Um sonho que vale por três!

28 de julho de 2006

Olá, internautas! Hoje, finalmente, irei postar o prometido sonho anunciado na blogada anterior. Este sonho foi sonhado um dia após eu ter sonhado o sonho onde apareceu o Richard Stallman. Foi um sonho dividido em várias partes distintas. A parte principal (a primeira) se passou num ambiente meio que ao ar livre, onde o sol batia mesmo do lado de dentro do recinto, onde eu e não sei quem jogávamos futebol de palito (tem um nome certo para aquele tipo de jogo, é aquele tabuleiro de futebol que tem vários palitos dentro, palitos paralelos, que rebatem a bola quando o jogador virava a haste do lado de fora), embora o tabuleiro não fosse fechado. Quer dizer, ele até era fechado, mas ele era todo esquisito, era fechado com tela de mosqueteiro, e o tabuleiro era todo de madeira. Eu vinha de bastante longe jogar com o cara (um morador do local, provavelmente um turco), eu vinha a pé e, chegando na “fazenda” (acredito ser uma fazenda pela semelhança com a “fazenda” de Navegantes/SC, onde eu fui uma vez, uma fazenda que não era bem uma fazenda, era um rancho com telhas de amianto onde tinha umas vacas, acho que eu já contei sobre essa tal “fazenda” no meu outro blog), eu empurrava o tabuleiro para dentro do recinto, que ficava no interior da “fazenda”. Durante o trajeto até a “fazenda”, eu via várias pessoas, os moradores das redondezas, inclusive uns chineses. E os moradores da “fazenda” onde eu ia jogar futebol de palito, como já foi adiantado, eram turcos. O recinto onde eu e o turco jogávamos era um depósito de tralhas e tinha até uma estante de madeira com tralhas e ferramentas. Era um barracão, para falar a verdade, embora tivesse iluminação solar, devido ao recinto não ser fechado (não havia uma das paredes). Não me lembro quantas vezes eu fui jogar com o coiso, mas me lembro que, numa das vezes, eu acabei levando o tabuleiro de futebol de palito para casa, empurrando o tabuleiro durante todo o trajeto de volta que, como eu já disse, era um trajeto longo. Chegando em casa, eu me perguntei por que eu havia levado o tabuleiro junto comigo. E o meu irmão Écio, sei lá por quê, pegou uma tesoura e cortou a tela de mosqueteiro, e eu tive que remendar com fita gomada branca. Quando eu devolvi o tabuleiro para o coiso, empurrando aquele tabuleiro novamente durante todo aquele longo trajeto de casa até a “fazenda”, o cara nem percebeu que o negócio estava remendado. Essa foi a parte principal do sonho, a maior de todas, que deu quase um sonho completo. No total, eu me lembro de três partes, incluindo a que acabou de ser contada. Acredito que haja mais partes que eu não me lembre, provavelmente partes mais insignificantes. Uma outra parte do sonho, que ocorreu depois da parte já contada, foi um pouco mais cor de rosa e mais chata, pois o ambiente estava chato a meu ver, embora fosse um local muito bonito visualmente. Eu estava, junto com outras pessoas (uma moça que estava me acompanhando, minha mãe e meu irmão, acredito eu), no interior do campus de uma faculdade de moda ou algo assim. O ambiente tinha muitos detalhes em rosa e vermelho, havia portas de vidro, extintores, estacionamento e escadas, embora eu não tivesse visto esses dois últimos, apenas sabia que tinha. E havia muitas pessoas nos corredores. Acredito que iria haver algum evento relacionado a moda, algum desfile ou coisa do tipo. Não me lembro que moça estava junto com a gente, acredito que devia ser alguma amiga que era aluna da tal faculdade (se é que era uma faculdade, uma vez que eu não sabia direito do que se tratava). Como eu já adiantei, eu estava achando tudo isto muito chato, uma vez que eu ficava esperando em pé durante minutos a fio por algo que eu nem sabia do que se tratava. E eu estava detestando aquele local, e até rogando pragas. Até pensei comigo mesmo, olhando para as portas de vidro: “Imagine se acontecesse aqui o mesmo que ocorreu na Câmara dos Deputados!” ou algo assim, em alusão ao quebra-quebra na Câmara ocorrido a um tempo atrás e causado pelos integrantes do MLST, onde as portas de vidro foram quebradas. Essa parte do sonho foi só isso. E agora, a terceira, a última que eu me lembro. Sonhei que eu tinha ido a uma casa para resolver, acredito eu, um pepino em um computador com Windows. Era uma casa cujas paredes externas eram cor de rosa e que a porta de entrada ficava do lado oposto ao do portão do imóvel. Essa parte eu não me lembro com muitos detalhes como as outras duas partes, mas o essencial eu me lembro. Entrei na casa e lá tinha um homem barrigudo e muito mal-educado, o cara não tinha muita paciência comigo e estava meio nervoso. Depois de um tempo, apareceu o filho dele, que era o Erick da comunidade orkutiana “Windows versus Linux”, vestido da mesma maneira que ele está vestido na foto do profile dele no Orkut, com boné e tudo. Até que ele foi educado comigo, falou obrigado e tudo, ao contrário do barrigudo, que no sonho era o pai dele. Nesta parte do sonho, não me lembro de ter sentado em frente a nenhum computador para resolver nenhum pepino, muito menos computador com Windows. Acredito eu que, embora eu tenha ido na casa do Erick para resolver pepino em PC com o sistema operacional da Microsoft, eu acabei não executando serviço algum, talvez devido ao próprio Erick ter resolvido o pepino para o pai dele, embora eu não tenha essa informação no sonho (foi uma suposição minha). E foi isso, não me lembro de nenhuma outra parte além dessas três.

Nossa, mas este post foi longo! Um dos maiores já postados! E olha que eu contei apenas um único sonho! Se bem que, como foram três partes independentes, poderia ser considerado como três sonhos distintos, mas como foi tudo sonhado na mesma noite e um seguido do outro, eu considero como um único sonho com três partes distintas. Pelo menos, eu compenso o tempo que eu fiquei sem postar. Mas eu já vou preparando um novo post para ser postado no início do mês que vem, um post com dois sonhos ou mais. Provavelmente (pelo menos, é o que eu planejo), o próximo post será antes do próximo dia 15.

E este romance acaba aqui! Até o mês que vem, com mais uma blogada! E soco no saco do Bill Gates!

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Richard Stallman e Mara na FATEC

4 de julho de 2006

Olá, internautas! Eu disse que eu ia blogar na semana passada, mas não deu tempo e então eu estou postando hoje!

Como eu disse no post passado, eu irei contar o sonho no qual apareceu o presidente da Free Software Fundation, o Richard Stallman. Este sonho foi sonhado dois dias antes do sonho do último post ter sido sonhado e se passou na faculdade (a FATEC de Praia Grande, para quem não sabe), que estava não muito diferente da FATEC da vida real (só estava um tanto cinzenta, empoeirada e tinha também outros detalhes mais insignificantes, como o elevador esquisito no meio do prédio, um andaime para falar a verdade). Lembro-me que a Mara estava fazendo não sei o quê lá na FATEC, e eu a vi passando pela escada que dá acesso ao andar de cima, bem embaixo do andaime. Como eu a vi, disse oi para ela (não me lembro se eu disse mais alguma coisa), mas ela não me respondeu. Achei que ela não tinha me visto, e então, peguei o andaime (não sei de que jeito, pois este ficava suspenso, em cima da escada) e fui para o andar de cima, acho que o terceiro andar (embora a FATEC na vida real não possua terceiro andar), quer dizer, não sei se era terceiro andar, só sei que não era o segundo (ou não parecia ser o segundo). Chegando no tal andar, tinha uma porta que dava para uma sala, acho que eu entrei lá dentro (ou não cheguei a entrar, não estou lembrado), mas o fato é que a Mara passou por mim, mas não me disse nada. Então, eu fiquei um tanto quanto chateado, até uma pessoa me consolou (uma moça, mas não sei quem era), e eu resolvi dar uma espiada no andar de baixo, ao lado da escada. Então, eu vi um sujeito barbudo e que falava inglês saindo da sala do sexto ciclo. Este sujeito, como já foi adiantado no começo deste post, é o presidente da Free Software Fundation, Richard Stallman. Uma observação importante é que, na vida real, não dá para se observar a porta da sala do sexto ciclo estando no andar de cima sob nenhuma hipótese, uma vez que a sala do sexto ciclo fica quase embaixo da pessoa que estaria observando ao lado da escada (na verdade, um pouco mais para a esquerda). Voltando ao Stallman, este estava falando com não sei quem, em inglês. Achei um fato bem inusitado o fato dele estar na FATEC, e resolvi descer para vê-lo mais de perto. Chegando no térreo, eu me aproximei do RMS, mas não disse nada a ele e nem o chamei, e ele nem me notou, ele continuou falando inglês com o cara. Acredito que tenha outras partes deste sonho que eu não me lembre, mas o principal era isso aí. Acho que teve uma outra parte que aconteceu antes da parte de eu ter visto a Mara, na qual apareceu a mamãe e meu irmão (e possivelmente outras pessoas), mas não me lembro direito o que havia acontecido nessa parte.

Embora vocês não tenham percebido, enquanto eu escrevia este post de hoje, eu dei uma ida ao banheiro para fazer xixi e lá no banheiro eu lembrei de um sonho antigo que eu havia sonhado faz muito tempo, acho que mais de sete anos (acredito eu). Fui dar uma olhada no meu histórico de sonhos postados para ver se tal sonho já havia sido postado e vi que ele ainda é inédito. É um sonho bem besta. Sonhei que o Écio (meu irmão, para quem não sabe) tava de pé em cima de não sei aonde e eu tinha um braço extremamente comprido, além de ser baixinho. Acho que eu era um ET ou algo do tipo. E o Écio era bem alto (na vida real, eu sou mais alto que ele). Eu acho que eu e ele, inclusive, éramos uma coisa só, comigo sendo a parte de baixo. E estávamos num recinto cujas paredes eram vermelhas, um cubículo para falar a verdade. Basicamente, o Écio ficava em cima de não sei o quê e eu esticava o braço para passar um pincel com tinta na cara dele. Eu só fazia isso no sonho, enquanto ele ficava lá parado. E eu pintava ele de várias cores. E o sonho foi só isso! Outro sonho besta para a coleção!

Eu estava pretendendo postar, além destes dois, um outro sonho, mas como tal sonho contém bastante detalhes, teria este sonho que ser postado unicamente num post. Então, será postado na próxima blogada. Sendo assim, até a próxima blogada!