Três sonhos consecutivos, e eu pelado!

12 de maio de 2006

Olá, pessoal que ainda acessa este blog! Hoje eu vou estar contando três sonhos sonhados nos últimos três dias (9, 10 e 11 de Maio de 2006).

O primeiro sonho de hoje (o do dia 9) foi um sonho nostálgico. Sonhei que eu ia na casa de não sei quem (uma casa toda amarelada por dentro) e era de madrugada, era umas duas ou três da madrugada e a TV tava ligada, e estava passando Cybercops, os policiais do futuro. Fiquei sabendo que estavam reprisando Cybercops em não sei que canal de madrugada (legal se isso fosse verdade). Não sei em que canal tava passando a série. A televisão onde estava passando Cybercops era uma de 29 polegadas, porém antiga e parecia ser feita de pedra. E era amarela escura, assim como todas as outras coisas que faziam parte deste sonho. Um pouco antes dessa parte dos Cybercops passando na TV, uma moça (a dona daquela casa), assim que eu cheguei, me perguntou se minha mãe sabia que eu estava a visitá-la a aquela hora da madrugada e eu não me lembro o que eu respondi. Aí eu fiquei fazendo hora no cômodo da frente da casa, e algum tempo depois eu fui para a sala onde tava a TV passando Cybercops (eu acabei contando a parte mais importante do sonho primeiro). Depois que acabou o episódio (não sei qual era), fui para um outro cômodo e lá havia uma outra moça fazendo uma oferta de canetas oficiais dos Cybercops e dos Caça-Fantasmas. Ela dizia que eram canetas raras, que era difícil de achar tais canetas por aí, mas ela não me falou o preço. Mesmo sem saber o preço, eu encomendei as duas canetas. E eram canetas bem mixurucas, eram canetas que tinham a cara de um dos personagens das séries (a dos Caça-Fantasmas era a mais mixuruca, era toda preta com uma cara de não sei quem). Não recebi as canetas na hora, apenas encomendei uma para mim, e eu ia pagar depois, e o preço iria ser entre dez e quinhentos reais, ou mais que isso. Sei lá porque eu comprei tais canetas. Daí, eu pedi autorização para eu ficar pelado atrás de alguma coisa (não sei que coisa era, acho que era uma cortina, mas não me lembro bem o que era) e a moça dona da casa deu a autorização para eu ficar nu, e fiquei nu atrás do coiso. Acredito que o sonho tenha acabado aí. Um detalhe interessante nesse sonho é que o ambiente dentro daquela casa era todo escuro, havia pouca luminosidade, e tudo era amarelo escuro, mas dava para enxergar tudo a minha volta, apesar de estar tudo escuro. Bem nostálgico, sonhar com a volta dos Cybercops na TV, mesmo passando de madrugada…

O segundo sonho de hoje (o do dia 10) foi um sonho mais sem noção (não tão sem noção, mas ainda assim sem noção). Sonhei que a Lívia (que estuda na FATEC) e o namorado dela (que é filho do professor Osmir) haviam ganho o prêmio de 15 mil reais do quadro “Se vira nos 30” do Domingão do Faustão. Não sei o que eles fizeram em 30 segundos para ganharem o prêmio (o sonho começou na hora que eles recebiam o cheque das mãos do Faustão). E eu via o casal ganhar o prêmio bem de perto, atrás dos câmeras, bem perto do apresentador mala. Depois, eu e o casal fomos para uma casa, acho que a casa da Lívia (nunca fui na casa da Lívia na vida real). Acho que era a casa dos dois, não só da Lívia (acho que eles moravam juntos). O professor Osmir não deu as caras neste sonho. Agora, a parte sem noção. Não sei por que motivo eu e a Lívia estávamos de toalha, eu sem a parte de baixo da roupa (com a toalha cobrindo), mas de camiseta, e ela, embora de toalha, dava claramente para ver que ela estava vestida. E, tanto eu quanto ela, precisávamos nos trocar num dos cômodos, acho que na sala dos fundos, uma sala normal que ficava nos fundos da casa. Ela deixou eu me trocar primeiro, pois eu estava sem a parte de baixo da minha roupa. Ela fechou a porta e eu fui teoricamente me trocar. Só que, ao invés de me trocar, eu fiquei pensando na vida. Aí acabou o tempo que eu tinha para me trocar e a Lívia abriu a porta e pediu para se trocar, que o tempo tinha acabado para eu me trocar. Meio constrangido, dei lugar a ela e saí da sala, emburrecido por ter ficado marcando touca e pensando na morte da Bezerra. E o sonho terminou aí. Quero ver só o que a Lívia vai achar desse sonho…

Por fim, o terceiro e último sonho desta blogada (o do dia 11, ou seja, ontem). Sonhei que eu estava pelado na FATEC. Neste sonho sem noção (ainda mais sem noção que o anterior), todos os alunos do sexo masculino iam na faculdade sem camisa, e eu também ia sem camisa (meio caminho andado para eu ficar pelado). Num dia de aula normal, eu fui à faculdade de ônibus (como eu sempre faço), mas só que no meio do caminho, não sei de que jeito (não sei se me roubaram ou caiu sozinho, ou sumiu) eu perdi minha bermuda e minha cueca ainda no ônibus. Cheguei na faculdade sem roupa, completamente nu. Não me lembro se eu estava ou não de chinelos, mas a minha impressão é que eu estava também sem chinelos, embora, em algumas partes do sonho, dava para ver claramente que eu estava de chinelos, embora na vida real e vá de tênis para a faculdade. Fiquei com medo de uma represália por parte da direção da FATEC (os funcionários e professores e o diretor estavam completamente vestidos, com camisa, só os alunos do sexo masculino ficavam sem camisa), mas o diretor Nilson disse que não havia nada de errado em ficar nu nas dependências da faculdade, eu apenas não podia me masturbar ou ter relações sexuais com alguém, aí sim eu ia ser punido pela direção, além de ser posto para fora da FATEC. Inclusive, eu expliquei a minha situação ao diretor, que eu perdi minha roupa no ônibus e coisa e tal, e ele disse que tava tudo bem, não tinha problema nenhum. Mas eu tava com uma puta vontade de tocar uma sanfona, e se eu fizesse isso, eu ia ser punido pela direção e ia ser posto para fora do prédio da faculdade. E eu assisti às aulas completamente nu, não me lembro que aulas que eram, mas me lembro da sensação estranha de tocar com meu bumbum diretamente no assento de uma das cadeiras do laboratório 3, uma sensação desconfortável e constrangedora. E o pessoal nem falou nada do fato de eu estar pelado na faculdade, era como se fosse normal. No final do sonho, eu fui embora da faculdade e peguei o ônibus para voltar. O interior do ônibus era marrom e, antes de eu passar a catraca, vi uma cueca preta dando sopa no chão. Mesmo sabendo que aquela cueca não era a minha, vesti aquela cueca mais para não ficar com minhas partes de fora e fiquei de cueca no ônibus até terminar o sonho. Neste sonho, o prédio da faculdade era um pouco diferente do da vida real, mas praticamente era a mesma coisa, era só um pouco diferente o prédio. Mas que sonho sem noção, meu Deus do céu… Espero que isto não seja premonição!

Vou terminando esta blogada enorme por aqui. Até a próxima blogada, que eu nem sei quando eu blogarei aqui novamente!

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