Sonhei com o Tony da novela das 7!

24 de julho de 2004

Olá, amigos internautas! Este é o último fim de semana das minhas férias! Nesta segunda-feira, eu irei rever os meus colegas da faculdade! E por falar em faculdade, nesta semana (acho que foi na quinta-feira) eu sonhei novamente com a faculdade (que mais parecia ser a antiga escola que eu estudava no ano passado, bastante modificada). O sonho começou assim: Estávamos eu e a Cibele saindo da sala de aula (a que era no 1º semestre desse ano do 1º Ciclo), descemos uma escada azul que dava para um pátio esquisito e esse pátio dava para o pátio da antiga escola do ano passado. Aí apareceu o Tony da novela das 7 e começou a fazer alguma coisa contra a Cibele que eu não gostei. No sonho, o Tony era aluno da FATEC e estudava na mesma sala que eu e a Cibele. Não me lembro direito o que o Tony fez contra a Cibele, acho que ele estava batendo com alguma coisa na cabeça dela ou coisa assim. Aí eu me invoquei e parti para cima dele batendo na cabeça dele com um utensílio de cozinha que eu não me lembro qual era, acho que era um pegador de bolinhos na fritura. Ele correu e eu corri atrás dele, batendo com o pegador de bolinhos na cabeça dele. A diretora (que não era o Nilson e nem a Rosângela) começou a achar ruim e, vendo que ia sobrar confusão pra mim, parei de bater na cabeça dele e comecei a andar para frente, segurando o pegador de bolinhos. O pátio era incrivelmente comprido, parecia que não tinha fim. Quanto mais eu andava, mais tinha pátio. Acho que dava mais ou menos uns 15 quarteirões de pátio ou mais. Quando cheguei ao final do pátio, onde se encontravam os antigos colegas do CEBRAC sentados e conversando, tinha uma privada e um box que tinha o chuveiro (devia ser um banheiro misturado com sala). Deixei o pegador de bolinhos do lado da privada, onde tinha uma mesinha. Na janelinha, dava para ver que era de noite. O engraçado é que, pelo portão em frente à diretoria, dava para ver que era de dia! Decidi fazer o caminho que eu fiz até o final do pátio de volta para onde eu parti. Vários minutos depois, cheguei ao local de onde eu comecei a andar até o final do pátio, e lá dava para ver que era de dia! Quando eu vi o Tony da novela das 7 novamente, cumprimentei ele (senão ia sobrar para mim, pois a diretora estava olhando) e ele não entendeu nada. Aí eu não sei o que aconteceu depois, pois eu não lembro de mais nada.

Até a semana que vem com outro sonho daqueles!

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Sobrenomes da Sandy e do Junior

18 de julho de 2004

Oi, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho que eu sonhei faz alguns anos. Na época, eu não sabia qual era o sobrenome da Sandy e nem do Junior. Sonhei que eu procurava a Sandy e o Junior por toda parte para perguntar a eles qual era o sobrenome deles. Quando eu chegava perto de encontrá-los, eles iam embora. Eu e a dupla estávamos num prédio com vários andares e o sonho todinho se passou nesse prédio. Teve uma vez que eu cheguei bem perto deles, cheguei a falar com eles mas, quando eles iam falar os seus sobrenomes, eu não escutava, ou então eu escutava e depois eu esquecia. Durante várias vezes eu cheguei perto de descobrir o sobrenome da dupla. Acho que eu até cheguei a escutar alguns cochichos de não sei quem dizendo que o sobrenome dos dois era “Fernandes”. O sonho foi basicamente isso.

Só para lembrar: o nome completo da Sandy é Sandy Leah Lima e o do Junior é Durval de Lima Junior. Até a próssima!


Michelle com problema no pulmão

10 de julho de 2004

Olá, internautas! Hoje eu irei contar um sonho que eu sonhei um dia depois que eu postei neste blog pela última vez. Nem nas férias eu paro de sonhar com o pessoal da faculdade! Bom, o sonho foi bastante corrido. Corrido e meio dramático. Meio não, completamente dramático. Sonhei que eu estava na FATEC e estava tendo uns dias extras a mais de aula, umas aulas um pouco diferentes, tipo palestras, que aconteciam no auditório. O ambiente estava meio escuro (acho que estavam economizando lâmpadas). A Cibele, a Michelle, o Rodrigo e a Íris estavam ao lado da reprografia (aonde se faz xerox), conversando. Eu, como sempre, estava passeando pelos corredores. Eu também vi a algumas palestras (não sei de que temas eram, acho que foi uma palestra só, não sei direito). Depois de algum tempo, fiquei sabendo que a Michelle havia passado mal e que tinha sido levada para o Hospital de Cubatão. Fiquei sabendo também que a mamãe pegou o Fusca azul e levou a Cibele, a Íris e também a Michelle, que estava com suspeita de ter alguma coisa no pulmão para o Hospital, que como eu já disse, ficava em Cubatão. Não me perguntem como eu fiquei sabendo que a Michelle passou mal e que a mamãe levou todo mundo ao Hospital de Cubatão, porque eu não sei como eu fiquei sabendo dessas coisas. Também não me perguntem que hospital era (nem sei se esse hospital existe). Após saber da notícia, decidi ir da FATEC até o Hospital de Cubatão a pé. A ida ao Hospital demorou uma eternidade. Durante o trajeto, que no qual eu fiz quase que correndo para ir mais rápido, eu fiquei imaginando a situação da Michelle e também a ida de todo mundo para Cubatão no Fusca, que na vida real não está prestando muito para fazer viagens longas do tipo de Praia Grande à Cubatão. Quando eu cheguei, fiquei sabendo que a Michelle havia sido transferida para outro hospital ainda mais longe. Exausto, resolvi ir ao banheiro. Era um banheiro um tanto quanto esquisito, tinha uma secretária dentro fazendo uns negócios. Acho que tinha várias secretárias, uma em cada ponto do banheiro, que era imenso. Depois que eu fiz minhas necessidades, saí do banheiro e perguntei da Michelle para a mamãe, que ainda estava por lá, mesmo sabendo que a Michelle havia sido transferida para outro Hospital. Eu acho que ela não entendeu o que eu disse e falou que eu não ia tomar álcool. O Écio, que eu nem sei como veio parar no Hospital, fez uma cara como se tivesse ouvido uma fofoca das boas. Ele estava atrás de uma janelinha. Essa parte do sonho parece ser bastante doida. Mas o álcool que a mamãe falou que eu não ia beber, na verdade, era o possível remédio que curaria a Michelle, que na qual os médicos haviam confirmado que o problema dela era no pulmão. O álcool que possivelmente curaria a Michelle era um álcool bastante concentrado, a 100GL (100% de álcool etílico, se fosse a 96GL, que é a concentração que a gente encontra nos álcoois que tem para vender por aí, seria 96% de álcool e 4% de água). Acho que a mamãe pensou que eu também estivesse doente e não queria que eu bebesse álcool. A mamãe estava meio irritada, acho que ela não gostou que eu fui a pé até Cubatão ver como andava o estado de saúde da Michelle. Acho que o sonho acabou aí.

Bom, internautas, semana que vem tem mais sonhos. Então, até semana que vem e um beijo para a Michelle (tomara que ela não tenha nenhum problema no pulmão, senão, haja gasolina do Fusca da mamãe)!


Três sonhos de uma vez só

3 de julho de 2004

Olá, pessoal que acessa este blog! Já faz um certo tempo que eu não escrevo mais de um sonho num mesmo dia, mas hoje eu irei escrever três sonhos! Vamos ao que interessa!

O primeiro sonho que eu vou contar foi um sonho que eu sonhei anteontem. Foi basicamente um sonho bem molhado. Sonhei que eu e um monte de gente estávamos viajando dentro de uma espécie de trem por uns túneis cheios de água. Lembro-me que a parte interior do “trem” estava toda enferrujada e havia uma goteira do meu lado. Havia bastante água do lado de fora (era no meio da água que o “trem” se locomovia). As pessoas que viajavam comigo eram na sua maioria crianças que, assim como eu, estavam viajando para não sei onde. Por um momento, o “trem” parou e deu para ver um funcionário da empresa de transportes responsável pela manutenção daquele veículo estranho onde eu estava dentro. Eu dei um tchauzinho para ele, que fez cara de otário quando me viu. Foi só isso o primeiro sonho.

Agora, o segundo sonho! Foi um sonho sonhado já faz um certo tempo, acho que na época que eu ainda não sabia mexer direito no computador. Foi um sonho curto. Curto e bem imbecil. Sonhei que um técnico de hardware musculoso, sorridente e completamente imbecil queria porque queria formatar o HD do meu computador. Ele dizia, bastante sorridente: “Depois eu reinstalo tudo de novo!” E eu disse: “E os meus arquivos?” Ele não tinha nenhuma razão aparente para formatar o meu HD. A mamãe, que estava do lado, dava razão ao técnico de hardware. Este segurava o HD do meu computador e cutucava-o várias vezes dizendo que iria formatar o HD e que depois iria reinstalar tudo de novo. Naquela época, mesmo sem saber mexer direito no computador, eu já tinha vários arquivos, na sua maioria fotos e documentos do Word. Acaba aí o segundo sonho, foi somente essa baboseira o sonho.

Finalmente, o terceiro sonho. Este foi mais suave, pelo menos nesse sonho eu me dei bem. Não se sabe ao certo quando foi que eu tive este sonho. Sonhei com uma garota muito bonita que era filha de uma feirante que trabalhava na feira (em que outro lugar uma feirante poderia trabalhar, na NASA? Se bem que nos meus sonhos, tudo é possível). Essa garota (que já era uma moça, devia ter entre 19 e 22 anos) ajudava a mãe dela na feira. Vendia basicamente vegetais. Não posso lhes afirmar com precisão que tipo de vegetais eram vendidos pela mãe da moça, se eram vegetais de duplo sentido ou daqueles que eu não gosto. A garota possuía seios bem fartos, eram bem grandões mesmo, os maiores que eu já vi em sonho. Devia ser silicone. Ela trajava uma blusa verde e acho que a calça era jeans. Fiquei sabendo que, dias antes, essa garota havia sido estuprada por mais um daqueles maníacos que ficam segurando a “banana”. Então, não sei por qual motivo (aí começa a parte em que eu me dei bem), eu resolvi ir até a casa dela. A casa da moça era meio sem graça, tinha um quintal com gramado, um piso marrom do lado do gramado e outros detalhes insignificantes e que eu não me lembro. A mãe da moça não estava em casa. Foi aí que a garota me abraçou bem forte, comprimindo meu rosto em seus seios fartos. Ficou abraçada a mim durante um longo tempo, até acabar o sonho. Bem melhor do que os dois sonhos anteriores, vocês não acham?

Bom, eu vou ficando por aqui. Até a próxima blogada e quem sabe não chegue o dia de eu meter a cara nos peitões de alguma moça por aí…