A morte do Michel Teló

29 de setembro de 2012

Hoje eu irei relatar dois sonhos, um recente, sonhado há uns dez dias atrás, e outro bem antigo, sonhado há 18 anos.

Há mais ou menos uns dez dias atrás, sonhei que o Michel Teló morreu, não sei de que jeito. Fiquei sabendo não sei como (acho que ouvi falar). Eu e a grande maioria das pessoas presentes no sonho ficaram muito tristes com o falecimento do cantor, inclusive, houve uma grande comoção no país inteiro devido a isso. O sonho girou em torno desse óbito, mas também teve outras partes que não me recordo.

Em 1994, época em que eu tinha oito anos de idade, tive um sonho que eu gostei muito de ter tido na época, onde eu conheci quatro meninas muito legais e um pouco mais velhas do que eu, talvez uns treze mais ou menos. As meninas possuíam cabelos pretos e compridos e usavam roupas de cores escuras. Uma delas se chamava Ângela e outra se chamava Júlia, as outras eu não me lembro dos nomes, embora tivessem sido me informados pelas meninas. O sonho se passou numa casa que provavelmente devia ser a casa delas, na qual era um sobrado que tinha uma escada na sala principal.

Durante o sonho, eu interagi bastante com elas. Não me lembro exatamente o que a gente fez, mas deviam ser coisas que crianças dessa idade faziam, como brincar de correr, além de conversar, na verdade, elas mais interagiam entre si do que eu interagia com elas, mas eu interagia também.

Das cenas que ainda me restam na minha memória acerca desse sonho, lembro-me de ter visto uma delas (acho que era a Júlia) sentada na escada situada na sala e as quatro uma do lado da outra, sentadas no chão, não sei em que lugar, além da Ângela sentada num banco comprido azul, usando um fone de ouvido grandão daqueles da década de 90, ouvindo música em um walkman (walkmans eram muito populares naquela época).

Falando na cena da Ângela e seu walkman, foi nessa parte do sonho onde houve o único desentendimento entre mim e as garotas (e eu nem sei por que), e eu acho que eu me desentendi com uma e descontei a raiva em outra, ou talvez nem tenha havido desentendimento e eu tenha agido sem motivo algum, embora eu tenha quase certeza de que houve algum desentendimento sim. Mas o fato (apesar de que foi um sonho, ou seja, não foi de fato um fato) é que eu fiquei com raiva, corri até a Ângela (daí a cena dela com o walkman) e retirei os fones de ouvido das orelhas dela, deixando-os pendurados em seu pescoço. No mesmo momento, ela faz uma cara de que não havia entendido o porquê de eu ter tirado os fones dela.

Durante o sonho inteiro, excetuando a parte de ter tirado o walkman da Ângela, não houve contatos físicos entre mim e as meninas, como beijos ou abraços.

Este post acaba aqui, até o próximo, após as eleições!

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Sonhos com pessoas clonadas

1 de setembro de 2012

Hoje eu irei contar dois sonhos onde eu sonhei com pessoas “clonadas”, ou seja, sonhos onde uma mesma pessoa possui mais de uma “cópia” no sonho.

Na semana passada, não me lembro que dia foi, sonhei que a Escolinha do Professor Raimundo existia de verdade e eu era aluno da mesma.

Para quem não sabe, a Escolinha do Professor Raimundo era um programa humorístico da Rede Globo na década de 1990 onde o Chico Anísio interpretava o professor Raimundo e outros humoristas interpretavam os alunos, e para cada aluno, o professor perguntava alguma coisa e o aluno respondia a sua maneira, e então o professor dava nota dependendo da resposta (muitas vezes acabava dando zero).

Mas a escolinha do sonho era um misto do programa humorístico com uma escola normal, e inclusive havia várias salas de aula, diferente da escolinha do programa, onde só havia uma sala, que era a que o professor Raimundo dava aula. E eu acho (não tenho certeza porque não fui ver todas as salas) que, em cada sala de aula, havia um professor Raimundo (na minha sala tinha um). Além disso, o “método de ensino” da escolinha do sonho era mais semelhante à maneira como as escolas da vida real ensinam os alunos, ainda que houvesse alunos do tipo dos que haviam no antigo programa do Chico Anísio.

Por falar nos alunos, havia uma que lembrava bastante uma das personagens da Escolinha do Professor Raimundo que sabia tudo o que o professor perguntava e só estava lá por causa do Senhor Peru, que não queria saber dela.

O ambiente da sala de aula era bem descontraído e, devido a isso, eu, que não costumava fazer brincadeiras em sala de aula na época que eu estudava, resolvi fazer uma brincadeira justamente com a aluna citada no parágrafo anterior. Peguei um papel, escrevi um bilhete me declarando para ela (era só uma brincadeira para ver como ela ia reagir, eu não estava gostando dela de verdade) e joguei na mesa dela, que ficava perto da minha. Não me lembro qual foi a reação dela, pois eu acordei do sonho um pouco depois.

Há alguns anos, acho que foi em 2008 ou antes disso, sonhei que eu fui até um lugar onde devia ser uma representação comercial da Oracle (empresa de informática que desenvolve um software gerenciador de banco de dados homônimo) ou algo do tipo. Ou melhor, havia uma porta (na qual eu não entrei) onde devia ficar a representação comercial da Oracle, e eu estava do lado de fora, onde havia umas cadeiras e mesas e funcionava alguma outra coisa semelhante.

Além da porta de onde ficava a Oracle, havia outras portas onde funcionavam outras empresas nas quais eu não me lembro (ou não havia identificação na porta). De uma dessas portas, saiu o Augusto Campos, o responsável pelos sites Br-Linux.org (que eu leio diariamente) e Efetividade.net, e da porta da Oracle, saiu outro Augusto Campos, e esse Augusto Campos que saiu da porta da Oracle trabalhava naquela empresa, ao contrário do primeiro.

Então, os dois Augustos Campos ficaram falando comigo alguma coisa que eu não me lembro do que se tratava, e eles falavam sincronizadamente, com um começando a falar após o outro terminar de falar (e eu praticamente só escutava, apesar de ter falado alguma coisa também). O sonho foi basicamente isso.

Até o próximo post, isso se um clone meu não logar na minha conta do WordPress e deletar este blog!