O prédio subterrâneo do terror

3 de setembro de 2013

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no último dia do mês passado. Sonhei que eu, acompanhado de um corretor de imóveis meio maluco e de um negão tipo Sérgio Loroza, fomos até um prédio muito esquisito e sinistro. Na verdade, não era bem um prédio, era tipo um prédio, só que no subsolo, com apenas a entrada do mesmo na parte acima da terra. E o prédio possuía oito andares, com o oitavo sendo o que fica mais profundamente abaixo da terra, também sendo o mais sinistro, como explicarei em instantes.

Um detalhe importante: o prédio não possuía elevador, ou seja, tínhamos que usar uma escada caracol para chegar aos andares, além disso, por meio dessa escada caracol, era possível ver a luz do sol e o céu.

Não sei qual era o motivo de estarmos visitando o lugar, mas acredito que estávamos a procura de um imóvel para comprar, visto que havia um corretor de imóveis junto conosco. Começamos a visitar os andares daquele prédio esquisito a partir dos primeiros andares, nos quais eram mais normais, digamos assim. E, na grande maioria dos imóveis visitados, senão todos, havia pessoas morando.

Estava tudo indo bem até chegarmos aos andares mais profundos da edificação, o sétimo e o oitavo. No sétimo, só havia um depósito de quinquilharias que também servia de esconderijo, já o oitavo… O oitavo… Aí o bagulho começa a ficar tenso. No oitavo andar, havia um monte de lama e era todo escuro, além disso, lá havia um forte cheiro de gás (parecia cheiro de gás de cozinha, um cheiro extremamente nauseabundo). Assim que adentramos o local, passando pelo portão de madeira azul (havia um em cada andar), tampei o nariz para não morrer sufocado lá embaixo, e segundos após eu ter entrado, o negão disse algo como “vamos sair daqui” e saímos rapidamente de lá.

Nós três ficamos um bom tempo naquele prédio, acredito que várias horas, e visitamos várias vezes cada um dos andares, com exceção do oitavo, no qual fizemos duas rápidas visitas, pulando fora assim que sentimos o cheiro do gás. O sétimo nós visitamos umas poucas vezes, pois não havia nada de útil ali.

Mas foi após a segunda visita nossa ao oitavo andar que as coisas ficaram verdadeiramente tensas, pois o corretor de imóveis e o negão enlouqueceram, aí o corretor passou a perseguir a gente e eu e o negão resolvemos nos esconder no sétimo andar, nos trancando no depósito de quinquilharias. Alguns instantes depois, o negão, já completamente enlouquecido, se suicidou com um tiro na cabeça. O clima ficou ainda mais dramático quando o corretor decidiu ligar para o celular do negão. Foi possível ouvir os gritos do corretor do lado de fora do recinto devido ao celular não ser atendido (a essa altura, o que eu mais queria era ficar invisível e/ou desaparecer daquele prédio). O sonho terminou um pouco depois disso, sem que o corretor de imóveis me pegasse.

Até a próxima postagem, se o Monstro do Espaguete Voador quiser!

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