Terroristas e calvície

25 de novembro de 2005

Oi, pessoal! Estou meio atrasado para blogar neste blog, mas antes tarde do que nunca! Hoje eu vou contar dois sonhos sonhados um e dois dias após o último sonho postado aqui, respectivamente.

O primeiro foi um pesadelo. Sonhei que um grupo de terroristas havia feito eu e mais um monte de gente de refém. Eles apontavam metralhadoras para as cabeças de cada pessoa e faziam ameaças em espanhol e em português. Eu e o resto do pessoal estávamos numa espécie de corredor andando tranqüilamente, quando terroristas vestindo cor bege (cor igual à do chão e do ambiente) botaram armas na cabeça de todo mundo, fazendo ameaças, inclusive a mim. E o terrorista que apontava a metralhadora para a minha cabeça fez ameaças primeiro em espanhol, depois em português. Cheguei até a chorar, perguntando o que é que eu havia feito a eles. O sonho foi só isso. Se eles me libertaram, isso eu não sei.

O segundo sonho de hoje não foi tão ruim e foi sonhado um dia depois desse pesadelo que eu acabei de contar. Sonhei que eu havia ficado com calvície, com muito pouco cabelo na cabeça. Eu tava que nem o professor Ademir da FATEC. Um cabelo de véio. Eu passava a mão na minha cabeça e não me conformava de ter tão pouco cabelo na minha cabeça. Quando eu acordei, fiquei aliviado em saber que aquilo era só um sonho.

É só isso e até a próxima, internautas!


A mulher proibida

17 de novembro de 2005

Olá, pessoal! Hoje é dia de sonho! E hoje tem sonho legal! Pelo menos, legal para mim!

O sonho de hoje foi sonhado no dia 14/11/2005, segunda-feira. Sonhei que eu tive contato com uma mulher “proibida”. Proibida por ser “suja”, o pessoal das redondezas não gostava dela, ela tinha jeito de ser malandra, ou seja, não era flor que se cheirasse. Foi assim, eu morava no prédio de trás e ela morava no prédio bem a frente do prédio onde eu morava com a minha família. A recomendação geral era para nem chegar perto daquela mulher. Mas não foi bem isso que aconteceu no sonho. Eu acabei trombando com a moça algumas vezes, nos momentos em que eu passava em frente ao prédio onde a tal moça morava. A moça (que tinha cabelos ruivos e parecia ser uma mulher normal) falava pouco e aparentava ser tímida. Eu via ela e depois ela entrava no prédio onde ficava o apartamento dela. No sonho, eu gostava de passear por entre os dois prédios, o de trás e o da frente, isto porque, pelo menos neste sonho, eu tinha bastante tempo livre. Mas meus contatos com aquela moça (que eu nem sabia o nome) não ficaram só nisso: Por uma vez, eu fui até o apartamento dela! Não sei o que eu fui fazer lá, mas me deu uma baita sensação de proibido que vocês nem fazem idéia (tudo o que é proibido é mais gostoso). Entrei no apartamento dela e falei um pouco com ela. E o impressionante é que dava para ver pelo braço dela as energias negativas que ela trazia consigo, parecia que havia berebas no braço dela, só que não eram bem berebas, era alguma coisa parecida com berebas, mas não eram berebas. Para quem não sabe, bereba é um sintoma alérgico que se caracteriza pelo aparecimento de bolinhas vermelhas na pele, é parecido com brotoeja, mas não é brotoeja, esse sintoma alérgico acontece bastante quando um palmeirense veste a camisa do Corinthians ou vice-versa. Voltando ao sonho, eu fiquei no apartamento da mulher durante algum tempo, ela falava pouco, eu menos ainda, não fiquei muito tempo lá, uma vez que eu fiquei com um certo medo de ela me fazer alguma coisa. Eu sabia que, caso meus parentes descobrissem que eu estive com ela, iriam brigar comigo. Voltei logo para casa, tomei muito cuidado para que eu não fosse visto por ninguém (caso eu fosse visto saindo do apartamento da mulher, alguém poderia contar para meus parentes, além de eu ser mal-visto pela sociedade). Depois que eu cheguei em casa, fiquei pensando naquela moça proibida (e até que ela era bonita). E, antes do sonho se encerrar, eu ainda pensei sobre o fato de eu ter ido no apê dela, falado com ela, tocado nela (não taradamente, só encostei a mão nela), além de pensar no eventual perigo de eu estar junto a ela, se bem que ela não me fez nada e eu nem fiquei sabendo de alguma coisa errada que ela fez. Talvez ela fosse apenas uma moça drogada (se bem que eu não vi ela usando qualquer tipo de entorpecente) ou talvez fosse só mais uma grande lenda urbana, que só mete medo, mas não faz nada. E o sonho foi esse. Particularmente, eu até gostei deste sonho, teve um sabor meio que (ou completamente) proibido.

Bom, como o texto dessa blogada foi extenso, por hoje é só. Eu estava pensando em contar mais dois sonhos sonhados também nessa semana, mas aí o post ia ficar maior que o texto da GNU General Public License, aquela famosa licença de software de código-fonte aberto como o do Linux. Semana que vem, irei contar esses dois sonhos. Assim como este que eu contei hoje, os sonhos da próxima blogada serão uns sonhos daqueles. E até semana que vem, internautas!

PS: O bebê que a Mara tá esperando será uma menina! Ela ficou sabendo ontem!


Dupla acidentada e outro sonho tarado

9 de novembro de 2005

Oi, gente! Essa segunda-feira, dia 07/11/2005, eu tive outro sonho com a Sandy e seu irmão, um sonho “acidentado”. Sonhei que a dupla havia se acidentado não sei de que jeito (acho que foi de carro, mas não tenho certeza) e que os dois acabaram com o braço machucado. Tanto a Sandy quanto o Junior ficaram impossibilitados de doar sangue. Mas até que o sonho não foi tão ruim, pois enfatizou a recuperação de ambos, e, no final do sonho (ou ainda no começo, pois me parece que o sonho já começou depois que todas as partes que eu citei anteriormente aconteceram), Sandy e Junior já puderam doar sangue novamente. Não sei se a dupla, na vida real, costuma doar sangue (eu ainda não, mas quem sabe um dia), mas no sonho, era de grande importância que os dois doassem sangue, principalmente a Sandy. Também me lembro que eu tava num lugar meio cinzento e azulado, mas não me lembro direito aonde era, acho que foi lá que eu fiquei sabendo dos acontecimentos em relação à Sandy e ao Junior. E o sonho foi só isso.

Para não ficar no “só isso”, eu vou contar um sonho bastante antigo (antigo e tarado), que eu sonhei faz anos. Sonhei que eu havia ficado invisível meio que involuntariamente. Enquanto eu estava invisível, me dava uma sensação que eu não estava sendo visto por ninguém. Durante todo o sonho, eu ficava andando entre a multidão. Eu fiquei invisível por duas vezes. Na primeira vez, eu nem percebi direito que eu estava invisível, e quando eu percebi, não quis me aproveitar daquilo. Então, eu fiquei pensando, após eu voltar a ficar visível: “Eu acho que eu deveria ter aproveitado que eu estava invisível e eu deveria ter pegado nos seios de uma mulher qualquer que estivesse passando por aí” ou alguma coisa parecida com isto, se bem que eu mesmo não estava muito de acordo com a idéia. Depois de bastante tempo, involuntariamente eu fiquei invisível de novo e, dessa vez, eu cometi um ato tarado. Estava passando bem na minha frente uma moça muito bonita com os seios fartos, que trajava uma blusa cinza clara. E adivinhem o que eu fiz? Acho que vocês já devem ter imaginado o que eu fiz. Ela parou bem na minha frente, acho que era até na porta da antiga escola onde eu cursei o Ensino Médio, fiquei com aquela vontade, aproveitei que eu estava invisível e meti as duas mãos com muita vontade nos seios daquela moça bonita. Alvejei ela com tudo. Ela, é claro, ficou assustada. E bem nessa hora, antes mesmo de eu tirar as mãos dos seios da linda moça, o sonho acabou. Mais um sonho tarado para a coleção. Lembrando que eu não sou tarado na vida real.

Bom, pessoal, este foi o sonho de hoje. E até a semana que vem, com outro sonho, seja esse sonho tarado ou não!


Moça mística

4 de novembro de 2005

Oi, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho curto (estou com pouco tempo para postar), mas bem recente. Sonhado há poucos dias, foi um sonho um tanto místico. Sonhei que havia uma mulher que era meio feiticeira (embora não tivesse feito nenhum feitiço no sonho) e essa mulher vivia num lugar meio escuro, acho que era a casa dela (ou o lugar onde ela fazia os bagulhos místicos dela). Um detalhe importante é que ela não mostrava o rosto. Eu tava lá junto com ela e esta moça me pediu para eu participar dos troços místicos dela. Ela me fez chacoalhar uns chocalhos, um negócio meio de doido. Fiquei com o pé atrás, mas fiz o que ela pediu. Também cheguei a conversar com ela sobre alguns assuntos que eu não me lembro. Durante o sonho todo, eu tentava adivinhar quem era aquela mulher. Eu achava que era alguém conhecida, talvez com mais de 40 anos. No final do sonho, a mulher resolveu sair debaixo dos panos que a cobria e me revelou sua identidade. O nome dela eu não me lembro mais (nem sei se ela me falou), mas ela era bem diferente do que eu imaginava, era uma moça jovem, morena e aparentava ser um pouco mais velha que eu. E a cara dela tava meio suja de uma meleca branca não-identificada, parecia aquela tinta de corrigir erros escritos a caneta. E o sonho acabou aí.

Tchau a todos e uma boa semana!