Gisela e o vestibular

26 de outubro de 2003

Olá, internautas! Hoje, eu vou contar um sonho que eu tive faz tempo. Eu queria contar um sonho sonhado essa semana, mas como eu não sonhei com nada nesta semana, tenho que contar sonho velho.

Sonhei com uma garota meio doida. Não me lembro seu nome (eu acho que nem perguntei para ela). Ela tinha cabelos curtos e pretos, usava uma roupa toda azul escuro, uma blusa de manga comprida e uma calça comprida e era alta, mais alta do que eu. Essa garota queria prestar o vestibular, mas os diretores da escola onde ela estudava não queria que ela prestasse. E toda vez que falavam para ela que ela não podia prestar o vestibular (não sei por que ela não podia), a garota começava a ameaçar o pessoal da direção da escola, gritando que vai prestar o vestibular de qualquer jeito. Para esfriar a cabeça dela, eu (que era amigo da garota) decidi sair com a garota para alguns lugares. Primeiro, eu visitei a casa dela, uma casa com algumas paredes de madeira e outras normais. Conheci a mãe da garota, conversei com a mãe dela (tomando cuidado para não tocar no assunto do vestibular, se eu tocasse neste assunto, a filha escutaria e teria outro ataque daqueles, gritando que iria fazer o vestibular de qualquer maneira) e a gente ficou lá por algum tempo. Depois, eu e a garota (que agora eu me lembrei do nome dela, ela se chama Gisela) fomos para alguns lugares (ou seja, fomos pra “night”). Fomos ao shopping, bares, parques de diversões, enfim, vários lugares que eu nem me lembro. Fomos até no Videokê, onde eu e ela, cantando juntos, tiramos uma nota muito boa. Ela vibrou bastante com a nota que nós dois tiramos. Foi um dia incrível. Após o Videokê, eu e a Gisela voltamos para casa. Posteriormente, Gisela e eu fomos à escola (estudávamos na mesma escola, que não era a minha escola da vida real). Chegando lá, o diretor da escola (que era o Afonso do Malhação, personagem interpretado por Giuseppe Oristânio) gritou: Gisela, você não vai prestar o vestibular! Então, a Gisela ficou muito irritada, mas muito irritada mesmo! Ela plantou bananeira e ficou apoiada por uma única mão, fazendo ameaças ao diretor. Ela disse exatamente assim: “Se pensa que eu não vou prestar o vestibular, saiba que eu vou prestar o vestibular quer você queira, quer não!” Me deu medo naquela hora. Fiquei com uma raiva imensa do diretor. Acho que ele não queria que a Gisela prestasse o vestibular porque ele temia que ela tivesse um ataque durante a prova, uma vez que ela não tinha uma sanidade mental perfeita. Mas para mim, aquele diretor era muito preconceituoso, isto sim. Se ela não deu ataque enquanto eu fui com ela na “night”, por que ela iria dar ataque no vestibular? No sonho, eu gostava muito dela como uma amiga, uma vez que naquela época eu ainda não havia conhecido a Mara e eu tinha bem poucas amigas.

O sonho termina aqui! Até semana que vem!

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A morte dos pilotos de Fórmula 1

19 de outubro de 2003

Olá, pessoal! Semana passada não sobrou tempo para eu escrever sonho no blog, me desculpem todos os internautas que acessam este blog! Em compensação, hoje eu vou escrever dois sonhos!

Era véspera de um Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 não sei de que ano e eu tive um sonho muito macabro. Sonhei que o Rubens Barrichello foi treinar no autódromo de Interlagos com a Ferrari dele e ele se acidentou e morreu. No Jornal Nacional, a Fátima Bernardes deu esta notícia ao Brasil inteiro chorando muito. O Luciano Burti (que na época corria pela Jaguar), ao ouvir essa notícia triste, disse para mim: Eu vou ao autódromo de Interlagos treinar um pouco para esfriar a cabeça! Daí ele foi. Alguns minutos depois, a Fátima Bernardes deu outra notícia chorando no Jornal Nacional. A notícia foi que o Luciano Burti derrapou com o carro na curva, se acidentou e morreu. Então, o Enrique Bernoldi (que na época corria pela Arrows) disse para mim: Eu vou dar umas voltinhas no autódromo de Interlagos para ver se eu esfrio a cabeça! E ele foi. Minutos depois, outra vez a Fátima Bernardes, chorando bastante, deu outra notícia supertriste: o Enrique Bernoldi se distraiu, bateu em cheio no muro de proteção e morreu. Momentos depois, eu acordei do sonho. No dia do Grande Prêmio do Brasil, ninguém morreu e eu fiquei aliviado, pois por alguns momentos pensei que aquele sonho era premonição. O Rubens Barrichello, como sempre, abandonou a corrida.

Esta madrugada, dia 19/10/2003, meu subconsciente me pregou outra peça em relação à Mara. Sonhei que eu tinha ido à escola usando um sutiã preto por baixo da camiseta de escola. Como vocês sabem, eu não consigo controlar meus atos nos sonhos que eu tenho. Chegando lá, tinha uns computadores conectados à internet. Quando um computador era desligado, ele não exibia a mensagem “Seu computador já pode ser desligado com segurança” no monitor, e sim um menu todo em vermelho cheio de links para páginas da internet, pois os computadores utilizavam um sistema operacional completamente diferente do Windows. Ninguém reparou que eu estava usando um sutiã por baixo da blusa de escola, embora a blusa de escola fosse branca. A Mara havia bolado algumas das aulas, mas veio em uma única aula. Quando a Mara puxou a gola de sua camisa para olhar por dentro, eu percebi que ela estava sem sutiã. Vários minutos depois, na hora da saída, eu resolvi tirar aquele sutiã preto que me incomodava, antes que alguém descobrisse. Tirei o sutiã discretamente e o abandonei no cesto de achados e perdidos. A Mara foi no cesto de achados e perdidos e encontrou o sutiã, olhou para mim e disse: isso aqui é seu? Isso aqui é para mim? Ela achou que eu tinha feito alguma gozação por descobrir que ela estava sem sutiã, como se a Mara tivesse perdido seu sutiã. E assim acabou o sonho. Mas eu vou repetir: Eu considero a Mara apenas como uma irmã, não como outra coisa!

Tchau, internautas, até a semana que vem! E tomara que nesta semana eu sonhe que eu esteja beijando a boca da Sandy! Ou então, que eu sonhe com um abraço muito gostoso da Mara!


Ladrão por uma noite

5 de outubro de 2003

Olá, pessoal! Hoje a minha conexão está lerda, os downloads estão demorando à beça, a taxa de transferência gira em torno de 1.6KB/s! Mas vamos ao que interessa: os sonhos!

No último dia 29 de setembro, eu sonhei com um sonho muito criminoso. Geralmente nos meus sonhos, eu não consigo controlar meus atos. Sonhei que eu havia roubado não sei o quê de uma loja. No começo eu achei legal, mas depois me arrependi. Então, eu jurei: nunca mais iria roubar mais nada. Cheguei a devolver o que eu havia roubado, mas ninguém descobriu que eu roubei um bagulho na loja, a não ser alguns amigos nos quais eu havia desabafado e que guardaram segredo. Esse foi um dos piores sonhos que eu já sonhei.

O sonho acaba aqui. Semana que vem tem mais!