Lápis vudu e privada explosiva

12 de maio de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no dia 12 de Abril desse ano, a um mês atrás. Sonhei que eu, a Mara e outros ex-colegas de escola da época do terceiro colegial estávamos novamente estudando numa sala de aula e, assim como era na vida real, em 2002 e 2003, eu sentava à esquerda da Mara.

Não tenho certeza se, no sonho, eu tinha a idade que eu tinha na época que eu estudava na escola (17 anos) ou se eu já tinha a idade que eu tenho hoje (25 anos), mas a Mara aparentava estar mais nova.

Ao contrário de todos os outros alunos, eu usava para escrever em meu caderno um lápis muito esquisito, um lápis gigante que parecia ser feito de espuma e era uma espécie de lápis vudu: toda vez que eu segurava no lápis ou o tocava com a ponta deste no caderno para escrever, a Mara sentia como se eu tivesse lhe tocado em um dos seios, não sei qual deles, pois ela não me falou, mas ela se sentia muito incomodada toda vez que eu usava o lápis gigante, apesar dela não falar isso diretamente a mim. E, toda vez que a ponta do artefato de escrita vudu era tocado, seja com a minha mão ou na hora que eu ia escrever, a Mara sentia como se lhe estivessem tocado em seu mamilo.

Não sei que aula eu estava tendo e nem lembro que matéria eu estava copiando, mas me lembro que havia intervalos entre as aulas, onde eu e outros colegas ficávamos andando numas salas meio diferentes, me lembro muito pouco dessas salas e o que havia nelas. No sonho, a escola onde eu estudava era diferente de qualquer lugar onde eu já estudei na vida real, ainda que a sala onde eu estudava tivesse uma leve semelhança com uma das salas da FATEC de Praia Grande, ainda que a sala não fosse igual.

Houve vários desses intervalos e, no último deles, a Mara começou a reclamar de dores intensas em seu seio. Fui ver o meu lápis vudu e ele estava com um pedaço faltando, com uma abertura de uma extremidade a outra, dando para ver o grafite. Vi também que parte do grafite de dentro do lápis estava faltando. Até o final da aula, tomei muito cuidado para não tocar no interior do lápis, no grafite que estava exposto, pois a Mara muito provavelmente iria sentir dores mais intensas ainda em sua mama.

Depois dessa parte do sonho, ouve uma outra parte que não tem nada a ver com a primeira. Nela, uma mulher maluca de cabelos compridos que eu não sei quem é resolveu pregar uma peça nela própria, e ainda registrou o ocorrido em vídeo, no qual eu assisti num telão pelo menos umas duas vezes (depois disso, o sonho acabou). Só faltou a mulher botar o bagulho no Youtube.

O que a mulher fez foi o seguinte: ela instalou um vaso sanitário na carroceria de um caminhão, instalou também um biombo azul no qual estava o vaso e uma câmera que filmava o biombo. Além disso, ela colocou uma bomba (de explodir, não de bombear) dentro da privada e sentou na mesma, a fim de fazer suas necessidades. Então, quando o caminhão estava no meio da estrada, a bomba explodiu, lançando a mulher com as calças arriadas no meio da estrada. Foi uma cena hilária, ainda que eu não tenha rido na hora que vi aquilo (estou rindo agora, na hora que estou escrevendo isso). Ai, que mulher idiota!

Bom, esse post termina aqui, até a próxima postagem!

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Sonho romântico com a Mara

21 de março de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que tive no dia 15/03/2011.

Sonhei que eu e a Mara estudávamos na mesma faculdade, não sei que faculdade era, nem sei que curso em que eu e ela estávamos e se cursávamos o mesmo curso. Estudávamos em salas diferentes e, ocasionalmente, nós nos encontrávamos no “quintal” que ficava na parte da frente do campus.

Na vida real, eu e a Mara estudamos na mesma classe no segundo e terceiro colegiais, mas fizemos faculdade em instituições e cursos diferentes.

Próximo à faculdade, havia um shopping que, em parte, era semelhante ao Shopping Metrô Santa Cruz, localizado na capital paulista, mas que havia um cinema no térreo. Lembro-me de ter ido naquele shopping a fim de comprar uns filmes em DVD, não sei se cheguei a comprar ou não, mas acho que comprei sim, acho que uns dois ou três filmes. Lembro-me também de ter subido as escadas rolantes daquele shopping e de ter visto o preço de uma caixa de bombons que possuía dois tipos de bombons diferentes, semelhantes ao bombom Sonho de Valsa. O preço estava em cerca de oito reais e alguns centavos, e eu achei aquele valor caro, ainda mais que essa mesma caixa de bombons custava, a alguns dias atrás, cerca de três reais mais barato (quando vi o preço da caixa de chocolates, me veio a lembrança de uma outra vinda ao mesmo shopping, quando vi o preço pela primeira vez).

Não tenho certeza, mas acho que a minha intenção era a de comprar aquela caixa e dar à Mara como um presente romântico. Por falar em Mara, fui com ela nesse mesmo shopping a fim de assistir a um filme no cinema, não sei se foi em uma ida ao shopping posterior a essa que relatei ou se foi a mesma ida. Não sei que filme acabamos por assistir (acho que nem prestei atenção no bagulho), mas a sessão de cinema acabou por ser meio bizarra: O telão do cinema exibia o filme no meio do shopping, não numa sala cheia de bancos como ocorre na vida real, e eu a Mara assistimos o filme em pé, no meio das pessoas que transitavam pelo local, e nem pagamos nada para ver o filme, pois me parece que aquele cinema estava liberando filmes mais antigos, produzidos a alguns anos atrás, gratuitamente em cinemas como aquele, enquanto os filmes atualmente em cartaz eram exibidos em salas comuns.

Para a sessão de cinema ficar ainda mais bizarra, havia, bem no corredor onde estávamos a assistir o filme, um metrô, onde passageiros embarcavam e desembarcavam. E não era a entrada da estação não, eram pessoas embarcando e desembarcando no metrô propriamente dito mesmo, ou seja, havia um trilho de metrô no shopping, onde o metrô passava. E aquele metrô me fazia acabar por não prestar atenção no filme.

Enquanto eu assistia ao tal filme, que eu acho que foi um dos que eu comprei em DVD (ou pensei em comprar), eu ficava andando no corredor, mesmo com muitas pessoas passando por ali. E, não sei por quê, acabei por entrar numa das composições do metrô (acho que a Mara entrou também, mas saiu antes do vagão fechar as portas e começar a andar) e adivinha o que aconteceu! Isso mesmo! As portas do vagão se fecharam, o metrô foi para a próxima estação e eu acabei por deixar a Mara sozinha no shopping vendo o filme! Que romântico isso, né! E, ao chegar na próxima estação, que era uma estação de metrô normal, desembarquei, saí da estação e fui embora para casa, a pé.

Enquanto eu voltava para casa a pé (e já era de noite), avistei ao longe um diabo vermelho que tinha chifres e tudo, e ele andava no sentido contrário que eu estava andando, em minha direção. Um pouco depois, ele se aproximou de mim e falou não sei o quê em inglês comigo e eu não entendi nada. Aí eu respondi para ele: “I don’t speak english! Sorry!” Então, ele prosseguiu andando e eu continuei o trajeto até a minha casa.

Chegando em casa, descobri que o Silvio Santos se casou com a minha avó, e ele estava lá em casa, junto com a velha. Na vida real, a minha avó vive assistindo o Silvio Santos. Em um dado momento, o Silvio Santos pegou o telefone da minha avó (que, na vida real, já foi desativado há um bom tempo, a fim de economizar despesas, já que já havia o telefone da minha mãe) e ligou para o SBT, fazendo um esquema meio doido onde ele apresentava um programa de TV por telefone. E o apresentador falava no telefone deitado no chão, com as pernas abertas. Depois dessa parte, acho que o sonho deve ter acabado.

Mas que sonho romântico esse, né! Fui no cinema com a Mara, mas não comprei a caixa de bombons para dar para ela porque achei o preço muito caro, acabei indo com ela na sessão gratuita e com todo mundo passando na frente e, ainda por cima, deixei a mulher sozinha no meio do filme, “fugindo” de metrô! E para piorar a situação, acabei vendo um diabo na rua! E quem acabou arranjando mulher mesmo foi o Silvio Santos! Ai, caramba! Bom, por hoje é só! Até o próximo post, que provavelmente será tão romântico quanto este aqui!

Observação: Assim como o Silvio Santos, a Mara é compromissada na vida real, e inclusive já tem uma filha.


Um sonho dentro de outro

18 de maio de 2009

Hoje, eu tive um sonho dentro de outro, ou seja, eu sonhei que eu estava sonhando e, neste sonho, o Guilherme Arantes veio fazer uma visita aqui em casa e foi dormir num quarto separado, um quarto de hóspedes, digamos assim.

A minha casa era meio diferente da minha casa da vida real, que nem tem um quarto de hóspedes (estes geralmente dormem na sala). E os cômodos da minha casa no sonho não possuíam iluminação alguma, era tudo bastante escuro, mas eu enxergava mais ou menos o ambiente e via uns cacarecos jogados em tudo quanto é lugar.

Aí, no dia seguinte, depois que acordei da noite de sono, fiquei sabendo que o Guilherme Arantes morreu enquanto dormia,. Inclusive, fiquei triste com o ocorrido. Também houve cobertura da imprensa sobre a morte do músico.

Neste mesmo sonho (que, lembrando, foi sonhado dentro de outro sonho), me lembro de ter entrado, junto com algumas pessoas que não me lembro quem eram, num depósito meio esquisito, um lugar muito grande, enorme mesmo, que estava cheio de coisas empilhadas (era coisas que não acabavam mais), inclusive muitos CDs. Um dos CDs (na verdade, eu acho que eram CDs, mas eu não me lembro com exatidão o que eram), era de cor azul e eu, por não gostar da pessoa que o lançou (um cara do Orkut no qual eu discuti na vida real), o peguei e o amarrotei, e então o joguei de qualquer jeito.

Me lembro também que eu estive dentro de um lugar onde tinha uma bancada de madeira e que ficava sei lá onde (acho que eu subi umas escadas no depósito descrito no parágrafo anterior, que deram acesso a este lugar), e que tinha umas janelas que davam para ver o céu branco. As pessoas que entraram comigo naquele depósito também me acompanhavam neste lugar, não sei se todas elas. E nós ficamos lá fazendo alguma coisa que eu não me lembro.

Neste mesmo lugar, eu percebi que eu estava sonhando e me lembrei que, quando alguém percebe que está sonhando, pode fazer qualquer coisa que desejar, como voar. Então, eu resolvi que, ali na minha frente, ia aparecer a Mara (uma amiga minha que eu tenho desde os tempos de escola) a fim de beijá-la. Ela apareceu na minha frente, mas meio apagada, como se fosse um espírito. Não me lembro se eu a beijei ou não, mas eu acho que a beijei, ou tentei beijar.

Depois de alguns instantes, eu decidi abrir os olhos para acordar e acordei em frente ao portão da minha casa, de madrugada, e trajando um pijama que não existe na vida real. Havia uns caras meio esquisitos na rua, que aparentava estar em reformas, toda arrebentada. Aí eu me lembrei vagamente que, no sonho que eu tive, eu havia saído de cada para dar uma volta no quarteirão e então acreditei que eu havia tido uma crise de sonambulismo.

Abri o portão e entrei em casa (que é bem mais fiel à minha casa da vida real, ao contrário da do sonho que eu tive dentro deste sonho) e, na garagem, estavam Sandy e Junior escutando música punk num aparelho de som que estava ali instalado. Este foi, que eu me lembre, o primeiro sonho no qual eu não cumprimentei a Sandy, não pedi autógrafo, não falei com ela, não a abracei e nem nada. Aí eu entrei provavelmente na cozinha e não sei mais o que eu fiz. Posteriormente, eu acordei. Desta vez, eu acordei de verdade.

Uma observação interessante é que o Guilherme Arantes era meu cantor favorito na época que eu tinha entre 4 e 5 anos de idade, quando eu ainda morava em Curitiba. E, de 1998 a 2007, Sandy e Junior eram meus cantores favoritos, ainda que eu curtisse outros cantores e bandas nesta mesma época.

Até o presente momento em que escrevo neste blog, o Guilherme Arantes está vivo e cantando até hoje.

Até o próximo sonho!


Sonhos sonhados nesses últimos tempos

19 de abril de 2009

Hoje, irei contar alguns sonhos que eu tive há tempos atrás (cinco, no total). Quase todos foram sonhados no ano passado, em 2008, durante o tempo de inatividade das minhas postagens neste blog.

Uma vez, no ano retrasado (eu acho), sonhei logo no início do sono com um bebê numa cadeirinha daquelas onde se dá papinha, então a cabeça do bebê aumentou de tamanho rapidamente e estourou como uma bexiga, e acabei tendo um ataque de riso que me fez acordar do sonho. O sonho foi bastante rápido e parece que eu o sonhei quando eu estava começando a pegar no sono.

No dia 21 de Janeiro de 2008, eu sonhei que a greve dos roteiristas era uma maldição divina ao mundo do cinema causada pelos cachês altíssimos dos atores dos filmes e também dos ganhos absurdos dos profissionais do cinema (cachês e salários milionários) e pela não ajuda destes aos mais necessitados. O sonho terminou com uma musiquinha sinistra. Na época que eu tive esse sonho, era a época da tal greve dos roteiristas, que atrapalhou a exibição de algumas séries na TV paga.

Três dias antes desse sonho, no dia 18, eu sonhei que tava dando na MTV o desenho animado do Renan Calheiros e este, bem como os demais personagens do desenho, inclusive a Mônica Veloso, eram ursos, tais como os do desenho Talespin (antigo desenho animado que eu assistia quando criança). No desenho, o Renan estava sendo julgado por aqueles escândalos que ocorreram na vida real envolvendo-o. E este desenho passava em várias MTVs, cada uma passando uma parte daquele mesmo episódio. Não havia outros canais na TV sem ser essas MTVs, que eram centenas. E eu pensava que o canal que estava passando era a Globo e não a MTV, acho que depois que eu me toquei que era a MTV.

No dia 31 de Março de 2008, sonhei um sonho que teve algumas partes distintas, e na principal delas, eu estava tendo aula com um professor que cortava o cérebro de uma mulher como se fosse um repolho, na pia, com a torneira aberta. E não havia nenhum sangue no crânio da moça. E falavam que o crânio da mulher era sobrenatural e não sei mais o quê. Num determinado momento, o professor saiu e eu peguei a faca e continuei eu mesmo a cortar aquele cérebro, sem nenhum nojo ou constrangimento.

Numa outra parte deste sonho, eu vendi os DVDs do Debian 4.0 para uma filial do Boticário e fiquei com medo de que o cara descobrisse algo ou desconfiasse algo de mim (não me lembro exatamente do que eu tinha medo). Na vida real, eu sou vendedor oficial do Debian GNU/Linux, que está em sua versão 5.0.

Também teve uma parte onde eu andava na rua e via, do outro lado desta, um portal (ou algo do tipo) que dava para ver a cidade de Curitiba um pouco diferente, com mar. Eu acho que cheguei a atravessar o portal e ir à essa Curitiba diferente.

E teve uma outra parte onde a Avril Lavigne estava dormindo no quarto da minha avó e, quando eu a vi, disse em inglês misturado com português que era para eu tomar café da manhã na cozinha. A Avril devia estar fazendo uma visita à minha casa.

No dia 24 de Novembro de 2008, sonhei um sonho de três partes (não me lembro se teve outras além das três que vou contar agora). A primeira parte foi uma parte erótica na qual eu participei de uma suruba com algumas ex-colegas de escola da época do terceiro colegial, e em cima de umas mesas azuis grandonas, que ficavam em um recinto enorme e fechado, tipo um galpão. Só havia eu de homem e o resto eram garotas, tinha uma mais tímida, que participou pouco da suruba, outras eram mais assanhadas, com uma delas sendo a que eu mais me “envolvi”, dando várias “investidas” principalmente nos seios da mesma. Especificamente nesta parte do sonho, eu e todas as garotas tínhamos a idade que a gente tinha na época do terceiro colegial, 17 anos. Não irei citar nomes das participantes dessa parte do sonho para não constranger ninguém.

Nesse mesmo sonho, já com a mesma idade da época que tive o sonho, ganhei um PC com o Windows 7 original, mas ele permaneceu na caixa durante o sonho inteiro. Parece que o PC e o Windows 7 original eram necessários para realizar uma determinada tarefa. Lembrando que o Windows 7 só será lançado provavelmente no fim deste ano.

E também, no mesmo sonho, montei uma conexão com uma espécie de rádio que tocava uma determinada música que eu não sei qual era, mas era uma música que eu gostava muito no sonho, só tocava essa música na rádio, e a antena que eu montei para fazer a conexão com essa rádio consistia em um violão partido ao meio.

Por hoje é só! Até o próximo post deste meu blog!


Disputa de direito autoral e Mara no Fantástico

8 de outubro de 2007

Olá, internautas! Andei sem postar por um mês nesse blog, acredito que o último post ficou relativamente grande e resolvi deixá-lo em destaque por bastante tempo, além disso, esperei ter um sonho interessante para ser relatado aqui. Mas hoje estou de volta e postarei mais um sonho com a Mara, um sonho sonhado ontem.

O início do sonho foi meio vago, eu acho que eu estava num recinto cheio de gente, acho que o recinto era uma sala de aula ou algo do tipo, mas não dava para definir que lugar era aquele, mas, pelos acontecimentos do sonho, deduz-se que aquele lugar era uma sala de aula. O ambiente estava meio amarelado, deve ser a iluminação do local. Às vezes, nos meus sonhos, os ambientes tendem a ter uma determinada coloração, escura, amarelada, esbranquiçada, alaranjada, dentre outras colorações. Nessa sala de aula, que inclusive não havia cadeiras e nem mesas, e não sei nem se tinha quadro negro (não me lembro nem quais eram os móveis que haviam naquele recinto, se é que tinha algum móvel), estava, um pouco à minha frente, a Mara, cujos cabelos eram loiros meio cor de mel, uma tonalidade de loiro muito bonita, os cabelos dela estavam lindos, assim como os da vida real sem ela tingir, que no caso é um marrom meio ruivo, uma pena que ela pinte os cabelos com cores horrendas (ah, que saudade da época que a Mara estava grávida e não podia pintar os cabelos…), a Mara tem um péssimo gosto na hora de tingir (destruir) os cabelos dela. Voltando ao sonho, a Mara, com cabelos loiros, estava à minha frente e, quando a vi, fui cumprimentá-la e ela começou a beijar meu rosto, me beijou várias vezes, e ela beijou até a minha boca, me beijou todinho como se me amasse muito, e a Mara tava de batom ainda por cima, batom laranja. Depois de ela ter me beijado à vontade, senti meu rosto todo sujo de marcas de batom e pus as mãos sobre este para outras pessoas não notarem que eu estava todo beijado. Aí eu não me lembro o que se sucedeu depois, eu acho que a Mara fez um trabalho de escola ou coisa do tipo e acabou violando o direito autoral de não sei qual empresa (acho que era o nome da empresa com as duas letras iniciais trocadas), e por causa disso, acabou sendo processada por tal empresa. Então, a Mara se encontrou com o dono da tal empresa numa cabine que mais parecia aquelas cabines que ficam nos sambódromos e que são usadas pelos repórteres da Rede Globo para narrarem os desfiles (se bobear, a Mara se encontrou com o coiso da empresa numa cabine de sambódromo mesmo), e daí ela, falando com tom de seriedade, um tom que eu nunca tinha ouvido ela falar daquele jeito (geralmente, a Mara fala com um tom meio que descontraído), iniciou o diálogo (ou a disputa, parecia mais uma disputa judicial, só que com só os dois e sem juiz) com o cara da empresa e os dois ficaram lá naquela cabine falando sobre o problema do direito autoral da marca da tal empresa. Depois de não sei quanto tempo, a Mara se saiu vitoriosa na disputa e a vitória dela saiu no Fantástico, com direito a cobertura completa do caso no início do programa e tudo. Nossa, eu fiquei muito feliz pela Mara ter ganho a disputa pelo direito autoral, e inclusive entrei no Orkut e postei na comunidade Linux versus Windows (comunidade onde eu mais posto e mais freqüento) sobre a matéria do fantástico onde a Mara apareceu, dizendo que aquela era a Mara que eu havia comentado em certos posts (eu já comentei sobre a Mara algumas vezes naquela comunidade). Não sei quais foram as respostas do pessoal da Linux versus Windows naquele post que eu havia feito, mas se fosse na vida real, tá na cara que algum infeliz iria postar “matéria comprada”, como sempre postam quando postam alguma matéria de algum jornal da Internet, geralmente matérias a favor do Windows. Depois dela ter aparecido no Fantástico e de eu ter ficado muito feliz com a Mara ter ganho a disputa do direito autoral (e dela ter ficado conhecida no Brasil inteiro por conseqüência), o sonho se encerrou.

E esse post acaba aqui, tchau e até o próximo post! E consegui postar antes da meia-noite!


Mara na cadeia!

21 de agosto de 2006

Olá, internautas! No post de hoje, eu irei contar o sonho sonhado no domingo passado, dia 13/08/2006. Sonhei que a Mara (aquela que eu a considero como irmã) havia sido presa não sei por qual delito. O sonho começou quando eu fui ver como andava a Mara, pois na vida real já faz semanas que eu não a vejo, e eu estou enrolando para ir na casa dela faz tempo (eu sempre planejo de um dia ir, mas acabo não indo), e fiquei sabendo da prisão dela. Fiquei espantado ao saber do fato, um fato bastante inusitado por sinal, e cheguei a visitá-la na cadeia, que tava mais para calabouço. Ela era a única detenta na cela, cuja parte de cima da grade era circular, em formato parabólico. Tal cela possuía paredes feitas de blocos azuis acinzentados e no interior dela, além da Mara, havia também uma cama e alguns pertences dela. E a Mara estava bastante parecida com a Fernanda Vasconcelos (que fez a Nanda daquela novela do Manoel Carlos), lembrava bastante a Fernanda Vasconcelos. Na vida real, as duas não são parecidas. Posteriormente, fiquei sabendo de que, na academia World Champions, onde eu faço musculação, iria ser julgado um pedido de liberdade condicional ou algo do tipo, para ela ser solta da cadeia. Então, fui à academia acompanhar o julgamento do pedido de liberdade da Mara. Chegando lá, vi que eu não era o único a acompanhar o julgamento e a torcer pela liberdade da minha querida, muitas outras pessoas torciam pela soltura da mãe da Gabi, inclusive muita gente da FATEC. Era até bastante gente para pouco espaço físico, era aquela multidão dividindo espaço com os equipamentos de musculação da academia e com a mesa do promotor (do juiz, do delegado, enfim, do cara que ia deferir ou não o pedido de soltura da Mara), além do próprio promotor e da Mara, que estava do lado da tal mesa. Tanto a multidão quanto a Mara (e eu também, obviamente) estavam ansiosos pela resposta do promotor, que vestia terno. Depois de esperar por vários minutos (acho que mais de uma hora), o promotor deu a tão esperada resposta. O filho da puta indeferiu o pedido de soltura da Mara e esta começou a chorar muito. Ela chorou igual a Nanda da novela das oito. A cena foi de partir o coração, e partiu não só o meu, mas o de toda a multidão, que começou a protestar contra a decisão do oficial, chiando muito e depredando os equipamentos da academia. Eu mesmo peguei o aparelho de puxar o peso para baixo (até hoje eu não sei o nome do aparelho) e o virei, derrubando-o, tamanha era a minha indignação. Depois daquele quebra-pau e de eu já ter voltado para casa, pensei comigo mesmo: “Pôxa vida, uma menina tão novinha e já tá na cadeia! Mas qual será o crime que ela cometeu para estar atrás das grades? E como é que vai ficar a filhinha dela?” Fiquei com muita pena da Mara, foi triste ver alguém que eu amo tanto naquela situação. Posteriormente, fui visitar a Mara na cadeia mais uma vez, para ver como ela andava, como ela se sentia, para falar com ela, para fazer companhia a ela. Ela parecia estar mais conformada com a decisão do filho da… Quer dizer, do promotor de indeferir o pedido de sua soltura, mas falava em tom triste e sem sorrir. Fiz companhia para a Mara e conversei com ela (sem entrar na cela onde ela ficava, no sonho todo eu sempre fiquei do lado de fora da cela) durante um certo tempo. Quando tava quase acabando o tempo de visita, a Mara me disse que faltavam apenas dez dias para ela terminar de cumprir a pena e de ser solta. Fiquei bastante aliviado e contente com a notícia e saí de lá um pouco mais feliz. Não cheguei a ver a Mara sendo solta, pois o sonho acabou antes disso acontecer. Acho que minha situação perante a Mara deve ter influenciado o conteúdo desse sonho. Coisas do coração mesmo. E preocupação também. Preocupação devido ao fato de eu não saber o que se passa com minha irmã lá na casa dela. Faz semanas e semanas que eu não a vejo. Fico imaginando como ela deve estar agora. Bom, eu só espero que isto não seja premonição…

Até o próximo post, internautas, e um enorme beijo para a personagem principal deste sonho!


Richard Stallman e Mara na FATEC

4 de julho de 2006

Olá, internautas! Eu disse que eu ia blogar na semana passada, mas não deu tempo e então eu estou postando hoje!

Como eu disse no post passado, eu irei contar o sonho no qual apareceu o presidente da Free Software Fundation, o Richard Stallman. Este sonho foi sonhado dois dias antes do sonho do último post ter sido sonhado e se passou na faculdade (a FATEC de Praia Grande, para quem não sabe), que estava não muito diferente da FATEC da vida real (só estava um tanto cinzenta, empoeirada e tinha também outros detalhes mais insignificantes, como o elevador esquisito no meio do prédio, um andaime para falar a verdade). Lembro-me que a Mara estava fazendo não sei o quê lá na FATEC, e eu a vi passando pela escada que dá acesso ao andar de cima, bem embaixo do andaime. Como eu a vi, disse oi para ela (não me lembro se eu disse mais alguma coisa), mas ela não me respondeu. Achei que ela não tinha me visto, e então, peguei o andaime (não sei de que jeito, pois este ficava suspenso, em cima da escada) e fui para o andar de cima, acho que o terceiro andar (embora a FATEC na vida real não possua terceiro andar), quer dizer, não sei se era terceiro andar, só sei que não era o segundo (ou não parecia ser o segundo). Chegando no tal andar, tinha uma porta que dava para uma sala, acho que eu entrei lá dentro (ou não cheguei a entrar, não estou lembrado), mas o fato é que a Mara passou por mim, mas não me disse nada. Então, eu fiquei um tanto quanto chateado, até uma pessoa me consolou (uma moça, mas não sei quem era), e eu resolvi dar uma espiada no andar de baixo, ao lado da escada. Então, eu vi um sujeito barbudo e que falava inglês saindo da sala do sexto ciclo. Este sujeito, como já foi adiantado no começo deste post, é o presidente da Free Software Fundation, Richard Stallman. Uma observação importante é que, na vida real, não dá para se observar a porta da sala do sexto ciclo estando no andar de cima sob nenhuma hipótese, uma vez que a sala do sexto ciclo fica quase embaixo da pessoa que estaria observando ao lado da escada (na verdade, um pouco mais para a esquerda). Voltando ao Stallman, este estava falando com não sei quem, em inglês. Achei um fato bem inusitado o fato dele estar na FATEC, e resolvi descer para vê-lo mais de perto. Chegando no térreo, eu me aproximei do RMS, mas não disse nada a ele e nem o chamei, e ele nem me notou, ele continuou falando inglês com o cara. Acredito que tenha outras partes deste sonho que eu não me lembre, mas o principal era isso aí. Acho que teve uma outra parte que aconteceu antes da parte de eu ter visto a Mara, na qual apareceu a mamãe e meu irmão (e possivelmente outras pessoas), mas não me lembro direito o que havia acontecido nessa parte.

Embora vocês não tenham percebido, enquanto eu escrevia este post de hoje, eu dei uma ida ao banheiro para fazer xixi e lá no banheiro eu lembrei de um sonho antigo que eu havia sonhado faz muito tempo, acho que mais de sete anos (acredito eu). Fui dar uma olhada no meu histórico de sonhos postados para ver se tal sonho já havia sido postado e vi que ele ainda é inédito. É um sonho bem besta. Sonhei que o Écio (meu irmão, para quem não sabe) tava de pé em cima de não sei aonde e eu tinha um braço extremamente comprido, além de ser baixinho. Acho que eu era um ET ou algo do tipo. E o Écio era bem alto (na vida real, eu sou mais alto que ele). Eu acho que eu e ele, inclusive, éramos uma coisa só, comigo sendo a parte de baixo. E estávamos num recinto cujas paredes eram vermelhas, um cubículo para falar a verdade. Basicamente, o Écio ficava em cima de não sei o quê e eu esticava o braço para passar um pincel com tinta na cara dele. Eu só fazia isso no sonho, enquanto ele ficava lá parado. E eu pintava ele de várias cores. E o sonho foi só isso! Outro sonho besta para a coleção!

Eu estava pretendendo postar, além destes dois, um outro sonho, mas como tal sonho contém bastante detalhes, teria este sonho que ser postado unicamente num post. Então, será postado na próxima blogada. Sendo assim, até a próxima blogada!