Eu beijando a boca da minha irmã?!?

28 de setembro de 2003

Olá, pessoal! Hoje eu vou contar outro sonho daqueles! Foi há uns meses atrás. Por algumas semanas, eu pensei se iria ou não colocar esse sonho neste Blog! Mas seja o que Deus quiser, a Mara não tem computador mesmo!

Antes de eu começar a contar o sonho, eu vou logo dizendo: eu gosto da Mara como uma irmã, só como irmã, não como outra coisa! Se eu sonhei com isso, foi só um acidente, eu não gostaria que isso acontecesse de verdade!

Seja o que Deus quiser, lá vai o sonho!

O sonho começa assim: eu entrei na sala de aula, na escola. Vários alunos estavam presentes na classe, inclusive a Mara. Eu cumprimentei algumas pessoas, inclusive a Mara, que não quis chegar muito perto de mim. Eu sentei na cadeira (naquela época, eu ainda sentava na frente da classe) e fiquei observando os colegas. Daí, a Mara começou a se aproximar de mim. Aí é que começa a parte mais picante. (Ai, que vergonha, será que vou conseguir contar o resto do sonho?) A Mara começou a me olhar, eu comecei a olhar a Mara. Daí… Daí… Daí, eu e a Mara… Eu e a Mara começamos a nos beijar… Ai, meus Deus do céu, eu não era para estar contando isso neste Blog! Tomara que a Mara nunca veja este Blog! Continuando: Eu e a Mara (que na qual eu considero como minha irmã, não confundam as coisas!) começamos a nos beijar. Beijar na boca. No começo, eu me atrapalhei para beijar a boca da Mara, afinal, até hoje, eu nunca beijei na minha vida, mas depois eu peguei o jeito. Foi uma sensação muito gostosa, meio quente, meio molhada. Os outros alunos da classe nem zoaram, nem comentaram, não estavam nem aí. A gente ficou se beijando por algum tempo, até acabar o sonho. Depois que acabou o sonho, eu lembrei que eu considerava ela como uma irmã para mim e disse comigo mesmo: Cassete, eu beijei a boca da Mara no sonho! Credo, que é isso! Foi um sonho um tanto quanto esquisito. Mas eu continuo dizendo: eu gosto da Mara como uma irmã para mim, e não como minha namorada, como dizem por aí! Por que o meu subconsciente foi aprontar essa para mim? Seria melhor eu ter beijado a boca de outra garota, a boca da Fabíula, da Mariana, da Danielle, da Priscila, da Gláucia, da Nathaly, mas da Mara? Pôxa, fala sério! Eu nunca gostaria de beijar a boca da Mara! Quem tem uma irmã, experimente beijar a boca dela, é a mesma sensação que eu senti ao beijar a boca da Mara no sonho! Ainda bem que foi só no sonho, eu iria lavar a boca se isso acontecesse de verdade!

Tchau, até o próximo sonho! E lembre-se: eu não gostaria de beijar a boca da Mara, o meu negócio é com a Diana!


O sonho que eu sabia que eu estava sonhando

21 de setembro de 2003

Olá! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no ano 2000, na época que eu estava apaixonado por uma garota meio pesada, cujo nome é Tatiane. Na época, a Tatiane nem queria saber de mim. O sonho foi curto, mas esquisito. Eu sonhei que eu era uma planta que brotava na parte traseira de um carro alegórico, desses que aparecem nos desfiles das escolas de samba. A Tatiane estava na parte da frente do carro alegórico, que aliás não estava muito enfeitado. Ela estava vestida com o uniforme de escola, olhando para frente. Aos poucos, eu ia me teletransportando para a parte da frente do carro alegórico, até que eu apareci nas costas da Tatiane. Ela não gostou que eu apareci brotando nas costas dela. Daí acabou o sonho.

Também tem outro sonho muito esquisito que faz tempo que eu sonhei (alguns anos), um sonho que eu sabia que estava sonhando, ou seja, eu sabia que tudo que estava acontecendo era um sonho. O sonho também não é muito comprido, era mais ou menos assim: eu estava na escola, a escola era diferente, tinha luzes amarelas, era de noite e naquele dia não era dia de aula, eu acho que era um dia especial. Eu falava comigo mesmo: eu estou sonhando, isto só pode ser um sonho! Aí começou a chegar gente, chegaram as Spice Girls, alguns colegas de classe, um pessoal que eu não conhecia, umas mulheres, e todo o tempo eu pensava comigo mesmo: isso aqui não está acontecendo de verdade, tá na cara que isto aqui é um sonho! As pessoas que chegavam ficavam perambulando nos corredores da escola, esperando alguma coisa ou esperando tal hora. Eu ficava andando pelo corredor, assim como as outras pessoas. Até que eu decidi: eu vou acabar com esse sonho sem pé nem cabeça agora mesmo, chega! Percebi que eu estava de olhos fechados (mesmo enxergando tudo ao meu redor) e decidi abrir os olhos. Neste instante, as luzes começaram a piscar, o chão começou a tremer e os meus músculos começaram a se contrair, dando-me uma sensação muito desagradável. Aí eu acordei.

Por hoje é só! Até semana que vem!


Sonhando pela 1ª vez com a Avril Lavigne

14 de setembro de 2003

Oi! Nesta semana, eu tive dois sonhos muito legais! Um foi na madrugada do dia 13/09/2003, ou seja, ontem, e outro foi na madrugada do dia 08/09/2003, segunda feira!

O sonho do dia 13 foi curto, eu estava num lugar esquisito, acho que era num lugar onde tinha algumas pessoas trabalhando, era um lugar meio escuro mas não muito escuro, tinha gente trabalhando com alguma coisa, mas eu não sei o que era, só sei que eu estava trabalhando junto com eles e tinha uma televisão pendurada em um suporte para TV no alto. Na televisão, passava um programa muito esquisito, apresentado pela Vanessa Martins, apresentadora do Tribuna Esporte na TV Tribuna, afiliada da Rede Globo na Baixada Santista. O curioso é que ela apresentava o programa coberta por uma toalha, como se tivesse acabado de sair do banho. Às vezes, ela deixava a toalha cair, para delírio dos funcionários. Pena que a toalha dela só caía quando eu não estava olhando para a TV. O sonho acabou após sucessivas quedas da toalha da Vanessa Martins. A Vanessa Martins é muito bonita, particularmente, eu acho que só dá mulher bonita entre as repórteres da TV Tribuna.

O sonho do dia 8 foi um pouco mais sinistro. Eu sonhei que a Avril Lavigne tinha visitado a minha casa. A minha casa era diferente, parecia um submarino ou uma casa embaixo da terra, no subterrâneo. Eu mostrava para ela os cômodos da minha casa, tudo o que tinha na casa, inclusive uma TV vermelha que tinha no meu quarto (que mais parecia o banker do Saddam Hussein). Na TV, estava dando um jogo de futebol disputado por touros sem chifre. No jogo, um boi estava na cara do gol, mas na hora que ele ia chutar para o gol, ele chutou para trás. Então, eu descobri que ele era o goleiro, não o atacante. Todos os bois usavam uniformes iguais. A Avril Lavigne falava em inglês comigo, eu não entendia nada, e eu falava em português para ela e ela entendia algumas coisas. Todo mundo brigava para querer ficar com ela, puxava ela pelo braço. Daí, ela se encheu, pegou seu skate e foi para a rua andar de skate. Aí o sonho acabou. Eu sou fã da Avril Lavigne, tenho o CD dela, gosto das músicas dela, acho a Avril muito bonita, principalmente os cabelos dela, que são lindos.

Semana que vem tem mais sonhos!


Hospedaria na padaria Thainá

7 de setembro de 2003

Olá! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive durante as férias de julho desse ano. Tem partes do sonho que eu não me lembro, vou contar a parte que eu lembro.

Eu estava andando numa rua esquisita, estava de noite, muito escuro, e tinha um negócio esquisito no muro, não sei se era uma passagem secreta, ou então um desenho que se mexia, ou então uma outra rua, era uma animação que parecia ser uns círculos amarelos que se pareciam com tambores ou ventiladores. Mais para frente no sonho, eu fui até a padaria Thainá, o céu estava amarelo e eu entrei na padaria, que estava bem diferente da padaria Thainá da vida real. Tinha uma escada que dava para o segundo andar, onde funcionava uma hospedaria, onde algumas pessoas ficavam hospedadas. Eu subi pela escada e vi alguns quartos vazios e outros cheios, eram poucos quartos, uns oito ou dez. Eu fiquei andando pelo corredor e vi que o meu tio Paulo estava em um dos quartos, segurando um CD. Na vida real, ele mora em Curitiba. Aí eu olhei para outro quarto e vi uma colega de turma no CEBRAC da aula de técnicas administrativas, a Paula Giovana. Ela estava penteando o cabelo. Então, eu resolvi entrar no quarto vizinho, que estava vazio. No quarto, não tinha nenhum móvel, só um espelho muito esquisito, um espelho que, se olhasse-o de frente, via-se o reflexo, se olhasse-o de lado, via-se o quarto onde estava a Paula. A Paula trajava roupas verdes, eram roupas de frio. De repente, não sei o que aconteceu que o quarto da Paula e o quarto onde eu estava se fundiram em um só. Aí, chegou a dona da hospedaria, uma senhora gorda vestida de preto, ela não gostou que eu estava dentro do quarto sem pagar. Então, ela ficou parada na porta, esperando alguma coisa acontecer, a Paula também ficou parada esperando, e eu fiquei olhando para a cara das duas. De repente, eu propus: e se eu pagasse a minha hospedagem e a da Paula? E eu puxei quatro notas de dez reais do bolso. Então, a Paula disse, chorando: Mas o dono dessa espelunca cobra muito caro! Daí, o dono da hospedaria apareceu e falou, com ar de imbecilidade: Que nada, vocês dois podem ficar na nossa maravilhosa hospedaria por apenas 5 reais! Daí, eu não sei se eu fiquei mais um pouco na hospedaria ou eu fui embora, pois nesse momento eu acordei.

Domingo que vem, eu conto outro sonho!