Sven Martin comediante e a novíssima estrela da música mundial

1 de dezembro de 2013

Hoje eu postarei dois sonhos que eu tive recentemente, o primeiro sonhado na semana passada e o outro sonhado anteontem.

No domingo passado, dia 24, sonhei com o Sven Martin, o tecladista que tocou no show da Lena Katina ocorrido no último dia 15, show este relatado em meu outro blog. Entretanto, no sonho, ele não era músico, e sim um humorista que fazia comédia stand-up, fazendo shows de humor em um local situado nas proximidades da estação Adolfo Martins do metrô, estação esta que não existe na vida real, bem como a linha azul-claro, que no sonho tem como ponto de partida a estação Barra Funda, fazendo integração com a linha vermelha (a estação Adolfo Martins ficava três estações depois da estação Barra Funda) e seguindo em direção ao sul.

Eu cheguei a me encontrar com o Sven algumas vezes antes de começar a série de shows que ele ia fazer, na casa de shows próxima à referida estação, indo de metrô até lá. Inclusive, ele me mostrou o livro de piadas com as piadas que ele ia contar durante os shows, um livro de capa verde. Diferentemente do ocorrido na vida real, durante a passagem da Lena Katina pelo Brasil, esta não o acompanhava.

Após a última vez que me encontrei com o Sven Martin, ainda no trajeto de volta para casa utilizando o metrô, e faltado dois dias para a primeira apresentação, minha mãe ligou para o meu celular e disse que havia encontrado com o comediante e que havia conversado com o mesmo. Também me disse que tinha pego o livro de capa verde (o de piadas) “emprestado” sem o Sven saber e que era um livro muito bom, pois falava sobre espiritualidade, metafísica e coisas afins. Eu mandei a minha mãe devolver imediatamente o livro, pois sem ele, o Sven não poderia fazer seu show de stand-up, pois as piadas eram consultadas no livro.

Não me lembro se o livro chegou a ser devolvido ao Sven, pois o sonho terminou um pouco depois, antes do primeiro show ocorrer. Mas me lembro que, um pouco antes do sonho terminar, passou na televisão uma propaganda do show de stand-up do Sven Martin, com o narrador da Sessão da Tarde anunciando o bagulho.

Anteontem, dia 29, sonhei que uma nova estrela da música mundial nascia subitamente. Na vida real, testemunhamos sucessos meteóricos de revelações musicais que apareceram na mídia em questão de semanas, como o PSY com a música “Gangnam Style”, ou ainda em questão de um fim de semana, como a Banda Mais Bonita da Cidade e sua música “Oração”. Agora imaginem uma estrela da música mundial surgir em questão de minutos. Foi o que aconteceu com uma menina.

Eu estava em um show de rock ocorrido em um estádio de futebol, estava tocando uma banda de rock, eu estava na arquibancada assistindo, o show estava muito bom, quando, em um determinado momento, surge no meio da banda uma adolescente de mais ou menos uns 15 anos toda vestida de preto e esta começa a cantar uma música em inglês, uma mistura de rock com rap, mais para rock do que para rap, e toda a plateia ficou encantada com a performance da jovem cantora.

O nome dela era “Find The Harbour”, que traduzindo para o português ficaria “Encontre o Porto”, algo nada a ver. Na verdade, o primeiro nome dela era pronunciado em português mesmo, não correspondendo com nenhuma palavra do idioma inglês (eu estou achando que meu subconsciente não sabe falar inglês).

Após a brilhante performance da Find, o show se encerrou e os fãs logo se mobilizaram para que fosse realizado um show da menina horas depois, naquele mesmo estádio onde eu estava, por meio de um financiamento coletivo (crowdfunding) no site Queremos, tal qual ocorreu com o show da Lena Katina, realizado três meses após o financiamento coletivo. Entretanto, cada cota do financiamento coletivo do show da Find custava 700 reais, dez vezes mais do que o valor da cota de financiamento para o show da Lena, um absurdo.

Eu estava com muita vontade de comprar o ingresso e ir no show da jovem cantora, mas devido ao exorbitante valor cobrado, fiquei na dúvida se comprava ou não, e no fim, depois de muito pensar, acabei por desistir de ir ao show da menina.

Durante o sonho todo, eu não saí do estádio, mesmo após encerrado o show da banda de rock que tocou e da Find aparecer e cantar, ficando sempre no mesmo lugar, no meio da arquibancada e acessando a Internet não sei de que jeito (acho que era por meio de uma tecnologia futurista que consistia em um telão projetado no ar).

O sonho terminou um pouco depois de eu decidir não comprar o ingresso para o show da Find The Harbour. E o post termina aqui. Até o próximo post!


Esquecendo o apê destrancado, Sérgio Waib e o fantoche assanhado

1 de outubro de 2013

Hoje eu contarei uns sonhos que eu tive em épocas diferentes.

Há dois ou três meses atrás (acredito eu), sonhei que havia esquecido de trancar a porta do apartamento onde eu estou morando, acabei saindo de casa e deixando o apartamento destrancado. Quando eu voltei, vi que algumas coisas estavam fora de lugar. Nesse mesmo sonho, cheguei a ir dormir com a porta do apartamento destrancada, e quando acordei, novamente algumas coisas haviam sido mexidas, então eu cheguei à conclusão de que alguém estava entrando e mexendo nas coisas. Acredito que eu tenha tido esse sonho devido ao meu medo em esquecer o apartamento destrancado devido à correria do dia a dia.

Em 2008 mais ou menos, na época que eu assistia à TV por assinatura, incluindo o canal BandNews TV, sonhei com o cara que apresenta o Giro Business nesse mesmo canal, o Sérgio Waib. Mas, em vez de ele apresentar o Giro Business nos intervalos dos blocos de notícias da BandNews, ele estava na minha casa conversando comigo (não me lembro do teor da conversa), no meu quarto. No chão do mesmo, havia um mendigo coberto por um cobertor dormindo. Ao final da conversa, eu me deitei no chão em uma espécie de esteira, colchonete ou algo do tipo e o Sérgio Waib ficou me girando de um modo bastante infantil, como se estivesse tentando me fazer dormir. Sei lá porque ele fez isso. E foi só isso o sonho.

Para terminar o post, relatarei um sonho que tive ano passado, ou a parte que eu me lembro do mesmo. Eu e mais não sei quantas pessoas estávamos num recinto que era tipo uma biblioteca meio que improvisada em um ambiente rústico, (não tenho certeza, mas o lugar ficava na FATEC de Praia Grande onde cursei o ensino superior, tinha até uns TCCs de alunos da faculdade), estávamos confeccionando bonecos e fantoches artesanalmente. Teve um boneco que a gente fez e ficou muito bom, era vermelho, grande, e tinha ficado muito bom, acho que era um dos melhores que tínhamos feito. Em um dado momento, um outro fantoche subitamente ganhou vida e começou a chupar os mamilos desse boneco e, a cada chupada, o boneco vermelho ficava excitado e balançava sobrenaturalmente, como se também ganhasse vida. Acabou que os mamilos do boneco vermelho ficaram enormes, do tamanho de cobras, e chegamos à conclusão de que o boneco tinha ficado estragado devido às anomalias nos mamilos do mesmo causadas pelas chupadas do fantoche tarado.

E até a próxima postagem neste blog, se o Monstro do Espaguete Voador, ou seja, Deus, quiser!


Vazou uma foto íntima minha na Internet

18 de julho de 2013

Hoje eu relatarei um sonho que eu tive na última segunda-feira. Sonhei que vazou na Internet uma foto minha onde apareço numa pose, digamos, sensual, e tal foto virou um meme na grande rede.

Eu morava numa casa onde havia um quarto em que eu ficava e nesse quarto eu fazia umas coisas secretas que eu não contava para ninguém e ficava escondendo, inclusive fotos íntimas. Esse quarto podia ser trancado, mas parece que, mesmo trancado, por uma falha na fechadura, a porta do quarto podia ser aberta.

Apesar disso, não foi a fechadura defeituosa que fez ocorrer o vazamento da minha foto. Eu mesmo acabei por facilitar o vazamento da mesma, deixando a unidade de armazenamento da mesma (um disquete ou algo assim) em um local público, próximo à entrada do meu quarto. E o pior é que eu deixei lá não por acidente, mas intencionalmente, pois eu meio que já estava de saco cheio de esconder aquilo durante o sonho todo, o que me incomodava.

Então, a foto acabou vindo a público e se espalhou na Internet rapidamente, virando um meme nas redes sociais e sites diversos e ganhando inúmeras paródias (algumas de outras pessoas reproduzindo a mesma pose da foto) e montagens ridículas com a mesma. Apesar disso, diferente do que ocorreria na vida real se uma foto íntima minha vazasse, eu nem achei ruim o ocorrido, na verdade eu até gostei de ter meio que tirado um peso de dentro de mim e até pensei em talvez expor mais alguma outra foto, já que não havia mais nada meu a esconder.

Apesar de a foto vazada ser considerada uma foto íntima no sonho, creio que, se uma foto minha igual à que vazou vazasse na vida real, na grande rede, nada de mais aconteceria, já que a mesma é uma foto onde nada de mais aparece. A foto consiste numa pose minha sorrindo, sem camisa e com as mãos sobre os mamilos, numa pose meio que engraçada. Talvez por ser engraçada é que ela virou meme no sonho, apesar de que, de qualquer forma, mesmo na vida real eu tenho vergonha de ficar sem camisa em público.

E aqui acaba o relato deste sonho!


Batman, Robin, Linn Berggren e bandidos roubando minha casa

2 de julho de 2013

Hoje eu vou contar três sonhos, e o primeiro deles foi um sonho que eu tive no último sábado, dia 29/06/2013. Sonhei que eu e mais uma outra pessoa éramos o Batman e o Robin (eu era o Robin) e, ao contrário do que ocorre com a dupla dinâmica dos quadrinhos e assim como o Superman, eu e o Batman do sonho voávamos, e ficamos voando ao redor e no interior de um prédio residencial, prédio este que possuía ambientes espaçosos, como na recepção. O prédio, bem como seu interior, era predominantemente de cor gelo e em suas janelas (nas quais eu cheguei a entrar junto com o Batman) havia cortinas com persianas da mesma cor. Apesar de eu ser o Robin e ter o Batman ao meu lado, não chegamos a combater o crime ou derrotar o Coringa, apenas ficamos voando no prédio, e talvez fazendo mais alguma coisa inútil que eu não me lembro.

Bem que eu poderia ter sido o Robin e ter o Batman ao meu lado num sonho que eu tive em 1999 (acredito eu), onde bandidos invadiram a minha casa e roubaram alguns pertences que haviam, entre eles uma medalha que ficava pendurada num móvel (essa medalha não existe na vida real, mas era uma medalha importante). Eram dois assaltantes e eu e minha família ficamos com muito medo dos mesmos. Quando os bandidos iam embora levando as nossas coisas, dei um golpe por trás de um deles a fim de detê-lo e recuperar algum pertence roubado (a medalha estava com o que eu ataquei). Não sei se eu tive êxito no ataque (creio que não), pois acordei em seguida.

Há alguns meses, acho que foi no ano passado, sonhei que eu vi pessoalmente a Linn Berggren (que cantava na banda Ace of Base, que fez muito sucesso nos anos 90) passando na rua. A reconheci e tentei falar com ela, ainda que eu não fale inglês ou sueco, ou ainda outro idioma que não seja o português, idioma este que acredito que ela não fale. Ela sorriu para mim, mas não chegamos a nos falar muito. Junto com ela, estava o Jonas Berggren, irmão da Linn e que faz parte até hoje do Ace of Base (a Linn abandonou a carreira artística e não é mais vista desde 2002). O Jonas acenou para mim e falou alguma coisa. Depois, foram embora. Teve outras coisas ocorrendo no sonho, mas o que eu me lembro foi isso.

E é só. Até o próximo post, pessoal.


Filmes sobre pessoas ricas (e eu com medo delas ficarem pobres)

25 de abril de 2013

Hoje eu irei contar dois sonhos. O primeiro deles é bem curto, tive ele no começo do mês de Abril. Sonhei que o armário embutido que fica ao lado da minha cama, no local onde estou morando atualmente, em São Paulo, estava cheio de aranhas. Havia um monte de aranhas, o armário estava forrado de aranhas. E eram daquelas pequenas, apesar de haverem também algumas um pouco maiores. O sonho foi só isso, pois acordei logo após ver aquilo.

Agora, o segundo sonho, sonhado no último dia 20. Sonhei que estava passando na TV um filme acerca de quatro pessoas ricas e bem vestidas, dois homens e duas mulheres, e essas pessoas tinham como missão salvar um homem não sei em que lugar.

O quartel-general dessas quatro pessoas era uma sala de reuniões situada num luxuoso prédio, onde havia uma mesa comprida e envernizada e uma estante cheia de livros, à esquerda da mesa. A primeira e a última cena do filme se passou neste quartel-general.

Na verdade, eu não vi o filme, pois fiquei com receio que, durante o mesmo, os quatro ficassem pobres (o que eu descobri depois que não ocorreu), além de estar sem paciência para ver um filme naquele momento (não sei o que fiquei fazendo durante o filme).

Apesar de não ter visto o filme, acabei por ver o começo do mesmo e seu final, uma vez que a TV foi ligada porque meu irmão queria ver algo na TV que ia passar depois, acho que uma novela. Detalhe: eu estava em Praia Grande, junto com minha família, no mesmo ambiente do sonho que tive recentemente acerca de um outro filme, onde um cozinheiro manipulava várias partes de vários animais mortos.

O começo do filme era basicamente dos quatro (que nem fiquei sabendo dos nomes dos mesmos) no quartel-general, já as últimas cenas eram das moças do grupo enfrentando uma vilã careca e com maquiagem carregada (e a vilã era interpretada pela Letícia Spiller) num ambiente escuro que devia ser uma caverna e, posteriormente, já de volta ao quartel-general, dos quatro comemorando o fato da missão ter sido cumprida, fazendo um brinde (sem champanhe) ao sujeito que foi resgatado (que não me lembro o nome).

Após o filme se encerrar, ao invés de começar a novela que meu irmão queria ver, as últimas cenas do filme que havia acabado de acabar se repetiram. Aí meu irmão falou: “mas já não tinha acabado isso aí?” ou algo assim. Depois disso, o sonho acabou e eu acordei.

Na verdade, esse filme era o segundo acerca desse grupo de quatro pessoas ricas, no sonho, houve também o primeiro, seguindo o mesmo esquema, só que com um enredo diferente. Também houve o fato de eu não ter assistido por eu estar sem saco para ver o filme (além de estar com receio dos quatro ficarem pobres) e só ter visto o começo e o final (que se repetiu em seguida). Essa parte do sonho eu me lembro pouquíssimo, mas sei que o final desse filme foi diferente do segundo, além dos quatro, assim como o segundo, não terem ficado pobres.

E isso é tudo, pessoal! Tam tarantantantantantantantantantam, tam tam tam tam, tam taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaam!!!


Experiência bizarra espiritualística (e eu cético)

12 de abril de 2013

Hoje eu irei contar um sonho que tive na noite do último domingo.

O sonho se passou em um lugar que eu não sei definir o que seria exatamente, é um lugar grande, acho que é uma praça que tinha vários pavimentos e o acesso a esses pavimentos se dava por meio de escadas de pedra, e em um dos pavimentos tinha um telão, e todo o ambiente era feito de pedras ou algo semelhante.

Havia uma área interna que era tipo uma casa de madeira, que eu acho que era onde eu e minha família morávamos. No sonho, eu ainda morava com a minha família. Boa parte do sonho (a primeira, antes do ritual, que explicarei depois) se passou nessa casa de madeira, eu entrava e saía dela, fazia alguma coisa dentro da casa… E me parece que a casa não possuía lâmpadas, eu enxergava tudo pela luminosidade externa (o sonho se passou de dia).

Nessa praça esquisita, circulavam várias pessoas, na sua grande maioria mulheres. Havia alguns carros estacionados, inclusive próximos ao telão. Além disso, essas pessoas estavam meio que organizando um, digamos, experimento bizarro: um ritual sinistro a fim de ver espíritos. Eu fiquei sabendo disso um pouco depois e achei aquilo ridículo, principalmente a parte de como é esse ritual.

O tal ritual consistia basicamente no seguinte: um monte de mulheres tiram a parte de cima de suas roupas, ficando com os seios de fora, todas voltadas para o telão, além disso, alguns elementos do cenário têm que estar alinhados em pontos específicos, como carros, por exemplo. Talvez exista outras regras no ritual que eu não esteja me lembrando.

Como eu já havia dito, achei aquilo ridículo e não acreditei em tal ritual, classificando-o como mais uma babaquice pseudocientífica. Então, tentei sair daquela parte da praça, passando por trás da multidão de topless (cheguei a ver algumas poucas de frente, a grande maioria eu vi apenas de costas). Fui até uma área situada à esquerda de onde ficava o telão.

Momentos depois, quando eu achava que o ritual tinha se encerrado, retornei para onde ficava o telão. Uma voz me disse para olhar no telão e, então, eu olhei. Havia a imagem de várias pessoas com aspecto esbranquiçado, como fantasmas.

A primeira coisa que eu fiz após ver aqueles supostos espíritos foi a de raciocinar a fim de encontrar explicações racionais por aquilo acontecer. Aí eu comecei a pensar algo como: “Mas espere aí, eu não estou sem camisa!” Além disso, reparei que havia problemas com o cenário, que estava diferente do que deveria ser segundo o ritual, como por exemplo, o fato de haver dois carros iguais, com placas idênticas (eram carros brancos e meio antigos), um próximo a outro. Pensei também sobre a hipótese do telão ter sido manipulado para exibir tais imagens (seria uma das primeiras coisas que eu pensaria se isso ocorresse na vida real, mas foi uma das últimas coisas que pensei no sonho). Este sonho acabou aí, pois comecei a acordar. Mas o sonho ainda teve uma pequena continuação ainda naquele domingo, antes de me levantar, em outro pequeno sonho.

Comecei a acordar, mas ainda estava meio sonolento e acabei dormindo novamente. Então, acabei sonhando mais uma vez. Neste pequeno sonho que eu tive, eu relatava a uma mulher o sonho anterior, que havia acabado de ser sonhado, e essa mulher fazia comentários sobre o mesmo. Entretanto, este sonho foi, digamos, um sonho com apenas áudio, sem vídeo.

A voz da mulher era uma voz de uma pessoa mais velha, de alguém com uns 50 anos mais ou menos. Além de contar o sonho, cheguei a dar também minha opinião acerca do mesmo, principalmente sobre a parte de não acreditar em rituais do tipo que ocorreram no sonho.

Uma observação importante acerca desse pequeno sonho só com áudio é que eu acreditava que, relatando o sonho anterior, o que eu relatava era automaticamente transcrito para o documento de texto onde eu escrevo os relatos de sonhos antes dos mesmos serem postados neste blog (documento este que, inclusive, estou editando nesse instante).

Creio que eu estava bastante preocupado em não esquecer dos detalhes acerca do sonho que tive anteriormente. Antes desse pequeno sonho terminar, eu percebi que aquilo não ia ficar registrado por escrito em lugar algum. No momento seguinte, eu acordei de fato.

O post se encerra aqui, até breve, com mais um sonho relatado.


Proposta de trabalho nos Estados Unidos

29 de janeiro de 2013

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no último dia 19, o terceiro sonho relatado neste blog no qual eu viajo aos Estados Unidos (ou o quarto, pois há um no qual eu não tenho certeza se eu estava ou não naquele país, pois foi um sonho muito vago, onde eu desativava um matadouro).

No sonho, ao contrário da vida real atualmente, eu estava desempregado, entretanto, eu havia recebido uma proposta de trabalho em uma empresa dos Estados Unidos (provavelmente, como faço na vida real quando fico desempregado, eu devo ter mandado meu currículo para a empresa). Apesar da empresa ser da terra do Obama, não sei ao certo se a vaga de emprego era para trabalhar lá ou aqui.

A empresa tinha uma representação aqui no Brasil, aonde eu fui no começo do processo seletivo. Não me lembro exatamente do que eu tive que fazer no início do processo seletivo, mas creio que não era nada de diferente do que eu costumo ser submetido em processos seletivos para programador, como preencher alguma ficha, fazer alguma prova, algo assim. Talvez alguém tenha me entrevistado, mas acho que não fui entrevistado nessa etapa, só nas posteriores, que irei contar a seguir.

Posteriormente, houve uma segunda etapa, na qual eu tinha que viajar aos Estados Unidos, pois a entrevista ia ser na matriz da empresa. Ao contrário do sonho que eu relatei no dia 20/06/2004 e sonhado na mesma semana da postagem (onde relatei meu primeiro sonho onde fui aos Estados Unidos), nesse sonho, eu viajei de avião (no sonho de 2004, viajei de trem ou algo assim, um veículo muito rápido que viajava por terra). Lembro-me que não gostei muito da ideia de ter que arcar com os custos da viagem sem ter certeza de que seria contratado, pois, como qualquer entrevista que eu faço, eu posso ser contratado ou não, e se eu não fosse, eu só teria custos, mas ainda assim eu viajei. Lembro-me também que minha mãe falou para mim que também não tinha gostado de arcar com o custo daquela viagem sem ter certeza de eu ser contratado, ela falou outras coisas também, que eu não me lembro.

Daí eu viajei para a terra da Katy Perry, apesar disso, não me lembro do embarque no avião e da viagem, mas deve ter ocorrido essa parte (provavelmente, meu subconsciente não deve ter dado muita importância com relação a essa parte). Chegando lá, lembro-me de ter adentrado uma espécie de shopping (ou centro comercial, onde ficavam empresas, ou algo assim) que devia ficar perto do aeroporto, pois o trajeto do aeroporto até lá foi curto e foi feito a pé (acredito eu).

Nesse centro comercial, junto com lojas e outras empresas, ficava a sede da empresa onde eu ia fazer a entrevista. Fui lá fazer a entrevista, que foi feita por uma moça de cabelos curtos e magra, trajando roupa social cor de rosa e com um aspecto sério em seu semblante. A moça me entrevistou, falando em português mesmo e sem sotaque estrangeiro (ela era brasileira), e fez uma entrevista semelhante às que eu passo quando estou a procura de algum emprego, com a diferença de que, ao iniciar a entrevista, a entrevistadora inseriu um CD em um aparelho toca-CD e o ligou, tocando uma música calma e instrumental. Lembro-me que, na recepção, ficava um rapaz sentado a uma mesa com um computador, e o acesso à sala da entrevista se dava por um corredor. O interior da empresa tinha ambiente com detalhes na cor branca e com boa iluminação.

Terminada a entrevista, eu aproveitei a viagem para comprar não sei o que naquele shopping, ou eu fiz outra coisa, sei lá, ou eu comprei alguma coisa e fiz outra coisa. Em seguida, retornei ao Brasil.

Algum tempo depois de eu ter retornado ao Brasil (mas não foi no mesmo dia, na verdade, o sonho todo se passou no intervalo em alguns dias, ainda que eu tenha sonhado apenas uma noite), a entrevistadora me chamou novamente para mais uma entrevista, e eu fui novamente aos Estados Unidos, desta vez, fiz só a entrevista, não fazendo outra coisa naquele país para aproveitar a viagem.

Chegando lá, fiz a entrevista e a mulher colocou novamente um CD pra tocar, novamente uma música calma e instrumental (não sei se era a mesma música). Foram feitas outras perguntas (não me lembro quais eram) e então a entrevista terminou e eu saí do recinto. Naquele momento mais ou menos, eu começava a achar que o processo seletivo estava demasiadamente longo.

Por fim, antes de eu sair, por algum motivo (creio que também fazia parte do processo seletivo) eu tive que falar com o rapaz da recepção. Este me atentou ao detalhe de que a moça sempre colocava um CD para tocar enquanto me entrevistava, aí eu acredito ter perguntado o porquê daquilo e ele me respondeu mais ou menos assim: “Você não está vendo que ela está gostando de você?”, ou seja, ele me deu a entender que a entrevistadora estava apaixonada por mim e querendo talvez namorar comigo, mas não falava de seu sentimento para mim, talvez com receio da minha reação. Nesse momento, o sonho se encerrou.

Tenho certeza de que, antes dessa parte do processo seletivo para a empresa dos Estados Unidos, houve uma outra parte que não me lembro mais, mas o mais importante deve ser isso mesmo. Até o próximo post!