Cirurgia na vista!

25 de agosto de 2005

Olá, internautas! Hoje eu tive um sonho cirúrgico! Sonhei que eu estava fazendo uma cirurgia nos dois olhos! Começou assim: Eu estava me preparando para me operar (fazer essa cirurgia) já há algum tempo, pelo menos há alguns meses. Eu não havia feito a cirurgia antes por medo, mas desta vez, eu tomei coragem o suficiente para fazer tal cirurgia. A cirurgia consistia em cortar um pedaço de pele dos dois olhos, e esse pedaço de pele ficava atrapalhando a visão, tornando-a meio embaçada. Não tem nada a ver com catarata, o pedaço de pele ficava do lado de fora do olho e dava para ser visto apenas olhando para o espelho. Um tal de Késio foi o médico chamado para fazer a cirurgia. Ele e uma ajudante dele. A minha mãe estava junto na sala de cirurgia para me acompanhar. Aí começou a cirurgia. O tal Doutor Késio começou a cortar a pele excedente do meu olho esquerdo e eu nem senti nada, a não ser a pressão do bisturi em cima do olho que o cirurgião fazia. Eu ficava vendo tudo somente pelo meu olho direito. Terminada a cirurgia no meu olho esquerdo, Késio começou a operar o olho direito, e eu fiquei vendo a cirurgia pelo meu olho esquerdo, que acabava de ser operado. Aí eu comecei a notar que a minha visão estava mais nítida. Terminada a cirurgia, eu me levantei da maca (eu estava deitado) e percebi que eu estava enxergando quase que perfeitamente, embora a minha visão não tivesse ficado 100%. O Doutor Késio até elogiou a minha coragem, dizendo que os florais que ele havia receitado para eu tomar estavam surtindo efeito. Na vida real, eu até tomo florais, mas não é nenhum cirurgião que me receita tais florais. Mas como na vida real, os florais que eu tomava no sonho, que eram receitados pelo Doutor Késio, eram para diminuir o medo. Continuando: Aí eu falei que eu estava enxergando muito melhor que antes, então fui informado pela minha mãe que aquela era apenas a primeira cirurgia, uma segunda cirurgia, agora definitiva e que acabaria de vez com o meu problema de visão, deveria ser feita posteriormente. Aí o Késio e sua ajudante foram embora de casa (a cirurgia aconteceu em casa). Por falar em casa, a casa onde eu morava neste sonho (para variar) era totalmente diferente da casa onde eu moro na vida real. Era uma casa toda feita de tijolos e tinha até o segundo pavimento, onde ficava o meu quarto. A cirurgia ocorreu no térreo. Depois que o doutor foi embora, eu saí e fui dar uma olhada nas coisas, agora com a visão mais nítida. Inclusive, fui até meu quarto e toquei uma campainha que ficava numa janelinha pequena, fazendo o pessoal pensar que havia chegado visita. Além disso, eu fui para a rua e observei o comércio, onde tinha lojas que vendiam televisores e outras coisas. E, como no sonho era época de Carnaval, tinha umas TVs ligadas dando notícias sobre a apuração dos votos do Desfile das Escolas de Samba de São Paulo. Para a minha infelicidade, noticiaram que ganhou a Gaviões da Fiel pela sexta vez. Logo, vieram os comentários (inclusive meus) de que a Gaviões da Fiel havia comprado os jurados e ganhado roubado, assim como comprou aquele título mundial de clubes da Fifa. Acho que o sonho acabou aí.

E por pouco eu não esqueço o nome do médico que me operou no sonho! Lembrei um pouco antes de começar a escrever o post de hoje!

Por hoje é só! E até a semana que vem!


Filme sem noção sobre a Avril Lavigne

19 de agosto de 2005

Oi, pessoal! Hoje (ou melhor, anteontem) completam-se dois anos de existência deste blog! E hoje eu vou contar um sonho que eu sonhei em Julho, outro sonho sobre a cantora canadense Avril Lavigne!

Foi assim: Eu e uma turma de estudantes (que não eram da FATEC, acho que deviam ser da antiga escola do terceiro colegial, embora eu não tivesse reconhecido ninguém) fomos assistir a um filme muito louco, um filme sobre a Avril Lavigne. O filme era bem sem noção: Era a história de vida da Avril, só que completamente nada a ver. No filme, a cantora canadense tinha mais de cinco mil anos de vida e estava há centenas e centenas de anos (quase toda sua vida inteira) aprisionada numa cápsula, condenada a cantar o mesmo trecho de uma música completamente sem noção e ainda por cima congelada. Até que um dia ela conseguiu se libertar da cápsula e pôde conhecer o mundo atual. Ela estava com os cabelos loiros (assim como hoje em dia) e trazia consigo uma guitarra cor de rosa (que ela usava para cantar o mesmo trecho da música sem noção dentro da cápsula). No meio do filme, não sei por quê eu meti a mão na fita magnética do filme, quase destruindo o rolo de fita onde o filme estava sendo exibido (era um rolo de fita magnética meio esquisito, estava pregado na parede). A diretora me deu uma bronca e depois o filme prosseguiu. Essa foi a parte principal do filme. Teve uma série de outras partes sem noção, como uma parte onde passava na televisão o desfile das escolas de samba de não sei aonde e eu e uma família de outras pessoas assistíamos na casa dessa família esse desfile. No meio do desfile, um cara que estava junto comigo, que parecia um português e ainda por cima era boiola, resolveu abrir um pacote de queijo ralado sem ter porquê. Como ele estava bêbado, acabou não cortando o pacote direito com a tesoura e abriu que nem o nariz dele. Não sei o que ele fez com o queijo ralado. As outras partes do sonho estão de alguma forma ligados com essas duas partes, ou com a parte do filme da Avril Lavigne ou com a parte do cara cortando o queijo ralado que nem um nariz. As partes foram basicamente de algumas pessoas comentando sobre o filme, ou sobre o desfile das escolas de samba, ou eu tava fazendo outra coisa, nada de interessante. Além disso, se eu fosse contar o sonho inteirinho, vocês iam levar mais de seis horas para ler esse post de hoje, já que o sonho possui uma porrada de detalhes sem importância, ainda mais que eu não me lembro mais de todos eles. Lembro-me que, assim que eu acordei, eu lembrava de todos os detalhes, mas algum tempo depois, eu já comecei a me esquecer desses detalhes. Acabou aí.

E hoje, finalmente, eu estou lançando a segunda edição do e-book dos Sonhos do Allan! Agora com 94 blogadas e mais de 120 sonhos! Para baixar o e-book, clique aqui neste link!

Até a semana que vem e tomara que eu sonhe cada vez mais!


Dois sonhos antigos, velhos pra dedéu!

12 de agosto de 2005

Oi, internautas! Hoje, por falta de opção, estarei contando um sonho de mil novecentos e me esqueci. Já faz bastante tempo que eu tive um sonho imbecil, bem imbecil mesmo. Acho que foi quando eu era criança, quando eu tinha uns 4 ou 5 anos. Sonhei que eu estava me olhando no espelho antigo que a minha mãe tinha na época que eu morava em Curitiba (época que este sonho foi sonhado). Eu ficava me olhando nesse espelho e também fiz outras coisas além de me olhar no espelho, como coisas do dia-a-dia, brincar com os brinquedos e etc. Não sei se eu fiz outras coisas fora isso. Numa das vezes que eu olhei para o espelho, eu vi que cresceram enormes bigodes embaixo do meu nariz (parecia ser o maior bigode do mundo, tipo esses que disputam campeonatos mundiais de bigode mais comprido ou mais exótico) e eu tomei um enorme susto. Aí eu acordei. Era para eu ter contado esse sonho antes, mas esse sonho é tão imbecil que só agora eu tive coragem de contar essa bosta!

Vou contar outro sonho datado da mesma época, também imbecil, mas nem tanto assim. Trata-se de um sonho inspirado em algum desenho animado que eu assistia no programa da Xuxa, na época que eu era criança. Sonhei com uma personagem de um daqueles desenhos animados, era uma mulher, mas eu já não me lembro mais quem era, já que tal desenho animado não passa mais na Globo e nem em outro canal (e eu nem sei que desenho animado era, antigamente eu sabia, mas agora eu me esqueci). Acho que era uma princesa. O que eu me lembro é que ela estava vestindo uma calça comprida vermelha feita de plástico. Junto com ela, havia o príncipe, que era marido (ou namorado) da princesa. Ambos estavam no meu quarto da época, lá em Curitiba. Acho que também tinha o vilão do desenho junto, mas isso eu não me lembro se tinha no sonho ou não, mas acho que apareceu. Tanto a princesa quento o príncipe (e o vilão) eram de carne e osso, e não de desenho animado. Não sei direito o que o casal de personagens do desenho que passava no programa da Xuxa ficaram fazendo no meu quarto, se ficaram brincando comigo, se ficaram lutando contra o vilão ou se estavam fazendo outra coisa. O sonho foi isso.

Como você já deve ter percebido nesses dois sonhos, além de outros já postados neste blog que eu sonhei quando eu tinha 4 ou 5 anos, naquela época eu não sonhava sonhos tão loucos e tão mirabolantes quanto os sonhos que eu sonho atualmente, como o fantástico sonho da chuva de refrigerante de laranja, onde muita gente ficou boiando na enchente de refrigerante de laranja gelado, ou o trágico (e cômico) sonho do jogo de futebol trágico na Áustria, onde o juiz marcou um pênalti fora do estádio de futebol e, na cobrança, a bola acabou demolindo um escritório de advocacia, ou então o quentíssimo sonho onde eu beijei a boca da minha querida irmã (na época, fiquei meio constrangido por ter sonhado este sonho e até por eu ter contado tal sonho neste blog). Antigamente, quando eu morava em Curitiba, meus sonhos não eram tão loucos, eu sonhava mais com coisas que aconteciam no dia-a-dia ou com coisas que eu via na televisão (a exemplo da princesa e do príncipe do desenho do programa da Xuxa), nada de tão mirabolante. Posteriormente, lá pela época de 1992 a 1995, eu já sonhava com sonhos mais malucos, porém ainda não tão malucos como os de hoje. Exemplos de sonhos sonhados nessa época foram o diabólico sonho do mendigo muito maldito, que hipnotizava os homens que ele encontrava na rua e fazia os imitá-lo, tornando-os zumbis, ou o sonho do casal que estava trabalhando dentro de um buraco e que punha a mão para fora do buraco para pegar ferramentas. Já no fim do ano de 1995, eu já começava a ter sonhos parecidos com os de hoje em dia, como o sonho dos trigêmeos que enchiam o saco da Darker Webert, uma antiga personagem da época que eu ainda brincava como criança. Um ano depois é que eu comecei a ter sonhos como os de hoje em dia, como os que eu falei no início deste parágrafo. Isso tem a ver com o meu amadurecimento. Hoje eu tenho até sonhos eróticos! Vamos ver que sonhos eu terei daqui para frente. Esses dois sonhos de hoje foram uma pequena amostra de como eram os meus sonhos na época que eu ainda assistia o Xou da Xuxa.

Semana que vem, eu já estarei disponibilizando a segunda edição do e-book dos Sonhos do Allan, com mais sonhos, incluindo o da semana que bem, que eu nem sei qual vai ser (vamos torcer para que seja um sonho novo). Será um e-book com um conteúdo mais atualizado e com mais qualidade do que a primeira edição, que eu usei o KWord para gerar o PDF. Esse novo e-book será feito com a tecnologia OpenOffice.org 1.1.4, que gera PDFs com mais qualidade do que o KWord do KDE do Linux. O novo e-book terá todo o conteúdo do e-book antigo e mais o conteúdo novo, além das datas originais que cada sonho foi postado no blog. Acessem este blog semana que vem e façam o download da segunda edição do e-book dos Sonhos do Allan, em formato PDF! Vocês não irão se arrepender!

Até semana que vem, pessoal! E beijos para a Grazi do Big Brother Brasil 5!


Levaram a Pandora embora

6 de agosto de 2005

Oi, pessoal! Hoje eu irei postar mais um sonho daqueles, que foi sonhado hoje. Era para eu ter postado na última quarta-feira, mas eu esqueci de blogar.

Basicamente, o sonho foi o seguinte: Resumindo, sonhei que a minha cachorrinha (a Pandora) foi dada para uma família de estranhos e eu fiquei muito triste com isso. Ainda por cima, a família de estranhos foi embora com a Pandora sem deixar endereço nem outra forma de entrar em contato. Acabei chorando de tristeza e de saudade da minha cachorrinha. Apesar da Pandora ficar com o nariz em cima de mim na hora que eu vou comer alguma coisa, eu gosto muito dela, e se ela fosse dada, eu ficaria muito triste, assim como no sonho. Ainda bem que não há nenhuma chance de a Pandora ser dada para alguém, ainda mais para algum estranho. Um detalhe interessante desse sonho é que a Pandora estava com uma touca vermelha. Bastante esquisito, pois a Pandora não costuma usar nenhuma touca.

Apesar deste sonho ser curto, por hoje é só! Até a próxima blogada (tomara que eu não esqueça de blogar)!