Um sonho dentro de outro

18 de maio de 2009

Hoje, eu tive um sonho dentro de outro, ou seja, eu sonhei que eu estava sonhando e, neste sonho, o Guilherme Arantes veio fazer uma visita aqui em casa e foi dormir num quarto separado, um quarto de hóspedes, digamos assim.

A minha casa era meio diferente da minha casa da vida real, que nem tem um quarto de hóspedes (estes geralmente dormem na sala). E os cômodos da minha casa no sonho não possuíam iluminação alguma, era tudo bastante escuro, mas eu enxergava mais ou menos o ambiente e via uns cacarecos jogados em tudo quanto é lugar.

Aí, no dia seguinte, depois que acordei da noite de sono, fiquei sabendo que o Guilherme Arantes morreu enquanto dormia,. Inclusive, fiquei triste com o ocorrido. Também houve cobertura da imprensa sobre a morte do músico.

Neste mesmo sonho (que, lembrando, foi sonhado dentro de outro sonho), me lembro de ter entrado, junto com algumas pessoas que não me lembro quem eram, num depósito meio esquisito, um lugar muito grande, enorme mesmo, que estava cheio de coisas empilhadas (era coisas que não acabavam mais), inclusive muitos CDs. Um dos CDs (na verdade, eu acho que eram CDs, mas eu não me lembro com exatidão o que eram), era de cor azul e eu, por não gostar da pessoa que o lançou (um cara do Orkut no qual eu discuti na vida real), o peguei e o amarrotei, e então o joguei de qualquer jeito.

Me lembro também que eu estive dentro de um lugar onde tinha uma bancada de madeira e que ficava sei lá onde (acho que eu subi umas escadas no depósito descrito no parágrafo anterior, que deram acesso a este lugar), e que tinha umas janelas que davam para ver o céu branco. As pessoas que entraram comigo naquele depósito também me acompanhavam neste lugar, não sei se todas elas. E nós ficamos lá fazendo alguma coisa que eu não me lembro.

Neste mesmo lugar, eu percebi que eu estava sonhando e me lembrei que, quando alguém percebe que está sonhando, pode fazer qualquer coisa que desejar, como voar. Então, eu resolvi que, ali na minha frente, ia aparecer a Mara (uma amiga minha que eu tenho desde os tempos de escola) a fim de beijá-la. Ela apareceu na minha frente, mas meio apagada, como se fosse um espírito. Não me lembro se eu a beijei ou não, mas eu acho que a beijei, ou tentei beijar.

Depois de alguns instantes, eu decidi abrir os olhos para acordar e acordei em frente ao portão da minha casa, de madrugada, e trajando um pijama que não existe na vida real. Havia uns caras meio esquisitos na rua, que aparentava estar em reformas, toda arrebentada. Aí eu me lembrei vagamente que, no sonho que eu tive, eu havia saído de cada para dar uma volta no quarteirão e então acreditei que eu havia tido uma crise de sonambulismo.

Abri o portão e entrei em casa (que é bem mais fiel à minha casa da vida real, ao contrário da do sonho que eu tive dentro deste sonho) e, na garagem, estavam Sandy e Junior escutando música punk num aparelho de som que estava ali instalado. Este foi, que eu me lembre, o primeiro sonho no qual eu não cumprimentei a Sandy, não pedi autógrafo, não falei com ela, não a abracei e nem nada. Aí eu entrei provavelmente na cozinha e não sei mais o que eu fiz. Posteriormente, eu acordei. Desta vez, eu acordei de verdade.

Uma observação interessante é que o Guilherme Arantes era meu cantor favorito na época que eu tinha entre 4 e 5 anos de idade, quando eu ainda morava em Curitiba. E, de 1998 a 2007, Sandy e Junior eram meus cantores favoritos, ainda que eu curtisse outros cantores e bandas nesta mesma época.

Até o presente momento em que escrevo neste blog, o Guilherme Arantes está vivo e cantando até hoje.

Até o próximo sonho!

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Homem decepando sua cabeça na guilhotina duas vezes, e na frente dos jurados

10 de maio de 2009

Hoje, tive mais um sonho com algumas partes sem noção (ou melhor, acho que o sonho é inteiro sem noção).

O sonho se passou na sua maioria dentro do Jornal Hoje e cada parte do sonho era uma reportagem deste telejornal, no qual eu participava em cada matéria (nem que seja apenas para ficar olhando). Só que eu não via os apresentadores e nem o estúdio, eu só via as reportagens.

O sonho teve algumas partes, entretanto, eu só me lembro de duas delas, provavelmente as principais.

Em uma delas, uma moça procurava sua irmã em tudo quanto é lugar. A moça era bem-humorada, sorria e dava risada. A irmã dessa moça (eu acho que era a irmã, não tenho certeza) estava desaparecida e a moça a procurava em tudo quanto é lugar. Eu só assistia a tudo, já que não podia interferir nesta reportagem específica (eu era só um telespectador).

Apesar do Jornal Hoje não ser assim na vida real, no sonho, cada reportagem era interrompida para dar continuidade a outra, e depois era retomada assim que uma outra reportagem era também interrompida ou acabava. Ou seja, as partes do sonho ficavam se revezando, e essa parte anterior foia que mais revezou com outras.

Numa outra parte do sonho, que bem dizer são duas, dependendo de como se interpreta o bagulho (no final, acabam sendo três as partes que eu me lembro), descobriram que não existia, no idioma inglês, um verbo que começa com a letra X. Se na vida real não existe verbo no idioma inglês com X eu não sei (no meu dicionário de inglês, só há umas poucas palavras com X), mas no sonho, não havia nenhum verbo com essa letra.

Daí, uma equipe de intelectuais (acho que eram pertencentes a alguma academia de letras (tal qual a brasileira) ou era um grupo de professores, sei lá) decidiu criar um verbo na língua inglesa que iniciasse com a letra X, que significava algo como “praticar um esporte no qual decepa-se a própria cabeça”. Não me lembro que verbo era esse, e não me lembro nem se chegaram a informar este verbo no Jornal Hoje.

Daí entra a segunda parte dessa parte desse sonho, que é a pior parte de todas, contendo cenas fortes (provavelmente, você que está lendo isso já deve imaginar mais ou menos do que se trata). Alguém resolveu praticar esse esporte bizarro e amputou sua própria cabeça perante a plateia, os jurados e os telespectadores que assistiam. Pior: amputou duas vezes a mesma cabeça.

Continuando a parte anterior do sonho, que eu me esqueci de terminar, a reportagem sobre a moça que procurava a irmã não teve um final feliz. Ela terminou, no último trecho desta, informando que tal moça bem-humorada não conseguiu achar sua irmã, e pior, a moça acabou morrendo.

Prosseguindo com a parte mórbida do sonho, um louco (que eu acho que era um israelense) decidiu decepar sua cabeça em uma guilhotina, que não era bem uma guilhotina, era uma lâmina que o praticante desse “esporte” pegava e a enterrava em seu pescoço. Basicamente, o “esporte” consistia no cara ficar deitado no chão segurando a lâmina, que ficava apoiada sobre seu corpo. Então, o suicida virava a lâmina 90 graus e a posicionava sobre o pescoço, e então a enterrava no mesmo, decepando a cabeça. Por fim, os jurados davam cada um uma nota, que devia ser de zero a dez, mas não tenho certeza. E cada jurado era de um país diferente. Não me lembro de que países eram os jurados e nem quantos jurados haviam.

O israelense cortou duas vezes a cabeça dele fora (como ele fez para encaixar a cabeça dele de novo para a segunda amputação eu não sei) e cada amputação era mostrada em partes diferentes do Jornal Hoje (aquele esquema de interromper uma reportagem para dar continuidade a outra), e uma outra parte mostrou o intervalo entre uma “performance” e outra. Algumas dessas partes foram exibidas mais de uma vez e fora de ordem.

Na primeira “performance”, o cara enfiou a lâmina no pescoço e a cabeça dele caiu e afundou numa meleca cinza que tinha do lado. Saiu uma certa quantidade de sangue do pescoço do homem (eu não fiquei olhando porque eu estava com aflição). Me parece que um homem correu para tirar a cabeça de dentro da meleca e prestar o socorro médico ao “esportista”. Os jurados deram cada um sua nota, que eu não sei se foram notas boas ou se foram notas ruins.

Na segunda “performance” (que foi mais tranquila que a primeira, na minha opinião), não houve sangue após a amputação da cabeça, ela apenas caiu para o lado, sem afundar em nenhuma meleca. Após a amputação, o homem aparentava estar morto.

E no momento da amputação, eu disse comigo mesmo: “o cara vai ferrar com o pescoço dele”. Disse isso porque o pescoço já havia sido cortado (uma lesão bastante feia) e, antes dos curativos terminarem de cicatrizar, ele cortou de novo o pescoço com a lâmina.

Um trecho desta segunda “performance” foi mostrado numa chamada para os comerciais, tipo “você vai ver a seguir no Jornal Hoje”. E, antes do cara cortar a cabeça fora nessa segunda vez, o pescoço do cara aparentava ter sido costurado ou remendado.

Me parece que se passaram várias horas entre cada uma das duas “performances”, dado o tempo de espera. E mesmo depois do israelense ter sua cabeça encaixada de volta, ainda houve uma espera de mais algumas horas, dada uma falha na organização do evento, na qual os jurados sumiram. E o tal israelense ficou muito nervoso com essa falha da organização, gritando: “Cadê os jurados?” Ele ainda tinha garganta para gritar!

Tinha para gritar, mas não para ser entrevistado. Nessa última parte do sonho, que foi exibida por último (apesar da parte da segunda amputação ter sido exibida primeiro), eu fui lá e entrevistei o “esportista”. Eu fiz algumas perguntas (ou outra pessoa fez, não me lembro direito) e o cara respondeu algo ininteligível. Eu, sem entender nada, perguntava: “quê?” e o cara respondia novamente algo que não dava para entender, aparentemente por sua garganta estar com problemas. Novamente, eu perguntei “quê?” e novamente o cara respondeu algo sem dar para entender nada. O sonho terminou nessa entrevista, comigo perguntando “quê?” e o israelense “falando para dentro”.

Coincidência ou não, ontem eu assisti o nono episódio da oitava temporada da série Charmed, no qual a Billy foi procurar a irmã desaparecida dela no meio dos demônios. A Billy, diferente da moça do sonho, não morreu no final. E espero que não morra no decorrer da série (ainda não vi os demais episódios da oitava temporada, então eu não sei o que vai acontecer com a Billy).

Por hoje é só! E não pratiquem esse esporte bizonho, pelo amor de Deus!