Acordando com cara de mulher

24 de junho de 2014

Hoje, relatarei dois sonhos sonhados essa semana, e o primeiro relatado neste foi sonhado no último domingo, dia 22 (o outro foi sonhado dia 17). Sonhei que era comum as pessoas comprarem tartarugas como animais de estimação, e eu havia comprado uma bem grande para ficar na minha casa. Não sei quanto tempo vive uma tartaruga na vida real, mas no sonho, falavam que uma vivia cerca de 30 anos. Lembro que algumas pessoas me questionaram se eu ia ter condições de cuidar de uma tartaruga, ainda mais por 30 anos, tendo que cuidá-lo e alimentá-lo, e se eu não ia me arrepender depois e ter que se livrar do animal. Eu respondi que eu tinha plena consciência do que eu tinha feito ou algo assim. Basicamente foi isso o sonho.

No último dia 17, sonhei que eu estava em um apartamento bem grande e com vários cômodos, junto com várias outras pessoas. Acredito que eu morava naquele apartamento, e as outras pessoas (que eram todas conhecidas, ainda que apenas no sonho) também moravam ali.

Após uma determinada noite de sono onde eu dormi no sofá da sala (ou um quarto, ou uma mistura de sala com quarto), acordei e senti que meu rosto estava diferente, e pelo tato, percebi que o mesmo estava com feições femininas, principalmente o nariz, que estava com um formato diferente, e a pele, que estava com textura diferente. Olhei no espelho e vi que eu estava com a cara de uma moça que está na minha lista de amigos do Facebook na vida real, cujo nome é Débora.

Após perceber isso, fiquei bastante desesperado e assustado com o ocorrido, comunicando os demais habitantes do apartamento acerca da minha mudança de cara nos momentos seguintes. Instantes depois, uma pessoa com a minha cara alegando ser a Débora apareceu desesperada e assustada no quarto onde eu estava, também comunicando o povo acerca de sua mudança de cara. Não tenho certeza, mas parece que nós dois chegamos à conclusão de que trocamos de corpo, ou a nossa alma trocou de corpo, ou algo assim. Ou eu pensei sobre isso, sem falar essa minha conclusão para os outros.

Posteriormente, com eu e ela estando um pouco mais calmos (apesar de eu ficar constantemente pondo a mão no rosto por eu não estar acostumado com o mesmo), fomos tentar descobrir o porquê disso ter ocorrido. Não me lembro muito bem dessa parte, mas parece que descobriram que uma bruxa parecida com a Rita Repulsa do seriado dos Power Rangers estaria por trás do episódio.

Acredito que ocorreram outras coisas nesse sonho fora essa parte da mudança de rosto, embora eu só me lembre dessa parte, que provavelmente foi a última. E o post termina aqui.


Sven Martin comediante e a novíssima estrela da música mundial

1 de dezembro de 2013

Hoje eu postarei dois sonhos que eu tive recentemente, o primeiro sonhado na semana passada e o outro sonhado anteontem.

No domingo passado, dia 24, sonhei com o Sven Martin, o tecladista que tocou no show da Lena Katina ocorrido no último dia 15, show este relatado em meu outro blog. Entretanto, no sonho, ele não era músico, e sim um humorista que fazia comédia stand-up, fazendo shows de humor em um local situado nas proximidades da estação Adolfo Martins do metrô, estação esta que não existe na vida real, bem como a linha azul-claro, que no sonho tem como ponto de partida a estação Barra Funda, fazendo integração com a linha vermelha (a estação Adolfo Martins ficava três estações depois da estação Barra Funda) e seguindo em direção ao sul.

Eu cheguei a me encontrar com o Sven algumas vezes antes de começar a série de shows que ele ia fazer, na casa de shows próxima à referida estação, indo de metrô até lá. Inclusive, ele me mostrou o livro de piadas com as piadas que ele ia contar durante os shows, um livro de capa verde. Diferentemente do ocorrido na vida real, durante a passagem da Lena Katina pelo Brasil, esta não o acompanhava.

Após a última vez que me encontrei com o Sven Martin, ainda no trajeto de volta para casa utilizando o metrô, e faltado dois dias para a primeira apresentação, minha mãe ligou para o meu celular e disse que havia encontrado com o comediante e que havia conversado com o mesmo. Também me disse que tinha pego o livro de capa verde (o de piadas) “emprestado” sem o Sven saber e que era um livro muito bom, pois falava sobre espiritualidade, metafísica e coisas afins. Eu mandei a minha mãe devolver imediatamente o livro, pois sem ele, o Sven não poderia fazer seu show de stand-up, pois as piadas eram consultadas no livro.

Não me lembro se o livro chegou a ser devolvido ao Sven, pois o sonho terminou um pouco depois, antes do primeiro show ocorrer. Mas me lembro que, um pouco antes do sonho terminar, passou na televisão uma propaganda do show de stand-up do Sven Martin, com o narrador da Sessão da Tarde anunciando o bagulho.

Anteontem, dia 29, sonhei que uma nova estrela da música mundial nascia subitamente. Na vida real, testemunhamos sucessos meteóricos de revelações musicais que apareceram na mídia em questão de semanas, como o PSY com a música “Gangnam Style”, ou ainda em questão de um fim de semana, como a Banda Mais Bonita da Cidade e sua música “Oração”. Agora imaginem uma estrela da música mundial surgir em questão de minutos. Foi o que aconteceu com uma menina.

Eu estava em um show de rock ocorrido em um estádio de futebol, estava tocando uma banda de rock, eu estava na arquibancada assistindo, o show estava muito bom, quando, em um determinado momento, surge no meio da banda uma adolescente de mais ou menos uns 15 anos toda vestida de preto e esta começa a cantar uma música em inglês, uma mistura de rock com rap, mais para rock do que para rap, e toda a plateia ficou encantada com a performance da jovem cantora.

O nome dela era “Find The Harbour”, que traduzindo para o português ficaria “Encontre o Porto”, algo nada a ver. Na verdade, o primeiro nome dela era pronunciado em português mesmo, não correspondendo com nenhuma palavra do idioma inglês (eu estou achando que meu subconsciente não sabe falar inglês).

Após a brilhante performance da Find, o show se encerrou e os fãs logo se mobilizaram para que fosse realizado um show da menina horas depois, naquele mesmo estádio onde eu estava, por meio de um financiamento coletivo (crowdfunding) no site Queremos, tal qual ocorreu com o show da Lena Katina, realizado três meses após o financiamento coletivo. Entretanto, cada cota do financiamento coletivo do show da Find custava 700 reais, dez vezes mais do que o valor da cota de financiamento para o show da Lena, um absurdo.

Eu estava com muita vontade de comprar o ingresso e ir no show da jovem cantora, mas devido ao exorbitante valor cobrado, fiquei na dúvida se comprava ou não, e no fim, depois de muito pensar, acabei por desistir de ir ao show da menina.

Durante o sonho todo, eu não saí do estádio, mesmo após encerrado o show da banda de rock que tocou e da Find aparecer e cantar, ficando sempre no mesmo lugar, no meio da arquibancada e acessando a Internet não sei de que jeito (acho que era por meio de uma tecnologia futurista que consistia em um telão projetado no ar).

O sonho terminou um pouco depois de eu decidir não comprar o ingresso para o show da Find The Harbour. E o post termina aqui. Até o próximo post!


Morando num castelo e ganhando um apê

26 de maio de 2013

Nessa semana, acredito que foi na quinta-feira, dia 23, sonhei que eu morava num castelo muito velho no qual parte do mesmo estava em ruínas. Eu e minha mãe morávamos na parte da frente do castelo, que estava habitável, já a parte traseira estava em ruínas. Lembro de uma parte na qual minha mãe preparava comida e eu cheguei em casa (ou melhor, no castelo) voando.

No sonho, eu tinha o poder de levitar, inclusive, consegui acessar algumas partes inacessíveis do castelo levitando, voando de pé, e essas partes inacessíveis estavam todas em ruínas, eram as torres da parte traseira do castelo. E nessa parte que eu me lembro, cheguei em casa imitando um fantasma, fazendo “buuuuuuuuuuuuuuuu”. Não me lembro de muita coisa nesse sonho, só isso mesmo.

Na última sexta-feira, sonhei que eu ganhei um apartamento não sei em que lugar, acho que era em São Paulo mesmo, num bairro mais afastado (não sei exatamente onde). No sonho, eu morava no mesmo prédio de onde eu estou morando agora, aí alguém, acho que um tio meu que só existia no sonho, me deu um apartamento, ou eu herdei o imóvel dele (tenho quase certeza que ele me deu).

Eu fiquei muito feliz de ter ganho um apartamento e eu passei a morar nos dois imóveis, no que eu já estava e no novo. E esse apartamento novo tinha vários cômodos, inclusive duas estações de metrô, uma da linha laranja e outra da linha preta, que por algum motivo também era chamada de laranja. Na verdade, não era bem uma estação de metrô (embora fosse chamada assim), era meio que um teletransporte que transportava o passageiro para outra estação da mesma linha.

Aí eu ficava alguns dias em um apartamento e outros dias em outro, e acabei ficando mais tempo no novo do que no antigo, embora eu sentisse falta das minhas coisas que ficaram no apartamento alugado. Cogitei uma possível transferência das minhas coisas para o novo apê, desalugar o antigo e ficar só com o novo, e pensei como eu ia fazer, se eu ia fazer isso aos poucos, se eu ia transferir tudo de uma vez ou se eu ia manter metade das coisas em um e a outra metade no outro, permanecendo a morar nos dois imóveis. O sonho acabou mais ou menos aí.

Em breve, mais um post!


Filmes sobre pessoas ricas (e eu com medo delas ficarem pobres)

25 de abril de 2013

Hoje eu irei contar dois sonhos. O primeiro deles é bem curto, tive ele no começo do mês de Abril. Sonhei que o armário embutido que fica ao lado da minha cama, no local onde estou morando atualmente, em São Paulo, estava cheio de aranhas. Havia um monte de aranhas, o armário estava forrado de aranhas. E eram daquelas pequenas, apesar de haverem também algumas um pouco maiores. O sonho foi só isso, pois acordei logo após ver aquilo.

Agora, o segundo sonho, sonhado no último dia 20. Sonhei que estava passando na TV um filme acerca de quatro pessoas ricas e bem vestidas, dois homens e duas mulheres, e essas pessoas tinham como missão salvar um homem não sei em que lugar.

O quartel-general dessas quatro pessoas era uma sala de reuniões situada num luxuoso prédio, onde havia uma mesa comprida e envernizada e uma estante cheia de livros, à esquerda da mesa. A primeira e a última cena do filme se passou neste quartel-general.

Na verdade, eu não vi o filme, pois fiquei com receio que, durante o mesmo, os quatro ficassem pobres (o que eu descobri depois que não ocorreu), além de estar sem paciência para ver um filme naquele momento (não sei o que fiquei fazendo durante o filme).

Apesar de não ter visto o filme, acabei por ver o começo do mesmo e seu final, uma vez que a TV foi ligada porque meu irmão queria ver algo na TV que ia passar depois, acho que uma novela. Detalhe: eu estava em Praia Grande, junto com minha família, no mesmo ambiente do sonho que tive recentemente acerca de um outro filme, onde um cozinheiro manipulava várias partes de vários animais mortos.

O começo do filme era basicamente dos quatro (que nem fiquei sabendo dos nomes dos mesmos) no quartel-general, já as últimas cenas eram das moças do grupo enfrentando uma vilã careca e com maquiagem carregada (e a vilã era interpretada pela Letícia Spiller) num ambiente escuro que devia ser uma caverna e, posteriormente, já de volta ao quartel-general, dos quatro comemorando o fato da missão ter sido cumprida, fazendo um brinde (sem champanhe) ao sujeito que foi resgatado (que não me lembro o nome).

Após o filme se encerrar, ao invés de começar a novela que meu irmão queria ver, as últimas cenas do filme que havia acabado de acabar se repetiram. Aí meu irmão falou: “mas já não tinha acabado isso aí?” ou algo assim. Depois disso, o sonho acabou e eu acordei.

Na verdade, esse filme era o segundo acerca desse grupo de quatro pessoas ricas, no sonho, houve também o primeiro, seguindo o mesmo esquema, só que com um enredo diferente. Também houve o fato de eu não ter assistido por eu estar sem saco para ver o filme (além de estar com receio dos quatro ficarem pobres) e só ter visto o começo e o final (que se repetiu em seguida). Essa parte do sonho eu me lembro pouquíssimo, mas sei que o final desse filme foi diferente do segundo, além dos quatro, assim como o segundo, não terem ficado pobres.

E isso é tudo, pessoal! Tam tarantantantantantantantantantam, tam tam tam tam, tam taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaam!!!


Experiência bizarra espiritualística (e eu cético)

12 de abril de 2013

Hoje eu irei contar um sonho que tive na noite do último domingo.

O sonho se passou em um lugar que eu não sei definir o que seria exatamente, é um lugar grande, acho que é uma praça que tinha vários pavimentos e o acesso a esses pavimentos se dava por meio de escadas de pedra, e em um dos pavimentos tinha um telão, e todo o ambiente era feito de pedras ou algo semelhante.

Havia uma área interna que era tipo uma casa de madeira, que eu acho que era onde eu e minha família morávamos. No sonho, eu ainda morava com a minha família. Boa parte do sonho (a primeira, antes do ritual, que explicarei depois) se passou nessa casa de madeira, eu entrava e saía dela, fazia alguma coisa dentro da casa… E me parece que a casa não possuía lâmpadas, eu enxergava tudo pela luminosidade externa (o sonho se passou de dia).

Nessa praça esquisita, circulavam várias pessoas, na sua grande maioria mulheres. Havia alguns carros estacionados, inclusive próximos ao telão. Além disso, essas pessoas estavam meio que organizando um, digamos, experimento bizarro: um ritual sinistro a fim de ver espíritos. Eu fiquei sabendo disso um pouco depois e achei aquilo ridículo, principalmente a parte de como é esse ritual.

O tal ritual consistia basicamente no seguinte: um monte de mulheres tiram a parte de cima de suas roupas, ficando com os seios de fora, todas voltadas para o telão, além disso, alguns elementos do cenário têm que estar alinhados em pontos específicos, como carros, por exemplo. Talvez exista outras regras no ritual que eu não esteja me lembrando.

Como eu já havia dito, achei aquilo ridículo e não acreditei em tal ritual, classificando-o como mais uma babaquice pseudocientífica. Então, tentei sair daquela parte da praça, passando por trás da multidão de topless (cheguei a ver algumas poucas de frente, a grande maioria eu vi apenas de costas). Fui até uma área situada à esquerda de onde ficava o telão.

Momentos depois, quando eu achava que o ritual tinha se encerrado, retornei para onde ficava o telão. Uma voz me disse para olhar no telão e, então, eu olhei. Havia a imagem de várias pessoas com aspecto esbranquiçado, como fantasmas.

A primeira coisa que eu fiz após ver aqueles supostos espíritos foi a de raciocinar a fim de encontrar explicações racionais por aquilo acontecer. Aí eu comecei a pensar algo como: “Mas espere aí, eu não estou sem camisa!” Além disso, reparei que havia problemas com o cenário, que estava diferente do que deveria ser segundo o ritual, como por exemplo, o fato de haver dois carros iguais, com placas idênticas (eram carros brancos e meio antigos), um próximo a outro. Pensei também sobre a hipótese do telão ter sido manipulado para exibir tais imagens (seria uma das primeiras coisas que eu pensaria se isso ocorresse na vida real, mas foi uma das últimas coisas que pensei no sonho). Este sonho acabou aí, pois comecei a acordar. Mas o sonho ainda teve uma pequena continuação ainda naquele domingo, antes de me levantar, em outro pequeno sonho.

Comecei a acordar, mas ainda estava meio sonolento e acabei dormindo novamente. Então, acabei sonhando mais uma vez. Neste pequeno sonho que eu tive, eu relatava a uma mulher o sonho anterior, que havia acabado de ser sonhado, e essa mulher fazia comentários sobre o mesmo. Entretanto, este sonho foi, digamos, um sonho com apenas áudio, sem vídeo.

A voz da mulher era uma voz de uma pessoa mais velha, de alguém com uns 50 anos mais ou menos. Além de contar o sonho, cheguei a dar também minha opinião acerca do mesmo, principalmente sobre a parte de não acreditar em rituais do tipo que ocorreram no sonho.

Uma observação importante acerca desse pequeno sonho só com áudio é que eu acreditava que, relatando o sonho anterior, o que eu relatava era automaticamente transcrito para o documento de texto onde eu escrevo os relatos de sonhos antes dos mesmos serem postados neste blog (documento este que, inclusive, estou editando nesse instante).

Creio que eu estava bastante preocupado em não esquecer dos detalhes acerca do sonho que tive anteriormente. Antes desse pequeno sonho terminar, eu percebi que aquilo não ia ficar registrado por escrito em lugar algum. No momento seguinte, eu acordei de fato.

O post se encerra aqui, até breve, com mais um sonho relatado.


A morte do Michel Teló

29 de setembro de 2012

Hoje eu irei relatar dois sonhos, um recente, sonhado há uns dez dias atrás, e outro bem antigo, sonhado há 18 anos.

Há mais ou menos uns dez dias atrás, sonhei que o Michel Teló morreu, não sei de que jeito. Fiquei sabendo não sei como (acho que ouvi falar). Eu e a grande maioria das pessoas presentes no sonho ficaram muito tristes com o falecimento do cantor, inclusive, houve uma grande comoção no país inteiro devido a isso. O sonho girou em torno desse óbito, mas também teve outras partes que não me recordo.

Em 1994, época em que eu tinha oito anos de idade, tive um sonho que eu gostei muito de ter tido na época, onde eu conheci quatro meninas muito legais e um pouco mais velhas do que eu, talvez uns treze mais ou menos. As meninas possuíam cabelos pretos e compridos e usavam roupas de cores escuras. Uma delas se chamava Ângela e outra se chamava Júlia, as outras eu não me lembro dos nomes, embora tivessem sido me informados pelas meninas. O sonho se passou numa casa que provavelmente devia ser a casa delas, na qual era um sobrado que tinha uma escada na sala principal.

Durante o sonho, eu interagi bastante com elas. Não me lembro exatamente o que a gente fez, mas deviam ser coisas que crianças dessa idade faziam, como brincar de correr, além de conversar, na verdade, elas mais interagiam entre si do que eu interagia com elas, mas eu interagia também.

Das cenas que ainda me restam na minha memória acerca desse sonho, lembro-me de ter visto uma delas (acho que era a Júlia) sentada na escada situada na sala e as quatro uma do lado da outra, sentadas no chão, não sei em que lugar, além da Ângela sentada num banco comprido azul, usando um fone de ouvido grandão daqueles da década de 90, ouvindo música em um walkman (walkmans eram muito populares naquela época).

Falando na cena da Ângela e seu walkman, foi nessa parte do sonho onde houve o único desentendimento entre mim e as garotas (e eu nem sei por que), e eu acho que eu me desentendi com uma e descontei a raiva em outra, ou talvez nem tenha havido desentendimento e eu tenha agido sem motivo algum, embora eu tenha quase certeza de que houve algum desentendimento sim. Mas o fato (apesar de que foi um sonho, ou seja, não foi de fato um fato) é que eu fiquei com raiva, corri até a Ângela (daí a cena dela com o walkman) e retirei os fones de ouvido das orelhas dela, deixando-os pendurados em seu pescoço. No mesmo momento, ela faz uma cara de que não havia entendido o porquê de eu ter tirado os fones dela.

Durante o sonho inteiro, excetuando a parte de ter tirado o walkman da Ângela, não houve contatos físicos entre mim e as meninas, como beijos ou abraços.

Este post acaba aqui, até o próximo, após as eleições!


Sonhos com pessoas clonadas

1 de setembro de 2012

Hoje eu irei contar dois sonhos onde eu sonhei com pessoas “clonadas”, ou seja, sonhos onde uma mesma pessoa possui mais de uma “cópia” no sonho.

Na semana passada, não me lembro que dia foi, sonhei que a Escolinha do Professor Raimundo existia de verdade e eu era aluno da mesma.

Para quem não sabe, a Escolinha do Professor Raimundo era um programa humorístico da Rede Globo na década de 1990 onde o Chico Anísio interpretava o professor Raimundo e outros humoristas interpretavam os alunos, e para cada aluno, o professor perguntava alguma coisa e o aluno respondia a sua maneira, e então o professor dava nota dependendo da resposta (muitas vezes acabava dando zero).

Mas a escolinha do sonho era um misto do programa humorístico com uma escola normal, e inclusive havia várias salas de aula, diferente da escolinha do programa, onde só havia uma sala, que era a que o professor Raimundo dava aula. E eu acho (não tenho certeza porque não fui ver todas as salas) que, em cada sala de aula, havia um professor Raimundo (na minha sala tinha um). Além disso, o “método de ensino” da escolinha do sonho era mais semelhante à maneira como as escolas da vida real ensinam os alunos, ainda que houvesse alunos do tipo dos que haviam no antigo programa do Chico Anísio.

Por falar nos alunos, havia uma que lembrava bastante uma das personagens da Escolinha do Professor Raimundo que sabia tudo o que o professor perguntava e só estava lá por causa do Senhor Peru, que não queria saber dela.

O ambiente da sala de aula era bem descontraído e, devido a isso, eu, que não costumava fazer brincadeiras em sala de aula na época que eu estudava, resolvi fazer uma brincadeira justamente com a aluna citada no parágrafo anterior. Peguei um papel, escrevi um bilhete me declarando para ela (era só uma brincadeira para ver como ela ia reagir, eu não estava gostando dela de verdade) e joguei na mesa dela, que ficava perto da minha. Não me lembro qual foi a reação dela, pois eu acordei do sonho um pouco depois.

Há alguns anos, acho que foi em 2008 ou antes disso, sonhei que eu fui até um lugar onde devia ser uma representação comercial da Oracle (empresa de informática que desenvolve um software gerenciador de banco de dados homônimo) ou algo do tipo. Ou melhor, havia uma porta (na qual eu não entrei) onde devia ficar a representação comercial da Oracle, e eu estava do lado de fora, onde havia umas cadeiras e mesas e funcionava alguma outra coisa semelhante.

Além da porta de onde ficava a Oracle, havia outras portas onde funcionavam outras empresas nas quais eu não me lembro (ou não havia identificação na porta). De uma dessas portas, saiu o Augusto Campos, o responsável pelos sites Br-Linux.org (que eu leio diariamente) e Efetividade.net, e da porta da Oracle, saiu outro Augusto Campos, e esse Augusto Campos que saiu da porta da Oracle trabalhava naquela empresa, ao contrário do primeiro.

Então, os dois Augustos Campos ficaram falando comigo alguma coisa que eu não me lembro do que se tratava, e eles falavam sincronizadamente, com um começando a falar após o outro terminar de falar (e eu praticamente só escutava, apesar de ter falado alguma coisa também). O sonho foi basicamente isso.

Até o próximo post, isso se um clone meu não logar na minha conta do WordPress e deletar este blog!


Maluf me pagando um bom salário

15 de agosto de 2012

Hoje, contarei dois sonhos, um sonhado hoje e o outro no mês passado.

No dia 07/07/2012, sonhei que o Paulo Maluf, que na vida real é deputado federal e já foi prefeito de São Paulo, era um médico homeopata. Além disso, eu, que na vida real sou programador Java, era funcionário dele, acho que eu era um ajudante, parece que ele manipulava uns medicamentos homeopáticos e eu o ajudava, mas era um trabalho bem leve. E eu ganhava um salário muito maior do que qualquer salário que eu já ganhei na vida real: nada menos do que R$12700,00 por mês. E, claro, eu me sentia muito bem ganhando aquele salário todo. O sonho foi só isso, não teve nada de especial, a não ser o salário que eu ganhava. Quem sabe um dia eu ganhe um salário desse…

Hoje, sonhei que eu trabalhava num prédio enorme, muito maior do que o prédio onde fica a empresa onde eu trabalho, acho que era do tamanho do Edifício Martinelli, situado no centro de São Paulo, ou maior ainda. Eu trabalhava numa empresa (não sei ao certo qual era o cargo, mas acho que eu era tipo um faz-tudo) um tanto quanto esquisita e meus superiores me mandavam para um monte de lugares fazer um monte de coisas diferentes, desde transportar documentos (tinham uns que eu acabei vendo que eram meus mesmo), pegar em uma privada cocôs com desenho dos Simpsons marcado nos mesmos e até comprar um cigarro de maconha numa boca de fumo (e fui fazer isso a meu contragosto, já que eu odeio maconha, tanto no sonho quanto na vida real). A compra do cigarro de maconha eu fui fazer em uma loja fora do prédio, mas antes de chegar, passei em um monte de outras salas situadas em vários andares do prédio, onde fiz outras coisas, na maioria das vezes apenas falar com alguma pessoa da sala. Lembro-me que algumas das salas eram salas de aula, algumas bem grandes e outras bem pequenas, com capacidade para poucos alunos. Nenhuma delas havia alunos, apenas o professor (acho que era o professor) e mais uma ou outra pessoa. Algumas das salas de aula estavam pichadas com spray verde escuro. Depois de um bom tempo, já atrasado (eu tinha um prazo para comprar o baseado), cheguei na loja onde o bagulho ia ser vendido (um armazém muito esquisito onde havia um cara meio estranho) e, quando eu pedi o cigarro de maconha, o cara disse que havia pego o bagulho e jogado fora (só havia uma unidade a venda). Eu pensei em argumentar com o cara que eu tinha que comprar o coiso de qualquer jeito, mas desisti e disse que não tinha problema, pois eu não queria fazer aquilo mesmo. Havia outras pequenas partes que eu já não me lembro, mas o principal era isso. Creio que acordei algum tempo depois da tentativa frustrada de compra do cigarro de maconha.

Até o próximo post, e lembrem-se: não fumem maconha, pois, ainda que natural, a maconha pode sim lhes prejudicar!


Dispositivos USB do capeta e a nova calça do Allan

2 de junho de 2012

Olá, internautas! Depois de mais de um mês sem postar, cá estou eu novamente!

Há um pouco mais de um mês atrás, sonhei que existiam alguns dispositivos USB semelhantes a pendrives, mas que, caso fossem plugados a algum computador, acendiam um led vermelho e começavam a realizar atividades estranhas que eu nem sei direito que atividades eram, mas eram atividades “do mal”.

Me parece que aqueles dispositivos tiveram seu firmware alterado para fazerem atividades diferentes de seu propósito original. Inclusive, versões desse mesmo dispositivo USB sem ter o firmware alterado acendiam um led azul ao serem plugados em um computador. Não sei qual era o propósito original dos dispositivos (acho que eram bluetooth dongles), mas os dispositivos com firmware alterado, creio eu, se conectavam a redes de computadores com finalidades ilícitas (não sei quais eram essas finalidades, mas sei que eram ilícitas).

Cheguei a ver na TV uma reportagem acerca desses dispositivos endemoniados e, inclusive, tive um em minhas mãos e cheguei a plugá-lo em meu notebook, e o mesmo acendeu o led vermelho. O coiso não ficou muito tempo plugado, pois despluguei o bagulho instantes depois para que o mesmo não causasse nenhum mal. O que eu me lembro do sonho foi isso.

Como esse sonho foi um pouco mixuruca e já faz um tempo que não escrevo neste blog, irei postar mais um sonho, sonhado na última noite na qual estive dormindo, a anterior a esta (nesta eu ainda não fui dormir, pois estou escrevendo isso).

A parte que me lembro começou quando eu estava me preparando para ir até algum lugar que eu ainda estava me decidindo qual seria, eu estava em dúvida se eu ia viajar para Praia Grande, onde mora minha família (eu estava em São Paulo, não sei em que lugar, acho que eu estava na casa de outra pessoa), ou se eu ia até meu quarto na pensão, onde estou morando atualmente, e aí eu aproveitava que eu ia para lá e pegava meu notebook, e só depois eu ia para Praia Grande (para ir até meu quarto, eu teria que pegar metrô, pois eu estava num lugar um pouco longe de onde fica a pensão), ou se eu eu ia para outro lugar.

Naquele momento, eu estava sem calça, apenas de camisa e cueca, e não sei que calçado eu estava usando, acho que estava de chinelos, embora eu não costume andar de chinelos por São Paulo. Acho que eu estava pensando em dar uma passada no meu quarto a fim de pegar uma calça para eu vestir (aí eu ia ter que pegar metrô sem calça, mas ia ser menos pior do que ir para Praia Grande sem calça).

Entretanto, antes que eu pudesse decidir para onde eu iria, alguém do lugar onde eu estava (acho que era uma mulher) me forneceu uma calça, que estava dentro de uma sacola, ou de um embrulho, ou de algo do tipo. Quando eu abri o coiso, vi que era uma calça de couro preta, que possuía bolsos tanto no bumbum quanto nas laterais e nas pernas, dessas que ficam bem em mulheres, mas que em homens soariam meio gay (não tenho nada contra homens que usem calça de couro, nem contra gays, e não necessariamente que um homem que use calça de couro seja gay). Ainda assim, para não continuar sem calça, vesti aquela bonita calça de couro e fiquei com a mesma até o fim do sonho.

Depois de vestir a calça, eu fui para não sei que lugar (acabei não indo nem para Praia Grande e nem para meu quarto na pensão), ou então eu permaneci naquele mesmo lugar onde eu estava, sei lá. Daí, eu fiquei falando com uma mulher que morava por lá (talvez tenha sido ela que me forneceu a calça), era uma moça bonita de cabelo curto e marrom, e ela falava comigo de uma forma descontraída, como se fossemos muito amigos. Acho que estávamos na sala daquela residência. Lembro-me que a moça trajava uma camisa roxa. Acho que nós nos falamos até o término do sonho. A primeira coisa que eu fiz após acordar era ver se eu estava vestindo aquela calça de couro (obviamente, eu não estava, eu estava sem calça).

Até o próximo post, aqui neste mesmo blog!


Ruínas do aeroclube e namorada que luta wrestling

11 de abril de 2012

Hoje eu irei relatar dois sonhos sonhados anteontem e ontem.

Anteontem, sonhei que eu e mais algumas pessoas (uns amigos meus que só existiam no sonho) fomos visitar as ruínas do aeroclube, localizadas em Praia Grande, no campo da aviação. Na vida real, antigamente havia um aeroclube em Praia Grande, onde aviões de pequeno porte pousavam e decolavam no local, entretanto, há alguns anos atrás, o aeroclube foi fechado e o enorme terreno onde ele se situava está hoje abandonado, com suas edificações internas em ruínas, se tornando um espaço frequentado por desocupados. No sonho, as ruínas do aeroclube eram uma espécie de atração turística que podia ser visitada. Eu e meus amigos do sonho fomos ver o local à noite. Havia inclusive uma iluminação especial que iluminavam as decrépitas edificações internas do aeroclube desativado. Ficamos conversando no local e acho que tiramos algumas fotos. O sonho foi basicamente isso.

Ontem, sonhei que eu fui a um lugar no qual não me lembro com muitos detalhes, mas era um lugar diferente, tipo um plenário de uma câmara de vereadores ou um shopping, embora não fosse bem isso. Era um lugar enorme. Lá, havia várias pessoas que frequentavam o local.

Neste sonho, eu tinha uma namorada (ou esposa, sei lá), uma moça loira, alta e muito bonita que era lutadora de wrestling (luta livre, para quem não sabe). E eu estava junto com ela naquele lugar. Em um dado momento, fomos até um local dentro daquele lugar onde havia um ringue de wrestling. Havia uma pequena plateia em frente ao ringue. Então, minha companheira subiu ao ringue e foi lutar com uma moça ruiva que estava por lá, que também era muito bonita. Pouco tempo depois de ambas adentrarem o ringue, iniciou-se a luta. Eu fiquei assistindo bem perto do ringue, fiquei o tempo todo próximo às cordas do mesmo, torcendo pela minha companheira. A luta não durou muito, apenas alguns minutos. Quem venceu eu não sei, me pareceu que era uma luta exibição.

Aí alguém gritou algo como: “agora é a vez dos maridos lutarem!” e eu acabei indo para o interior do ringue. Antes que desse tempo de eu me desesperar, me disseram que ia ser apenas uma luta de mentira. Aí adentrou o companheiro da moça ruiva, um sujeito gordo, e eu lutei de mentira com ele, e, por ser meio desajeitado, precisei de ajuda externa (alguém que me carregou e me jogou no sujeito, com a perna para cima) para simular estar dando um golpe de wrestling no cara. Nessa luta, que durou menos que a anterior, também não houve um vencedor.

Posteriormente, já depois que eu e minha amada tínhamos saído do ringue, apareceram antigos colegas do meu primeiro emprego, onde eu trabalhei em 2009 e 2010, e esses antigos colegas começaram a me chamar de “outro Allan”, como se eu fosse outra pessoa. Acho que estavam me zoando. Eu fiquei, não sei por qual motivo, um pouco irritado com aquilo, embora não tivesse esboçado nenhuma reação ou comentário.

Em outra parte do sonho que não sei se aconteceu antes ou depois de cada uma dessas acima, eu estava do lado de fora daquele local, na rua, e fui informado de que o José Serra, político do PSDB, iria aparecer por lá. Então eu pensei comigo mesmo em tirar uma foto minha junto com o Serra fazendo uma cara estranha, de desaprovação (já que eu não gosto muito dele), usando a câmera fotográfica do meu celular. Apesar disso, eu não cheguei a ver ele. Bom, é só isso que eu me lembro deste sonho.

Até a próxima blogada, e continuo a esperar o próximo sonho meu com a Sandy!


Sonhos mixurucas

29 de março de 2012

Olá, pessoal! Hoje eu não tenho um sonho daqueles para postar, então eu irei relatar dois sonhos mixurucas que tive recentemente.

Há alguns dias atrás, sonhei com uma casa (ou algo do tipo) que possuía um portão de correr. Parece que aquele imóvel era um patrimônio histórico que pertenceu a alguém que foi importante no passado, apesar da casa não aparentar ser antiga. No início do sonho, o portão de correr estava fechado, mas em certo momento, o local foi aberto para visitação, e eu fui ver o interior do local. Lá, havia muitos livros, parecia que era uma biblioteca ou algo do tipo. Havia outras coisas ocorrendo no local, exposições, talvez teatro, não me lembro direito. Era um espaço cultural, digamos assim. Era tipo a Biblioteca Municipal de São Paulo em menores (bem menores) proporções. E havia bastante gente visitando o local. E não havia alguém na portaria pedindo identificação, como ocorre na Biblioteca Municipal (e nem tinha portaria, passou o portão, já entrou). O sonho foi só isso. Por um lado, até que este sonho não é tão mixuruca assim.

O segundo sonho de hoje é bem mixuruca, tão mixuruca que só lembro do finalzinho. Foi sonhado hoje. Neste finalzinho de sonho, sonhei que Redfoo e SkyBlu, que formam a dupla LMFAO, que toca um estilo de música denominado “party rock”, pediam conselhos à Madonna de como administrar seus patrimônios financeiros. Eu não me lembro de ter visto nenhum dos três (Redfoo, SkyBlu ou Madonna), acho que ouvi alguém comentando isso, ou saiu na TV isso. Acho que foi uma mulher que falou, era uma voz feminina que falou isso. Talvez eu tenha os visto no sonho, na parte que não me lembro mais. Foi só isso o sonho.

Há alguns dias atrás, terminei de migrar os antigos posts para o WordPress, neste endereço. Agora o https://sonhosdoallan.wordpress.com contém todos os sonhos postados no blog dos Sonhos do Allan desde 2003, quando o mesmo estava hospedado no Blig. E os posts foram repostados com as datas originais de postagens nos endereços antigos, como se tivessem sido postados originalmente aqui no WordPress.

Até o próximo post! E espero ter um sonho que não seja mixuruca como esses aí! Bem que eu poderia sonhar novamente com a Sandy! No último sonho que tive com a Sandy relatado neste blog, ela já havia morrido no início do mesmo, e tirando este, já faz quase um ano que não sonho com ela! Quero sonhar com a Sandy nem que seja comigo apanhando dela no octógono!


Planejando explodir a Rede Record

16 de fevereiro de 2012

Hoje eu irei contar dois sonhos recentes.

No dia 25/01/2012, aniversário da cidade de São Paulo (a cidade completou 458 anos nesta data), sonhei que a atriz Fernanda Vasconcelos foi para a Rede Record de televisão interpretar o papel de uma moça de olhos azuis numa novela daquela emissora que iria estrear em breve. No sonho, a Fernanda Vasconcelos tinha olhos azuis, e eram olhos bem azuis. A propaganda da novela, na qual eu não sei nem o nome nem o enredo da mesma, passou algumas vezes na TV, com grande destaque para a personagem principal, interpretada pela Fernanda. Além dessas partes acerca da nova novela da Record, teve uma outra na qual a minha avó virou uma espécie de líder religiosa, e ela segurava um cajado. No final do sonho, eu planejei, com um dinheiro guardado que eu tinha, comprar a Rede Record, retirar todas as pessoas das instalações da emissora, plantar bombas nessas mesmas instalações e explodir a Rede Record todinha. Eu cheguei a imaginar as instalações da Record explodindo, com os estúdios indo pelos ares. Acordei imaginando a emissora indo pelos ares e continuei a imaginar a explosão da Rede Record depois de ter acordado, uma vez que eu não gosto dessa emissora por motivos diversos. Eu não lembro de muitos detalhes desse sonho, só destes.

Já no dia 05/02/2012, sonhei que meu chefe na empresa onde eu trabalho me demitiu, dizendo que era para eu retornar à empresa onde eu trabalhava anteriormente. Meu local de trabalho (que, após eu ter sido mandado embora, virou ex-local de trabalho) era diferente do da vida real, era um espaço maior, com várias subdivisões. Numa determinada sala, ficava a Viviane, a responsável por testar os softwares desenvolvidos na empresa (e ela existe na vida real). Um pouco depois de eu ter sido mandado embora pelo meu chefe, vi ela saindo da sala com uma seringa de injeção na mão, com uma agulha que devia ter de 20 a 30 centímetros. Não tenho certeza, mas acho que aquela injeção era para ser aplicada em mim, embora eu não tenha recebido de fato aquela injeção. Na mesma hora, lembrei que, na empresa onde eu trabalhei antes de trabalhar no meu emprego atual (que até poucos instantes era o atual, melhor dizendo), havia uma testadora de software igualzinha à Viviane, com a mesma aparência física, mas com outro nome, no qual eu me esqueci (não me esqueci depois que acordei, me esqueci durante o sonho mesmo, inclusive, naquele momento, tentei puxar na memória qual era o nome dela). Eu me lembrava do nome do clone da Viviane no início do sonho. Posteriormente, não me lembro quanto tempo depois de receber a notícia da minha demissão (que ocorreu sem motivo algum, pelo que me pareceu), pensei em dizer ao meu ex-chefe que a empresa onde eu trabalhava antes não iria me aceitar de volta, pensei nisso enquanto eu andava sozinho num terraço, em não sei que lugar. Dava para ver que havia chovido naquele lugar há pouco tempo. O sonho devia ter outras partes além dessas (que foram provavelmente as últimas do sonho), mas são essas que eu me lembro.

Até breve, com mais um novo post.


Silvio Santos na Globo e eu com o estagiário na cama de casal

21 de janeiro de 2012

Hoje eu irei postar dois sonhos sonhados no último mês de Dezembro.

O primeiro sonho deste post foi sonhado no dia 22, três dias antes do Natal. Sonhei que o Silvio Santos participou de um programa de auditório estilo Show do Milhão, só que na Rede Globo. Inclusive, o pessoal comentava sobre a presença do Silvio Santos num programa da Rede Globo, além do fato do dono do SBT estar se esforçando bastante para vencer o jogo que, como eu disse, era no estilho do Show do Milhão, antigo programa do SBT apresentado pelo Silvio, ainda que as regras (que eu não me lembro) eram diferentes das do clássico programa de perguntas e respostas. Só me lembro disso deste sonho.

O segundo sonho foi sonhado cinco dias depois, no dia 27, dia do aniversário da Mara, amiga minha dos tempos do colegial na qual eu sonhei com ela várias vezes, a maioria relatada neste blog. Mas não foi com ela que eu sonhei neste sonho, e sim com um estagiário da empresa que eu trabalho, que é gosta muito de jogos eletrônicos, sobretudo os do XBOX 360.

Sonhei que eu estava numa casa em alguma cidade do interior de São Paulo (que, apesar de pequena, possuía metrô, e parece que tinha apenas uma única linha, que cortava a cidade de leste a oeste) e essa casa era do meu avô (não sei que avô era) ou de algum tio. Do lado de fora da casa, tinha uns homens, acho que alguns eram caipiras, que ficavam conversando.

E no cômodo da frente (não me lembro de ter visto os demais cômodos), havia uma cama de casal e um monte de notebooks empilhados, e a pilha de notebooks tinha mais ou menos um metro de altura, ou um pouco mais que isso. Eu cheguei a me deitar na cama, no lado direito desta. Em um dado momento, entrou o estagiário e este me falou não sei o quê. Acho que era algo sobre aquela pilha de notebooks. Ele se sentou do lado esquerdo da cama de casal, enquanto eu estava sentado do lado direito da mesma.

Então, eu resolvi ligar meu notebook, que é este onde eu estou digitando essa bagaça no editor de texto, mas me lembrei que eu não o levei comigo quando viajei para aquela cidade. Resolvi então, com autorização do estagiário, pegar um dos notebooks que estavam empilhados (parece que ele era o dono daqueles notebooks, acredito eu). Peguei um que era preto e que, segundo a descrição das configurações que constava na parte de baixo do equipamento, possuía processador Pentium 90 MHz, com 16 MB de memória RAM, uma configuração bastante defasada para os dias atuais. Não me lembro de ter ligado o notebook, pois acordei pouco tempo depois.

Até o próximo post, e espero um dia ver a Mara pessoalmente pelo menos mais uma vez, desde o primeiro semestre de 2009 eu não a vejo…


Corrente de metal valiosíssima e o macaco do Hitler

8 de agosto de 2011

Hoje eu irei postar dois sonhos, um sonhado no dia 13 de Julho e outro sonhado no dia 4 de Agosto, na última quinta-feira.

No dia 13 de Julho, sonhei que eu morava numa casa diferente, que tinha paredes de cor laranja e que era bem grande. Essa casa tinha um quintal na parte da frente, um corredor aberto de cada lado (à esquerda e à direita) da área construída (onde ficava a casa propriamente dita) e uma outra área construída ao fundo da casa, como se fosse outra casa. Lembro-me que havia portões de metal nos corredores laterais, e eram tipo portões automáticos com fechadura eletrônica ou algo do tipo.

Em outra parte do sonho que veio depois, fui num lugar onde as pessoas levam objetos de valor para que estes sejam penhorados (o nome certo do lugar eu não sei) a fim de penhorar uma corrente de metal curta que, aparentemente, não valia nada. Lá, havia a mulher que fazia as avaliações dos objetos a serem penhorados a fim de dizer quando valem os mesmos. Quando falei com ela e lhe mostrei a corrente, esta, usando uma lupa para ver o objeto melhor, me disse, em tom de espanto, que aquele era um objeto raro, muito raro, e que possuía um valor muito alto. Perguntei qual era o valor no qual a corrente estava avaliada e a velha (a mulher era uma velha) me disse que a corrente valia 15 milhões de reais. Depois, eu devo ter penhorado o coiso (e pego a bolada de dinheiro, acredito eu), entretanto eu não tenho certeza se fiz realmente isso (minha intenção era mesmo de fazer isso), pois o sonho terminou praticamente em seguida.

No dia 4 de Agosto, sonhei que assisti a um filme antigo e que era baseado em fatos reais (apesar de que esses “fatos reais” só existiam no sonho). Ou melhor, assisti a um pequeno pedaço do filme (ou só me lembro desse pedaço, sei lá) no qual pessoas que estavam em algum lugar público começaram a, literalmente, perder suas cabeças. As cabeças das pessoas explodiam e, em seguida, uma cabeça de algum animal qualquer aparecia no lugar de cada cabeça explodida de cada pessoa. E as cabeças eram explodidas a mando de Adolf Hitler, o führer alemão da Segunda Guerra Mundial. Os efeitos especiais usados no filme (em particular, o das cabeças explodindo) eram bem porcos, típicos de filmes dos anos 50 (e o filme devia ser mesmo dessa época). Apesar disso, a cena das cabeças explodindo era bem perturbadora, pois sangue em grande quantidade pulava a cada explosão encefálica.

Em outra parte deste mesmo sonho, havia um gorila que era chamado de “macaco do Hitler”, que estava preso numa prisão meio esquisita, com ares futuristas, inclusive com fechadura eletrônica na porta. Me parece que aquele gorila era resultado de uma experiência macabra feita a mando de Adolf Hitler, e foi feita com um homem que teve sua cabeça explodida na vida real (na vida real do sonho, não na vida real de verdade) e que, no lugar da original, cresceu uma cabeça de gorila e depois o homem se transformou em um gorila. No filme anteriormente citado, lembro que uma das primeiras pessoas que tiveram a cabeça detonada era um homem que, após a detonação, teve uma cabeça de gorila crescida no lugar da original. O que foi feito com o macaco do Hitler eu não me lembro, mas me lembro de eu ter tido a ideia de pegar o gorila e introduzi-lo em seu habitat natural, como se o mesmo fosse um gorila desde o nascimento (talvez a minha ideia tenha sido aproveitada).

O sonho teve outras partes (uma que eu me lembro muito vagamente era de uma madeira sendo martelada), mas as que eu me lembro de fato são essas duas.

Até o próximo sonho, e espero não sonhar com os tão falados pôneis malditos!


Um ET azul e bonzinho veio me visitar

24 de julho de 2011

Hoje eu irei postar dois sonhos, um sonhado no dia 10 de Julho e outro sonhado no dia 20 do mesmo mês.

No sonho do dia 10, eu estava na rua junto alguns conhecidos meus (que só deviam existir no sonho) segurando um antigo carro de brinquedo que eu tinha na vida real quando eu era criança no qual eu chamava de Turboman. Eu observava as pessoas e os carros na rua, quando apareceu uma menina que devia ter uns 6 anos. Essa menina me pediu o carrinho para ela. Resolvi dar o coiso para ela e esta ficou muito feliz. Depois de dar o Turboman, sorri para ela e fiz sinal de joia, com o dedo polegar para cima. Só isso que eu me lembro deste sonho.

No sonho do dia 20 de Julho, um ET veio fazer uma visita a mim e a meus familiares. Era um ET bonzinho (ao contrário de uns que queriam me matar em outros sonhos que tive) que falava português perfeitamente, como se morasse no Brasil.

Além de fazer uma visita, o ET levou eu e meus familiares até o planeta dele, no qual era minúsculo. O planeta dele devia ter o tamanho de um asteroide, era bem pequeno mesmo, e o ambiente, as paisagens daquele planeta, eram bem simplórios, ainda mais que devia estar de noite quando eu estive lá. Lembro-me que havia um piso cinza que ficava suspenso no ar, onde eu cheguei a ficar na companhia do ET.

Tudo ia bem, quando, num determinado momento, eu comecei a duvidar que ele fosse um ET, apesar dele ter aparência bastante diferente de um ser humano (ele era baixinho e azul). Quando ele me perguntou por que eu estava duvidando dele ser um ET, eu respondi a ele que o mesmo não tinha nenhum sotaque. Depois dessa parte, lembro-me de ter voltado à Terra e ter visto o minúsculo planeta do coiso pela janela da nave, que nem lembro como era.

Numa outra parte desse mesmo sonho, ocorrida após a minha ida ao planeta do ET azul, eu estava na minha casa em Praia Grande (onde atualmente, só passo alguns fins de semana, visto que fico mais em São Paulo), quando começou a chover e a infiltrar água da chuva dentro de casa, por todos os cômodos, molhando tudo o que havia dentro. Ou melhor, molhando quase tudo, pois conseguimos evitar que algumas coisas fossem molhadas. Além de estar chovendo dentro de casa, as lâmpadas, que eram daquelas incandescentes que emitem luz amarela (ao contrário das da casa na vida real, que são fluorescentes), não iluminavam direito. O sonho acabou nessa parte aí, pois depois eu acordei para ir trabalhar.

Eu ia contar hoje o sonho do dia 13 de Julho, mas o post acabou ficando comprido demais e resolvi deixar este sonho para um post futuro. E por hoje é só. Até daqui a provavelmente duas semanas, quando provavelmente sairá o próximo post.


Demitido porque queria comprar casa

29 de abril de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no dia 02/03/2011. Sonhei que era possível trocar brinquedos velhos por kits para montar casas em miniatura. Havia dois tipos de brinquedos antigos que podiam ser trocados por kits de montar casinhas, que eram basicamente dois tipos de jogos de montar. Eu cheguei a trocar alguns jogos de montar velhos por kits de montar casinhas, mas havia uma pessoa que trocou tantos jogos de montar por kits que conseguiu montar uma cidade inteira de brinquedo, e essa cidade de brinquedo ocupou todo um corredor de um lugar que não me lembro direito, mas era um lugar bem espaçoso, bem espaçoso mesmo. Entretanto, a cidade de brinquedo ficou montada por apenas um dia, no dia seguinte, aquela enorme cidade de brinquedo já havia sido desmontada. E o sonho foi basicamente isso.

Como esse sonho foi curto e mixo, irei contar outro, também curto e também mixo. Sonhei que meu colega de trabalho, o Sérgio, me disse que estava pretendendo comprar uma casa, depois ele resolveu contar isso para o chefe. Só que, não sei por que, o chefe decidiu por demitir o Sérgio, gerando indignação do mesmo, que gritava à vontade. Fiquei chocado pelo motivo banal da demissão do meu colega de trabalho, chocado e com medo de ser demitido também, pois eu também pretendia (e pretendo na vida real) comprar uma casa. Além dessa parte, também teve outras, nas quais eu só me lembro de mais uma além da que o Sérgio foi demitido, na qual eu adentrei uma casa na qual a iluminação era uma bosta (não havia lâmpadas nos cômodos) e, algum tempo depois, após intensa chuva, começou a chover também dentro dela devido à lage ter se deteriorado e ficado porosa. Parece que, naquela casa, funcionava um centro espírita. E o segundo sonho curto e mixo foi só isso, ou melhor, foi só isso a parte que eu me lembro dele.

Até o próximo post, e espero postar sonhos não mixos da próxima vez.


Sonho de 20 anos atrás e outro mais recente (com Pedrão e Jorginho)

7 de março de 2011

Hoje eu irei contar o que eu lembro de dois sonhos que eu tive, um mais recentemente, no dia 14/02/2011, e outro há pelo menos uns 20 anos atrás, quando eu devia ter 4 ou 5 anos.

O que eu me lembro do sonho mais recente foi uma parte na qual eu, o Pedrão e o Jorginho, que aparecem no programa humorístico Os Caras de Pau (que passava na Rede Globo, aos domingos), estávamos em uma mesa, acho que almoçando. O Pedrão estava sentado à minha direita e o Jorginho estava sentado à direita do Pedrão. Não sei se eram eles ou os humoristas que os interpretam na vida real que estavam lá comigo. Enquanto eu estava comendo, o Pedrão ficava me enchendo o saco, falando não sei o quê. Em um dado momento, eu me enchi e xinguei o Pedrão de filho da puta, além disso, arremessei uma xícara (que eu acho que era de plástico) em direção ao Jorginho, mas que não pegou neste, e sim na mesa, à frente do cara. No momento seguinte, vi que eu havia me excedido e pedi desculpas aos dois. Só essa parte que eu me lembro.

Já o sonho mais antigo eu lembro de uma parte tão pequena quanto esta que contei, e mesmo na época que eu tive esse sonho, eu só me lembrava dessa parte. Basicamente, sonhei que duas crianças de aproximadamente 5 ou 6 anos de idade, um menino e uma menina, estavam trajando roupas pretas e brilhantes, roupas, digamos, “incrementadas”, um tipo de roupa que eu achava lindo na época (e acho até hoje, mas atualmente eu prefiro ver esse tipo de roupa em mulheres adultas). Acho que os dois iriam participar de um programa de TV ou algo assim. A menina (que era muito bonita, era tipo a menina dos meus sonhos na época) estava à esquerda do meu campo de visão e o menino estava à direita, e ambos estavam uma do lado do outro. Então, eu resolvi fazer uma traquinagem com os dois: despejei Coca-Cola na cabeça de ambos, não sei se utilizando uma garrafa ou um balde. Mas os dois, aparentemente, nem ligaram pelo fato de eu tê-los molhado com o refrigerante. Aí eu resolvi fazer perguntas a eles, perguntei inclusive o nome a ambos (nomes que eu não me lembro), e eles responderam como se eu não tivesse feito nada a eles. Acho (não tenho certeza) que eu fiz as perguntas utilizando um microfone. E o sonho foi só isso.

Até a próxima despejada de Coca-Cola na cabeça das crianças! Ou melhor, até o próximo post aqui neste blog!


Torta na minha cara e areia na do traficante

21 de fevereiro de 2011

Hoje eu irei postar dois sonhos, e o primeiro de hoje eu sonhei no dia do aniversário de Praia Grande, 19 de Janeiro de 2011. Sonhei que eu fui até o que parecia ser um supermercado. Lembro-me de ter visto umas caixas de madeira num canto que eram da dupla Victor e Léo. Não me lembro para que serviam aquelas caixas, mas eram tipo um daqueles produtos nos quais o fabricante pagava para botar a cara de um famoso no coiso (tipo bolachas da Turma da Mônica, ou Fanta com a banda Jota Quest no rótulo, ou suco em pó com a foto da Angélica estampada na embalagem). Cada caixa estava custando R$49,50.

Perto de onde estavam as caixas, havia uma prateleira cheia de tortas dessas de dar na cara das pessoas. Não sei quanto custava cada torta. Quando eu passava em frente à prateleira das tortas, algumas pessoas inventaram de, com aquelas tortas, fazer uma guerra de tortas. Na hora que iam me dar uma torta na cara, eu impedi que esta fosse esfregada no meu rosto, pondo a mão sobre o artefato. Então, tirei meus óculos e disse: “Agora, pode!” Daí, levei uma torta na cara.

Meu irmão, que também estava no supermercado, também foi alvejado e reclamou bastante, já eu levei na esportiva o ocorrido. Não sei se cheguei a jogar tortas ou levar outras tortas na cara além da primeira. Creio que deva ter havido outras partes neste sonho, mas só me lembro desta.

No dia 20 de Janeiro, ou seja, um dia após este sonho que contei, sonhei que eu embarquei numa espécie de metrô que, apesar de ser do mesmo formato do metrô tradicional e de estar disposto, como o metrô tradicional, na horizontal, viaja na vertical, podendo trafegar também na horizontal, em diversos trilhos paralelos localizados em túneis escavados sob o subsolo, uns sobre os outros.

Algum tempo de viagem depois, cheguei na minha casa, em Praia Grande, onde, na vida real, passo só alguns fins de semana por lá, já que atualmente, trabalho na capital paulista, onde passo a semana. Em casa, mais precisamente na parte da frente desta, onde fica o Fusca da minha mãe, havia uns traficantes de drogas que haviam sido presos, mas que, por ordem da Polícia (ou de alguma outra autoridade), foram levados para a parte da frente da minha casa a fim destes se divertirem para que não fiquem zangados e, com isso, não incitassem a violência de seus colegas que estão soltos. E os meliantes eram vigiados por policiais para que não fugissem. Não me lembro de ter passado pelo portão (não sei como entrei em casa), mas lembro-me de ter visto um criminoso levando um monte de areia na cara. E é isso que eu me lembro deste sonho ridículo.

Só isso, pessoal, e até o próximo post!


Fugindo do apê do repórter

25 de dezembro de 2010

Hoje é Natal, 25 de Dezembro! E é dia de postar mais dois sonhos neste blog!

No sonho que eu tive no dia 23 de Novembro, eu tinha que ir a uma entrevista de emprego no banco Itaú em São Paulo e depois pegar um ônibus interestadual para ir a Curitiba. Eu tinha, inclusive, o endereço do lugar onde eu ia fazer entrevista anotado num papel.

Entretanto, a pessoa responsável por me levar aos dois lugares (que eu não me lembro quem era) trocou as bolas e me embarcou no ônibus interestadual antes de ir à entrevista (e eu nem falei nada). Só me dei conta que o coiso tinha trocado as bolas já dentro do ônibus (desta vez, com as passagens pagas, ao contrário do sonho do dia 21 de Novembro, postado no último dia 12). Depois de eu informar ao coiso que era para ele ter me levado ao Itaú primeiro para só depois ele ter me embarcado no ônibus, ele me sugeriu ir ao Itaú de Curitiba e tentar fazer a entrevista lá.

O ônibus onde a gente estava era todo metálico por fora e apertado por dentro. Eu e a pessoa que me acompanhava ficamos espremidos em duas poltronas apertadas. Um aperto total.

Quando o ônibus chegou, havia um salão relativamente grande e algumas japonesas passando e falando não sei o quê. Essas japonesas, na verdade, eram andróides humanóides. Acho que, naquele salão, estava acontecendo alguma feira de tecnologia ou algo do tipo. O sonho terminou instantes depois.

E o segundo sonho de hoje foi sonhado em 2008 ou no primeiro semestre de 2009, não me lembro. Sonhei que eu havia ido para São Paulo (cidade onde eu trabalho atualmente) me hospedar no apartamento do Wilson Kirsche, que, na vida real, é repórter do Paraná TV, afiliada paranaense da Rede Globo. Na casa dele, estavam ele e os filhos dele (nem sei se ele tem filhos na vida real). Acho que eram um menino e uma menina. A estadia no apê do repórter estava um chute no saco e eu decidir fugir dali, pela janela, e fui a pé para Praia Grande, que nem ficava tão longe da capital paulista. Ou melhor, não foi bem a pé que eu fui, e sim via aérea, não voando, mas passando pelo meio de uns prédios, subindo pelas muretas. Passei pelos prédios até ir parar num que fica na rua da minha casa aqui em Praia Grande, onde na vida real fica uma casa onde mora um cabeleireiro onde eu venho de vez em quando cortar o cabelo. Então eu desci e andei até a minha casa. O sonho deve ter acabado antes de eu chegar em casa.

Aqui termina o último post do ano. Espero que tenham tido um Feliz Natal e que tenham um Próspero Ano Novo!


Sósia do Alexandre Cunha e o Guia dos Pênis

23 de outubro de 2010

Hoje, irei relatar um sonho que eu tive no último dia 15 de Outubro. Sonhei que eu trabalhava num outro lugar diferente do que trabalho atualmente, era um prédio alto e escuro. Não sei se eu trabalhava como programador ou em outro cargo, pois eu não me lembro de ter programado uma linha de código sequer no sonho. O meu chefe era um sósia do Alexandre Cunha, que foi candidato a prefeito de Praia Grande em 2008 e que recentemente foi candidato a deputado estadual, não se elegendo em ambas as eleições. Esse meu chefe do sonho era aparentemente do mal, o cara era muito estranho e não sorria. Ele era também chefe de um outro cara que também era meu chefe. Os dois chefes ficavam na sala da esquerda e eu ficava na da direita, junto com duas belas mulheres, que eram tipo umas prostitutas, mas que não faziam sexo, apenas ficavam passando a mão nas minhas costas e nos meus braços diversas vezes e falando não sei o quê perto do meu ouvido (acho que elas eram pagas para isso). Acho que eram uma loira e uma morena. Posteriormente, após o expediente, na saída do prédio escuro e sinistro no qual eu trabalhava, encontrei novamente o chefe sósia do Alexandre Cunha. Ele, então, me cobrou que eu pagasse não sei que quantia a ele a fim de compensar o esforço de uma das “profissionais” que ficaram se esfregando em mim, pois ela havia ficado muito cansada e toda “arriada”. Ele também me cobrou que eu pagasse uma cirurgia plástica para ele (ele não me disse o motivo de eu ter que pagar a plástica, deve ser para ele ficar com a cara de outro político sem ser o Alexandre Cunha). Depois disso, não me lembro direito o que aconteceu, mas me lembro de ter saído para outro lugar (talvez a caminho de casa), a pé, e o céu estava cinzento, acho que tinha um cara no meio da rua e depois entrei num beco meio esquisito, onde havia outras pessoas, e depois aconteceu algo de violento, talvez um crime, ou o clima estava pesado, sei lá. Depois disso, não me lembro de mais nada.

Há algumas semanas atrás, tive outro sonho no qual o céu estava meio cinzento. Era um sonho meio futurista. Lembro-me que havia uma estrada onde passavam veículos gigantes, inclusive um caminhão muito semelhante ao caminhão que a Björk dirigia no videoclipe da música Army Of Me. A diferença do caminhão do sonho em relação ao do videoclipe da Björk era que o do sonho era dirigido por um cara que utilizava uma espécie de luneta gigante para ver o lado de fora. Não me lembro muito desse sonho, só me lembro dessa parte e de outra, na qual eu acessava o site do Guia do Hardware. Só que o Guia do Hardware do sonho não falava sobre hardware, ao invés disso, falava sobre pênis. Inclusive, havia várias matérias falando sobre pênis, com várias imagens de diversos pênis de diversos tamanhos e diversas grossuras, inclusive muitos pênis decepados. Tinha um que me deixou com aflição, no qual era bem comprido (uns 50 centímetros, no mínimo), estava com a cabeça toda para fora e havia sido decepado. É só isso do sonho que eu me lembro.

Até o próximo post!