Lápis vudu e privada explosiva

12 de maio de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no dia 12 de Abril desse ano, a um mês atrás. Sonhei que eu, a Mara e outros ex-colegas de escola da época do terceiro colegial estávamos novamente estudando numa sala de aula e, assim como era na vida real, em 2002 e 2003, eu sentava à esquerda da Mara.

Não tenho certeza se, no sonho, eu tinha a idade que eu tinha na época que eu estudava na escola (17 anos) ou se eu já tinha a idade que eu tenho hoje (25 anos), mas a Mara aparentava estar mais nova.

Ao contrário de todos os outros alunos, eu usava para escrever em meu caderno um lápis muito esquisito, um lápis gigante que parecia ser feito de espuma e era uma espécie de lápis vudu: toda vez que eu segurava no lápis ou o tocava com a ponta deste no caderno para escrever, a Mara sentia como se eu tivesse lhe tocado em um dos seios, não sei qual deles, pois ela não me falou, mas ela se sentia muito incomodada toda vez que eu usava o lápis gigante, apesar dela não falar isso diretamente a mim. E, toda vez que a ponta do artefato de escrita vudu era tocado, seja com a minha mão ou na hora que eu ia escrever, a Mara sentia como se lhe estivessem tocado em seu mamilo.

Não sei que aula eu estava tendo e nem lembro que matéria eu estava copiando, mas me lembro que havia intervalos entre as aulas, onde eu e outros colegas ficávamos andando numas salas meio diferentes, me lembro muito pouco dessas salas e o que havia nelas. No sonho, a escola onde eu estudava era diferente de qualquer lugar onde eu já estudei na vida real, ainda que a sala onde eu estudava tivesse uma leve semelhança com uma das salas da FATEC de Praia Grande, ainda que a sala não fosse igual.

Houve vários desses intervalos e, no último deles, a Mara começou a reclamar de dores intensas em seu seio. Fui ver o meu lápis vudu e ele estava com um pedaço faltando, com uma abertura de uma extremidade a outra, dando para ver o grafite. Vi também que parte do grafite de dentro do lápis estava faltando. Até o final da aula, tomei muito cuidado para não tocar no interior do lápis, no grafite que estava exposto, pois a Mara muito provavelmente iria sentir dores mais intensas ainda em sua mama.

Depois dessa parte do sonho, ouve uma outra parte que não tem nada a ver com a primeira. Nela, uma mulher maluca de cabelos compridos que eu não sei quem é resolveu pregar uma peça nela própria, e ainda registrou o ocorrido em vídeo, no qual eu assisti num telão pelo menos umas duas vezes (depois disso, o sonho acabou). Só faltou a mulher botar o bagulho no Youtube.

O que a mulher fez foi o seguinte: ela instalou um vaso sanitário na carroceria de um caminhão, instalou também um biombo azul no qual estava o vaso e uma câmera que filmava o biombo. Além disso, ela colocou uma bomba (de explodir, não de bombear) dentro da privada e sentou na mesma, a fim de fazer suas necessidades. Então, quando o caminhão estava no meio da estrada, a bomba explodiu, lançando a mulher com as calças arriadas no meio da estrada. Foi uma cena hilária, ainda que eu não tenha rido na hora que vi aquilo (estou rindo agora, na hora que estou escrevendo isso). Ai, que mulher idiota!

Bom, esse post termina aqui, até a próxima postagem!


Sonho romântico com a Mara

21 de março de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que tive no dia 15/03/2011.

Sonhei que eu e a Mara estudávamos na mesma faculdade, não sei que faculdade era, nem sei que curso em que eu e ela estávamos e se cursávamos o mesmo curso. Estudávamos em salas diferentes e, ocasionalmente, nós nos encontrávamos no “quintal” que ficava na parte da frente do campus.

Na vida real, eu e a Mara estudamos na mesma classe no segundo e terceiro colegiais, mas fizemos faculdade em instituições e cursos diferentes.

Próximo à faculdade, havia um shopping que, em parte, era semelhante ao Shopping Metrô Santa Cruz, localizado na capital paulista, mas que havia um cinema no térreo. Lembro-me de ter ido naquele shopping a fim de comprar uns filmes em DVD, não sei se cheguei a comprar ou não, mas acho que comprei sim, acho que uns dois ou três filmes. Lembro-me também de ter subido as escadas rolantes daquele shopping e de ter visto o preço de uma caixa de bombons que possuía dois tipos de bombons diferentes, semelhantes ao bombom Sonho de Valsa. O preço estava em cerca de oito reais e alguns centavos, e eu achei aquele valor caro, ainda mais que essa mesma caixa de bombons custava, a alguns dias atrás, cerca de três reais mais barato (quando vi o preço da caixa de chocolates, me veio a lembrança de uma outra vinda ao mesmo shopping, quando vi o preço pela primeira vez).

Não tenho certeza, mas acho que a minha intenção era a de comprar aquela caixa e dar à Mara como um presente romântico. Por falar em Mara, fui com ela nesse mesmo shopping a fim de assistir a um filme no cinema, não sei se foi em uma ida ao shopping posterior a essa que relatei ou se foi a mesma ida. Não sei que filme acabamos por assistir (acho que nem prestei atenção no bagulho), mas a sessão de cinema acabou por ser meio bizarra: O telão do cinema exibia o filme no meio do shopping, não numa sala cheia de bancos como ocorre na vida real, e eu a Mara assistimos o filme em pé, no meio das pessoas que transitavam pelo local, e nem pagamos nada para ver o filme, pois me parece que aquele cinema estava liberando filmes mais antigos, produzidos a alguns anos atrás, gratuitamente em cinemas como aquele, enquanto os filmes atualmente em cartaz eram exibidos em salas comuns.

Para a sessão de cinema ficar ainda mais bizarra, havia, bem no corredor onde estávamos a assistir o filme, um metrô, onde passageiros embarcavam e desembarcavam. E não era a entrada da estação não, eram pessoas embarcando e desembarcando no metrô propriamente dito mesmo, ou seja, havia um trilho de metrô no shopping, onde o metrô passava. E aquele metrô me fazia acabar por não prestar atenção no filme.

Enquanto eu assistia ao tal filme, que eu acho que foi um dos que eu comprei em DVD (ou pensei em comprar), eu ficava andando no corredor, mesmo com muitas pessoas passando por ali. E, não sei por quê, acabei por entrar numa das composições do metrô (acho que a Mara entrou também, mas saiu antes do vagão fechar as portas e começar a andar) e adivinha o que aconteceu! Isso mesmo! As portas do vagão se fecharam, o metrô foi para a próxima estação e eu acabei por deixar a Mara sozinha no shopping vendo o filme! Que romântico isso, né! E, ao chegar na próxima estação, que era uma estação de metrô normal, desembarquei, saí da estação e fui embora para casa, a pé.

Enquanto eu voltava para casa a pé (e já era de noite), avistei ao longe um diabo vermelho que tinha chifres e tudo, e ele andava no sentido contrário que eu estava andando, em minha direção. Um pouco depois, ele se aproximou de mim e falou não sei o quê em inglês comigo e eu não entendi nada. Aí eu respondi para ele: “I don’t speak english! Sorry!” Então, ele prosseguiu andando e eu continuei o trajeto até a minha casa.

Chegando em casa, descobri que o Silvio Santos se casou com a minha avó, e ele estava lá em casa, junto com a velha. Na vida real, a minha avó vive assistindo o Silvio Santos. Em um dado momento, o Silvio Santos pegou o telefone da minha avó (que, na vida real, já foi desativado há um bom tempo, a fim de economizar despesas, já que já havia o telefone da minha mãe) e ligou para o SBT, fazendo um esquema meio doido onde ele apresentava um programa de TV por telefone. E o apresentador falava no telefone deitado no chão, com as pernas abertas. Depois dessa parte, acho que o sonho deve ter acabado.

Mas que sonho romântico esse, né! Fui no cinema com a Mara, mas não comprei a caixa de bombons para dar para ela porque achei o preço muito caro, acabei indo com ela na sessão gratuita e com todo mundo passando na frente e, ainda por cima, deixei a mulher sozinha no meio do filme, “fugindo” de metrô! E para piorar a situação, acabei vendo um diabo na rua! E quem acabou arranjando mulher mesmo foi o Silvio Santos! Ai, caramba! Bom, por hoje é só! Até o próximo post, que provavelmente será tão romântico quanto este aqui!

Observação: Assim como o Silvio Santos, a Mara é compromissada na vida real, e inclusive já tem uma filha.


Um sonho dentro de outro

18 de maio de 2009

Hoje, eu tive um sonho dentro de outro, ou seja, eu sonhei que eu estava sonhando e, neste sonho, o Guilherme Arantes veio fazer uma visita aqui em casa e foi dormir num quarto separado, um quarto de hóspedes, digamos assim.

A minha casa era meio diferente da minha casa da vida real, que nem tem um quarto de hóspedes (estes geralmente dormem na sala). E os cômodos da minha casa no sonho não possuíam iluminação alguma, era tudo bastante escuro, mas eu enxergava mais ou menos o ambiente e via uns cacarecos jogados em tudo quanto é lugar.

Aí, no dia seguinte, depois que acordei da noite de sono, fiquei sabendo que o Guilherme Arantes morreu enquanto dormia,. Inclusive, fiquei triste com o ocorrido. Também houve cobertura da imprensa sobre a morte do músico.

Neste mesmo sonho (que, lembrando, foi sonhado dentro de outro sonho), me lembro de ter entrado, junto com algumas pessoas que não me lembro quem eram, num depósito meio esquisito, um lugar muito grande, enorme mesmo, que estava cheio de coisas empilhadas (era coisas que não acabavam mais), inclusive muitos CDs. Um dos CDs (na verdade, eu acho que eram CDs, mas eu não me lembro com exatidão o que eram), era de cor azul e eu, por não gostar da pessoa que o lançou (um cara do Orkut no qual eu discuti na vida real), o peguei e o amarrotei, e então o joguei de qualquer jeito.

Me lembro também que eu estive dentro de um lugar onde tinha uma bancada de madeira e que ficava sei lá onde (acho que eu subi umas escadas no depósito descrito no parágrafo anterior, que deram acesso a este lugar), e que tinha umas janelas que davam para ver o céu branco. As pessoas que entraram comigo naquele depósito também me acompanhavam neste lugar, não sei se todas elas. E nós ficamos lá fazendo alguma coisa que eu não me lembro.

Neste mesmo lugar, eu percebi que eu estava sonhando e me lembrei que, quando alguém percebe que está sonhando, pode fazer qualquer coisa que desejar, como voar. Então, eu resolvi que, ali na minha frente, ia aparecer a Mara (uma amiga minha que eu tenho desde os tempos de escola) a fim de beijá-la. Ela apareceu na minha frente, mas meio apagada, como se fosse um espírito. Não me lembro se eu a beijei ou não, mas eu acho que a beijei, ou tentei beijar.

Depois de alguns instantes, eu decidi abrir os olhos para acordar e acordei em frente ao portão da minha casa, de madrugada, e trajando um pijama que não existe na vida real. Havia uns caras meio esquisitos na rua, que aparentava estar em reformas, toda arrebentada. Aí eu me lembrei vagamente que, no sonho que eu tive, eu havia saído de cada para dar uma volta no quarteirão e então acreditei que eu havia tido uma crise de sonambulismo.

Abri o portão e entrei em casa (que é bem mais fiel à minha casa da vida real, ao contrário da do sonho que eu tive dentro deste sonho) e, na garagem, estavam Sandy e Junior escutando música punk num aparelho de som que estava ali instalado. Este foi, que eu me lembre, o primeiro sonho no qual eu não cumprimentei a Sandy, não pedi autógrafo, não falei com ela, não a abracei e nem nada. Aí eu entrei provavelmente na cozinha e não sei mais o que eu fiz. Posteriormente, eu acordei. Desta vez, eu acordei de verdade.

Uma observação interessante é que o Guilherme Arantes era meu cantor favorito na época que eu tinha entre 4 e 5 anos de idade, quando eu ainda morava em Curitiba. E, de 1998 a 2007, Sandy e Junior eram meus cantores favoritos, ainda que eu curtisse outros cantores e bandas nesta mesma época.

Até o presente momento em que escrevo neste blog, o Guilherme Arantes está vivo e cantando até hoje.

Até o próximo sonho!


Sonhos sonhados nesses últimos tempos

19 de abril de 2009

Hoje, irei contar alguns sonhos que eu tive há tempos atrás (cinco, no total). Quase todos foram sonhados no ano passado, em 2008, durante o tempo de inatividade das minhas postagens neste blog.

Uma vez, no ano retrasado (eu acho), sonhei logo no início do sono com um bebê numa cadeirinha daquelas onde se dá papinha, então a cabeça do bebê aumentou de tamanho rapidamente e estourou como uma bexiga, e acabei tendo um ataque de riso que me fez acordar do sonho. O sonho foi bastante rápido e parece que eu o sonhei quando eu estava começando a pegar no sono.

No dia 21 de Janeiro de 2008, eu sonhei que a greve dos roteiristas era uma maldição divina ao mundo do cinema causada pelos cachês altíssimos dos atores dos filmes e também dos ganhos absurdos dos profissionais do cinema (cachês e salários milionários) e pela não ajuda destes aos mais necessitados. O sonho terminou com uma musiquinha sinistra. Na época que eu tive esse sonho, era a época da tal greve dos roteiristas, que atrapalhou a exibição de algumas séries na TV paga.

Três dias antes desse sonho, no dia 18, eu sonhei que tava dando na MTV o desenho animado do Renan Calheiros e este, bem como os demais personagens do desenho, inclusive a Mônica Veloso, eram ursos, tais como os do desenho Talespin (antigo desenho animado que eu assistia quando criança). No desenho, o Renan estava sendo julgado por aqueles escândalos que ocorreram na vida real envolvendo-o. E este desenho passava em várias MTVs, cada uma passando uma parte daquele mesmo episódio. Não havia outros canais na TV sem ser essas MTVs, que eram centenas. E eu pensava que o canal que estava passando era a Globo e não a MTV, acho que depois que eu me toquei que era a MTV.

No dia 31 de Março de 2008, sonhei um sonho que teve algumas partes distintas, e na principal delas, eu estava tendo aula com um professor que cortava o cérebro de uma mulher como se fosse um repolho, na pia, com a torneira aberta. E não havia nenhum sangue no crânio da moça. E falavam que o crânio da mulher era sobrenatural e não sei mais o quê. Num determinado momento, o professor saiu e eu peguei a faca e continuei eu mesmo a cortar aquele cérebro, sem nenhum nojo ou constrangimento.

Numa outra parte deste sonho, eu vendi os DVDs do Debian 4.0 para uma filial do Boticário e fiquei com medo de que o cara descobrisse algo ou desconfiasse algo de mim (não me lembro exatamente do que eu tinha medo). Na vida real, eu sou vendedor oficial do Debian GNU/Linux, que está em sua versão 5.0.

Também teve uma parte onde eu andava na rua e via, do outro lado desta, um portal (ou algo do tipo) que dava para ver a cidade de Curitiba um pouco diferente, com mar. Eu acho que cheguei a atravessar o portal e ir à essa Curitiba diferente.

E teve uma outra parte onde a Avril Lavigne estava dormindo no quarto da minha avó e, quando eu a vi, disse em inglês misturado com português que era para eu tomar café da manhã na cozinha. A Avril devia estar fazendo uma visita à minha casa.

No dia 24 de Novembro de 2008, sonhei um sonho de três partes (não me lembro se teve outras além das três que vou contar agora). A primeira parte foi uma parte erótica na qual eu participei de uma suruba com algumas ex-colegas de escola da época do terceiro colegial, e em cima de umas mesas azuis grandonas, que ficavam em um recinto enorme e fechado, tipo um galpão. Só havia eu de homem e o resto eram garotas, tinha uma mais tímida, que participou pouco da suruba, outras eram mais assanhadas, com uma delas sendo a que eu mais me “envolvi”, dando várias “investidas” principalmente nos seios da mesma. Especificamente nesta parte do sonho, eu e todas as garotas tínhamos a idade que a gente tinha na época do terceiro colegial, 17 anos. Não irei citar nomes das participantes dessa parte do sonho para não constranger ninguém.

Nesse mesmo sonho, já com a mesma idade da época que tive o sonho, ganhei um PC com o Windows 7 original, mas ele permaneceu na caixa durante o sonho inteiro. Parece que o PC e o Windows 7 original eram necessários para realizar uma determinada tarefa. Lembrando que o Windows 7 só será lançado provavelmente no fim deste ano.

E também, no mesmo sonho, montei uma conexão com uma espécie de rádio que tocava uma determinada música que eu não sei qual era, mas era uma música que eu gostava muito no sonho, só tocava essa música na rádio, e a antena que eu montei para fazer a conexão com essa rádio consistia em um violão partido ao meio.

Por hoje é só! Até o próximo post deste meu blog!


Disputa de direito autoral e Mara no Fantástico

8 de outubro de 2007

Olá, internautas! Andei sem postar por um mês nesse blog, acredito que o último post ficou relativamente grande e resolvi deixá-lo em destaque por bastante tempo, além disso, esperei ter um sonho interessante para ser relatado aqui. Mas hoje estou de volta e postarei mais um sonho com a Mara, um sonho sonhado ontem.

O início do sonho foi meio vago, eu acho que eu estava num recinto cheio de gente, acho que o recinto era uma sala de aula ou algo do tipo, mas não dava para definir que lugar era aquele, mas, pelos acontecimentos do sonho, deduz-se que aquele lugar era uma sala de aula. O ambiente estava meio amarelado, deve ser a iluminação do local. Às vezes, nos meus sonhos, os ambientes tendem a ter uma determinada coloração, escura, amarelada, esbranquiçada, alaranjada, dentre outras colorações. Nessa sala de aula, que inclusive não havia cadeiras e nem mesas, e não sei nem se tinha quadro negro (não me lembro nem quais eram os móveis que haviam naquele recinto, se é que tinha algum móvel), estava, um pouco à minha frente, a Mara, cujos cabelos eram loiros meio cor de mel, uma tonalidade de loiro muito bonita, os cabelos dela estavam lindos, assim como os da vida real sem ela tingir, que no caso é um marrom meio ruivo, uma pena que ela pinte os cabelos com cores horrendas (ah, que saudade da época que a Mara estava grávida e não podia pintar os cabelos…), a Mara tem um péssimo gosto na hora de tingir (destruir) os cabelos dela. Voltando ao sonho, a Mara, com cabelos loiros, estava à minha frente e, quando a vi, fui cumprimentá-la e ela começou a beijar meu rosto, me beijou várias vezes, e ela beijou até a minha boca, me beijou todinho como se me amasse muito, e a Mara tava de batom ainda por cima, batom laranja. Depois de ela ter me beijado à vontade, senti meu rosto todo sujo de marcas de batom e pus as mãos sobre este para outras pessoas não notarem que eu estava todo beijado. Aí eu não me lembro o que se sucedeu depois, eu acho que a Mara fez um trabalho de escola ou coisa do tipo e acabou violando o direito autoral de não sei qual empresa (acho que era o nome da empresa com as duas letras iniciais trocadas), e por causa disso, acabou sendo processada por tal empresa. Então, a Mara se encontrou com o dono da tal empresa numa cabine que mais parecia aquelas cabines que ficam nos sambódromos e que são usadas pelos repórteres da Rede Globo para narrarem os desfiles (se bobear, a Mara se encontrou com o coiso da empresa numa cabine de sambódromo mesmo), e daí ela, falando com tom de seriedade, um tom que eu nunca tinha ouvido ela falar daquele jeito (geralmente, a Mara fala com um tom meio que descontraído), iniciou o diálogo (ou a disputa, parecia mais uma disputa judicial, só que com só os dois e sem juiz) com o cara da empresa e os dois ficaram lá naquela cabine falando sobre o problema do direito autoral da marca da tal empresa. Depois de não sei quanto tempo, a Mara se saiu vitoriosa na disputa e a vitória dela saiu no Fantástico, com direito a cobertura completa do caso no início do programa e tudo. Nossa, eu fiquei muito feliz pela Mara ter ganho a disputa pelo direito autoral, e inclusive entrei no Orkut e postei na comunidade Linux versus Windows (comunidade onde eu mais posto e mais freqüento) sobre a matéria do fantástico onde a Mara apareceu, dizendo que aquela era a Mara que eu havia comentado em certos posts (eu já comentei sobre a Mara algumas vezes naquela comunidade). Não sei quais foram as respostas do pessoal da Linux versus Windows naquele post que eu havia feito, mas se fosse na vida real, tá na cara que algum infeliz iria postar “matéria comprada”, como sempre postam quando postam alguma matéria de algum jornal da Internet, geralmente matérias a favor do Windows. Depois dela ter aparecido no Fantástico e de eu ter ficado muito feliz com a Mara ter ganho a disputa do direito autoral (e dela ter ficado conhecida no Brasil inteiro por conseqüência), o sonho se encerrou.

E esse post acaba aqui, tchau e até o próximo post! E consegui postar antes da meia-noite!


Mara na cadeia!

21 de agosto de 2006

Olá, internautas! No post de hoje, eu irei contar o sonho sonhado no domingo passado, dia 13/08/2006. Sonhei que a Mara (aquela que eu a considero como irmã) havia sido presa não sei por qual delito. O sonho começou quando eu fui ver como andava a Mara, pois na vida real já faz semanas que eu não a vejo, e eu estou enrolando para ir na casa dela faz tempo (eu sempre planejo de um dia ir, mas acabo não indo), e fiquei sabendo da prisão dela. Fiquei espantado ao saber do fato, um fato bastante inusitado por sinal, e cheguei a visitá-la na cadeia, que tava mais para calabouço. Ela era a única detenta na cela, cuja parte de cima da grade era circular, em formato parabólico. Tal cela possuía paredes feitas de blocos azuis acinzentados e no interior dela, além da Mara, havia também uma cama e alguns pertences dela. E a Mara estava bastante parecida com a Fernanda Vasconcelos (que fez a Nanda daquela novela do Manoel Carlos), lembrava bastante a Fernanda Vasconcelos. Na vida real, as duas não são parecidas. Posteriormente, fiquei sabendo de que, na academia World Champions, onde eu faço musculação, iria ser julgado um pedido de liberdade condicional ou algo do tipo, para ela ser solta da cadeia. Então, fui à academia acompanhar o julgamento do pedido de liberdade da Mara. Chegando lá, vi que eu não era o único a acompanhar o julgamento e a torcer pela liberdade da minha querida, muitas outras pessoas torciam pela soltura da mãe da Gabi, inclusive muita gente da FATEC. Era até bastante gente para pouco espaço físico, era aquela multidão dividindo espaço com os equipamentos de musculação da academia e com a mesa do promotor (do juiz, do delegado, enfim, do cara que ia deferir ou não o pedido de soltura da Mara), além do próprio promotor e da Mara, que estava do lado da tal mesa. Tanto a multidão quanto a Mara (e eu também, obviamente) estavam ansiosos pela resposta do promotor, que vestia terno. Depois de esperar por vários minutos (acho que mais de uma hora), o promotor deu a tão esperada resposta. O filho da puta indeferiu o pedido de soltura da Mara e esta começou a chorar muito. Ela chorou igual a Nanda da novela das oito. A cena foi de partir o coração, e partiu não só o meu, mas o de toda a multidão, que começou a protestar contra a decisão do oficial, chiando muito e depredando os equipamentos da academia. Eu mesmo peguei o aparelho de puxar o peso para baixo (até hoje eu não sei o nome do aparelho) e o virei, derrubando-o, tamanha era a minha indignação. Depois daquele quebra-pau e de eu já ter voltado para casa, pensei comigo mesmo: “Pôxa vida, uma menina tão novinha e já tá na cadeia! Mas qual será o crime que ela cometeu para estar atrás das grades? E como é que vai ficar a filhinha dela?” Fiquei com muita pena da Mara, foi triste ver alguém que eu amo tanto naquela situação. Posteriormente, fui visitar a Mara na cadeia mais uma vez, para ver como ela andava, como ela se sentia, para falar com ela, para fazer companhia a ela. Ela parecia estar mais conformada com a decisão do filho da… Quer dizer, do promotor de indeferir o pedido de sua soltura, mas falava em tom triste e sem sorrir. Fiz companhia para a Mara e conversei com ela (sem entrar na cela onde ela ficava, no sonho todo eu sempre fiquei do lado de fora da cela) durante um certo tempo. Quando tava quase acabando o tempo de visita, a Mara me disse que faltavam apenas dez dias para ela terminar de cumprir a pena e de ser solta. Fiquei bastante aliviado e contente com a notícia e saí de lá um pouco mais feliz. Não cheguei a ver a Mara sendo solta, pois o sonho acabou antes disso acontecer. Acho que minha situação perante a Mara deve ter influenciado o conteúdo desse sonho. Coisas do coração mesmo. E preocupação também. Preocupação devido ao fato de eu não saber o que se passa com minha irmã lá na casa dela. Faz semanas e semanas que eu não a vejo. Fico imaginando como ela deve estar agora. Bom, eu só espero que isto não seja premonição…

Até o próximo post, internautas, e um enorme beijo para a personagem principal deste sonho!


Richard Stallman e Mara na FATEC

4 de julho de 2006

Olá, internautas! Eu disse que eu ia blogar na semana passada, mas não deu tempo e então eu estou postando hoje!

Como eu disse no post passado, eu irei contar o sonho no qual apareceu o presidente da Free Software Fundation, o Richard Stallman. Este sonho foi sonhado dois dias antes do sonho do último post ter sido sonhado e se passou na faculdade (a FATEC de Praia Grande, para quem não sabe), que estava não muito diferente da FATEC da vida real (só estava um tanto cinzenta, empoeirada e tinha também outros detalhes mais insignificantes, como o elevador esquisito no meio do prédio, um andaime para falar a verdade). Lembro-me que a Mara estava fazendo não sei o quê lá na FATEC, e eu a vi passando pela escada que dá acesso ao andar de cima, bem embaixo do andaime. Como eu a vi, disse oi para ela (não me lembro se eu disse mais alguma coisa), mas ela não me respondeu. Achei que ela não tinha me visto, e então, peguei o andaime (não sei de que jeito, pois este ficava suspenso, em cima da escada) e fui para o andar de cima, acho que o terceiro andar (embora a FATEC na vida real não possua terceiro andar), quer dizer, não sei se era terceiro andar, só sei que não era o segundo (ou não parecia ser o segundo). Chegando no tal andar, tinha uma porta que dava para uma sala, acho que eu entrei lá dentro (ou não cheguei a entrar, não estou lembrado), mas o fato é que a Mara passou por mim, mas não me disse nada. Então, eu fiquei um tanto quanto chateado, até uma pessoa me consolou (uma moça, mas não sei quem era), e eu resolvi dar uma espiada no andar de baixo, ao lado da escada. Então, eu vi um sujeito barbudo e que falava inglês saindo da sala do sexto ciclo. Este sujeito, como já foi adiantado no começo deste post, é o presidente da Free Software Fundation, Richard Stallman. Uma observação importante é que, na vida real, não dá para se observar a porta da sala do sexto ciclo estando no andar de cima sob nenhuma hipótese, uma vez que a sala do sexto ciclo fica quase embaixo da pessoa que estaria observando ao lado da escada (na verdade, um pouco mais para a esquerda). Voltando ao Stallman, este estava falando com não sei quem, em inglês. Achei um fato bem inusitado o fato dele estar na FATEC, e resolvi descer para vê-lo mais de perto. Chegando no térreo, eu me aproximei do RMS, mas não disse nada a ele e nem o chamei, e ele nem me notou, ele continuou falando inglês com o cara. Acredito que tenha outras partes deste sonho que eu não me lembre, mas o principal era isso aí. Acho que teve uma outra parte que aconteceu antes da parte de eu ter visto a Mara, na qual apareceu a mamãe e meu irmão (e possivelmente outras pessoas), mas não me lembro direito o que havia acontecido nessa parte.

Embora vocês não tenham percebido, enquanto eu escrevia este post de hoje, eu dei uma ida ao banheiro para fazer xixi e lá no banheiro eu lembrei de um sonho antigo que eu havia sonhado faz muito tempo, acho que mais de sete anos (acredito eu). Fui dar uma olhada no meu histórico de sonhos postados para ver se tal sonho já havia sido postado e vi que ele ainda é inédito. É um sonho bem besta. Sonhei que o Écio (meu irmão, para quem não sabe) tava de pé em cima de não sei aonde e eu tinha um braço extremamente comprido, além de ser baixinho. Acho que eu era um ET ou algo do tipo. E o Écio era bem alto (na vida real, eu sou mais alto que ele). Eu acho que eu e ele, inclusive, éramos uma coisa só, comigo sendo a parte de baixo. E estávamos num recinto cujas paredes eram vermelhas, um cubículo para falar a verdade. Basicamente, o Écio ficava em cima de não sei o quê e eu esticava o braço para passar um pincel com tinta na cara dele. Eu só fazia isso no sonho, enquanto ele ficava lá parado. E eu pintava ele de várias cores. E o sonho foi só isso! Outro sonho besta para a coleção!

Eu estava pretendendo postar, além destes dois, um outro sonho, mas como tal sonho contém bastante detalhes, teria este sonho que ser postado unicamente num post. Então, será postado na próxima blogada. Sendo assim, até a próxima blogada!


Ghostbusters Cover

9 de fevereiro de 2006

Oi, gente, vou escrever um sonho que se sucedeu no dia 7 de fevereiro, ou seja, ontem (embora já passou da meia noite, considero como sonhado ontem). Sonhei que eu fazia parte de um grupo de agentes que combatiam alguma coisa não sei aonde. Era um grupo tipo Caça-Fantasmas, era eu e pelo menos mais dois homens. Não sei qual era o nome do grupo, mas eu lembro de vários detalhes sobre as atividades desse grupo. Eu e o pessoal do grupo (que vamos chamar provisoriamente de “Ghostbusters Cover”) nos reuníamos na sede do grupo, que era um prédio que funcionava como quartel-general. Lá, nós discutíamos sobre as nossas missões, sobre os problemas enfrentados, sobre as nossas idas aos lugares… Havia um bom trabalho em equipe. Assim como os Caça-Fantasmas, nós tínhamos um uniforme característico, se bem que não era parecido com nenhum uniforme da ficção. Lembro-me de algumas missões que eu fui, como uma (que está mais nítida no sonho) em que eu fui a um lugar sem iluminação onde haviam muitos problemas, inclusive eu fui junto com uma mulher. Tivemos que mexer em alguns controles, organizar coisas que estavam desorganizadas (principalmente num cubículo com paredes de cimento onde funcionava um escritório ou algo assim), sanar problemas relativos à escuridão… Teve outra missão que foi numa casa de não sei quem, perto de onde eu e a Mara morávamos (ver mais detalhes um pouco mais adiante, onde eu falo da Mara e da comunidade), onde havia problemas semelhantes, mas nessa parte eu pouco me lembro, lembro mais das partes onde eu e o resto ficávamos no quartel-general dos “Ghostbusters Cover”. Mas neste sonho eu também tinha a minha vida de civil. Não sei em que cidade se passou este sonho, mas lembro que eu morava perto do QG do grupo onde eu era membro. E todas as casas eram praticamente iguais, não haviam diferenças notáveis entre as casas (e em uma dessas casas é onde aconteceu a missão mencionada acima). Todos os moradores tinham a mesma quantidade de riqueza, não havia ricos, todo mundo era igual e muito humilde, embora todos morassem em sobrados com detalhes em marrom. Assim como na vida real, eu era muito amigo da Mara, embora esta seja no sonho ainda uma criança, aparentemente com 14 anos. Não sei que idade eu tinha, mas possivelmente eu devia ter uns vinte e poucos anos, alguns anos a mais do que na vida real. E, embora a diferença de idade entre mim e ela fosse notável e o fato da diferença de estatura ser gritante (neste sonho, eu era mais alto que na vida real e a Mara, mais baixa, pois era mais nova), a gente se amava muito. Se na vida real eu considero ela como uma irmã, no sonho éramos praticamente como namorados. Na vida real, eu e a Mara temos a mesma estatura, um metro e 68 centímetros. Uma parte do sonho que mais me chamou a atenção foi uma que as duas partes do sonho se cruzaram. Na rua onde ficava o QG dos “Ghostbusters Cover” (que fazia esquina com a rua da casa da Mara), eu passava normalmente como um pedestre civil, não estava a serviço, aí a Mara, da varanda do sobrado dela (e ela estava junto de uma menina que devia ter uns 5 anos e que tinha a pele parda), me chamou e eu fui na direção do sobrado dela, então eu passei em frente ao QG do grupo onde eu fazia parte e vi um dos meus companheiros, trajando o uniforme de serviço. Ele me olhou como que me convidando a entrar (embora eu estivesse de folga), nesse instante a Mara me chamou novamente, dando um berro. Por um instante, fiquei parado, admirando esses meus dois lados (o lado civil e o lado “militar”). Não me lembro de eu ter ido à casa da Mara, mas eu acho que eu devo ter ido. Não sei em que momento o sonho acabou, de repente o sonho acabou bem aí, ou então momentos depois. Na minha interpretação, este é um sonho que tem muito a ver comigo, tem vezes que eu pareço que tenho um lado meio que “militar” e um outro lado civil, é um sonho que enfatiza o trabalho em grupo.

Acho que já na semana que vem tem mais sonhos! Beijos para as mocinhas e especialmente para a Mara, que vai ser mãe!!!


Primeiro post de 2006!

7 de janeiro de 2006

Olá, pessoal! Feliz Ano Novo! Hoje é o dia da primeira blogada do ano! E a partir desse ano, não haverá mais a obrigação de eu atualizar uma vez por semana, atualizarei quando eu tiver algum sonho legal para contar.

Hoje eu tive um sonho legal, foi um sonho bastante interessante, pelo menos para mim. Sonhei que fui visitar a mansão da Mara (que estava meio diferente no sonho, não tinha a mesma cara da Mara da vida real). Era uma mansão enorme, com todos os familiares dela morando, e eram familiares que eu nunca tinha visto. E eu estava morrendo de vergonha. Falei com algumas poucas pessoas da casa e depois e saí me escondendo dos familiares da Mara, correndo e ficando atrás dos móveis. Eu estava com muita vergonha, mas com muita vergonha mesmo. E antes de eu sair me escondendo, eu cheguei a entrar num cômodo para provar algumas roupas que um velho guardava, e eram muitas roupas que estavam guardadas naquele cômodo. Eu diria que havia uma confecção inteira naquele cômodo. E a mansão da Mara era muito enorme, mas muito enorme mesmo, acho que aquela mansão dava um quarteirão inteiro, era muito grande mesmo, tinha cômodos e corredores que não acabavam mais. Isso sem contar na decoração e nos móveis, era coisa de gente muito rica. Tava mais para casa da Sandy do que para casa da Mara! O sonho foi basicamente isso, comigo fugindo dos parentes grã-finos da Mara simplesmente poque eu estava com vergonha.

Por hoje é só. Possivelmente, irei blogar semana que vem, se Deus quiser. Até a próxima, pessoal!


Morando com a Mara

21 de outubro de 2005

Oi, pessoal! Ultimamente, eu tenho tido sonhos bastante nítidos! Hoje eu vou contar dois sonhos, um sonhado anteontem e o outro sonhado ontem! Primeiro, o sonho sonhado anteontem (se bem que não é mais anteontem, já que passou da meia-noite): Eu estava numa espécie de hotel não sei em que lugar. Estavam hospedados eu e mais alguns familiares meus, não sei que familiares que eram, na verdade, eu não sei nem se eram meus familiares. Lembro-me que, no quarto que eu estava, havia umas tranqueiras estranhas, parecia mais um depósito de quinquilharias. Tinha um piano, uma estante cheia de bugigangas, um sofá, uns móveis que só atravancavam o espaço físico… Ah, tinha dois pianos, um preto e outro vermelho, não era um só. Como o quarto estava entupido de tranqueiras, mal dava para andar, embora pudesse caminhar até alguns corredores normalmente. Por falar nos corredores, havia um que tinha uma janelinha igual a essas por onde os presos vêem o sol na cadeia, uma janelinha com grades no fundo do corredor, e o corredor só tinha isso, mais nada. E outro detalhe importante do sonho é o que eu e o resto do pessoal conversávamos. O pessoal ficava elogiando o espiritismo e eu ficava criticando, xingando a religião espírita. Não tenho certeza, mas eu acho que eu falei no sonho que o Chico Xavier queimava a rosca ou um negócio assim. Eu não concordo com o espiritismo, mas falar que o Chico Xavier queimava a rosca já é meio pesado demais. Lembrando que, nos meus sonhos, eu não sou responsável pelos meus atos. O sonho foi só isso.

E o segundo sonho de hoje é mais um sonho que eu tive com a Mara. Desta vez, sonhei que eu e ela acabávamos por dividir a mesma casa, e em Curitiba. Era assim, eu e minha família morávamos no andar de cima (era um sobrado) e a Mara e a família dela (embora na vida real ela more sozinha, no sonho, ela morava com a família dela) no andar de baixo. Ai, eu fiquei tão feliz de morar bem perto da Mara! E até que a casa era grande! Claro que tinha o inconveniente de, para eu entrar em casa, tinha que passar pela casa da Mara, mas isso era o que menos importava. E a casa (ou seja, o sonhado) ficava em Curitiba. Lembro-me que o sobrado ainda estava em obras quando eu me instalei por lá. No andar de baixo, ainda havia um buraco na parede que dava para a rua, mas mesmo assim, eu e a Mara já podíamos morar com nossas famílias na casa mesmo não estando totalmente pronta. A cor predominante do interior do andar de baixo era cinza e a do interior do andar de cima era verde. Já pensou se isso acontece de verdade? Vocês sabem que eu tenho um carinho muito grande pela Mara. Pena que foi só um sonho! E eu vou continuar morando na minha velha casa dos fundos!

E hoje, eu tive outro sonho daqueles! Mas esse eu vou deixar para a semana que vem! Tchau a todos e um beijo para a Mara!


Último post do ano!!!

19 de dezembro de 2004

Olá, pessoal! Esta é a última blogada do ano! Hoje, eu vou contar um sonho que eu sonhei ainda essa semana, mas não me lembro que dia foi. Acho que foi sonhado no começo da semana. Foi assim: Começou comigo só de cueca num lugar pouco movimentado fazendo alguma coisa que eu não me lembro. Já não é a primeira vez que eu sonho que estou só de cueca. Depois, eu fui visitar um lugar meio desconhecido. Não sei dizer o que era o lugar, acho que era uma mistura de escritório de não sei quem com a antiga escola na qual eu estudei no ano passado. Lembro-me que tinham algumas pessoas no andar térreo, onde tinha tipo uma repartição pública e um elevador extremamente pequeno, que levava aos andares de cima. As pessoas que ali estavam eram pessoas importantes, mas eu não me lembro que pessoas que estavam lá. Só sei que eram pessoas importantes, a nível de Bill Gates para cima. Daí, eu resolvi ir para o andar de cima pelo elevador minúsculo, que cabia apenas uma pessoa. Mesmo a capacidade do elevador ser de apenas uma pessoa, dentro do elevador já havia uma outra pessoa que eu não me lembro quem era. Quando o elevador começou a subir, comecei a me sentir mal, com tonturas e falta de ar. Depois que eu saí do elevador, pensei comigo mesmo: “Preciso ir no médico para ver o que são esses sintomas estranhos!” Não sei se eu falei com essas palavras, mas foi isso o que eu quis dizer. Lá em cima, eu me encontrei com a Mara. Não sei se eu já a tinha visto no andar de baixo, mas depois que eu saí do elevador, ela estava lá. Naquele momento, imaginei como seria se o elevador parasse por falta de luz. Acho que eu morreria de tanto passar mal. A Mara estava vestindo blusa vermelha e saia de jeans (é quase sempre vestida assim que ela aparece nos sonhos). Então, eu falei com a Mara e matei as saudades dela mais uma vez (eu sempre mato as saudades dela toda vez que eu sonho com ela). Após isso, a Mara começou a correr pelo corredor e abrir todas as portas dos cômodos muito rapidamente, parecendo o The Flash. Foi aí que eu descobri que a parte de cima do prédio era a antiga escola que eu estudei no ano passado, toda em ruínas! Ao entrar numa das classes, comecei novamente a sentir tontura e falta de ar. A Mara, então, me arrastou para fora da sala e perguntou se comigo estava tudo bem. Comecei a me sentir melhor, me levantei e disse a ela que comigo estava tudo bem, era só mais uma das minhas tonturas. Por precaução, eu não olhei mais para dentro das classes, que estavam caindo aos pedaços e com muita umidade. O sonho acaba aqui.

Aqui vão alguns dados sobre o blog: Até o momento, já foram postados 96 sonhos em 64 blogadas, com média exata de 1,5 sonhos por blogada! Destes 96 sonhos, 52 deles foram considerados sonhos doidos, e 44 não-doidos. Sonhei duas vezes com a Avril Lavigne, uma com a Britney Spears (na qual ela falava português e dava aula na FATEC), nove vezes com a Mara (o primeiro deles foi beijando a boca dela), cinco vezes com a Sandy (uma das vezes foi com a morte dela), uma vez com o Chico Xavier, nove vezes com algo ou alguém relacionado à FATEC (quatro delas com a Cibele), duas vezes com o SBT, quatro vezes com pelo menos alguma coisa relacionada a futebol (um deles obteve o recorde de comentários, um total de dezenove), quatro vezes com a cidade de Curitiba (para onde eu vou daqui a dois dias), nove vezes com conteúdo pornográfico e duas vezes comigo de cueca (incluindo o sonho de hoje).

Esta é a última blogada do ano. Até o dia 8 de Janeiro, este blog não será atualizado, pois eu estarei em Curitiba curtindo minhas férias. A todos os que acessam este blog, eu desejo um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo de 2005, principalmente para alguns amigos meus: Elenilde Raiane, Felipe (Kibe), Cibele Schmidtke, Virna Gomes, Íris Bitencourt e Druciana Clubber! Que vocês, assim como eu, tenham muitos bons sonhos! Principalmente eu, né, pois se eu não sonhar, este blog não anda! Bom, tchau, até o ano que vem!


Beijinhos da Mara

6 de junho de 2004

Olá, internautas! Na semana passada, como eu tive que ficar fazendo um trabalho da faculdade, não deu tempo de eu postar aqui neste blog, mas hoje eu vou contar um sonho que eu tive já faz algum tempo. Sonhei que eu estava na escola (na escola do ano passado, hoje eu estou na faculdade) andando pelo pátio e observando os cartazes que estavam pregados na parede. Alguns cartazes eram transparentes, fazendo com que desse para enxergar o outro lado da parede. Andei pelo pátio durante alguns minutos. E advinha quem apareceu no sonho? A Mara novamente. Ela estava sentada perto dos cartazes e estava de batom, mas só na parte da frente da boca, e também tinha batom nos dentes (como se ela não soubesse passar batom). Quando me viu, pediu para que eu a deixasse dar um beijo no meu rosto, falando que nem criança. Eu, é claro, deixei e a Mara me deu vários beijos, sujando meu rosto de batom. Eu não sei se teve mais coisas neste sonho, só me lembro até essa parte.

Até a semana que vem, internautas! Isto é, se eu não estiver ocupado…


Sonho coloridinho

15 de maio de 2004

Olá, gente! Semana passada eu não bloguei porque eu estava sem tempo para blogar, tive que fazer outras coisas na Internet (tipo: Windows Update para fazer a atualização de segurança contra o vírus Sasser, instalação de aplicativos no Linux, etc). Mas hoje eu irei contar um sonho que eu tive essa semana, um sonho, digamos, bem coloridinho. Sonhei que eu estava num lugar meio amarelado e com uma iluminação bem porcaria e tinha algumas outras pessoas por lá. Acho que era um dia especial, alguma data comemorativa ou coisa assim. Daí eu peguei tinta guache e pintei meu rosto todinho várias vezes. As outras pessoas fizeram a mesma coisa. Daí eu não sei o que a gente ficou fazendo. Esse sonho foi vago, só lembro até aí.

Para não ficar só isso, contarei um outro sonho, também meio vago, um sonho com a Mara. Esse sonho faz já algumas semanas. Sonhei que eu havia encontrado a Mara no corredor da minha antiga escola e nós dois nos abraçamos. Daí nós pusemos a conversa em dia. Ela me falou que, por um certo motivo que eu me esqueci, ela estava fazendo o 3º Colegial novamente. Foi só isso o sonho.

Até semana que vem, se eu tiver tempo!


Mais um sonho com a Mara

28 de fevereiro de 2004

Olá, amigos! Hoje eu sonhei com a Mara, minha grande amiga que faz um tempão que eu não a vejo. Eu estava não sei aonde (devia ser na FATEC ou em algum outro lugar que tivesse vários cômodos), eu acho que eu estava trabalhando por lá. Daí apareceu a Mara vestida de vermelho e com a saia jeans que ela costuma usar. Ela tava linda. Eu fiquei muito feliz com a visita dela, cumprimentei ela, nós dois conversamos, matamos as saudades… Ai, eu fiquei muito feliz!!! Conversamos durante bastante tempo até acabar o sonho. Ai, é tão bom sonhar com a Mara! Inclusive, eu vou até deixar uma foto da Mara aqui no meu blog para vocês saberem quem é a Mara. Eis a foto!

Mara

Bom, eu ia contar outro sonho, um sonho curtinho, mas parece que eu esqueci que sonho era. Quando eu lembrar, eu escrevo aqui neste blog.

Daqui a alguns minutos, eu criarei um outro blog além desse, um blog sobre temas livres, para eu escrever o que eu quiser. Este blog é destinado mais para eu contar o que eu sonho durante as noites.

Até mais, pessoal! Um beijão!


Trecho da carta que eu escrevi para a Mara

12 de janeiro de 2004

Alô, gente que acessa o meu blog! Hoje é dia de mais uma blogada! Hoje eu farei um pouco diferente, ao invés de relatar um sonho que eu tive, irei transcrever aqui neste blog um trecho de uma carta que eu mandei à minha amiga Mara no dia 15/09/2002, um trecho que fala de uns sonhos que eu tive sobre alguns candidatos da eleição daquele ano. Eis aqui o trecho da carta:

“Este ano é ano de eleição e eu irei votar pela primeira vez. Ainda não escolhi todos os meus candidatos. Por isso, assisto ao horário eleitoral gratuito. […] Mas eu acho que eu estou assistindo propaganda política demais. Estou até sonhando com alguns candidatos! Teve um dia que eu sonhei que o Quércia era o meu antigo professor de ciências da terceira série e que ele era meio carrancudo e mal-humorado. No dia seguinte, sonhei que eu estava dormindo e o Celso Pitta estava tentando me acordar. Ele não conseguiu e depois apareceu o Robson Malek, do PRONA, para tentar me acordar. Também não conseguiu. Aí eu acordei, senão iria aparecer o Geraldo Alckmin para tentar me acordar, e eu não quero nem saber do Geraldo Alckmin! E no outro dia, sonhei que o Rui Costa Pimenta, candidato à presidência pelo PCO, estava falando não sei o quê. Cada sonho esquisito que eu tenho, vou te contar uma coisa! Será que é um sinal de que eu tenho que votar nestes candidatos? Eu acho que não! Votar no Celso Pitta? Eu, hein! Não sou masoquista!”

Nossa, eu tava vendo propaganda eleitoral demais! Teve um outro sonho que eu não relatei na carta que eu escrevi para a Mara e que eu sonhei com político naquela mesma época de eleição. Sonhei que o Quércia estava numa mesa junto com a Mara e os dois conversavam. Tinha outras pessoas na mesa, acho que era o pessoal da campanha do Quércia. Também tinha algumas câmeras filmando o encontro dos dois. Outro sonho esquisito! A Mara com o Quércia! A respeito dos sonhos que eu relatei na carta, o outro sonho que eu tive com o Quércia, que ele era o meu antigo professor de ciências da terceira série e era carrancudo e mal-humorado, eu nem lembrava mais desse sonho, só agora que eu li o rascunho da carta que eu mandei para a Mara que eu relembrei esse sonho! Era um sonho que se passou na minha escola, que incrivelmente era igual à da vida real (quase sempre é diferente). Os alunos (um monte de crianças) ficavam na fila e o Quércia, mal-humorado e rabugento, andava resmungando com as mãos fechadas. Eu já estava no 2º Colegial e estava observando ele no pátio e relembrando a época que ele havia me dado aula (dado aula no sonho, na vida real ele nunca me deu aula, quem me deu aula na terceira série foi o professor Sílvio, que também era meio chato, pelo menos ele não era carrancudo). O outro sonho, o que o Celso Pitta e o Robson Malek tentavam me acordar, esse foi um pouco mais esquisito. Eu estava na cama meio dormindo e meio acordado e os políticos tentavam me acordar com a música da campanha eleitoral no fundo (no caso do Malek, era a 5ª Sinfonia de Bethoven). Eu não tenho certeza, mas acho que depois do Malek ainda tinha o Enéas, também do PRONA, tentando me acordar. Mas eu não tenho muita certeza e por isso não escrevi isso na carta. O último sonho, que foi o do Rui Costa Pimenta falando não sei o quê, foi meio vago, o único detalhe que eu lembro desse sonho foi esse. Parece que ele estava fazendo campanha pela candidatura dele mesmo. É uma pena que eu não tenha sonhado com o Lula. Seria tão legal se eu tivesse sonhado com o Lula! Eu votei nele na última eleição.

Ainda bem que eu guardei o rascunho da carta que eu mandei à Mara, senão eu não teria o que escrever neste blog. Aí eu teria que relembrar um dos muitos dos antigos sonhos que eu tive. Semana que vem tem mais, não sei se será um sonho novo ou velho, mas na semana que vem tem outro sonho para contar a vocês internautas. Tchauzinho!


Vírus W95.CIH

11 de janeiro de 2004

Olá, internautas! Feliz Ano Novo! Mais um ano que começa e mais uma vez estou aqui blogando, agora de volta da minha viagem a Curitiba. Hoje vou contar um pequeno sonho que eu tive em Curitiba, durante a minha viagem.

Sabe-se que o vírus W95.CIH, também conhecido como Chernobyl, foi criado por um hacker taiwanês chamado Chen Ing-hau e descoberto pela Symantec (fabricante do Norton AntiVirus) no dia 28/06/1998. Esse vírus é um dos piores vírus de computador do mundo, destruindo os arquivos do HD e até a BIOS do computador. E não pode ser removido de jeito nenhum pelos softwares antivírus, somente se baixar a ferramenta de remoção de vírus chamada KILL_CIH (W95.CIH Removal Tool) do site da Symantec para eliminá-lo da memória RAM e eliminá-lo normalmente com um antivírus. Pois é, eu sonhei que esse vírus, que é um vírus de computador, contaminou minha amiga Mara. Na vida real, nenhum vírus de computador ataca pessoas, mas no sonho, a Mara havia sido contaminada por esse vírus. O vírus atacava o sangue, destruía as células sangüíneas, deixava a pele meio avermelhada, chegava ao cérebro e matava a pessoa. Eu estava numa escola cujas paredes eram pardas, algumas pessoas circulavam pelos corredores do colégio e um surto do vírus W95.CIH atacava alguns alunos. De repente, vi a Mara com a pele meio avermelhada perto da porta de uma sala desconhecida. Ela me disse que tinha contraído o W95.CIH, que precisava fazer o tratamento de remoção do vírus no sangue dentro daquela sala desconhecida e que eu precisava fazer um exame de sangue para saber se eu estava contaminado com esse vírus, uma vez que ele é altamente contagioso. Aí ela entrou na sala e começou a fazer o tratamento, acompanhada de uma outra menina e de um professor no qual a Mara gostava muito (que só existiu neste sonho). Fiquei esperando na porta da sala durante 12 horas, até que a Mara se recuperou e estava livre da praga cibernética. Durante todo o tempo em que eu esperava a Mara se recuperar, eu pensava comigo mesmo: “Será que eu preciso mesmo fazer o exame de sangue?” É que eu tenho medo de agulha. Após a Mara se recuperar do vírus, fiquei muito feliz por ver minha irmãzinha saudável novamente. Mas depois de algumas horas andando pelos corredores do colégio, percebi que a Mara havia pegado o W95.CIH novamente. Então, suspeitei que eu havia pego o vírus da Mara e que agora eu havia retransmitido o vírus para ela. Eu também estava com a pele meio avermelhada. Ao ver ela entrando novamente na sala de recuperação, prometi a ela que iria fazer o exame de sangue que ela me pediu e eu ainda não havia feito. Ela entrou na sala de recuperação e o sonho acabou aí. Graças a Deus esse vírus só ataca computadores. Mesmo assim, né, maldito Chen Ing-hau que inventou esse vírus! O cara não tinha nada o que fazer ao invés de ficar fazendo vírus para acabar com a BIOS dos outros?

A respeito da Mara, agora ela não trabalha mais no Peg-Pão, ela está trabalhando agora como caixa do Supermercado Cuca do Jardim Quietude, perto da casa dela. Ela está mais feliz agora, está ganhando mais do que ganhava antes. E sem W95.CIH para encher o saco!

Na próxima blogada eu contarei mais um sonho que eu tive em Curitiba! Até semana que vem!


Sonhando com os favores que a Mara me pediu

30 de novembro de 2003

Olá, internautas! Hoje eu irei contar os sonhos que eu tive ontem e hoje (um tem a ver com o outro). Antes de contar os sonhos, eu vou contar uma coisa que aconteceu sexta-feira (dia 28/11/2003). Eu estava me preparando para sair para ir ao CEBRAC, quando a Mara me ligou pedindo para que eu fizesse dois favores para ela em relação a trabalhos de escola. Eu falei: tudo bem, eu faço! E eu fui ao CEBRAC. Depois, chegou de noite, tava na hora de dormir e eu fui dormir. Aí eu tive o primeiro sonho. Sonhei que eu tentava falar uma palavrinha com a Mara sobre o que ela havia me pedido e, quando eu conseguia falar com ela, não dava tempo e ela saía. No sonho inteirinho, eu tentava falar com ela e, quando parecia que eu ia conseguir falar o que eu queria, acontecia alguma coisa e ela precisava sair. Ela não saía por má vontade dela, é que ela era muito ocupada. Na vida real, ela também é muito ocupada, tem que trabalhar (trabalha no minimercado e padaria Peg-Pão), ir na catequese (ela dá aula de catequese na igreja) e ano que vem ela vai fazer faculdade (ela já passou no vestibular). No sonho, ela estava com um cabelo diferente, um cabelo meio ondulado, solto e marrom (mais marrom do que já é). Daí acabou esse primeiro sonho. No dia seguinte, ou seja, ontem, eu comprei a cartolina que era para um dos trabalhos que ela pediu, mas não havia dado tempo de eu desenhar o bagulho do trabalho na cartolina, eu tava muito cansado ontem e deixei para depois o que eu tinha que fazer. Fui dormir. Aí, eu tive o segundo sonho. Sonhei que eu tentava achar o negócio da pesquisa que a Mara havia pedido. Corri para um monte de lugares, fui não sei aonde, achei um bagulho que não tinha nada a ver, depois perdi o bagulho, tirei a roupa num lugar onde eu tava fazendo a pesquisa (na casa de não sei quem) e depois pus de volta (não sei porque eu fiz isso), andei pelas ruas, depois achei outro negócio que não tinha nada a ver (um bagulho sobre o Fausto Silva). No final, eu nem sabia o que eu estava procurando. Neste sonho, a Mara não apareceu. Depois eu acordei, preocupado porque eu tinha que fazer o negócio que a Mara pediu. Depois eu consegui fazer a pesquisa. O cartaz vai ficar para amanhã. Hoje, inclusive eu consegui falar com a Mara por telefone e ela me esclareceu algumas dúvidas.

Tomara que eu não tenha mais um sonho daqueles nesta noite. Para mim, foi quase um pesadelo, isto sim. Se eu sonhar de novo com esses trabalhos, eu conto na semana que vem. Hoje eu iria contar um sonho que eu tive na última quinta-feira, um sonho sobre uns trabalhos que eu fiz no sonho sobre drogas, mas este sonho eu irei contar na semana que vem. Quer dizer, eu não tenho certeza se eu irei blogar na semana que vem, pois eu tenho vestibular no próximo domingo e eu não sei se vou ter tempo de blogar. Mas talvez eu tenha tempo de noite.

Tchau, internautas, até a próxima blogada e um beijo para as internautas mulheres!


A morte dos pilotos de Fórmula 1

19 de outubro de 2003

Olá, pessoal! Semana passada não sobrou tempo para eu escrever sonho no blog, me desculpem todos os internautas que acessam este blog! Em compensação, hoje eu vou escrever dois sonhos!

Era véspera de um Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 não sei de que ano e eu tive um sonho muito macabro. Sonhei que o Rubens Barrichello foi treinar no autódromo de Interlagos com a Ferrari dele e ele se acidentou e morreu. No Jornal Nacional, a Fátima Bernardes deu esta notícia ao Brasil inteiro chorando muito. O Luciano Burti (que na época corria pela Jaguar), ao ouvir essa notícia triste, disse para mim: Eu vou ao autódromo de Interlagos treinar um pouco para esfriar a cabeça! Daí ele foi. Alguns minutos depois, a Fátima Bernardes deu outra notícia chorando no Jornal Nacional. A notícia foi que o Luciano Burti derrapou com o carro na curva, se acidentou e morreu. Então, o Enrique Bernoldi (que na época corria pela Arrows) disse para mim: Eu vou dar umas voltinhas no autódromo de Interlagos para ver se eu esfrio a cabeça! E ele foi. Minutos depois, outra vez a Fátima Bernardes, chorando bastante, deu outra notícia supertriste: o Enrique Bernoldi se distraiu, bateu em cheio no muro de proteção e morreu. Momentos depois, eu acordei do sonho. No dia do Grande Prêmio do Brasil, ninguém morreu e eu fiquei aliviado, pois por alguns momentos pensei que aquele sonho era premonição. O Rubens Barrichello, como sempre, abandonou a corrida.

Esta madrugada, dia 19/10/2003, meu subconsciente me pregou outra peça em relação à Mara. Sonhei que eu tinha ido à escola usando um sutiã preto por baixo da camiseta de escola. Como vocês sabem, eu não consigo controlar meus atos nos sonhos que eu tenho. Chegando lá, tinha uns computadores conectados à internet. Quando um computador era desligado, ele não exibia a mensagem “Seu computador já pode ser desligado com segurança” no monitor, e sim um menu todo em vermelho cheio de links para páginas da internet, pois os computadores utilizavam um sistema operacional completamente diferente do Windows. Ninguém reparou que eu estava usando um sutiã por baixo da blusa de escola, embora a blusa de escola fosse branca. A Mara havia bolado algumas das aulas, mas veio em uma única aula. Quando a Mara puxou a gola de sua camisa para olhar por dentro, eu percebi que ela estava sem sutiã. Vários minutos depois, na hora da saída, eu resolvi tirar aquele sutiã preto que me incomodava, antes que alguém descobrisse. Tirei o sutiã discretamente e o abandonei no cesto de achados e perdidos. A Mara foi no cesto de achados e perdidos e encontrou o sutiã, olhou para mim e disse: isso aqui é seu? Isso aqui é para mim? Ela achou que eu tinha feito alguma gozação por descobrir que ela estava sem sutiã, como se a Mara tivesse perdido seu sutiã. E assim acabou o sonho. Mas eu vou repetir: Eu considero a Mara apenas como uma irmã, não como outra coisa!

Tchau, internautas, até a semana que vem! E tomara que nesta semana eu sonhe que eu esteja beijando a boca da Sandy! Ou então, que eu sonhe com um abraço muito gostoso da Mara!


Eu beijando a boca da minha irmã?!?

28 de setembro de 2003

Olá, pessoal! Hoje eu vou contar outro sonho daqueles! Foi há uns meses atrás. Por algumas semanas, eu pensei se iria ou não colocar esse sonho neste Blog! Mas seja o que Deus quiser, a Mara não tem computador mesmo!

Antes de eu começar a contar o sonho, eu vou logo dizendo: eu gosto da Mara como uma irmã, só como irmã, não como outra coisa! Se eu sonhei com isso, foi só um acidente, eu não gostaria que isso acontecesse de verdade!

Seja o que Deus quiser, lá vai o sonho!

O sonho começa assim: eu entrei na sala de aula, na escola. Vários alunos estavam presentes na classe, inclusive a Mara. Eu cumprimentei algumas pessoas, inclusive a Mara, que não quis chegar muito perto de mim. Eu sentei na cadeira (naquela época, eu ainda sentava na frente da classe) e fiquei observando os colegas. Daí, a Mara começou a se aproximar de mim. Aí é que começa a parte mais picante. (Ai, que vergonha, será que vou conseguir contar o resto do sonho?) A Mara começou a me olhar, eu comecei a olhar a Mara. Daí… Daí… Daí, eu e a Mara… Eu e a Mara começamos a nos beijar… Ai, meus Deus do céu, eu não era para estar contando isso neste Blog! Tomara que a Mara nunca veja este Blog! Continuando: Eu e a Mara (que na qual eu considero como minha irmã, não confundam as coisas!) começamos a nos beijar. Beijar na boca. No começo, eu me atrapalhei para beijar a boca da Mara, afinal, até hoje, eu nunca beijei na minha vida, mas depois eu peguei o jeito. Foi uma sensação muito gostosa, meio quente, meio molhada. Os outros alunos da classe nem zoaram, nem comentaram, não estavam nem aí. A gente ficou se beijando por algum tempo, até acabar o sonho. Depois que acabou o sonho, eu lembrei que eu considerava ela como uma irmã para mim e disse comigo mesmo: Cassete, eu beijei a boca da Mara no sonho! Credo, que é isso! Foi um sonho um tanto quanto esquisito. Mas eu continuo dizendo: eu gosto da Mara como uma irmã para mim, e não como minha namorada, como dizem por aí! Por que o meu subconsciente foi aprontar essa para mim? Seria melhor eu ter beijado a boca de outra garota, a boca da Fabíula, da Mariana, da Danielle, da Priscila, da Gláucia, da Nathaly, mas da Mara? Pôxa, fala sério! Eu nunca gostaria de beijar a boca da Mara! Quem tem uma irmã, experimente beijar a boca dela, é a mesma sensação que eu senti ao beijar a boca da Mara no sonho! Ainda bem que foi só no sonho, eu iria lavar a boca se isso acontecesse de verdade!

Tchau, até o próximo sonho! E lembre-se: eu não gostaria de beijar a boca da Mara, o meu negócio é com a Diana!