Silvio Santos na Globo e eu com o estagiário na cama de casal

21 de janeiro de 2012

Hoje eu irei postar dois sonhos sonhados no último mês de Dezembro.

O primeiro sonho deste post foi sonhado no dia 22, três dias antes do Natal. Sonhei que o Silvio Santos participou de um programa de auditório estilo Show do Milhão, só que na Rede Globo. Inclusive, o pessoal comentava sobre a presença do Silvio Santos num programa da Rede Globo, além do fato do dono do SBT estar se esforçando bastante para vencer o jogo que, como eu disse, era no estilho do Show do Milhão, antigo programa do SBT apresentado pelo Silvio, ainda que as regras (que eu não me lembro) eram diferentes das do clássico programa de perguntas e respostas. Só me lembro disso deste sonho.

O segundo sonho foi sonhado cinco dias depois, no dia 27, dia do aniversário da Mara, amiga minha dos tempos do colegial na qual eu sonhei com ela várias vezes, a maioria relatada neste blog. Mas não foi com ela que eu sonhei neste sonho, e sim com um estagiário da empresa que eu trabalho, que é gosta muito de jogos eletrônicos, sobretudo os do XBOX 360.

Sonhei que eu estava numa casa em alguma cidade do interior de São Paulo (que, apesar de pequena, possuía metrô, e parece que tinha apenas uma única linha, que cortava a cidade de leste a oeste) e essa casa era do meu avô (não sei que avô era) ou de algum tio. Do lado de fora da casa, tinha uns homens, acho que alguns eram caipiras, que ficavam conversando.

E no cômodo da frente (não me lembro de ter visto os demais cômodos), havia uma cama de casal e um monte de notebooks empilhados, e a pilha de notebooks tinha mais ou menos um metro de altura, ou um pouco mais que isso. Eu cheguei a me deitar na cama, no lado direito desta. Em um dado momento, entrou o estagiário e este me falou não sei o quê. Acho que era algo sobre aquela pilha de notebooks. Ele se sentou do lado esquerdo da cama de casal, enquanto eu estava sentado do lado direito da mesma.

Então, eu resolvi ligar meu notebook, que é este onde eu estou digitando essa bagaça no editor de texto, mas me lembrei que eu não o levei comigo quando viajei para aquela cidade. Resolvi então, com autorização do estagiário, pegar um dos notebooks que estavam empilhados (parece que ele era o dono daqueles notebooks, acredito eu). Peguei um que era preto e que, segundo a descrição das configurações que constava na parte de baixo do equipamento, possuía processador Pentium 90 MHz, com 16 MB de memória RAM, uma configuração bastante defasada para os dias atuais. Não me lembro de ter ligado o notebook, pois acordei pouco tempo depois.

Até o próximo post, e espero um dia ver a Mara pessoalmente pelo menos mais uma vez, desde o primeiro semestre de 2009 eu não a vejo…


A música do diabo

7 de janeiro de 2012

No primeiro post do ano de 2012, irei relatar um sonho que tive no dia 10/12/2011, um sonho, digamos, diabólico. Sonhei que quem cantava a música Don’t You Forget About Me, da banda Simple Minds, era, na verdade, o diabo, e que o videoclipe dessa música enlouquecia as pessoas que assistiam o mesmo.

Vou iniciando o relato da primeira parte que eu me lembro, antes dessa parte, eu não me lembro de nada do sonho. Estavam eu, minha mãe e meu irmão num supermercado quando, ao avistar um pão que estava na prateleira e que tinha aparecido num comercial, meu irmão pediu para que o mesmo fosse comprado. O pão era um produto licenciado de algum desenho animado infantil, com seus personagens aparecendo tanto no rótulo quanto no comercial do produto. Depois do meu irmão encher o saco para que comprássemos o pão, compramos o mesmo. Chegando em casa, vimos que o pão era minúsculo e, ao comermos o mesmo, vimos que o pão estava cheio de espinhas. Acho que o pão devia ser feito de peixe. No sonho, assim como na vida real, meu irmão já era adulto, com 33 anos de idade.

Posteriormente, fui sozinho para um bar onde havia um telão. Não sei se cheguei a beber alguma coisa (na vida real, eu não bebo). Em um dado momento, começou a ser exibido no telão um videoclipe e logo em seguida fui avisado por um cara do bar que aquele videoclipe, caso assistido por completo, fazia a pessoa que estivesse assistindo enlouquecer. Fui avisado também que quem cantava aquela música era o diabo e que aquela era a música do diabo. A música, como eu já adiantei no início do post, era a Don’t You Forget About Me, da banda Simple Minds.

Para não enlouquecer, eu assisti o videoclipe olhando o mesmo de relance, não diretamente, e virando o rosto para o lado de vez em quando, para não vê-lo por inteiro. O videoclipe consistia basicamente no diabo cantando num microfone preso a um suporte e segurando uma guitarra ao lado de uma linda mulher de cabelos pretos e seios fartos (ora ela aparecia à esquerda do amornado, ora só o mesmo aparecia cantando, sem a mulher), com uma animação verde ao fundo que era tipo uma proteção de tela do Windows, cujo efeito saía de dentro para fora, como se aquilo tentasse hipnotizar que assistia ao clipe. A cena do diabo cantando era alternada com outras, como as cenas onde a mulher aparecia fazendo uma dança diabólica e se despia, além de outras. No começo do videoclipe, a moça estava de vestido vermelho, posteriormente, numa das cenas intercaladas, ela estava com um roupa meio transparente, na qual dava para ver os seios, e na última cena que eu me lembro, a moça estava nua, debaixo do chuveiro e abaixada, com o rosto voltado para baixo e completamente imóvel. Em um determinado momento do clipe, um pouco depois do no início do mesmo, creio eu, cheguei a pensar comigo mesmo algo como: “posteriormente, irei assistir a esse videoclipe inteiro, com calma”, acreditando que o mesmo não me enlouquecesse caso eu o assistisse no meu PC.

Depois de terminada a exibição do videoclipe satânico, saí do bar e fui para a rua, na qual estava deserta, não havia nenhuma pessoa na rua, com exceção de mim. Andei durante alguns minutos até parar para descansar num banco próximo à entrada de um estabelecimento comercial. Em cima do banco onde eu sentei, havia algo que não me lembro o que era, acho que era um papel com algo escrito. Após sentar-me no banco, tirei do bolso minha carteira (embora eu não use uma carteira na vida real, muito menos uma que seja semelhante à do sonho) e nela, havia várias coisas dentro, inclusive o CD do diabo, que incluía a música Don’t You Forget About Me. Resolvi dar uma olhada no encarte daquele CD e vi, dentre outras ilustrações feitas por algum cartunista, uma na qual havia uma espécie de etiqueta cobrindo o desenho, que dizia que aquela cena foi censurada porque era de muito mal gosto, ou algo assim, e que para ver a cena, se assim desejasse, o proprietário do CD tinha que remover a etiqueta. Na etiqueta, informava também que o desenho censurado era de uma das cenas do videoclipe (na qual não eu vi, pois eu devia estar olhando para o lado) na qual o diabo botava fogo em um gato. Depois dessa parte, acordei.

Até o próximo post, com outro sonho, provavelmente não-satânico como este!