Estação de trem pegando fogo e eu bebendo champanhe para cachorro

Hoje, relatarei um sonho tido na semana passada, acho que foi na quarta ou na quinta. Sonhei que havia estações da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na baixada santista (Santos e região) que integravam com a malha metroferroviária da capital paulista. Eu estava em Praia Grande e resolvi, unto com minha mãe, subir a serra por trem.

Mas, durante o trajeto, fui informado pelos alto-falantes da composição de que uma estação, provavelmente localizada em Cubatão (não foi citado que estação era), pegou fogo e que, por isso, o trem iria passar direto por aquela estação sem abrir as portas, pois senão, os passageiros que estavam morrendo na estação incendiada, na tentativa de escaparem da morte, poderiam invadir desordenadamente os vagões, detonando tudo.

Após passar direto pela estação incendiada (inclusive vendo a mesma toda queimada e sentindo um calor diferente ao passar pela mesma, provavelmente com as pessoas que estavam na estação todas mortas) e chegar ao destino, fui para um pequeno bar que havia próximo à estação na qual eu desembarquei. O bar era bem minúsculo e possuía paredes de cor bege. Lá, estavam o tio João, marido da irmã de minha mãe, e um cachorro que era dele. Este cachorro possuía estranhos tumores que protuberavam de seu ânus, não no meio, mas nas laterais do mesmo, e tais tumores pareciam-se com pequenas cenouras. Tal cachorro ficou feliz em me ver, inclusive me lambeu. Próximo ao cachorro, havia uma estátua de outro cachorro com uma cenoura próxima ao ânus do mesmo.

Naquele bar, havia pacotes de ração (deviam ser daqueles de 15 quilos) que custavam R$28,90, além de champanhes para cachorros, cujas garrafas possuíam em seu interior, além do champanhe, outro conteúdo que eu não me lembro qual era. Os dois conteúdos da garrafa não se misturavam e o acesso a cada um deles (o que iria cair caso a garrafa fosse entornada) podia ser chaveado através de uma chave presente na lateral da garrafa. Era algo realmente de outro mundo.

Falando no champanhe para cachorros, enquanto minha mãe conversava com o tio João, eu fiquei bebendo o champanhe utilizando uma taça. O champanhe, que não continha álcool, tinha gosto de guaraná e era bem doce. Fui ver no rótulo a fim de descobrir de que sabor era aquela bebida e li que o champanhe em questão era gay, além de ter lido o nome do sabor, que era um nome composto (formado por mais de uma palavra) e sem sentido, provavelmente escrito em outro idioma. Após ter tomado quase todo o conteúdo da garrafa (todo o conteúdo de champanhe para cachorros, o outro conteúdo eu nem provei, e nem cheguei a chavear a garrafa para este outro conteúdo), enchi a taça com o que sobrou e guardei a taça numa geladeira que tinha lá.

Talvez haja alguma parte do sonho que eu não me lembre mais (provavelmente tem sim), o que eu me lembro é isso. O post acaba aqui, e até o próximo!

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