Bola de fogo do Natal

28 de abril de 2005

Oi, gente! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive provavelmente numa época de Natal, não sei que Natal foi, mas deve ter sido em época de Natal. Foi assim: Era de noite, eu estava do lado de fora de casa e a minha casa era uma casa simples (eu nem cheguei a entrar dentro dela no sonho, só vi a parte de fora). E era noite de Natal (24 de dezembro). Diziam que, para que a felicidade, as riquezas, as coisas boas e a bênção de Deus chegassem até em casa, tinha que deixar alguns blocos de concreto empilhados do lado da casa (e eram blocos de concreto normais, desses de construção civil). Eram mais precisamente quatro blocos, dois paralelos um ao outro e mais dois também paralelos um ao outro, mas em sentido lateral. E, em um determinado momento da noite de Natal, uma estrela cadente (ou uma bola de fogo, não sei lhes informar direito) iria brotar de tais pedras e subir rapidamente para o céu, e aí todas as coisas boas citadas anteriormente realizar-se-ão. E eu empilhei os quatro blocos de concreto e fiquei esperando tal bola de fogo aparecer. Fiquei esperando durante vários minutos e nada da bola de fogo subir dos blocos. Enquanto esperava, eu ficava a observar algumas bolas de fogo subindo de outras casas que fizeram o mesmo que eu (empilhar os blocos ao lado de casa). E as famílias contempladas com as bolas de fogo que subiam realmente ficavam muito felizes. E eu sabia que poucas pessoas eram contempladas com a aparição de tal bola de fogo brotando dos blocos de concreto empilhados. As chances de uma bola de fogo surgir dos meus blocos de concreto era mínima, já que toda a cidade estava fazendo essa “simpatia” e eu só vi algumas bolas de fogo subindo (cerca de trinta, mais ou menos). Mas eu fiquei esperando, confiante e sem perder as esperanças que a bola de fogo iria surgir dos quatro blocos de concreto empilhados. Acho que havia mais gente junto comigo esperando a bola de fogo aparecer, na torcida de sermos “abençoados” pela “estrela incandescente” (assim denominávamos a bola de fogo “abençoante”). Até que, mais de duas horas de espera depois, uma bola de fogo brotou dos blocos de concreto que eu havia colocado e eu e minha família (que estava junto comigo, agora me lembro que estavam junto comigo) ficamos muito felizes, principalmente com a bênção de Deus. Alguns minutinhos decorridos após este acontecimento divino, o sonho acabou. Realmente, este é um sonho para se pensar. Ele significa alguma coisa.

Eu vou finalizando o post de hoje por aqui. Semana que vem tem mais um sonho uivante daqueles (assim como este). E, antes de dizer tchau, quero dizer uma coisinha. Tá, eu sei que ela não vai ler isso, mas eu vou escrever assim mesmo. Eu não estou mais apaixonado pela Cibele, mas quero dizer a todos os internautas que acessam este blog que a Cibele é muito linda! E viva a Cibele! Tchau, pessoal! E um beijo para a Cibele!


Avião assustador

23 de abril de 2005

Olá, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho bem breve, já que hoje eu tirei o dia para estudar a linguagem de programação Java. Este sonho data da época que eu morava em Curitiba, mais ou menos em 1990, um sonho rápido e assustador. Sonhei que eu estava no meio das plantas que a mamãe plantava nos fundos da casa e tinha alguns pinheiros iguais ao que tinha na parte da frente do quintal. Também tinha outras árvores além de pinheiros. Daí, não sei como, fui parar num avião. Não sei que modelo que era esse avião, mas era um avião super-rápido (só descobri isso depois que ele decolou). Eu acho que o avião era amarelo, não me lembro direito. De repente, o avião decolou e eu fiquei morrendo de medo por ficar longe de casa, já que eu via as árvores (na sua maioria pinheiros) “andando” embaixo de mim. E o sonho acabou aí!

Semana que vem tem mais pinheiros (digo, sonhos)! Até semana que vem! E a Cibele é linda! Linda, linda, linda!


Fausto Silva pela metade

15 de abril de 2005

Olá, hoje eu vou contar um sonho que eu tive ontem, que foi um sonho sobre o Fausto Silva, um sonho onde o apresentador global estava com uma doença estranha. No sonho, o Faustão apresentava seu programa desde manhã cedo até a hora do Fantástico, ou talvez até mais tarde, e o programa era sempre de domingo. Eu, é claro, fui assistir ao Domingão do Faustão, num lugar não sei aonde, acho que nem era em frente a uma TV, mas dava para ver as imagens. Em um determinado momento, eu fui para o lado de fora do prédio de onde eu estava assistindo o programa (acho que eu estava assistindo junto com outras pessoas) e vi onde ficava o estúdio do programa do Faustão, que tinha o logotipo do programa (o logotipo antigo, de alguns anos atrás). Também dava para ouvir o Faustão falando lá de dentro. Mas, na semana seguinte, o Faustão apresentou seu programa semanal até as nove horas da manhã por causa de sua doença. Eu não sei que doença era a que ele tinha, nem sei se a doença tinha relação com seu peso exagerado. O fato é que ele só podia apresentar o programa até as nove da manhã. Depois desse horário, o programa continuava sem ele. Durante um outro momento do sonho, eu me lembrei que, há anos atrás, o Faustão chegou a apresentar seu programa junto com outros caras, uns caras musculosos. Durante algumas semanas, o programa ficou assim, com o Faustão só até as nove da manhã. Ficou uma bosta. Não me lembro se ele chegou a apresentar o programa todo novamente depois das semanas que eu me lembro (nas quais ele ficou só até as nove), pois essa parte do sonho acabou e começou outra parte que não tinha nada a ver com o Faustão, uma parte na qual eu estava num restaurante junto com outras pessoas. Lá, havia um convidado muito babaca que fazia tudo errado, que inclusive atacou bebida em mim e sujou tudo. Essa parte do sonho foi mais curta e o sonho terminou aí.

Até o próximo sonho, pessoal! E não comam merda, ou seja, sushi!


Festa da Xuxa para ela mesma

9 de abril de 2005

Olá, pessoal! Hoje eu vou contar o sonho que eu tive um dia antes do último sonho postado neste blog. Foi basicamente um sonho em homenagem a aquela loira que todo mundo já conhece, a Xuxa. Basicamente, a ditacuja promoveu um show em homenagem a ela mesma, com a presença de alguns cantores e cantoras famosas, incluindo a Avril Lavigne. O mais interessante é que a Xuxa estava com os seios de fora, e seus mamilos estavam inchados como se ela estivesse com alguma inflamação. Claro, eu havia sido convidado para o show da loira. Eu não sou fã da Xuxa. Quando eu era criança, eu assistia ao programa dela, mas acho que atualmente ela tá mais para Fusca ano 74.

Hoje eu vou contar outro sonho além desse, um sonho da época da Copa do Mundo de 1994, onde o Brasil foi tetracampeão mundial de futebol. Sonhei que eu estava na arquibancada de um determinado jogo da Copa do Mundo de 94 e estavam jogando duas seleções desconhecidas que eu não sabia quais eram. Aí, um certo jogador chamado Julio marcou gol e foi até onde eu estava na arquibancada, me entregando uma caixa de bombons ou alguma coisa do tipo. Ele tinha sobrenome, mas eu esqueci qual era. Acho que até foi mais de uma vez que ele marcou gol e me entregou alguma coisa, mas eu não me lembro quantas vezes foram.

É só isso, pessoal! Semana que vem (não sei que dia vai ser) eu blogarei novamente! Até a próxima escrivinhada, se Deus quiser! E não comam sushi!


Minha cadela virou gente!

1 de abril de 2005

Olá, pessoal! Estou de volta para atualizar este blog sobre os meus sonhos! Era para eu ter blogado na quarta-feira, mas eu estive doente (com uma gripe forte) e não pude blogar. Mas vamos ao que interessa, que é o sonho de hoje.

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive semana passada. Sonhei que a minha casa era um pouco diferente da que eu estou morando atualmente. A única coisa que era igual ao da casa da vida real era o meu quarto e o quintal onde fica a minha cadela, a Preta, que no sonho era uma mulher selvagem que parecia uma índia. Ela não falava português, tinha a pele morena (como uma índia) e vivia confinada no quintal assim como a cadela daqui de casa, que é a Preta. No sonho, a janela que fica entre o quintal e o meu quarto, ao contrário da vida real, não estava emperrada, abria e fechava normalmente. Tirando proveito disso, em alguns momentos do sonho, eu abria a janela e fazia uns carinhos na Preta Humanizada, beijava o rosto dela e até beijava a boca dela, já que ninguém tava olhando. Durante o sonho, também houve uma parte que eu freqüentava um lugar onde alguns colegas meus da FATEC se encontravam, que era parecido com a minha casa antes de ser reformada e ficava nos fundos de outra casa. Tempos depois, o local foi desativado e não tinha mais ninguém freqüentando o local. Até um pedaço da parede caiu. Devia ser por isso que o local foi desativado, porque estava caindo aos pedaços. Mas uma outra parte do sonho foi a mais importante, que foi a visita da família do Xororó em casa. Em um carro sem capota, os quatro (Sandy, Junior, Xororó e uma quarta pessoa, que eu não me lembro se era o Chitãozinho ou a Noely, esposa do Xororó) chegaram e fizeram uma visita em casa, inclusive conversaram comigo e com o resto. Eu acho que foram até mais de uma visita, talvez duas ou três. Eu não sei a ordem exata dessas partes que eu falei, acho que as partes do sonho estavam embaralhadas.

É isso aí, pessoal! Tchau! E não comam sushi!