Menina de 13 anos assassinada, diretor que acha que eu sou uma vergonha e cachorra tetuda

26 de maio de 2011

Hoje eu vou contar um sonho que tive no dia 28/04/2011. Ou dois, se considerar que eu dormi de novo após eu ter acordado depois do sonho e então continuei sonhando.

O sonho teve algumas partes distintas que não possuem conexão direta com as demais. Não me lembro a ordem exata das partes, entretanto, sei que determinadas partes vieram após outras, ou em seguida.

A primeira parte que eu me lembro é a parte onde eu estou em um shopping, em São Paulo, não sei que shopping era aquele, mas sei que ficava em São Paulo. Apesar disso, havia uma TV onde passava o Jornal da Tribuna, que é o telejornal local que é transmitido pela TV Tribuna, afiliada da Rede Globo na Baixada Santista. E era a Vanessa Machado quem estava apresentando o telejornal.

Naquela parte do shopping onde eu estava, havia uma loja onde vendiam produtos da série Glee, que, assim como o caviar, nunca vi nem comi, só ouço falar. Não sei exatamente que produtos eram vendidos naquela parte do shopping, mas acho que eram roupas.

Em outra parte do sonho, ocorreu um assassinato: uma menina de treze anos, que estava em um automóvel vermelho junto com seus pais, foi baleada por um criminoso que, não sei porque, deu um tiro contra os vidros dianteiros do carro no momento que este chegava em casa (talvez o criminoso fosse um assaltante). O tiro matou a menina na hora. E eu presenciei o assassinato, pois eu estava quase em frente ao carro, um pouco à esquerda. Apesar disso, não vi quem matou a jovem, pois o bandido estava atrás de mim.

A menina, que não sei o nome, viajava no banco dianteiro do carro. O carro onde ela viajava possuía três bancos dianteiros: o do motorista, o do meio e o da direita. A menina estava no banco do meio, com seus pais em cada um dos outros dois bancos.

Essa menina trazia consigo chocolates que ela mesma havia feito. Após a menina ser baleada, não sei quem (acho que o pai da menina) me pediu para entrar na casa e deixar os chocolates que ela havia feito em não sei que lugar, enquanto isso, acho que iam cuidar de mandar a menina para o necrotério ou algo assim. Peguei os chocolates e adentrei a casa. Pensei em não comer nenhum dos chocolates, em respeito à falecida, mas acabei não resistindo e comi um deles, um pequeno quadradinho dos vários que haviam. Era um chocolate branco que, dentro dele, havia um outro chocolate, que era normal (marrom), e o chocolate era muito gostoso.

Numa outra parte que eu acho que veio após essa, fui, junto com outras pessoas, o túmulo da menina que foi assassinada. Ela foi sepultada numa tumba que tinha formato de um cubo e que ficava ao lado de uma outra tumba igual a aquela, onde estava enterrado um tal de Gregor, que não sei quem era. Lembro-me que o pessoal que estava visitando o túmulo fazia homenagens tanto à menina que morreu quanto a esse Gregor.

Em outra parte do sonho, ex-colegas dos tempos da faculdade, dentre eles a Luana Carminatti, me acordaram enquanto eu estava dormindo e eu, sonolento, me levantei. Detalhe: no sonho, a minha cama não ficava no meu quarto, ela ficava num cômodo vazio que ficava num prédio não sei onde, onde funcionava não sei o que, acho que era uma faculdade. Depois, conversei com os ex-colegas e até brinquei com eles. Lembro-me deles terem feito uma brincadeira na qual eu tinha que pegar uma figurinha dentre as que estavam voando e, se eu pegasse a figurinha certa, eu ganhava, e se eu pegasse a errada, eu perdia, e havia cerca de 100 figurinhas voando, 50 certas e 50 erradas aproximadamente. Eu peguei uma errada e eles brincaram comigo dizendo que eu ia ser preso e aí eu fingi que estava sendo preso.

Posteriormente, o diretor da faculdade onde estudei me chamou não sei aonde, num outro cômodo daquele mesmo prédio, e me deu um sermão, dizendo que era vergonhoso eu ser acordado, falar coisas ininteligíveis no momento que eu estava sendo acordado (eu estava sonolento na hora que acordei) e estar de pijama branco encardido (e eu nem uso pijama na vida real, faz anos que deixei de usar pijama para dormir). Em seguida, fui levado para um outro lugar daquele prédio, uma espécie de área de lazer onde havia pessoas nadando e fazendo outras coisas, um lugar enorme. Lá, o diretor continuou dando um sermão em mim, dizendo que eu era uma vergonha. Posteriormente, retornou comigo à sua sala, onde estávamos antes de ir à área de lazer. Após ele terminar de falar comigo, caminhei para fora da sala e peguei uma bisnaga daquelas de óleo de máquina e que estava em cima de uma bancada de madeira. O diretor me mandou deixar a bisnaga onde estava, pois eu não ia tomar nenhuma injeção. Pus a bisnaga onde estava e fui embora, ignorando tudo o que o diretor havia me falado. Desci para o térreo (acho que foi pelas escadas, mas não tenho certeza) e, cerca de três minutos depois, andando a pé, cheguei em um restaurante localizado na Avenida Domingos de Moraes, nas proximidades da estação Santa Cruz do Metrô de São Paulo. Pedi um pacote de batata Ruffles (ou um similar de outra marca) e comi as batatas. Neste momento, lembrei que aquela era a segunda vez que eu comia batata Ruffles recentemente. A primeira vez foi nesse mesmo sonho, numa parte que não me lembro mais.

Na última parte do sonho, eu estava não sei em que lugar, era um lugar parecido (mas não idêntico) à antiga escola onde eu cursei o ensino médio, era um lugar com paredes cinza onde havia algumas pessoas passando. Em um dado momento, eu estava falando com uma mulher quando eu vi dois cachorros brancos, um era pequeno e a outra, uma fêmea, era maior. O pequeno ficou sentado um pouco distante de mim. Já a cadela se aproximou de mim e pude vê-la mais de perto. Era uma poodle velhinha e que possuía várias tetas, devia ter pelo menos umas vinte tetas. Não sei por que eu comecei a ficar emocionado com aquela cachorrinha e lamentei não ter conhecido tal cachorrinha quando esta era mais nova e nem ter convivido com a mesma durante sua vida. O sonho terminou logo em seguida.

Apesar de eu ter me emocionado nessa última parte do sonho, não acordei chorando e nem triste.

Como eu escrevi no início deste post, eu cheguei a acordar no meio do sonho e depois eu voltei a dormir, e então eu continuei sonhando. Entretanto, não me lembro ao certo quais partes foram sonhadas antes de eu acordar e dormir de novo e quais foram sonhadas depois disso. Ainda assim, tenho quase certeza de que a parte do túmulo da menina assassinada foi a última parte antes de eu acordar e depois voltar a dormir. A parte do assassinato da menina e a do shopping também ocorreram antes de eu acordar e voltar a dormir.

Como eu previa, esse relato de sonho ficou bem longo. E, como ele já acabou, vou encerrando o post de hoje por aqui.

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Lápis vudu e privada explosiva

12 de maio de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no dia 12 de Abril desse ano, a um mês atrás. Sonhei que eu, a Mara e outros ex-colegas de escola da época do terceiro colegial estávamos novamente estudando numa sala de aula e, assim como era na vida real, em 2002 e 2003, eu sentava à esquerda da Mara.

Não tenho certeza se, no sonho, eu tinha a idade que eu tinha na época que eu estudava na escola (17 anos) ou se eu já tinha a idade que eu tenho hoje (25 anos), mas a Mara aparentava estar mais nova.

Ao contrário de todos os outros alunos, eu usava para escrever em meu caderno um lápis muito esquisito, um lápis gigante que parecia ser feito de espuma e era uma espécie de lápis vudu: toda vez que eu segurava no lápis ou o tocava com a ponta deste no caderno para escrever, a Mara sentia como se eu tivesse lhe tocado em um dos seios, não sei qual deles, pois ela não me falou, mas ela se sentia muito incomodada toda vez que eu usava o lápis gigante, apesar dela não falar isso diretamente a mim. E, toda vez que a ponta do artefato de escrita vudu era tocado, seja com a minha mão ou na hora que eu ia escrever, a Mara sentia como se lhe estivessem tocado em seu mamilo.

Não sei que aula eu estava tendo e nem lembro que matéria eu estava copiando, mas me lembro que havia intervalos entre as aulas, onde eu e outros colegas ficávamos andando numas salas meio diferentes, me lembro muito pouco dessas salas e o que havia nelas. No sonho, a escola onde eu estudava era diferente de qualquer lugar onde eu já estudei na vida real, ainda que a sala onde eu estudava tivesse uma leve semelhança com uma das salas da FATEC de Praia Grande, ainda que a sala não fosse igual.

Houve vários desses intervalos e, no último deles, a Mara começou a reclamar de dores intensas em seu seio. Fui ver o meu lápis vudu e ele estava com um pedaço faltando, com uma abertura de uma extremidade a outra, dando para ver o grafite. Vi também que parte do grafite de dentro do lápis estava faltando. Até o final da aula, tomei muito cuidado para não tocar no interior do lápis, no grafite que estava exposto, pois a Mara muito provavelmente iria sentir dores mais intensas ainda em sua mama.

Depois dessa parte do sonho, ouve uma outra parte que não tem nada a ver com a primeira. Nela, uma mulher maluca de cabelos compridos que eu não sei quem é resolveu pregar uma peça nela própria, e ainda registrou o ocorrido em vídeo, no qual eu assisti num telão pelo menos umas duas vezes (depois disso, o sonho acabou). Só faltou a mulher botar o bagulho no Youtube.

O que a mulher fez foi o seguinte: ela instalou um vaso sanitário na carroceria de um caminhão, instalou também um biombo azul no qual estava o vaso e uma câmera que filmava o biombo. Além disso, ela colocou uma bomba (de explodir, não de bombear) dentro da privada e sentou na mesma, a fim de fazer suas necessidades. Então, quando o caminhão estava no meio da estrada, a bomba explodiu, lançando a mulher com as calças arriadas no meio da estrada. Foi uma cena hilária, ainda que eu não tenha rido na hora que vi aquilo (estou rindo agora, na hora que estou escrevendo isso). Ai, que mulher idiota!

Bom, esse post termina aqui, até a próxima postagem!