Praia ao contrário e privadas cocozentas no Chile

29 de janeiro de 2005

Eu já sonhei que eu estava na Áustria e agora eu sonhei que estava no Chile! Olá, internautas, hoje eu vou contar um sonho sonhado um dia depois do meu aniversário, dia 14/01/2005. Como eu já acabei de dizer, eu sonhei que eu estava no Chile. Começou assim: Eu estava numa área do corredor de um prédio situado no Chile, onde tinha umas janelas por onde entrava a claridade. Eu estava lá sem fazer nada, quando apareceu um chileno e este me levou para o interior do prédio, onde havia bastante corredores e salas onde outras pessoas trabalhavam. Das janelas, dava para ver a praia (que era um pouco diferente da praia daqui de Praia Grande, daqui a pouco eu explico como era a praia). Aí, apareceu outro chileno para me acompanhar. Ficamos andando pelos corredores (que pareciam que não terminavam nunca) durante algum tempo. Então, começamos a correr pelos corredores. Depois disso, eu saí do prédio e fui para a praia, que dava para ver que ela estava ao contrário, ou seja, dava para sentir que a praia ficava ao oeste, e não ao leste, como a praia daqui. Pouquíssima gente estava na praia. E na areia, havia um depósito de carcaças de carros sucateados, um em cima do outro. Quase não havia espaço na areia. Eu nem cheguei a ir para a água, mas o mar não era diferente do daqui de Praia Grande. Saí da praia e fui para um tipo de um labirinto abandonado, cujas paredes eram rosadas. Algumas adolescentes (na sua maioria garotas) caminhavam pelo labirinto, cada vez adentrando mais ao fundo. Havia vários cômodos abandonados e nesses cômodos abandonados havia pelo menos uma privada. E as privadas eram imundas! Algumas tinham até cocô do lado de fora! Numa dessas privadas, a Professora Alzira (que deu aula para mim no primeiro semestre de 2004, na faculdade, lecionando as disciplinas de Metodologia e Comunicação Empresarial) estava sentada e havia um monte de cocô em estado líquido em volta da privada. Muito nojento! De certo, havia algum vazamento na privada (ou ela estava cagando para fora). Em outra privada, eu inventei de deitar em cima durante alguns minutos não sei por quê. Esquisito, né! Depois do labirinto, o sonho deve ter terminado.

Este é o centésimo sonho postado neste blog!

Bom, pessoal, por hoje é só! Até a blogada que vem!

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O Caça-Prostitutas

22 de janeiro de 2005

Já não bastava ter sonhado com o Tony da antiga novela das 7 e agora foi com a Nazaré da novela das 8! Bom, em primeiro lugar, olá, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho bem puto, mas bem puto mesmo! Sonhei que eu era um caçador de prostitutas (como diria o Jô Soares, um cata-puta). Este sonho foi sonhado no dia 26/12/2004, ainda enquanto eu passava uns dias em Curitiba. Foi mais ou menos assim: Eu ficava num ponto de ônibus esperando passar um ônibus ou uma prostituta. Quando passava um ônibus, eu o parava, embarcava e sentava no fundo do veículo, pois lá é que ficavam as prostitutas. Ou, quando passava uma prostituta, eu a parava e a prendia. Porém, eu tinha que ser discreto para prender as prostitutas, para não dar na vista. Na teoria, era para ser assim, mas acabou dando tudo errado. Eu entrava nos ônibus e acabava não prendendo ninguém. E, uma vez, ao parar uma possível prostituta (uma moça muito bonita que trajava uma blusa azul clara e tinha seios médios), dei com os burros na água, pois ela não era prostituta, e sim, uma moça normal que passava na rua. E, numa das vezes que eu embarquei num ônibus, foi ainda pior: No fundo do veículo estavam a Nazaré da novela das oito e algumas outras putas. Como eu não podia prender as putas na frente de todo mundo (pois o meu serviço era secreto), fiquei sentado entre elas. De repente, uma das vadias ficou completamente nua e começou a rolar no chão, me fazendo ficar de pau duro. Não resisti e comecei a mexer no meu bilau por cima da calça, e a Nazaré, maliciosamente e com cara de tarada, ficou olhando a minha mão acariciar a minha pica. De repente, todos os outros passageiros do ônibus começaram a xingar e hostilizar a mulher pelada. Então, o ônibus parou e alguns policiais entraram no veículo e prenderam a puta no meu lugar. Não me lembro se depois eu cheguei a prender a Nazaré e as outras prostitutas. Me lembro vagamente que eu voltava do “trampo” de trem, acho que no fundo do vagão. Outra coisa muito esquisita neste sonho era o ponto de ônibus onde eu ficava esperando os ônibus e as prostitutas: Ficava dentro de um túnel cujo teto era feito (ou parecia ser feito) de telhas transparentes, não era muito bem iluminado e era pouquíssimo movimentado. Vai saber se o ponto de ônibus não ficava no subterrâneo! E, de dentro do ônibus, não se via a paisagem do lado de fora. Realmente, este sonho foi bastante estranho. Estranho e puto. Imagine só se na vida real existisse a profissão de caçador de prostitutas! Aí, não seriam os Ghostbusters (Os Caça-Fantasmas), e sem, os Bitchbusters (Os Caça-Prostitutas)! Fala sério, caçador de prostitutas, só faltava isso para eu sonhar!

Bom, pessoal, eu vou encerrando o post dessa semana por aqui! Tchau a todos e até a semana que vem!

PS: Eu não tenho nada contra prostitutas e nem assisto a novela das 8.


Brincando de trenzinho na escola e os colegas morrendo

15 de janeiro de 2005

Oi, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho que eu sonhei enquanto eu estava em Curitiba, na madrugada do dia 24/12/2004. Sonhei com várias mortes! Um belo sonho para uma véspera de Natal! Foi assim: Eu estava vendo, através de um telão não sei aonde, um blog sobre alguém ou alguma coisa muito importante. O template do blog era bastante escuro, com letras em cores contrastantes e brilhantes. Havia alguns posts compridos e outros curtos, alguns com referências a Mortal Kombat, nem sempre com a grafia correta. Depois de dar uma olhada por cima do que estava escrito, fui parar na escola onde na qual estudei o Ensino Médio, no ano retrasado (no dia que eu tive esse sonho, era ano passado). A partir daí, começaram a morrer as pessoas. Eu, junto com outros colegas, formamos um grupo e eu escolhi, entre os integrantes deste grupo, uma mocinha loira muito simpática e esta começou a brincar de trenzinho comigo, ela fazendo piuí e eu atrás dela, e nós dois ficamos andando de trenzinho e dando voltinhas até chegar à porta da classe, por onde saímos. A mocinha e eu resolvemos ir até a sala do diretor (que era um negão), que ficava no mesmo andar (o segundo), à esquerda e no final do corredor. Nesse dia, não morreu ninguém. No dia seguinte, o mesmo grupo se reuniu e novamente eu escolhi um membro do grupo. Desta vez, escolhi um rapaz alto e, na mesma hora, este fez a mesma coisa que a mocinha loira, só que quem ficou atrás da dele foi a mocinha, e eu fiquei atrás dela. Andamos de trenzinho e rodopiamos nós três até sair pela porta. Desta vez, não fomos até a sala do diretor. Algum tempo depois, eu e todos os integrantes do grupo recebemos uma triste notícia: um dos colegas, que eu acho que se chamava Fábio, morreu por causa de uma doença no corpo dele. No dia seguinte, a mesma coisa: o grupo se reuniu, eu escolhi um rapaz e aquela mesma história do trenzinho, com o rapaz escolhido fazendo piuí, o rapaz do dia anterior atrás dele, a mocinha loira depois e eu por último. Algum tempo depois, outro integrante do grupo morreu, também vítima de uma doença, só que em outra parte do corpo. No outro dia, tudo de novo e outro colega morreu, também vítima de doença. A partir daí, alguns dos colegas que haviam brincado de trenzinho começaram a faltar. A cada dia que passava, eu escolhia uma pessoa para brincar de trenzinho e, algum tempo depois, um colega morria por causa de alguma doença no corpo, inclusive gente que havia brincado de trenzinho. Morreram vários colegas. Cada vez mais tinha menos gente no grupo de colegas. Que eu me lembre, a última colega que morreu no sonho foi a Danielle, que na vida real foi minha colega de classe de 2001 a 2003, no Ensino Médio. Ela morreu vítima de alguma doença sexualmente transmissível. Depois da Danielle morrer, acho que o sonho acabou e eu devo ter acordado. A Danielle é uma garota muito bonita, seria um pecado se ela morresse na vida real, ainda mais por doença sexualmente transmissível. Eu ficaria triste se eu soubesse da morte da Danielle, apesar de não ter uma grande amizade com ela. Bom, pelo menos, eu não morri no sonho (e nem a mocinha loira que foi a primeira a brincar de trenzinho comigo).

Bom, pessoal, eu vou terminando esta blogada por aqui. Tchau a todos os internautas e até semana que vem! Beijo para a Danielle!


Sonhando com a viagem a Curitiba

8 de janeiro de 2005

Olá, internautas que acessam este blog! Estou de volta! Depois de passar uns dias em Curitiba, voltei com a corda toda e com mais sonhos! Hoje eu irei contar o sonho que eu tive no dia que eu fui para Curitiba, dia 21/12/2004. Um dia antes, fiquei com a viagem na cabeça, então tive este sonho. Começou assim: Eu já estava em Curitiba e a cidade estava meio diferente, não tinha ninguém nas ruas e as casas pareciam ser de mentira, tipo o cenário de alguns jogos de Nintendo 64 e Playstation. Andei um pouco pelas ruas desertas até chegar na casa dos meus avós, onde algumas pessoas (na sua maioria mulheres) haviam invadido a parte da frente a fim de pentear o gramado. Uma das moças que haviam invadido a parte da frente da casa dos meus avós disse que, quando a grama era penteada, saíam bolhas. E realmente saíam bolhas quando alguém passava o pente na grama. Os pentes usados para pentear a grama eram pentes comuns, desses de pentear cabelo. Então, entrei para dentro, fui até outra parte da casa que ficava ao ar livre, sem telhado (fora a parte da frente, a casa era diferente da casa dos meus avós na vida real). Lá, havia um fogão muito velho. Parecia que o fogão tinha sido fabricado há mais de cem anos. A única coisa que funcionava no fogão era o forno, e mesmo assim a porta do forno não abria mais porque havia sido cimentada junto com os botões e com a tampa de cima, ou seja, tacaram cimento no fogão. E eu acabei ficando responsável por fazer comida naquela joça cimentada e velha. Não sei de que jeito eu consegui colocar a comida dentro do forno, pois a porta tava cimentada e não havia outra abertura para colocar a comida. A comida que eu estava preparando era tipo um peru de Natal, só que submerso em um monte de água, ou seja, o forno tava cheio de água dentro. E, para manusear o peru, eu utilizava uma espécie de uma haste enfiada na lateral do fogão, que atravessava a parede do forno e que segurava o peru, virando-o quando necessário. Tava muito ruim de preparar o peru naquele fogão velho, e eu cheguei até a me queimar, encostando o braço acidentalmente na lateral da lata velha. Nem cheguei a comer o peru que eu tinha feito, pois o sonho acabou aí.

Semana que vem, eu irei postar outro sonho daqueles! Então, até semana que vem!