Moça espanta-monstro

29 de julho de 2005

Oi, internautas! Era para eu ter postado ontem, mas esqueci. Hoje eu vou desenterrar um sonho bem velho lá do fundo do baú, um sonho que eu nem sei quando eu sonhei (devo ter sonhado em 1996 ou 1998, mais ou menos esses anos). Foi um sonho ligeiro, não muito extenso. Sonhei com uma moça que era a minha mãe (só no sonho), uma moça com cabelos pretos, seios médios, muito bonita e que tinha outros filhos além de mim, inclusive os filhos dela eram crianças pequenas, acho que eram duas, um menino e uma menina. Não sei o nome da moça e nem os dos filhos dela (que, no sonho, eram meus irmãos). Lembro-me que estávamos num recinto escuro e que alguns monstros queriam invadir o local. Porém, a moça não deixou os monstros invadirem o lugar onde estávamos, botando medo nas criaturas. A moça que era a minha mãe neste sonho era uma moça bastante corajosa, não tinha medo dos monstros e ainda protegia a mim e aos outros dois filhos dela. E era linda. a roupa que ela usava era uma roupa normal, não muito diferente do que as pessoas usam na vida real. Lembro-me que eu e os meus irmãos do sonho ficamos com um pouco de medo dos monstros, mas a moça, como eu disse, não os deixou invadir o recinto escuro. O que mais eu poderia contar sobre este sonho? Acho que é só isso. O sonho foi só isso.

Até semana que vem! E viva minha irmã!


90ª blogada da história do blog!

21 de julho de 2005

Olá, pessoal da Internet! Esta é a nonagésima blogada da história deste blog!

Semana passada, mais precisamente no dia 14/07/2005, eu tive um sonho bastante acidentado e festivo. Sonhei que eu estava assistindo a uma corrida de Formula 1 pela TV, era o Grande Prêmio de mais um país daqueles (não sei que país era), mas era uma corrida bastante importante, quem ganhasse, seria já o campeão ou coisa parecida, e era uma corrida bastante difícil. Começou assim a transmissão da corrida: Primeiro, mostrou os carros no grid de largada, só que não tinha nenhuma equipe ou piloto conhecidos, era tudo diferente, com carros diferentes e de cores diferentes, e eram mais de vinte carros no grid. Quando iniciou-se a corrida de fato com a largada, foi a corrida mais violenta já vista que eu já vi: Carros bateram no muro, viraram de cabeça para baixo, pegaram fogo, saiu piloto com o corpo em chamas do carro, teve carro virando do avesso, uma barbaridade. Eu nem cheguei a assistir a corrida toda, desliguei a TV no meio da “violência”. Depois de passado certo tempo, liguei a TV novamente e a corrida já tinha acabado. O Galvão Bueno anunciou que, felizmente, ninguém havia morrido na prova, e também anunciou o nome dos pilotos que chegaram ao pódium (e eram três brasileiros): Em primeiro lugar, ganhou um amigo meu que só existia nesse sonho (e eu não me lembro o nome dele), na segunda colocação, quem chegou foi o Junior, da dupla Sandy e Junior (que, no sonho, era piloto de Formula 1), e completando o pódium, na terceira colocação, quem chegou foi a Sandy, irmã do Junior. Na entrevista que os três deram após a corrida, o meu amigo vencedor da corrida, disse alguma coisa que eu não me lembro mais (acho que eu nem ouvi o que ele disse, não prestei atenção). Quando entrevistaram o Junior, perguntaram a ele há quanto tempo ele estava no automobilismo, e ele respondeu alguma coisa do tipo: “Eu já estou no automobilismo há muito tempo, já participei de várias categorias…”, e ao entrevistarem a Sandy, terceira colocada, fizeram essa mesma pergunta a ela e a minha querid… Digo, e a Sandy disse que essa era a primeira corrida dela no automobilismo (e logo na Formula 1). Numa outra parte do sonho, que aconteceu em outro dia (talvez o seguinte ao da corrida), esse meu amigo que ganhou a corrida, que também era amigo da Sandy e do Junior, foi comigo e com a dupla comemorar a vitória dele e a chegada ao pódium da minha dupla de cantores favorita por alguns lugares legais pelo mundo afora (aí começa a parte festiva do sonho). Fomos para shoppings, para cidades bacanas, para baladas, enfim, curtimos a comemoração adoidados e, de quebra, eu conheci Sandy e Junior pessoalmente (eu já perdi a conta de quantos sonhos eu sonhei que havia conhecido Sandy e Junior pessoalmente, ou só a Sandy), uma coisa que eu desejava tanto (e continuo a desejar depois que o sonho acabou, já que não aconteceu de verdade). Num desses lugares bacanas que nós quatro fomos, que era um lugar bastante esquisito, todo verde e escorregadio, tinha um monte de meleca verde grudada na parede, e eu escorreguei para a esquerda rapidamente e encostei nessa meleca. Não é necessário dizer que foi bastante desagradável encostar na meleca, mas não foi nada. O sonho terminou momentos depois.

Algo me diz que este sonho tem um significado especial para mim no momento atual que eu estou vivendo, é um sonho para se refletir. Vou terminando esta blogada por aqui! Tchau a todos os internautas que estiverem lendo isto, e tomara que a segunda parte do sonho (especialmente a parte de conhecer Sandy e Junior) aconteça de verdade, de alguma forma!


Doente na cama

14 de julho de 2005

Olá, internautas! Hoje eu vou ser bem breve, hoje irei contar um sonho que eu tive semana passada mais ou menos. Sonhei que eu estava na cama, ou seja, na parte de cima do meu beliche, onde eu durmo. Eu estava no meu quarto mesmo, embora parecia que os móveis estavam desorganizados. O ambiente estava meio cinzento, turvo. Eu estava de cueca verde, uma cueca toda largona que eu tenho aí no meu armário e que eu pouco uso, estava apenas com essa cueca verde, mais nada, além de um lençol meio mixuruca que me cobria, que quase não fazia diferença. Acho que eu estava doente, não sei que doença que era. E algumas pessoas vinham me visitar para ver como é que eu estava. Não lembro que pessoas eram, só sei que o meu psiquiatra apareceu para ver como eu estava, e eu fiquei envergonhado em aparecer só de cueca, rapidamente me cobri com o lençol. É basicamente isso.

Outro sonho interessante que eu queria contar a vocês (e novamente serei bem breve para contar o sonho) foi um sonho sonhado lá pelos anos de 1998, por aí. Sonhei que eu estava numa comunidade toda dentro de uma espécie de nave feita com um material preto com as vértices verdes. Acho que devia ser uma nave interplanetária ou coisa do tipo. Lá, tinha vários departamentos esquisitos, tinha cozinha, outros cômodos, mas era tudo como se fosse uma outra dimensão, podia ir para um lugar mais ao alto sem pegar elevador e nem subir escadas, era só dar uma voada. Os moradores dessa comunidade eram seres humanos assim como vocês e eu. Eu não sabia o que estava fazendo naquela nave, acho que estava só de visita. Não me lembro de nenhum momento marcante, que eu me lembre com nitidez absoluta. Apenas o fato de, no final do sonho, ter aparecido uma imagem completamente nada a ver com o sonho em si: Um carro do tipo Jeep de cor amarela (ou era verde?) correndo em alta velocidade e fazendo uma leve curva à esquerda. E aí acabou o sonho. Nada a ver esse Jeep no final do sonho, vocês não acham?

Boa noite, internautas, tenho que dormir, beijo!


FHC aliado do Lula?

5 de julho de 2005

Oi, gente! Hoje vou postar um sonho político, sonhado neste último domingo, dia 3 de julho de 2005. Sonhei que o presidente Lula chamou o Fernando Henrique Cardoso para uma conversa em seu gabinete. Eu fiquei do lado de fora, tentando ouvir o que os dois conversavam. A parede que me separava dos dois conversando era de madeira, tipo uma divisória. Não dava para escutar direito o que ambos falavam, mas dava para perceber que era uma conversa amistosa. Em um determinado momento, eu espiei pela entrada do gabinete presidencial (que nem tinha porta) e deu para ouvir algumas frases ditas pelos dois. Deu para ver que os dois estavam de pé. Ouvi o FHC dizendo mais ou menos assim: “Nós dois podemos fazer uma aliança política!” E o Lula respondeu mais ou menos assim: “Eu poderia te colocar no governo, tudo vale para o bem da nação!” Não sei se foram exatamente com essas palavras que os dois falaram, mas foi isso que os dois queriam dizer. No final da história, o presidente Lula nomeou o Fernando Henrique Cardoso como Ministro Chefe da Casa Civil no lugar do José Dirceu. Nem o Lula e nem o FHC notaram a minha presença bisbilhoteira no gabinete presidencial. E o sonho foi só isso.

Bom, eu vou aproveitar que eu estou com tempo sobrando e vou contar outro sonho curto, sonhado poucos dias antes desse sonho político que eu acabei de contar. Sonhei que eu estava numa casa (que mais parecia um castelo) que pertencia a uma garota que aparentava ter uns 16 anos. Lá, morava ela e a família dela. A casa não era bem uma casa, parecia mais um enorme castelo medieval, muito enorme, e todas as paredes eram feitas de tijolos azuis claros. Lembro-me que eu andava pelos corredores do castelo, lembro-me que a garota dona da enorme casa me deixou entrar na sala e se apresentou e apresentou também a família dela, que era o pai dela (que era barbudo), a mãe dela e as duas irmãs menores (a dona da mansão era a irmã mais velha das três). Dentro da casa, havia tudo que uma casa normal tem, nada de diferente, tinha televisão, mesa de centro, sofá, etc. Era uma família normal, só a casa que era diferente (além do fato da dona da casa ser a filha mais velha, e não o pai ou a mãe). Não me lembro se a moça dona da casa disse seu nome e o nome dos parentes dela (se disse, eu não me lembro mais os nomes). Tem alguns detalhes do sonho interessantes: A porta de entrada da casa (mansão, melhor dizendo) era uma simples porteira de madeira baixinha daquelas de trinquinho. Ficava numa rua não muito movimentada, uma rua normal, num bairro residencial, e as outras casas dessa rua eram casas normais, tipo as daqui de Praia Grande. Lembro-me que a moça proprietária da mansão trajava blusa vermelha e calça preta, e o pai dela trajava blusa azul clara. Toda a família usava roupas normais, mas eu não me lembro a cor da roupa do resto da família e nem a cor da calça do pai da moça dona da casa. O sonho foi basicamente isso.

Bem, meus caros internautas, termino aqui este post! Tenham um bom dia! Ou então, uma boa tarde ou uma boa noite, dependendo da hora que você estiver lendo isto!


A 1ª aparição do Superfred em um sonho do Allan

1 de julho de 2005

Olá, queridos internautas! Me desculpem por eu ter deixado de postar na semana passada! É que me faltou tempo, estou cheio de coisas para fazer na Internet, principalmente acessar o Orkut, onde eu participo das minhas comunidades e mantenho a minha comunidade de amigos. Bom, vamos ao sonho a ser postado hoje (que era para ser postado semana passada, que foi o dia que eu sonhei este sonho, dia 22/06/2005). Sonhei que eu estava na minha casa da vida real, na parte da frente (só que um pouco modificada, tinha mais espaço físico) e havia um monte de gente na casa, alguns familiares (como as minhas primas) e outros desconhecidos. Aí apareceram umas abelhas meio esquisitas, eram todas laranjas e reluzentes, e essas abelhas eram abelhas malditas, elas poderiam ferir gravemente qualquer pessoa. Acho que as abelhas não feriram ninguém (eu acho). Elas foram espantadas por mim ou pela minha mãe, não me lembro direito. A partir daí, vem a grande parte do sonho: Apareceram no portão da casa uma família de pregadores de uma religião daquelas, tipo Testemunhas de Jeová, evangélicos e até alguns espíritas, que batem de porta em porta pregando a sua religião. Não sei qual religião eles pregavam (eles sequer pregaram a religião deles no sonho). Eram cinco pessoas, duas delas crianças. Cada um deles segurava uma vela, as dos adultos era maior e as das crianças eram bem pequenas, quase que a chama da vela queimava o dedo delas. Como eles pareciam ser bonzinhos, deixei eles entrarem. Mas daí aconteceu o pior: Os cinco pregadores de religião começaram a matar o pessoal que estava reunido junto comigo, e até as minhas primas foram assassinadas. Para acabar com a matança, resolvi tomar uma atitude drástica: Eu mesmo virei Superfred e, do nada, apareceram o Superlipe, a Superletícia e a Superpatrícia (o Super-Time completo) para lutar contra os serial-killers a luz de velas. Esta é a primeira aparição do Superfred e de seus parceiros em um sonho sonhado por mim. A diferença é que não sou eu que viro Superfred nas histórias do Superfred, e sim o Frederico de Souza Paes, o Fred. Mas, voltando ao sonho, depois de eu ter virado Superfred, eu saí na porrada contra os matadores junto com o resto dos super-heróis. Foi uma luta e tanto, bastante emocionante. Eu peguei um dos matadores e o derrubei violentamente no chão, e atacamos coisas neles, e nós jogamos uns contra os outros, eu saquei a Espada da Sorte do Superfred (que, no momento, era eu mesmo), demos socos, chutes, os matadores também deram golpes na gente, mas no final, todos os cinco pregadores de religião de merda foram destruídos, em outras palavras, vitória do Super-Time. Sobraram só algumas pessoas vivas, que não foram mortas pelos killers. No exato momento que a família de matadores foi destruída (os cinco foram mortos, como diria no Mortal Kombat, Fatality!), acabou o sonho e eu acordei. Esse sonho vai ficar na história como o primeiro sonho com a participação do Superfred, e com ele lutando (mesmo sendo eu o Superfred, e não o Fred, da história original).

Vou ver se semana que vem eu terei tempo para blogar! Tchau, pessoal! E um beijo no coração de cada mulher cujo sobrenome seja Schmidtke! Que sobrenome lindo!