhado dia 17). Sonhei que era comum as pessoas comprarem tartarugas como animais de estimação, e eu havia comprado uma bem grande para ficar na minha casa. Não sei quanto tempo vive uma tartaruga na vida real, mas no sonho, falavam que uma vivia cerca de 30 anos. Lembro que algumas pessoas me questionaram se eu ia ter condições de cuidar de uma tartaruga, ainda mais por 30 anos, tendo que cuidá-lo e alimentá-lo, e se eu não ia me arrepender depois e ter que se livrar do animal. Eu respondi que eu tinha plena consciência do que eu tinha feito ou algo assim. Basicamente foi isso o sonho.

No último dia 17, sonhei que eu estava em um apartamento bem grande e com vários cômodos, junto com várias outras pessoas. Acredito que eu morava naquele apartamento, e as outras pessoas (que eram todas conhecidas, ainda que apenas no sonho) também moravam ali.

Após uma determinada noite de sono onde eu dormi no sofá da sala (ou um quarto, ou uma mistura de sala com quarto), acordei e senti que meu rosto estava diferente, e pelo tato, percebi que o mesmo estava com feições femininas, principalmente o nariz, que estava com um formato diferente, e a pele, que estava com textura diferente. Olhei no espelho e vi que eu estava com a cara de uma moça que está na minha lista de amigos do Facebook na vida real, cujo nome é Débora.

Após perceber isso, fiquei bastante desesperado e assustado com o ocorrido, comunicando os demais habitantes do apartamento acerca da minha mudança de cara nos momentos seguintes. Instantes depois, uma pessoa com a minha cara alegando ser a Débora apareceu desesperada e assustada no quarto onde eu estava, também comunicando o povo acerca de sua mudança de cara. Não tenho certeza, mas parece que nós dois chegamos à conclusão de que trocamos de corpo, ou a nossa alma trocou de corpo, ou algo assim. Ou eu pensei sobre isso, sem falar essa minha conclusão para os outros.

Posteriormente, com eu e ela estando um pouco mais calmos (apesar de eu ficar constantemente pondo a mão no rosto por eu não estar acostumado com o mesmo), fomos tentar descobrir o porquê disso ter ocorrido. Não me lembro muito bem dessa parte, mas parece que descobriram que uma bruxa parecida com a Rita Repulsa do seriado dos Power Rangers estaria por trás do episódio.

Acredito que ocorreram outras coisas nesse sonho fora essa parte da mudança de rosto, embora eu só me lembre dessa parte, que provavelmente foi a última. E o post termina aqui.


A corrida centrada na mulher famosa

30 de maio de 2014

No último dia 28, sonhei que ocorria uma grande corrida de pessoas em um grande circuito, aparentemente localizado em um parque público. Na verdade, a prova consistia em uma parte a pé e outra parte a nado.

Nessa corrida, participou uma mulher muito bonita, de cabelos pretos, e essa mulher era muito famosa, embora eu não sabia o que ela fazia na vida artística (talvez seja uma cantora, mas não há certeza). Além dela, outras personalidades menos importantes participaram, e também milhares de pessoas comuns.

O evento era aberto ao público e qualquer um podia assistir (acredito também que era aberto a qualquer um participar), e eu fui assistir, não em uma arquibancada, mas no meio do circuito, acompanhando a moça famosa citada no parágrafo anterior.

Foi dada a largada e todos começaram a correr, e ficaram correndo durante um bom tempo, até a prova terminar, depois de tantas voltas no circuito. Reparei que algumas pessoas não corriam, apenas caminhavam, como se estivessem apenas passeando, e tais pessoas eram ultrapassadas pela moça famosa.

Em um dado momento, a moça que eu acompanhava pegou seu celular, ligou para outro participante da prova e disse, sorrindo e com a maior naturalidade, que, em um determinado trecho do circuito, era para passar pela ponte de madeira, não pela parte com água ao lado, onde aquela parte da prova estava inicialmente programada, pois um homem morreu afogado naquele ponto e a direção de prova alterou o trajeto.

Apesar de eu acompanhar a prova, em nenhum momento eu fiquei sabendo quem estava na frente, nem mesmo quem ganhou, quando a prova acabou. Quando isso ocorreu, a cerimônia de premiação ocorreu de forma extremamente rápida (deve ter ocorrido em questão de segundos) e, devido a algo estar na minha frente naquele momento, não consegui ver quem subiu no pódio. Após isso, todos rapidamente se retiraram do local.

Naquele momento, uma jovem moça que aparentava ser uma antiga colega de escola dos tempos da quinta série chamada Joyce me perguntou quem havia ganhado e eu respondi que não sabia.

Após todo mundo sair, o circuito, como em um passe de mágica, se transformou no quarto daquela moça famosa, com uma cama no centro, e a moça foi ao banheiro tomar banho. Então eu percebi que eu não era mais para estar ali e saí do quarto pela porta do mesmo, sendo o último a sair antes dela.

Na minha concepção daquele momento do sonho, todo mundo viu quem ganhou, menos eu, mas após eu acordar, cheguei à conclusão que nem todo mundo viu, ainda que a minha impressão tenha sido a de que só eu não fiquei sabendo do resultado da prova, embora eu suponha que a moça famosa havia ganho a mesma.

Muito provavelmente havia outras partes neste sonho, mas essa é a que eu lembro. Por falar em lembrar de sonhos, ultimamente não tenho lembrado tanto dos meus sonhos, e por isso não tenho atualizado tanto o blog.

Até o próximo post, em algum momento futuro!


Yulia Volkova e a confusão na garagem

31 de março de 2014

Depois de um hiato criativo por parte do meu subconsciente, após quase quatro meses, estou hoje mais uma vez postando neste blog, e o post de hoje é o de número 200 da história do blog.

No último dia 21, sonhei que eu estava em Praia Grande, na casa da minha mãe, onde morei antes de me mudar para São Paulo. Entretanto, o dia no qual eu vivenciei não era um dia típico, uma vez que, na garagem, uma confusão bizarra se formou, com direito a participação da tropa de choque da polícia na mesma, além do fato de eu precisar sair para não sei que lugar às 18:00 daquele dia. Falando em horário, o sonho (ou o que eu me lembro dele) se passou das 16:00 às 18:00, com o passar do tempo sendo acompanhado pelo relógio, quase que de minuto a minuto.

Como eu disse, na garagem (que inclusive estava sem nenhum carro estacionado), uma confusão bizarra rolava solta, parece que ia rolar uma briga. De um lado, a cantora russa Yulia Volkova, que na vida real fez parte da dupla t.A.T.u. Com a Lena Katina e que no sonho estava meio musculosa e trajando roupas pretas, do outro lado… Não sei, acho que outra mulher, acho que uma rival da Yulia, mas que não cheguei a ver (provavelmente não era a Lena). E a Yulia ficava provocando, dando uns sorrisos meio que com cara de brava.

A Yulia ficava na arte esquerda da garagem e sua rival (que não foi vista por mim nas vezes que eu fui espiar a garagem) ficava na parte direita, e separando as duas, havia várias pessoas gritando e agitando a confusão, fazendo o clima ficar ainda mais tenso. Como se não bastasse tudo aquilo, em um determinado momento, entrou na garagem a tropa de choque da polícia (não sei que polícia que era) com seus cassetetes e escudos, fazendo uma coreografia muito bizarra e sem noção (se dividindo e dois grupos e dando umas voltinhas meio que fazendo dança da chuva) e trajando roupas amarelas em um tom mais escuro.

Durante todo o sonho, eu ficava olhando no relógio para ver que horas eram e ficava dentro de casa pensando no lugar que eu tinha que ir e na confusão que ocorria na garagem, na qual eu não sabia o motivo. De vez em quando, eu ia até a garagem dar uma espiada para ver o que estava acontecendo, na maioria das vezes não passando do portão que separa o corredor da garagem (provavelmente foi por isso que eu só vi a Yulia, a rival dela eu não vi por ela estar mais afastada, creio eu.

Em um determinado momento, já depois das 17 horas, eu fui até os fundos da casa (essa parte da casa estava diferente da vida real) e lá haviam duas crianças, uma menina e um menino, deviam ter uns 5 anos de idade e a menina era muito parecida com a Lena Katina. Elas brincavam alegremente e me fizeram sorrir e esquecer por um momento toda aquela tensão. Por um segundo, pensei que a menina fosse a Lena, mas em seguida ela falou algo em português para mim.

Às 17:56, fui mais uma vez olhar a confusão na garagem e o clima estava bem tenso, apesar da tropa de choque já ter ido embora. Naquele momento, tive a ideia de acessar o site de notícias G1 a fim de saber o que estava acontecendo, visto que eu não sabia direito o que ocorria. Fui até a sala mas, antes de ligar o PC e acessar a Internet, resolvi retornar à garagem para dar mais uma espiadinha, isso às 17:58. Ao chegar na garagem, a mesma pegava fogo e não havia mais ninguém ali, e o portão que fica entre o corredor e a garagem havia sido substituído por um outro de madeira que, apesar de ser de madeira, não pegava fogo. O sonho acabou nesse instante.

E o post termina aqui, até o próximo post!


Esquecendo o apê destrancado, Sérgio Waib e o fantoche assanhado

1 de outubro de 2013

Hoje eu contarei uns sonhos que eu tive em épocas diferentes.

Há dois ou três meses atrás (acredito eu), sonhei que havia esquecido de trancar a porta do apartamento onde eu estou morando, acabei saindo de casa e deixando o apartamento destrancado. Quando eu voltei, vi que algumas coisas estavam fora de lugar. Nesse mesmo sonho, cheguei a ir dormir com a porta do apartamento destrancada, e quando acordei, novamente algumas coisas haviam sido mexidas, então eu cheguei à conclusão de que alguém estava entrando e mexendo nas coisas. Acredito que eu tenha tido esse sonho devido ao meu medo em esquecer o apartamento destrancado devido à correria do dia a dia.

Em 2008 mais ou menos, na época que eu assistia à TV por assinatura, incluindo o canal BandNews TV, sonhei com o cara que apresenta o Giro Business nesse mesmo canal, o Sérgio Waib. Mas, em vez de ele apresentar o Giro Business nos intervalos dos blocos de notícias da BandNews, ele estava na minha casa conversando comigo (não me lembro do teor da conversa), no meu quarto. No chão do mesmo, havia um mendigo coberto por um cobertor dormindo. Ao final da conversa, eu me deitei no chão em uma espécie de esteira, colchonete ou algo do tipo e o Sérgio Waib ficou me girando de um modo bastante infantil, como se estivesse tentando me fazer dormir. Sei lá porque ele fez isso. E foi só isso o sonho.

Para terminar o post, relatarei um sonho que tive ano passado, ou a parte que eu me lembro do mesmo. Eu e mais não sei quantas pessoas estávamos num recinto que era tipo uma biblioteca meio que improvisada em um ambiente rústico, (não tenho certeza, mas o lugar ficava na FATEC de Praia Grande onde cursei o ensino superior, tinha até uns TCCs de alunos da faculdade), estávamos confeccionando bonecos e fantoches artesanalmente. Teve um boneco que a gente fez e ficou muito bom, era vermelho, grande, e tinha ficado muito bom, acho que era um dos melhores que tínhamos feito. Em um dado momento, um outro fantoche subitamente ganhou vida e começou a chupar os mamilos desse boneco e, a cada chupada, o boneco vermelho ficava excitado e balançava sobrenaturalmente, como se também ganhasse vida. Acabou que os mamilos do boneco vermelho ficaram enormes, do tamanho de cobras, e chegamos à conclusão de que o boneco tinha ficado estragado devido às anomalias nos mamilos do mesmo causadas pelas chupadas do fantoche tarado.

E até a próxima postagem neste blog, se o Monstro do Espaguete Voador, ou seja, Deus, quiser!


O prédio subterrâneo do terror

3 de setembro de 2013

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no último dia do mês passado. Sonhei que eu, acompanhado de um corretor de imóveis meio maluco e de um negão tipo Sérgio Loroza, fomos até um prédio muito esquisito e sinistro. Na verdade, não era bem um prédio, era tipo um prédio, só que no subsolo, com apenas a entrada do mesmo na parte acima da terra. E o prédio possuía oito andares, com o oitavo sendo o que fica mais profundamente abaixo da terra, também sendo o mais sinistro, como explicarei em instantes.

Um detalhe importante: o prédio não possuía elevador, ou seja, tínhamos que usar uma escada caracol para chegar aos andares, além disso, por meio dessa escada caracol, era possível ver a luz do sol e o céu.

Não sei qual era o motivo de estarmos visitando o lugar, mas acredito que estávamos a procura de um imóvel para comprar, visto que havia um corretor de imóveis junto conosco. Começamos a visitar os andares daquele prédio esquisito a partir dos primeiros andares, nos quais eram mais normais, digamos assim. E, na grande maioria dos imóveis visitados, senão todos, havia pessoas morando.

Estava tudo indo bem até chegarmos aos andares mais profundos da edificação, o sétimo e o oitavo. No sétimo, só havia um depósito de quinquilharias que também servia de esconderijo, já o oitavo… O oitavo… Aí o bagulho começa a ficar tenso. No oitavo andar, havia um monte de lama e era todo escuro, além disso, lá havia um forte cheiro de gás (parecia cheiro de gás de cozinha, um cheiro extremamente nauseabundo). Assim que adentramos o local, passando pelo portão de madeira azul (havia um em cada andar), tampei o nariz para não morrer sufocado lá embaixo, e segundos após eu ter entrado, o negão disse algo como “vamos sair daqui” e saímos rapidamente de lá.

Nós três ficamos um bom tempo naquele prédio, acredito que várias horas, e visitamos várias vezes cada um dos andares, com exceção do oitavo, no qual fizemos duas rápidas visitas, pulando fora assim que sentimos o cheiro do gás. O sétimo nós visitamos umas poucas vezes, pois não havia nada de útil ali.

Mas foi após a segunda visita nossa ao oitavo andar que as coisas ficaram verdadeiramente tensas, pois o corretor de imóveis e o negão enlouqueceram, aí o corretor passou a perseguir a gente e eu e o negão resolvemos nos esconder no sétimo andar, nos trancando no depósito de quinquilharias. Alguns instantes depois, o negão, já completamente enlouquecido, se suicidou com um tiro na cabeça. O clima ficou ainda mais dramático quando o corretor decidiu ligar para o celular do negão. Foi possível ouvir os gritos do corretor do lado de fora do recinto devido ao celular não ser atendido (a essa altura, o que eu mais queria era ficar invisível e/ou desaparecer daquele prédio). O sonho terminou um pouco depois disso, sem que o corretor de imóveis me pegasse.

Até a próxima postagem, se o Monstro do Espaguete Voador quiser!


Batman, Robin, Linn Berggren e bandidos roubando minha casa

2 de julho de 2013

Hoje eu vou contar três sonhos, e o primeiro deles foi um sonho que eu tive no último sábado, dia 29/06/2013. Sonhei que eu e mais uma outra pessoa éramos o Batman e o Robin (eu era o Robin) e, ao contrário do que ocorre com a dupla dinâmica dos quadrinhos e assim como o Superman, eu e o Batman do sonho voávamos, e ficamos voando ao redor e no interior de um prédio residencial, prédio este que possuía ambientes espaçosos, como na recepção. O prédio, bem como seu interior, era predominantemente de cor gelo e em suas janelas (nas quais eu cheguei a entrar junto com o Batman) havia cortinas com persianas da mesma cor. Apesar de eu ser o Robin e ter o Batman ao meu lado, não chegamos a combater o crime ou derrotar o Coringa, apenas ficamos voando no prédio, e talvez fazendo mais alguma coisa inútil que eu não me lembro.

Bem que eu poderia ter sido o Robin e ter o Batman ao meu lado num sonho que eu tive em 1999 (acredito eu), onde bandidos invadiram a minha casa e roubaram alguns pertences que haviam, entre eles uma medalha que ficava pendurada num móvel (essa medalha não existe na vida real, mas era uma medalha importante). Eram dois assaltantes e eu e minha família ficamos com muito medo dos mesmos. Quando os bandidos iam embora levando as nossas coisas, dei um golpe por trás de um deles a fim de detê-lo e recuperar algum pertence roubado (a medalha estava com o que eu ataquei). Não sei se eu tive êxito no ataque (creio que não), pois acordei em seguida.

Há alguns meses, acho que foi no ano passado, sonhei que eu vi pessoalmente a Linn Berggren (que cantava na banda Ace of Base, que fez muito sucesso nos anos 90) passando na rua. A reconheci e tentei falar com ela, ainda que eu não fale inglês ou sueco, ou ainda outro idioma que não seja o português, idioma este que acredito que ela não fale. Ela sorriu para mim, mas não chegamos a nos falar muito. Junto com ela, estava o Jonas Berggren, irmão da Linn e que faz parte até hoje do Ace of Base (a Linn abandonou a carreira artística e não é mais vista desde 2002). O Jonas acenou para mim e falou alguma coisa. Depois, foram embora. Teve outras coisas ocorrendo no sonho, mas o que eu me lembro foi isso.

E é só. Até o próximo post, pessoal.


Morando num castelo e ganhando um apê

26 de maio de 2013

Nessa semana, acredito que foi na quinta-feira, dia 23, sonhei que eu morava num castelo muito velho no qual parte do mesmo estava em ruínas. Eu e minha mãe morávamos na parte da frente do castelo, que estava habitável, já a parte traseira estava em ruínas. Lembro de uma parte na qual minha mãe preparava comida e eu cheguei em casa (ou melhor, no castelo) voando.

No sonho, eu tinha o poder de levitar, inclusive, consegui acessar algumas partes inacessíveis do castelo levitando, voando de pé, e essas partes inacessíveis estavam todas em ruínas, eram as torres da parte traseira do castelo. E nessa parte que eu me lembro, cheguei em casa imitando um fantasma, fazendo “buuuuuuuuuuuuuuuu”. Não me lembro de muita coisa nesse sonho, só isso mesmo.

Na última sexta-feira, sonhei que eu ganhei um apartamento não sei em que lugar, acho que era em São Paulo mesmo, num bairro mais afastado (não sei exatamente onde). No sonho, eu morava no mesmo prédio de onde eu estou morando agora, aí alguém, acho que um tio meu que só existia no sonho, me deu um apartamento, ou eu herdei o imóvel dele (tenho quase certeza que ele me deu).

Eu fiquei muito feliz de ter ganho um apartamento e eu passei a morar nos dois imóveis, no que eu já estava e no novo. E esse apartamento novo tinha vários cômodos, inclusive duas estações de metrô, uma da linha laranja e outra da linha preta, que por algum motivo também era chamada de laranja. Na verdade, não era bem uma estação de metrô (embora fosse chamada assim), era meio que um teletransporte que transportava o passageiro para outra estação da mesma linha.

Aí eu ficava alguns dias em um apartamento e outros dias em outro, e acabei ficando mais tempo no novo do que no antigo, embora eu sentisse falta das minhas coisas que ficaram no apartamento alugado. Cogitei uma possível transferência das minhas coisas para o novo apê, desalugar o antigo e ficar só com o novo, e pensei como eu ia fazer, se eu ia fazer isso aos poucos, se eu ia transferir tudo de uma vez ou se eu ia manter metade das coisas em um e a outra metade no outro, permanecendo a morar nos dois imóveis. O sonho acabou mais ou menos aí.

Em breve, mais um post!


Morando em Curitiba (e de frente para o mar)

12 de maio de 2013

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no dia 5 desse mês. Sonhei que eu morava em Curitiba, em um apartamento grande que eu havia alugado, e esse apartamento ficava situado de frente para o mar, provavelmente no terceiro, quarto ou quinto andar do prédio, pela altura que dava para ver da janela. Detalhe: na vida real, a capital paranaense não tem praia.

Eu havia ficado muito contente em ter alugado aquele apartamento, que era bem grande, tinha cozinha, sala, banheiro, quarto, todos os cômodos grandes, com a entrada dando para a cozinha onde podia-se ver a geladeira ao fundo, com o corredor que dava acesso a outros cômodos à esquerda da mesma. Lembro-me que eu aluguei o imóvel de uma imobiliária onde tinha uma mulher que era a dona da mesma, e essa imobiliária ficava ao lado de um mercado onde eu fazia algumas compras, principalmente ovos.

Por pelo menos umas três vezes, eu fui comprar ovos nesse mercado, acho que eu devo ter comprado outras coisas além de ovos. Tinha ovo branco, vermelho (como existem na vida real), azul e preto. O preto era mais caro (acho que custava mais de 6 reais a dúzia), mas o azul, que era semelhante ao vermelho, só que com coloração azulada, custava o mesmo preço do vermelho, R$3,99 a dúzia. O branco era o mais barato de todos, custava um pouco menos do que o vermelho e o azul. Nas duas primeiras idas ao mercado, eu comprei ovos brancos, mas acho que na terceira vez, acho que comprei ovos vermelhos e/ou azuis, não tenho certeza.

Eu saí várias vezes do apartamento a fim de ir para o serviço (não me lembro que serviço era, acho que essa parte de eu trabalhar não constou no sonho) ou para o mercado, ou para algum outro lugar que eu não me lembre, e a cada vez que eu saía, eu morria de medo de esquecer a chave dentro do apartamento, uma vez que as chaves para trancar e destrancar eram diferentes e poderia ocorrer de eu esquecer a chave que abre trancada no interior do imóvel.

O mar costumava a ser tranquilo, mas houve uma vez que a maré estava bem alta e a rua onde o prédio de onde eu morava acabou ficando inundada pela água do mar. Eu estava saindo para ir ao serviço quando notei a elevação da maré e caminhei na beirada da rua, onde a água ainda não tinha chegado. Entretanto, mar avançou ainda mais e eu acabei levado pelas ondas, indo parar num lugar com ruas de terra e ficando com a roupa toda molhada e cheia de lixo nos bolsos. Lembro-me que eu estava de jaqueta daquelas que tem bolsos e senti muito nojo em tirar o lixo dos mesmos. Eu não me lembro do momento exato de que eu fui levado pelo mar, talvez isso tenha ocorrido quando eu estava voltando do serviço.

Mais ou menos no final do sonho, me entrevistaram próximo a uma plataforma de extração de petróleo da Petrobras que ficava próxima ao prédio onde eu morava, mais precisamente no quarteirão situado à direita do mesmo. Não me lembro qual foi o teor das perguntas que me fizeram, mas acho que era algo sobre a exploração de petróleo naquela plataforma de perfuração. E, após eu ser entrevistado, botaram um pequeno cachorro preto vestido de Papai Noel num canhão e dispararam, fazendo o cachorro se desintegrar e voar sangue e restos mortais de cachorro em direção ao mar. Eu fiquei muito indignado com o pessoal da plataforma de perfuração por fazerem isso com o cachorro, que inclusive era muito parecido com a Pandora, a cachorrinha que fica na casa da minha mãe. E os caras ainda ficaram mostrando o replay daquilo várias vezes, apesar de eu presenciar aquilo pessoalmente.

Apesar desse sonho ter umas partes meio irreais, ele reflete o momento atual que eu estou vivendo. Atualmente, moro em um apartamento que eu aluguei. Não é um apartamento grande como no do sonho, é uma quitinete, mas eu me sinto bem morando nele, fiquei feliz por tê-lo alugado e a entrada também dá para a cozinha, onde pode se ver a geladeira com um corredor ao lado. Também há duas chaves, mas ambas abrem e fecham a porta, e eu tenho um certo medo de esquecer a porta destrancada (não é o mesmo medo, mas também é um medo). O apartamento onde moro fica também numa capital estadual, em São Paulo, e o mesmo fica em frente a um viaduto cujo som dos carros passando lembra um pouco o som do mar. As ondas do mar não chegam a invadir o lugar onde eu fico (São Paulo também não possui praia), mas ocorrem de vez em quando chuvas fortes nas quais me deixam todo molhado. Também costumo comprar ovos e outras coisas em um mercado perto de onde eu moro e o preço dos ovos é praticamente o mesmo. E o caminho que eu faço para ir ao serviço é o mesmo caminho que eu fazia no serviço do sonho. Além disso, também fico indignado por algumas coisas que costumam ocorrer no dia a dia.

O post termina aqui, feliz dia das mães para as mães que estiverem lendo este blog, e também para aquelas que não estão lendo, ainda que elas não saibam disso.


O pior especial de fim de ano da Rede Globo que poderia existir

15 de janeiro de 2013

No primeiro post de 2013, irei contar um pesadelo que eu tive na noite do dia 11 desse mês. Não foi na madrugada do dia 11, foi na noite mesmo, mais ou menos entre as 19:00 (quando acabei pegando no sono após chegar em casa e me deitar para descansar um pouco) e as 21:00 (quando acordei atordoado, voltando a dormir momentos depois).

O sonho todo girou em torno de um filme que passou na Rede Globo (passou no sonho apenas, não na vida real), no dia 23/12/2012, e esse filme era um filme especial de fim de ano, e era um filme muito aguardado, que todo mundo queria assistir, menos eu, por motivos óbvios, como irei explicar a seguir.

O filme em questão, um filme nada convencional cujo enredo detalhado eu pouco sei (pois evitei saber o conteúdo do filme a todo o custo, principalmente seu final caracterizado por sua última cena), era um filme que retratava uma receita culinária (ou uma experiência bizarra de laboratório, não sei ao certo, pois não vi nenhuma cena daquele troço) na qual o cozinheiro pegava várias partes de vários animais mortos, as costurava e as manipulava de jeitos horrendos, ao som de uma música muito sinistra e perturbadora, uma música bastante lenta e com muitos assobios estranhos. A única coisa que vi do filme (ou melhor, ouvi, o restante eu fiquei sabendo por terceiros ou na mídia, não sei ao certo) foi essa música, uma vez que meu irmão (que na vida real, dificilmente veria qualquer coisa que sabidamente possuía cenas fortes) estava assistindo em outro cômodo da casa e o volume estava meio alto.

O filme deve ter durado umas duas horas mais ou menos, e enquanto aquilo passava na TV da sala, eu acessava a Internet no meu antigo quarto da época que eu morava em Praia Grande (o sonho se passou em Praia Grande, e atualmente eu moro em São Paulo). Mais ou menos próximo do horário do filme terminar (acredito que um pouco depois de ter entrado o comercial antes do último bloco do filme), vi no site de notícias G1, no lado direito da página e em destaque, uma notícia que dizia mais ou menos assim: “Veja como ficou o resultado da experiência do filme, imagem é muito forte”, se referindo à última cena do filme de gosto duvidoso (ou seja, o G1 tava mostrando o final do filme antes do mesmo ser exibido na Globo). Acompanhando a notícia, havia uma imagem abstrata, mas bastante perturbadora, uma possível cena do filme não muito bem focalizada cujas cores predominantes eram vermelha e marrom. Obviamente, não cliquei no link da notícia.

Na vida real, de vez em quando ocorre do G1 veicular notícias com imagens fortes. Tais notícias são acompanhadas de um aviso, geralmente já no link da notícia, informando que a imagem é forte. E, antes da imagem forte ser exibida, aparece logo acima dessa um aviso em vermelho informando que a imagem a seguir é forte (o máximo que eu cheguei a ver de uma notícia dessas foi até esse aviso). Entretanto, nunca (pelo menos que eu tenha visto) ocorreu do G1 veicular um aviso de que a imagem é muito forte, ou seja, uma imagem que seria mais forte do que as normalmente veiculadas no G1. Então, quando vi tal notícia no G1 do sonho, deduzi que tal imagem seria extremamente horrenda, muito mais que qualquer outra imagem forte já veiculada.

A partir daquele momento, eu já comecei a ficar mais perturbado, mas continuei a acessar a Internet, então o filme acabou, desligaram a TV da sala, eu continuei a acessar a Internet e provavelmente fui dormir depois. No dia seguinte (portanto, véspera de Natal), a imagem da última cena do filme pipocava na mídia, e a partir daí, eu evitava esbarrar na imagem de tal cena a todo o custo, morrendo de medo de ver aquilo. Fiquei fugindo de ver a tal imagem macabra até o sonho terminar, e essa parte final do sonho foi a pior de todas, na qual eu fiquei extremamente perturbado, e mesmo após eu ter acordado e visto no relógio do meu celular que eram 21:00 mais ou menos, eu ainda estava muito perturbado, ainda que consciente. Depois, voltei a dormir e acordei às duas da madrugada, já sem estar perturbado e achando aquele sonho muito bizarro, tal qual como outros sonhos que costumo ter, e até achando graça daquilo.

Um detalhe interessante do sonho é que, mesmo o sonho se passando no dia 23/12/2012, eu lembrava claramente dos acontecimentos ocorridos até o dia 11/01/2013, na vida real, inclusive tudo o que ocorreu no dia 11. Era como se o dia 23/12/2012 fosse precedido pelo dia 11/01/2013. Outro detalhe é que o dia 23 de Dezembro é o dia do aniversário do meu pai.

Contei esse sonho para a minha mãe e ela achou que podia ser que meu subconsciente tenha alguma culpa por eu comer carne (ela é contra o consumo de carne), mas acho que não tem nada a ver. Curiosamente, no dia 24/12/2011, postei aqui neste blog um sonho sonhado no dia 2 daquele mês no qual eu também fugia de ver uma cena forte, que era a cena de uma cantora morta desfigurada, mas o sonho não era tão perturbador quanto este relatado hoje. Bom, o post de hoje acaba aqui, e espero não ter sonhos perturbadores quanto esse tão cedo…


Caminhos curtos e escadas infinitas

12 de dezembro de 2012

Hoje eu irei relatar um sonho que tive no primeiro semestre desse ano. Sonhei que eu tinha descoberto um caminho curto formado por uma rua de terra com uma vegetação em volta que ligava Praia Grande a São Paulo, e o caminho era bem curto, dava uns dez minutos, e eu conseguia, por meio desse caminho, ir do quarto alugado onde eu morava em São Paulo até a casa da minha mãe em Praia Grande, onde eu morava anteriormente. E esse caminho foi descoberto por acaso, quando eu passava pelo local e decidi segui-lo a fim de ver onde o mesmo dava.

Esse é o segundo sonho onde eu vou de São Paulo a Praia Grande com minhas próprias forças e por um caminho curto. O primeiro foi sonhado em 2008 ou no primeiro semestre de 2009 e relatado neste blog no Natal de 2010. Nele, fiquei hospedado no apartamento do repórter Wilson Kirsche (que é do Paraná na vida real, pelo que sei), em São Paulo, e fugi dali por um caminho aéreo por entre uns prédios que deu perto da casa da minha mãe, e o caminho era mais longo do que o do sonho de hoje, e foi feito uma vez só. O caminho do sonho de hoje foi feito algumas vezes, tanto indo para São Paulo quanto retornando a Praia Grande.

Próximo à entrada daquele caminho, no lado de São Paulo, havia uma casa aparentemente abandonada. Bom, o sonho foi só isso mesmo, não há nada mais a acrescentar. Mais eu vou contar mais um sonho, para não ficar no só isso.

No mês passado, sonhei que fui levado de carro não sei por quem, acho que foram duas vezes mais ou menos, para a Bolívia. Não sei que cidade da Bolívia eu fui parar, só sei que fui parar na Bolívia e lá eu fiz não sei o que e vi as pessoas falando em espanhol (e as propagandas nas ruas também eram em espanhol). Não tenho certeza, mas o carro que me levou à Bolívia era um táxi. E o caminho feito de São Paulo até a Bolívia, assim como o do sonho anterior, apesar de não ser de dez minutos, era curto, em pouco tempo se viajava da capital paulista até aquele país. Teve outras partes nesse sonho, mas o que eu me lembro é isso.

Como esse segundo sonho também foi só isso, irei contar o terceiro sonho de hoje, que pelo jeito, também vai ser só isso. Esse foi sonhado esse ano ou o ano passado, não me lembro. Sonhei que eu, a minha mãe e minha avó precisávamos chegar até um apartamento que ficava muitos andares abaixo do solo, muitos mesmo, parece que era um apartamento onde iríamos passar alguns dias e era de algum parente, mas estava desocupado, ou algo assim. Para chegar nesse apartamento, era necessário descer inúmeras escadas em forma de caracol, e eram muitas escadas mesmo, devia ter umas centenas, talvez até milhares, e cada uma das escadas ficava ao lado de uma infinidade de outras escadas que davam para lugares diferentes (talvez outros apartamentos), e o espaço entre as escadas era muito estreito, e umas escadas tinham sentido horário e outras tinham sentido anti-horário, era uma confusão enorme. E as escadas eram todas verdes e a primeira delas dava para a rua, embaixo de um viaduto ou algo semelhante. E a vovó era a que mais tinha dificuldade de descer todas aquelas escadas quase infinitas. Mas no fim, conseguimos chegar até o apartamento. O sonho devia ter outros detalhes, mas o que eu me lembro é isso, e devia ser isso o mais importante do sonho.

Até o próximo post neste blog, ou no outro blog!


Estação de trem pegando fogo e eu bebendo champanhe para cachorro

13 de outubro de 2012

Hoje, relatarei um sonho tido na semana passada, acho que foi na quarta ou na quinta. Sonhei que havia estações da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na baixada santista (Santos e região) que integravam com a malha metroferroviária da capital paulista. Eu estava em Praia Grande e resolvi, unto com minha mãe, subir a serra por trem.

Mas, durante o trajeto, fui informado pelos alto-falantes da composição de que uma estação, provavelmente localizada em Cubatão (não foi citado que estação era), pegou fogo e que, por isso, o trem iria passar direto por aquela estação sem abrir as portas, pois senão, os passageiros que estavam morrendo na estação incendiada, na tentativa de escaparem da morte, poderiam invadir desordenadamente os vagões, detonando tudo.

Após passar direto pela estação incendiada (inclusive vendo a mesma toda queimada e sentindo um calor diferente ao passar pela mesma, provavelmente com as pessoas que estavam na estação todas mortas) e chegar ao destino, fui para um pequeno bar que havia próximo à estação na qual eu desembarquei. O bar era bem minúsculo e possuía paredes de cor bege. Lá, estavam o tio João, marido da irmã de minha mãe, e um cachorro que era dele. Este cachorro possuía estranhos tumores que protuberavam de seu ânus, não no meio, mas nas laterais do mesmo, e tais tumores pareciam-se com pequenas cenouras. Tal cachorro ficou feliz em me ver, inclusive me lambeu. Próximo ao cachorro, havia uma estátua de outro cachorro com uma cenoura próxima ao ânus do mesmo.

Naquele bar, havia pacotes de ração (deviam ser daqueles de 15 quilos) que custavam R$28,90, além de champanhes para cachorros, cujas garrafas possuíam em seu interior, além do champanhe, outro conteúdo que eu não me lembro qual era. Os dois conteúdos da garrafa não se misturavam e o acesso a cada um deles (o que iria cair caso a garrafa fosse entornada) podia ser chaveado através de uma chave presente na lateral da garrafa. Era algo realmente de outro mundo.

Falando no champanhe para cachorros, enquanto minha mãe conversava com o tio João, eu fiquei bebendo o champanhe utilizando uma taça. O champanhe, que não continha álcool, tinha gosto de guaraná e era bem doce. Fui ver no rótulo a fim de descobrir de que sabor era aquela bebida e li que o champanhe em questão era gay, além de ter lido o nome do sabor, que era um nome composto (formado por mais de uma palavra) e sem sentido, provavelmente escrito em outro idioma. Após ter tomado quase todo o conteúdo da garrafa (todo o conteúdo de champanhe para cachorros, o outro conteúdo eu nem provei, e nem cheguei a chavear a garrafa para este outro conteúdo), enchi a taça com o que sobrou e guardei a taça numa geladeira que tinha lá.

Talvez haja alguma parte do sonho que eu não me lembre mais (provavelmente tem sim), o que eu me lembro é isso. O post acaba aqui, e até o próximo!


Sonhos com pessoas clonadas

1 de setembro de 2012

Hoje eu irei contar dois sonhos onde eu sonhei com pessoas “clonadas”, ou seja, sonhos onde uma mesma pessoa possui mais de uma “cópia” no sonho.

Na semana passada, não me lembro que dia foi, sonhei que a Escolinha do Professor Raimundo existia de verdade e eu era aluno da mesma.

Para quem não sabe, a Escolinha do Professor Raimundo era um programa humorístico da Rede Globo na década de 1990 onde o Chico Anísio interpretava o professor Raimundo e outros humoristas interpretavam os alunos, e para cada aluno, o professor perguntava alguma coisa e o aluno respondia a sua maneira, e então o professor dava nota dependendo da resposta (muitas vezes acabava dando zero).

Mas a escolinha do sonho era um misto do programa humorístico com uma escola normal, e inclusive havia várias salas de aula, diferente da escolinha do programa, onde só havia uma sala, que era a que o professor Raimundo dava aula. E eu acho (não tenho certeza porque não fui ver todas as salas) que, em cada sala de aula, havia um professor Raimundo (na minha sala tinha um). Além disso, o “método de ensino” da escolinha do sonho era mais semelhante à maneira como as escolas da vida real ensinam os alunos, ainda que houvesse alunos do tipo dos que haviam no antigo programa do Chico Anísio.

Por falar nos alunos, havia uma que lembrava bastante uma das personagens da Escolinha do Professor Raimundo que sabia tudo o que o professor perguntava e só estava lá por causa do Senhor Peru, que não queria saber dela.

O ambiente da sala de aula era bem descontraído e, devido a isso, eu, que não costumava fazer brincadeiras em sala de aula na época que eu estudava, resolvi fazer uma brincadeira justamente com a aluna citada no parágrafo anterior. Peguei um papel, escrevi um bilhete me declarando para ela (era só uma brincadeira para ver como ela ia reagir, eu não estava gostando dela de verdade) e joguei na mesa dela, que ficava perto da minha. Não me lembro qual foi a reação dela, pois eu acordei do sonho um pouco depois.

Há alguns anos, acho que foi em 2008 ou antes disso, sonhei que eu fui até um lugar onde devia ser uma representação comercial da Oracle (empresa de informática que desenvolve um software gerenciador de banco de dados homônimo) ou algo do tipo. Ou melhor, havia uma porta (na qual eu não entrei) onde devia ficar a representação comercial da Oracle, e eu estava do lado de fora, onde havia umas cadeiras e mesas e funcionava alguma outra coisa semelhante.

Além da porta de onde ficava a Oracle, havia outras portas onde funcionavam outras empresas nas quais eu não me lembro (ou não havia identificação na porta). De uma dessas portas, saiu o Augusto Campos, o responsável pelos sites Br-Linux.org (que eu leio diariamente) e Efetividade.net, e da porta da Oracle, saiu outro Augusto Campos, e esse Augusto Campos que saiu da porta da Oracle trabalhava naquela empresa, ao contrário do primeiro.

Então, os dois Augustos Campos ficaram falando comigo alguma coisa que eu não me lembro do que se tratava, e eles falavam sincronizadamente, com um começando a falar após o outro terminar de falar (e eu praticamente só escutava, apesar de ter falado alguma coisa também). O sonho foi basicamente isso.

Até o próximo post, isso se um clone meu não logar na minha conta do WordPress e deletar este blog!


A nuvem alienígena

29 de julho de 2012

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive hoje, um sonho onde os habitantes do planeta Terra tiveram contato com ETs!

O sonho começou (nem sei por que escrevo “começou”, uma vez que a gente nunca se lembra do sonho completo, somente do final do mesmo) assim: Eu estava, juntamente com outras pessoas, que eram cientistas (acho que eram astrônomos), observando o céu e percebendo que havia uma espécie de “nuvem” estranha no mesmo. Estava de noite. A tal “nuvem” era tipo uma nebulosa, era redonda e meio embaçada, ficava do lado esquerdo da lua e era bem maior que ela. Os cientistas ficavam se perguntando o que seria aquilo, que não estava lá antes e em uma determinada noite apareceu de repente.

O lugar onde eu estava era um laboratório de observação muito esquisito, era todo escuro, não tinha iluminação (ou melhor, tinha, mas era muito ruim, suficiente apenas para ver as pessoas lá dentro e mais algumas coisas, na verdade, a iluminação principal era provida pela lua e pela “nuvem”), era em boa parte feito de madeira e possuía uma cúpula de vidro na qual a observação do céu se dava.

Em alguns momentos do sonho, saí do observatório e fui para a rua, que era em sua maior parte feita de terra e que estava molhada (devia ter chovido há pouco tempo). Fui para um outro lugar onde ia ter um evento que agora eu não sei exatamente o que era, mas acho que devia ser uma aula de alguma coisa, uma palestra ou algo do tipo. Esse evento já estava sendo preparado há um bom tempo, não sei quanto tempo, mas era um tempo considerável. Chegando lá, percebi que, a medida que o tempo passava, aquela nebulosa misteriosa aumentava de tamanho.

Lá no local onde eu fui, fiquei a observar os preparativos finais para o início do evento. Enquanto isso, a “nuvem” aumentava cada vez mais de tamanho, ficando enorme. Até que, em um determinado momento, faltando poucos instantes para o início do evento, aquela nebulosa começou a se comunicar com o povo que estava lá, falando em português. Aí, todo mundo descobriu que aquilo, na verdade, era uma nave espacial alienígena.

Instantes depois, o evento começou. Mas não durou muito: 4 minutos e cinquenta segundos depois, o evento encerrou-se após o povo ter enlouquecido (com exceção de mim e de alguns outros) e iniciado uma farra generalizada devido a interferência dos ETs, apesar de nenhum ter descido ao solo (estavam interferindo nas pessoas através de ondas eletromagnéticas obscuras ou algo do tipo). O povo passou a se comportar feito criança, danificando em parte o local de onde era para ter acontecido o evento e festejando sem motivo aparente, inclusive com música tocando em um aparelho de som que havia no local (e eram músicas infantis em sua maioria). E eu achando tudo aquilo muito, muito esquisito.

Os ETs não apenas falaram com o povo (não me lembro o que falaram) e enlouqueceram quase todo mundo, mas também transportaram alguns humanos (inclusive eu) para o interior da nave, através de uma força invisível que nos puxou para cima. Lá, vimos o interior da nave (um ambiente muito esquisito e surreal, com detalhes em azul e vermelho e uma barra metálica cortando o recinto em diagonal), mas não chegamos a ver os ETs, apesar de termos falado com os mesmos. Lembro-me de ter comentado com um ET sobre o fato das pessoas terem passado a se comportar daquele jeito lá embaixo. De lá da nave, dava para ver a patuscada onde era para para ter ocorrido o evento. Os ETs não fizeram nada de mal com a gente, apesar do que acabaram fazendo com o restante das pessoas.

Momentos depois, desci da nave por meio da mesma força invisível que me levou até lá em cima e retornei ao observatório. Lá, apesar de algumas pessoas terem também enlouquecido, a situação era bem mais controlada. Depois dessa parte, eu devo ter acordado e o sonho se encerrou.

Por hoje é só, até o próximo post!


Prédio enorme para guardar ossos

25 de abril de 2012

Hoje eu irei relatar o sonho que eu tive no último dia 13 de Abril. O que eu me lembro do sonho pode ser separado em três partes.

Na primeira, eu estava em um bar ou outro local semelhante junto com umas pessoas. Em frente a esse local, havia um enorme e imponente prédio, bem enorme mesmo, muito maior do que um shopping, e esse prédio enorme e o local onde eu estava eram separados por uma avenida relativamente movimentada, com duas pistas. Era um bonito prédio. Assim que vi aquele prédio enorme, fui informado que ele servia apenas para armazenar ossos. Não falaram que tipo de ossos eram guardados ali, se eram ossos humanos, ossos de galinha ou de outra espécie de animal.

Ao saber da finalidade daquela edificação gigantesca, fiquei indignado e critiquei o fato dele ser usado apenas para guardar ossos, dizendo que ele seria melhor usado se a finalidade do mesmo fosse outra, como usá-lo como um shopping ou como um prédio comercial (não me lembro das finalidades que eu sugeri, mas deve ser mais ou menos isso).

Enquanto a gente falava sobre aquele prédio, estávamos a comer pequenas bananas, que haviam sido previamente descascadas e estavam sobre a mesa, que era uma daquelas mesas de plástico brancas que podem ser vistas em bares. Depois que eu critiquei a finalidade do edifício, outros criticaram o fato de eu ter criticado o mesmo, além disso, disseram que eu não podia comer as pequenas bananas, já que eu tinha exposto minha opinião contrária ao uso do edifício como um ossário. Aí eu disse que as que eu havia comido eram outras bananas, que eu tinha trazido de casa, ou algo assim.

Em outra parte do sonho, que veio um pouco depois dessa, eu estava num outro recinto daquele mesmo local (acredito eu, ou então era um outro local, mas tenho quase certeza que era o mesmo), quando não sei quem (acho que era um homem, que inclusive eu conhecia no sonho) me abordou e me fez uma surpresa. A surpresa era que eu havia ganho um troféu de melhores do ano do programa do Faustão. Não sei que categoria eu venci, mas eu não ganhei sozinho, ganhei junto com dois homens e uma mulher (que se parecia com a Alexandra Richter), e ganhamos por ter feito não sei o que juntos.

Na terceira e última parte do sonho, fui, junto com não sei quem, fazer uma visita ao apartamento da cantora italiana Laura Pausini. Esse apartamento ficava aqui no Brasil mesmo, apesar da cantora ser italiana. Demoramos um pouco para chegar no prédio onde ficava o apê dela (acho que fomos a pé, mas não tenho certeza), mas chegamos depois de algum tempo. Quando subimos até onde ficava o apê da cantora, logo a vi, em frente à porta do mesmo. Entretanto, não sei quem que veio comigo (uma mulher), ao invés de subir junto comigo, ficou gritando do lado de fora algo repetitivo que parecia ser uma gravação remixada sem sentido. A cantora ficou olhando para a minha cara e o sonho terminou aí.

Este é o sonho de número 180 da história deste blog!

Até o próximo post, pessoal!


Sonhos onde eu morri

15 de março de 2012

Hoje eu irei contar três sonhos que eu tive provavelmente em 2008, ano que eu não postei nenhuma vez neste blog. Nos três, eu morri.

No primeiro sonho de hoje, eu já estava morto desde o início (ou eu não me lembro de quando eu morri). No lugar onde eu fui parar após eu ter morrido, tocava uma música melancólica e sinistra. Eu ficava o tempo todo de pé, parado, olhando para um ambiente que eu não ser descrever direito, parecia ser um espaço vazio de cor amarelo escuro, marrom claro ou alguma outra cor do tipo, e eu me sentia como se eu tivesse morrido mesmo, uma sensação muito esquisita, e eu tinha plena consciência de que eu estava morto. E não havia ninguém além de mim naquele lugar. O sonho foi só isso.

No segundo sonho de hoje, eu estava vivo no início do mesmo (essa parte eu praticamente não me lembro, só sei que eu estava vivo) e, não sei por qual motivo, eu morri e virei espírito. Antes de eu morrer, a minha avó morreu primeiro. Depois que eu morri e virei espírito, passei a ter habilidades especiais, como voar, e sentidos que antes eu não tinha, como uma percepção do tempo de uma forma muito diferente a aprimorada da percepção que a gente tem no mundo dos vivos. Depois de perceber que eu tinha habilidades que eu não tinha antes, passei a adorar estar morto e voei por entre os prédios. Quando eu estava no alto de um que era bem alto, decidi me jogar lá de cima a fim de saber qual seria a sensação de me estatelar lá embaixo e não acontecer nada comigo. Me joguei, entretanto, como eu fiquei com medo no meio da queda, parei de cair e fiquei suspenso no ar. Achei isso engraçado e fingi ser o Goku do Dragon Ball Z (para quem não sabe, é um desenho animado japonês violento produzido de 1986 até meados dos anos 90, nesse desenho, o Goku e outros personagens podiam lutar voando ou suspensos no ar, ou em terra também). Também cheguei a ver o espírito da minha avó. Depois que fingi ser o Goku, o sonho acabou e eu acordei.

No terceiro e último sonho de hoje, eu estava namorando uma moça muito bonita de cabelos azuis escuros que tinha uma cicatriz perto da boca, às vezes eu me encontrava com ela tanto em casa quanto em outros lugares. A casa onde eu morava era diferente de qualquer outra casa onde eu tenha morado, era uma casa bem comprida aparentemente feita de madeira. No sonho, estavam presentes os meus familiares. De uma hora para outra, mesmo sem sentir nada, eu e meu irmão Écio morremos e viramos espíritos. Com a minha morte, minha namorada ficou muito triste (apesar disso, não chegou a chorar) e não quis mais saber de mim. Cheguei a vê-la uma vez após a minha morte (ela, é claro, não me viu). Fiquei muito chateado por ter morrido e ter ficado novamente sem namorada, sem poder namorar a moça de cabelo azul. Então, lembrei do sonho contado no parágrafo anterior, então eu decidi verificar se eu tinha ou não habilidades especiais. Decidi me teletransportar para outro lugar e meu irmão fez a mesma coisa. Como no outro sonho, onde fingi ser o Goku, neste eu fingi ser o Cole Turner, da série de TV Charmed (o personagem, interpretado pelo ator Julian McMahon, era um demônio que disparava bolas de energia com as mãos e podia se teletransportar para outros lugares). Apesar de ter fingido ser o Cole Turner, não cheguei a disparar bolas de energia (e provavelmente eu não tinha esse poder). Fiquei mais um tempo morto, vagando por aí, até acabar o sonho.

Este post fica por aqui. Até o próximo post e espero que eu não morra até lá.


Acometido por uma doença estranha

1 de março de 2012

Hoje eu irei contar um sonho sonhado na última sexta-feira, dia 24/02/2012, ou melhor, contarei a parte dele que eu me lembro. Sonhei que estava andando na rua Domingos de Moraes, próximo à estação Vila Mariana do metrô, do lado direito da calçada e andando em direção à Zona Norte, eu estava indo para não sei que lugar a pé, quando de repente eu fui ferido por uma garota com um objeto cortante que me feriu no braço, e tal ferimento me infectou com uma doença estranha na qual fazia as pessoas ficarem com vontade de pintar as unhas e se jogar na frente dos carros que passavam na rua. Eu já havia ouvido falar de tal doença numa parte anterior do sonho na qual eu já não me lembro, parece que eu fiquei sabendo de uns casos ocorridos com outras pessoas.

Após eu ter sido infectado, comecei a me sentir doente e com um pouco de fraqueza. Então, senti vontade de pintar minhas unhas e entrei num boteco que tinha ali perto, sentei-me em uma das mesas e, com esmaltes e apetrechos de manicure tirados não sei de onde, comecei a pintar minhas unhas. Pintei as unhas das duas mãos de amarelo (cogitei antes pintar de azul, lembrando que a Mara pintou dessa cor uma vez, na vida real) e depois eu passei aquele esmalte próprio para as unhas ficarem com aspecto brilhante e que não sei o nome porque não mexo com essas coisas na vida real. Finalizei o trabalho tirando as sobras com um palito de churrasco.

Depois de eu ter pintado as unhas, comecei a caminhar no sentido contrário que eu estava andando anteriormente. Pouco tempo depois, ao me aproximar de uma rua movimentada, senti vontade de me atirar na frente dos carros que passavam em alta velocidade, ainda que eu não tivesse vontade de me suicidar. Entretanto, eu acabei atravessando a rua normalmente, contendo a minha vontade mórbida, pois eu sabia que iria morrer se fizesse aquilo.

Só isso que eu me lembro do sonho. Quando eu acordei, eu me lembrava de outras, mas só esta restou essa na minha memória. Neste caso, até o próximo post!


Seriado dos mutantes répteis e bullying na rua

2 de fevereiro de 2012

Hoje, eu irei contar um sonho que tive no dia 7 de Janeiro. Sonhei que uma antiga série de TV que eu gostava muito quando eu era criança, mas que teve apenas duas temporadas, teve mais cinco novas temporadas produzidas, entretanto, esta série de TV só existia no sonho, não existe na vida real, era uma série sobre humanos mutantes que viravam répteis e a personagem principal era uma adolescente de 14 anos (nas temporadas novas, ela estava um pouco mais velha), e me parece que ela não virava réptil como os outros. Lembro-me de ter assistido a alguns episódios daquela série de TV, sobretudo os episódios das novas temporadas. Nesses episódios, havia bastante cenas externas, gravadas à noite. Tinha uma cena na qual a personagem principal estava correndo sobre uma ponte, devia ser uma cena de um episódio da terceira temporada.

Em outra parte do sonho, eu começava lentamente a me transformar num réptil, tal qual os mutantes da série de TV que eu adorava. Nas minhas costas e braços, algo semelhante a escamas cresciam, e a sensação daquilo estar crescendo em mim era bem estranha. Por causa das mutações que ocorriam em meu corpo, qualquer camisa que eu vestia se desgastava rapidamente em questão de horas, simplesmente sumindo depois de desgastada, e eu acabava por ficar sem camisa.

Nessa mesma parte do sonho, meu irmão precisava pegar uma van para ir não sei aonde, e essa van vinha buscá-lo na porta de casa. Ele ficou esperando a van por um tempão, até que encostou uma Kombi próximo da porta de casa e meu irmão (que se chama Écio) pensou que aquela Kombi se tratava da van que vinha buscá-lo e entrou no veículo pela porta dianteira esquerda. No sonho, o banco do motorista ficava no banco da direita, tal qual ocorre na Inglaterra, na vida real. Após meu irmão entrar na Kombi, a mesma seguiu viagem.

Poucos instantes da Kombi seguir viagem, vi o Écio sair correndo em direção ao portão da nossa casa, fugindo de uns caras que estavam correndo atrás dele, uns jovens zombeteiros que estavam na Kombi. Antes que meu irmão pudesse entrar em casa, os caras pegaram ele e o fizeram de gato e sapato (não necessariamente nessa ordem), praticando bullying contra ele das mais variadas formas, como batendo nele, dando choque nele e fazendo outras coisas reprováveis. E eu só olhava toda aquela selvageria, mais preocupado em esperar a verdadeira van que ia levar o Écio não sei onde chegar para que o mesmo não deixasse de viajar. Eu estava com medo de ser bullyingado pelos caras da mesma forma que estavam fazendo com o Écio, por isso eu não cheguei a intervir na situação. Além disso, eu acreditava que a melhor forma dele sair daquela situação seria com a chegada da verdadeira van, que iria levar o Écio embora.

Em um dado momento, minha mãe chegou e viu tudo aquilo acontecendo com o Écio, então ela resolveu pegar a mangueira de água e entregar ao meu irmão para que o mesmo se defendesse dos zombeteiros, esguichando água neles. O Écio chegou a esguichar água em alguns dos rapazes e moças (também havia moças), mas os mesmos continuavam a sessão de bullying mesmo molhados.

Até que um outro grupo de jovens chegou e pôs fim à sessão de bullying não sei de que forma, pois nesse momento, corri para dentro de casa e entrei no meu quarto (que era um misto do quarto onde fico hospedado em São Paulo durante a semana com o meu quarto em Praia Grande, e era maior que ambos) a fim de vestir uma camiseta, pois a que eu estava se desgastou devido à minha condição mutante. No guarda-roupa, havia apenas duas camisas, uma estava meio suada devido a eu ter dormido com ela e outra estava meio embolorada. Depois de uns minutos pensando em qual camisa eu ia vestir, escolhi a que eu tinha dormido com ela e retornei para o lado de fora, nas proximidades do portão da casa.

Então, vi que aquele grupo de jovens que acabou com a festa dos bullyingadores havia entrado. Uma moça daquele grupo me perguntou se os caras haviam feito muita selvageria comigo (ou algo assim, não me lembro com que palavras exatamente ela falou), pensando que eu era quem havia sido bullyingado, aí eu respondi que quem havia sido bullyingado era meu irmão e não eu.

Algum tempo depois, não sei se o pessoal que entrou já tinha ido embora ou não, mas a minha mãe disse que a vizinha, que tinha passado próximo ao Écio sofrendo bullying, não fez nada para combater os bullyingadores e bem que ela poderia ter feito algo. Em seguida, disse a mesma coisa de mim, dizendo que eu deveria ter feito alguma coisa ou lutado com os caras. Então eu retruquei, dizendo que ela também deveria ter feito alguma coisa ou lutado com o pessoal. O sonho acabou em seguida.

Até o próximo post, e espero não virar bruxo por gostar da série Charmed (na qual eu tenho as oito temporadas em DVD) e nem passar a usar terno por gostar do programa humorístico Os Caras de Pau, que passa aos domingos na Rede Globo.


A música do diabo

7 de janeiro de 2012

No primeiro post do ano de 2012, irei relatar um sonho que tive no dia 10/12/2011, um sonho, digamos, diabólico. Sonhei que quem cantava a música Don’t You Forget About Me, da banda Simple Minds, era, na verdade, o diabo, e que o videoclipe dessa música enlouquecia as pessoas que assistiam o mesmo.

Vou iniciando o relato da primeira parte que eu me lembro, antes dessa parte, eu não me lembro de nada do sonho. Estavam eu, minha mãe e meu irmão num supermercado quando, ao avistar um pão que estava na prateleira e que tinha aparecido num comercial, meu irmão pediu para que o mesmo fosse comprado. O pão era um produto licenciado de algum desenho animado infantil, com seus personagens aparecendo tanto no rótulo quanto no comercial do produto. Depois do meu irmão encher o saco para que comprássemos o pão, compramos o mesmo. Chegando em casa, vimos que o pão era minúsculo e, ao comermos o mesmo, vimos que o pão estava cheio de espinhas. Acho que o pão devia ser feito de peixe. No sonho, assim como na vida real, meu irmão já era adulto, com 33 anos de idade.

Posteriormente, fui sozinho para um bar onde havia um telão. Não sei se cheguei a beber alguma coisa (na vida real, eu não bebo). Em um dado momento, começou a ser exibido no telão um videoclipe e logo em seguida fui avisado por um cara do bar que aquele videoclipe, caso assistido por completo, fazia a pessoa que estivesse assistindo enlouquecer. Fui avisado também que quem cantava aquela música era o diabo e que aquela era a música do diabo. A música, como eu já adiantei no início do post, era a Don’t You Forget About Me, da banda Simple Minds.

Para não enlouquecer, eu assisti o videoclipe olhando o mesmo de relance, não diretamente, e virando o rosto para o lado de vez em quando, para não vê-lo por inteiro. O videoclipe consistia basicamente no diabo cantando num microfone preso a um suporte e segurando uma guitarra ao lado de uma linda mulher de cabelos pretos e seios fartos (ora ela aparecia à esquerda do amornado, ora só o mesmo aparecia cantando, sem a mulher), com uma animação verde ao fundo que era tipo uma proteção de tela do Windows, cujo efeito saía de dentro para fora, como se aquilo tentasse hipnotizar que assistia ao clipe. A cena do diabo cantando era alternada com outras, como as cenas onde a mulher aparecia fazendo uma dança diabólica e se despia, além de outras. No começo do videoclipe, a moça estava de vestido vermelho, posteriormente, numa das cenas intercaladas, ela estava com um roupa meio transparente, na qual dava para ver os seios, e na última cena que eu me lembro, a moça estava nua, debaixo do chuveiro e abaixada, com o rosto voltado para baixo e completamente imóvel. Em um determinado momento do clipe, um pouco depois do no início do mesmo, creio eu, cheguei a pensar comigo mesmo algo como: “posteriormente, irei assistir a esse videoclipe inteiro, com calma”, acreditando que o mesmo não me enlouquecesse caso eu o assistisse no meu PC.

Depois de terminada a exibição do videoclipe satânico, saí do bar e fui para a rua, na qual estava deserta, não havia nenhuma pessoa na rua, com exceção de mim. Andei durante alguns minutos até parar para descansar num banco próximo à entrada de um estabelecimento comercial. Em cima do banco onde eu sentei, havia algo que não me lembro o que era, acho que era um papel com algo escrito. Após sentar-me no banco, tirei do bolso minha carteira (embora eu não use uma carteira na vida real, muito menos uma que seja semelhante à do sonho) e nela, havia várias coisas dentro, inclusive o CD do diabo, que incluía a música Don’t You Forget About Me. Resolvi dar uma olhada no encarte daquele CD e vi, dentre outras ilustrações feitas por algum cartunista, uma na qual havia uma espécie de etiqueta cobrindo o desenho, que dizia que aquela cena foi censurada porque era de muito mal gosto, ou algo assim, e que para ver a cena, se assim desejasse, o proprietário do CD tinha que remover a etiqueta. Na etiqueta, informava também que o desenho censurado era de uma das cenas do videoclipe (na qual não eu vi, pois eu devia estar olhando para o lado) na qual o diabo botava fogo em um gato. Depois dessa parte, acordei.

Até o próximo post, com outro sonho, provavelmente não-satânico como este!


Fugindo de ver a cantora desfigurada

24 de dezembro de 2011

Este é o último post do ano do blog dos Sonhos do Allan. E, apesar de estar sendo postado na véspera de Natal, é, tecnicamente, um pesadelo, e foi sonhado no último dia 2 de Dezembro.

Quando o sonho começou, a Sandy já havia morrido. E nem sei de que jeito ela morreu, e eu já tinha conhecimento de sua morte desde que o sonho começou. E como se isso não bastasse, durante o sonho, outra cantora morreu, e de forma bastante perturbadora: a Taty, uma cantora que não existe na vida real (na verdade, uma personagem que aparece em alguns textos que escrevi sobre o Superfred, um super-herói que mora numa cidade fictícia do interior de São Paulo), foi brutalmente assassinada e teve seu rosto todo cortado e fatiado com uma faca. E, praticamente durante o sonho inteiro, eu fugi de ver como ficou o rosto desfigurado da Taty após ela ser assassinada (com certeza, devia ser uma imagem bem forte).

Eu estava na casa onde eu morava, no meu quarto (que era diferente das casas onde fico na vida real e nem sei em que cidade se situava), quando eu soube da morte da Taty. Passou na TV a terrível notícia, mostrando o rosto desfigurado da cantora (e eu não olhei para a tela da TV para não ver). Alguns momentos depois, alguém veio até em casa para que eu visse a Taty morta, dizendo que eu era obrigado a ver, e eu dei um jeito de não ver, procurando não sei o que no meu quarto (não sei se achei o que eu estava procurando, e essa parte do sonho não tem muito sentido). Na cozinha, o Fonseca, que era o gerente de projetos da empresa onde eu trabalhava em 2009, que foi citada no post anterior, preparava algo em um fogão meio esquisito, segurando duas espátulas, uma em cada mão.

A partir daí, em várias situações (não me lembro de todas, mas foram dezenas de vezes), me esquivei para não ver o rosto desfigurado da Taty, que aparecia nas mais diversas formas, na grande maioria das vezes de forma audiovisual, na TV. Lembro de uma das vezes na qual eu estava num recinto que era uma mistura da parte da frente da casa da minha mãe, em Praia Grande, com um bar (e eu acho que lá era justamente a parte da frente da minha casa no sonho). Eu estava em uma das mesas quando mostraram a moça morta em uma das TVs, então eu virei o rosto para a direita, me esquivando. Numa outra parte do sonho, eu estava na sede de uma emissora de TV e cheguei a entrar num estúdio minúsculo, do tamanho do quarto onde fico hospedado em São Paulo (4 metros quadrados), onde três pessoas mais ou menos gordas trajando roupas cinza (dois homens e uma mulher, e um deles parecia ser o Datena) comentavam a morte da cantora de música pop de cabelos lisos e pretos. Em algum momento, acho que foi até fora do estúdio, não sei se antes ou depois de entrar nele, apareceu a imagem forte, e novamente evitei olhar.

Em alguns momentos do sonho, me lamentei pelo fato da Sandy já ter morrido (e ela tinha morrido recentemente), lembrando saudosamente da mesma. Também fiquei muito triste com a morte horrenda da Taty, apesar de na vida real ela ser um personagem que eu criei.

O pesadelo foi basicamente isso. Desejo a todos que estão lendo isso um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de sonhos!