Saquearam a casa do William Bonner!

23 de janeiro de 2007

Olá, pessoal! Hoje eu tive mais um sonho com a Cibele Schmidtke, aquela minha colega da faculdade na qual eu estudei com ela até o quarto/quinto semestre do curso (eu fiz o quarto semestre duas vezes, e na segunda vez, fiz também algumas matérias do quinto semestre) e até cheguei a gostar dela (amá-la). Esse não foi o primeiro sonho que eu tive com a Cibele, eu já sonhei com ela algumas outras vezes, sonhos estes descrito aqui neste blog (como por exemplo, o sonho onde ela cantava muito mal e o sonho onde ela tinha um Pentium 4 na garganta e eu fui lá e arranquei-o da garganta da moça). Desta vez, a Cibele teve no sonho um papel mais coadjuvante, os personagens principais deste sonho ficaram por conta da dupla Fátima Bernardes e William Bonner, além de um professor de Java um tanto quanto Hitler e um passador de trotes de vestibular um tanto quanto capeta (acho que o professor de Java e o passador de trotes eram a mesma pessoa, mas não tenho certeza). O sonho iniciou-se com o afundamento do chão da sala onde eu estou neste momento escrevendo este texto. No sonho, havia menos móveis na sala, mas o meu PC estava no mesmo lugar, e a parte do chão onde estava o meu PC não havia afundado. Nas partes onde o chão havia afundado, criou-se poças de água vindas do solo. Só que, neste sonho, a sala não ficava na minha casa, e sim na casa do casal de apresentadores do Jornal Nacional. Aí começa o pesadelo (não o meu pesadelo, mas o pesadelo do casal): a casa do William Bonner e da Fátima Bernardes, devido ao afundamento do chão da sala, foi invadida por saqueadores (ladrões), que roubaram tudo o que havia pela frente, roubando pilhas e mais pilhas de bugigangas. Fiquei sabendo do roubo à casa dos apresentadores através do Jornal Nacional, apresentado pelos próprios apresentadores, que davam a notícia aos prantos e que narravam a reportagem, chorando muito. Uma cena do Jornal Nacional (no sonho) que foi muito marcante foi a cena em que um saqueador empurrava uma pilha enorme de vidros de perfume (ou que parecia ser isso), uma pilha que ia do chão até quase o teto, o saqueador estava roubando aquela pilha, e de repente, a Fátima Bernardes, para impedir que toda aquela pilha fosse roubada, veio na direção contrária e derrubou a pilha toda no chão, quebrando os frascos de perfume. A casa roubada era enorme e muita coisa daquela casa foi roubada ou destruída (assim como foi a pilha de perfumes). Porém, a tal sala que teve o chão afundado nem sequer foi invadida, ficou intacta, embora a sala tenha sido o motivo do saque não sei por quê. Em outra parte do sonho (não me lembro qual parte era, se foi a próxima ou não, mas era uma parte que veio depois dessa primeira parte), voltei à sala do chão afundado e vi que o monitor do meu PC havia sumido, e numa outra parte do sonho, um monitor LCD havia aparecido no lugar do meu monitor (do espaço vazio que ele ocupava antes de sumir), só que desconectado do meu PC e virado para o lado direito como se tivesse sido colocado de qualquer jeito. Na parte seguinte do sonho, que veio após o arrastão na casa do Bonner, fui parar num lugar que era tipo uma sala de aula misturada com quadra de esportes, onde estava o pessoal da FATEC (o pessoal do primeiro semestre da faculdade, não o pessoal do semestre atual), incluindo a Cibele, que carregava em seus braços um bebê. Além do pessoal da FATEC, havia também um sujeito sacana que ordenou que todo mundo ficasse nu (ou sem camisa, não me lembro direito). E todo mundo o obedeceu, menos eu, que me recusei a participar do “trote”, alegando que não queria ficar sem camisa na frente de todo mundo. Passada essa parte, já com todo mundo vestido novamente, apareceu um professor de Java um tanto quanto autoritário e mandão, que ordenou que todo mundo resolvesse um exercício do livro, numa determinada página (na vida real, não é usado nenhum livro de Java na faculdade, e o livro do sonho não era nenhum livro conhecido, e tava mais para apostila tosca do que para livro). Aí o pessoal começou a fazer o exercício, menos eu. Então, o professor de meia tigela me perguntou por que eu não estava fazendo o exercício, aí eu respondi a ele que eu havia tirado 10 em Java. Na vida real, eu fechei a matéria de Java no quarto semestre com nota 10 e eu me referia a essa nota no sonho. Algum tempo depois de eu dizer que não ia fazer o exercício, resolvi fazê-lo, mesmo sem o professor cobrar. O exercício, no entanto, era um exercício que pouco tinha a ver com Java, era um exercício para calcular a área dos machucados (que possuíam a forma de triângulos) que apareceram após não sei quem retirar a casquinha de uma ferida proveniente de uma acne, ou algo do tipo. Na página anterior, havia outro exercício parecido com aquele, só que com um monte de triângulos espalhados. Parece que era para fazer um programa em Java para fazer os cálculos. Eu comecei a fazer o exercício, mas não cheguei a terminá-lo, pois parece que acabou o tempo e o infeliz do professor foi embora (ainda bem). Depois disso, parece que teve um intervalo e o pessoal ficou ou parado sem fazer nada ou conversando. Eu acabei ficando perto da Cibele. Lembro-me de ter visto o Mário (marido da Virna) por perto também. Enquanto conversava com uns colegas, a Cibele segurava seu bebê e o amamentava, dando-lhe o peito. Então, ficou claro que o bebê que a Cibele segurava era filho dela. O peito da Cibele era um peito normal, nada de especial. Na vida real, a Cibele não possui filhos e nem é casada. Depois dessa passagem, o sonho tornou-se meio vago, mas ainda assim me lembro de ter visto o cara que mandou todo mundo ficar pelado (ou sem camisa) retornando, desta vez aprontando coisas ainda piores com o pessoal, mas não me lembro o que ele fez de fato. O sonho terminou um pouco depois.

A cena na qual a Fátima Bernardes vem no sentido contrário do saqueador e derruba a pilha de perfumes para que estas não sejam roubadas é quase idêntica a uma cena de um gibi do Tio Patinhas (ou algum outro gibi da Disney, agora não me lembro direito) que eu tinha há vários anos atrás, na época que eu era criança. Na cena do gibi, o Tio Patinhas, ao saber que sua caixa forte havia sido roubada, corre até sua caixa forte. Ao ver o metralha levando uma caixa cheia de moedas e saindo de sua caixa forte, o Tio Patinhas vem no sentido contrário e derruba a caixa, derrubando todas as moedas no chão.

Este não foi o primeiro sonho no qual a Fátima Bernardes apresenta o Jornal Nacional chorando: no primeiro sonho postado no dia 19/10/2003, no oitavo post da história do blog, por três vezes a mulher do Bonner deu notícia ruim chorando. As notícias eram que, respectivamente, o Rubens Barrichello, o Luciano Burti e o Enrique Bernoldi haviam morrido ao treinarem no autódromo de Interlagos. Quando o sonho foi sonhado, estes três eram os pilotos brasileiros que corriam na temporada de Formula 1.

Coincidência ou não, ontem à noite, antes de ir dormir e ter este sonho, eu acessei alguns artigos na Wikipédia, entre eles estavam os seguintes artigos: Trote, Cibele (deusa grega do poder de fertilidade da natureza), Carinho, Humilhação, Leite, Seios, além de outros artigos não muito importantes.

Este é o post de número 130 da história deste blog!

E este post acaba aqui, até o próximo post (o último do mês)! E viva a Cibele, que agora já se formou na FATEC, com 10 no TCC! Beijo para ela!


Modelo holandesa em cima do fogão e correndo

10 de janeiro de 2007

Olá, pessoal! Esta é a primeira blogada do ano e hoje eu vou contar um sonho que eu tive ontem (09/01/2007), mais um para a coleção dos que não têm nada a ver. Basicamente eu sonhei que o Didi e não sei quem foram para o inferno (e voltaram) e que uma modelo holandesa correu em cima de um fogão como se este fosse uma esteira rolante. Agora vou contar o sonho desde o princípio: O sonho começou quando eu tava combinando não sei o quê com uma antiga colega de escola, a Rafaela, acho que estávamos combinando de fazer uma festa ou evento não sei aonde, ou então estávamos combinando de ir a algum lugar para participar de alguma coisa. Depois, teve uma parte que não tem nada a ver com a parte anterior. O Didi e mais não sei quem (acho que alguém do antigo grupo dos Trapalhões, acho que o Dedé) foram para inferno. Só que o inferno não tinha diabo e nem fogo, na verdade, era uma espécie de uma cachoeira com água fria. E o Didi e seu amigo (que eu acho que era o Dedé, mas não tenho certeza) eram diferentes dos da vida real, inclusive, o Didi era negro. Os dois não fizeram nenhuma palhaçada e ainda por cima desceram a cachoeira (ou sei lá o que era) rapidamente, embaixo da água fria. Chegando ao chão, eles entraram automaticamente num carrinho e correram rapidamente em direção a não sei o quê, e quase atropelaram o Tarcísio Meira (passaram à esquerda do ator global). Não sei o que ele estava fazendo no meio do caminho dos dois trapalhões, acho que devia estar de passagem. Depois que o carrinho passou pelo Tarcísio Meira, o Didi e seu parceiro saíram do inferno. Então, fui informado que aquilo não era de verdade e que depois iriam mandar a Deuzuite (sei lá como se escreve o nome da personagem da Giovana Antonelli naquela minisséire global, e nem sei escrever o nome da atriz, visto que talvez eu tenha errado na ortografia dentro destes parênteses que aqui escrevo, se eu tiver escrito errado, faz de conta que eu escrevi certo) para o inferno também, desta vez, no meio do mato. Essa parte do sonho eu fiquei meio que em terceira pessoa, não cheguei a participar de fato. A partir daí, começou a terceira e mais importante (mas não menos nada a ver) parte do sonho, a parte que a modelo holandesa corre em cima de um fogão como se este fosse uma esteira rolante. A modelo em questão não é uma modelo conhecida de nós brasileiros, é a modelo Zoë Vialet (não sei como se pronuncia isso), também conhecida pelo pseudônimo Linde. É a modelo que aparece no papel de parede do meu PC. É uma modelo muito linda, talvez eu até já tenha sonhado com ela (não sei se era ela, o sonho em questão onde ela pode ter aparecido é aquele onde eu estava na Alemanha, e ela era (pode ter sido) aquela moça mais bonita na qual era a mais procurada no submundo da pirataria, se bem que, naquele sonho, ela era alemã). A modelo estava na cozinha em cima do fogão (este estava com a tampa fechada) correndo sobre a tampa, que funcionava como uma esteira rolante. Não sei se a cozinha onde ela estava (e eu também estava, pois eu a observava) era a da casa dela ou de outra casa, era uma cozinha normal, com armários, pia e tudo mais. Ao contrário das fotos onde Zoë Vialet aparece na Internet, onde ela aparece trajando roupas de látex sensuais e roupa íntima (e até nua), a holandesa trajava uma simples camiseta azul e calça jeans. Não tenho certeza, mas acho que a camiseta que Zoë trajava era uma daquelas camisas com a tela azul do Windows. Depois de um tempo, a modelo desceu de cima do fogão e me cumprimentou, e então apareceu o namorado dela (não sei se na vida real ela tem namorado) e me cumprimentou também. O casal também cumprimentou meu irmão Écio, que também estava naquela cozinha. Ambos falavam português, embora com sotaque meio esquisito. Falei um pouco com ela e com o namorado dela, e então perguntei à Linde se ela falava português. A holandesa me disse que falava um pouco só, disse que falava “uns verbos” (nesse momento, ela falou com um sotaque mais enrolado) e o namorado dela ratificou o que sua namorada disse. Perguntei ao namorado da Zoë de que país ele vinha e ele respondeu que era francês. Algum tempo depois, o cara me chamou para perto dele e disse que queria falar uma coisa comigo. Então, o cara me disse que eu tinha que resolver o negócio com a Rafaela de combinar com ela de ir (ou organizar) a festa ou algo do tipo (era o bagulho do começo do sonho, que acabou ficando em aberto). A partir daí, eu acordei.

Até o final desse mês, eu estarei lançando a terceira edição do e-book dos Sonhos do Allan, desta vez com versão em PDF e em ODF (formato do OpenOffice.org 2.0), além de um software em Java onde é possível ler todas as postagens e ver todos os sonhos já postados, além de estatísticas sobre os sonhos. Eu tinha planos de fazer uma versão em HTML para ver no browser, mas já existe esse blog, então não faz sentido eu criar uma nova versão para web-browsers. A partir desse ano, todo final de janeiro haverá uma nova edição do e-book dos Sonhos do Allan e desse software de visualização das postagens deste blog.

Até a próxima blogada! E, embora eu saiba que a Zoë Vialet não vai ler este blog, um beijo para essa linda modelo holandesa!