Seleção alemã derrotando o Maradona

14 de julho de 2014

Hoje, eu relatarei um sonho que eu tive no último dia 12 de julho, sonho esse que, de certa forma, previu o tetracampeonato da Alemanha na Copa do Mundo de 2014. No momento do sonho, a Alemanha e a Argentina já estavam classificadas para a final do mundial.

O sonho se passou em um mundo bizarro onde determinadas pessoas ou entidades possuíam poderes sobrenaturais e/ou eram deuses. A seleção de futebol da Alemanha, por exemplo, possuía o poder de alterar o clima em qualquer lugar do mundo, ou seja, fazer chover, nevar, e por aí vai. Já o Diego Maradona era um deus, ficava segurando uma tocha igual à Estátua da Liberdade e era um gigante que habitava a Argentina.

Durante o sonho, eu fiquei trabalhando no meu local de trabalho da vida real, fazendo correções no mesmo sistema que eu dou manutenção na vida real (sou programador), mais precisamente no componente de pesquisa, onde o usuário digita algo e é feita uma pesquisa no banco de dados de uma determinada tabela, sendo exibidos os resultados dessa pesquisa ao clicar no botão de pesquisar. Na gaveta da mesa do meu local de trabalho (que ficava do lado esquerdo, diferente da gaveta da vida real, que fica do lado direito da mesa onde eu fico), havia algumas caricaturas da Dilma Rousseff e do José Serra feitas quatro anos atrás, na época das eleições presidenciais de 2010.

Eis que, mais ou menos naquela hora, a seleção da Alemanha mandou uma chuva forte para a Argentina, que também teve efeitos aqui no Brasil, embora a chuva aqui tenha sido mais fraca, e tal chuva acabou por enfraquecer o Diego Maradona, que acabou tombando no chão, sempre segurando sua tocha. Eu acompanhei toda a cena ao vivo. Não sei de que jeito eu acompanhei, só sei que não foi pela tela do computador no qual eu trabalhava. Talvez eu tivesse algum poder de visualizar acontecimentos a distância.

Algum tempo depois, um baixinho com uma voz fina, que devia ser o porta-voz da seleção da Alemanha, anunciou, ao lado do Maradona caído e em vários idiomas (como alemão, espanhol e inglês, e provavelmente outros além desses), utilizando um megafone, que o Maradona não estava grávido e que o que ele tinha na barriga era pança (ou algo assim).

Posteriormente, a seleção da Alemanha decidiu guardar o Maradona caído em um galpão enorme localizado na Hungria. E, por algum motivo, eu fui parar lá também, não dentro do galpão, mas em frente ao mesmo. Talvez eu tenha me teletransportado até lá. Quando eu cheguei ao local, o cenário estava completamente deserto, não havia ninguém no local, só o enorme galpão (que mais parecia uma casa gigantesca, um celeiro gigantesco ou algo assim) e muita areia, era um deserto, um cenário pós-apocalíptico. Posteriormente, provavelmente na hora que guardaram o Maradona lá dentro (não vi o momento que isso ocorreu), apareceram muitas pessoas ao redor do galpão, na sua maioria ciganos, e eram tantos que mal dava para andar por ali. O sonho acabou pouco tempo depois.

Felizmente, o sonho “se concretizou” e a Alemanha venceu a Argentina na Copa. Desde 2010, a Alemanha é a minha seleção n° 2 na minha torcida (a seleção brasileira é a n° 1, obviamente) devido a eu ser fã da Nena e da música alemã e de eu gostar da Alemanha de um modo geral. E eu vou encerrando o post por aqui. Até o próximo post!


A corrida centrada na mulher famosa

30 de maio de 2014

No último dia 28, sonhei que ocorria uma grande corrida de pessoas em um grande circuito, aparentemente localizado em um parque público. Na verdade, a prova consistia em uma parte a pé e outra parte a nado.

Nessa corrida, participou uma mulher muito bonita, de cabelos pretos, e essa mulher era muito famosa, embora eu não sabia o que ela fazia na vida artística (talvez seja uma cantora, mas não há certeza). Além dela, outras personalidades menos importantes participaram, e também milhares de pessoas comuns.

O evento era aberto ao público e qualquer um podia assistir (acredito também que era aberto a qualquer um participar), e eu fui assistir, não em uma arquibancada, mas no meio do circuito, acompanhando a moça famosa citada no parágrafo anterior.

Foi dada a largada e todos começaram a correr, e ficaram correndo durante um bom tempo, até a prova terminar, depois de tantas voltas no circuito. Reparei que algumas pessoas não corriam, apenas caminhavam, como se estivessem apenas passeando, e tais pessoas eram ultrapassadas pela moça famosa.

Em um dado momento, a moça que eu acompanhava pegou seu celular, ligou para outro participante da prova e disse, sorrindo e com a maior naturalidade, que, em um determinado trecho do circuito, era para passar pela ponte de madeira, não pela parte com água ao lado, onde aquela parte da prova estava inicialmente programada, pois um homem morreu afogado naquele ponto e a direção de prova alterou o trajeto.

Apesar de eu acompanhar a prova, em nenhum momento eu fiquei sabendo quem estava na frente, nem mesmo quem ganhou, quando a prova acabou. Quando isso ocorreu, a cerimônia de premiação ocorreu de forma extremamente rápida (deve ter ocorrido em questão de segundos) e, devido a algo estar na minha frente naquele momento, não consegui ver quem subiu no pódio. Após isso, todos rapidamente se retiraram do local.

Naquele momento, uma jovem moça que aparentava ser uma antiga colega de escola dos tempos da quinta série chamada Joyce me perguntou quem havia ganhado e eu respondi que não sabia.

Após todo mundo sair, o circuito, como em um passe de mágica, se transformou no quarto daquela moça famosa, com uma cama no centro, e a moça foi ao banheiro tomar banho. Então eu percebi que eu não era mais para estar ali e saí do quarto pela porta do mesmo, sendo o último a sair antes dela.

Na minha concepção daquele momento do sonho, todo mundo viu quem ganhou, menos eu, mas após eu acordar, cheguei à conclusão que nem todo mundo viu, ainda que a minha impressão tenha sido a de que só eu não fiquei sabendo do resultado da prova, embora eu suponha que a moça famosa havia ganho a mesma.

Muito provavelmente havia outras partes neste sonho, mas essa é a que eu lembro. Por falar em lembrar de sonhos, ultimamente não tenho lembrado tanto dos meus sonhos, e por isso não tenho atualizado tanto o blog.

Até o próximo post, em algum momento futuro!


Yulia Volkova e a confusão na garagem

31 de março de 2014

Depois de um hiato criativo por parte do meu subconsciente, após quase quatro meses, estou hoje mais uma vez postando neste blog, e o post de hoje é o de número 200 da história do blog.

No último dia 21, sonhei que eu estava em Praia Grande, na casa da minha mãe, onde morei antes de me mudar para São Paulo. Entretanto, o dia no qual eu vivenciei não era um dia típico, uma vez que, na garagem, uma confusão bizarra se formou, com direito a participação da tropa de choque da polícia na mesma, além do fato de eu precisar sair para não sei que lugar às 18:00 daquele dia. Falando em horário, o sonho (ou o que eu me lembro dele) se passou das 16:00 às 18:00, com o passar do tempo sendo acompanhado pelo relógio, quase que de minuto a minuto.

Como eu disse, na garagem (que inclusive estava sem nenhum carro estacionado), uma confusão bizarra rolava solta, parece que ia rolar uma briga. De um lado, a cantora russa Yulia Volkova, que na vida real fez parte da dupla t.A.T.u. Com a Lena Katina e que no sonho estava meio musculosa e trajando roupas pretas, do outro lado… Não sei, acho que outra mulher, acho que uma rival da Yulia, mas que não cheguei a ver (provavelmente não era a Lena). E a Yulia ficava provocando, dando uns sorrisos meio que com cara de brava.

A Yulia ficava na arte esquerda da garagem e sua rival (que não foi vista por mim nas vezes que eu fui espiar a garagem) ficava na parte direita, e separando as duas, havia várias pessoas gritando e agitando a confusão, fazendo o clima ficar ainda mais tenso. Como se não bastasse tudo aquilo, em um determinado momento, entrou na garagem a tropa de choque da polícia (não sei que polícia que era) com seus cassetetes e escudos, fazendo uma coreografia muito bizarra e sem noção (se dividindo e dois grupos e dando umas voltinhas meio que fazendo dança da chuva) e trajando roupas amarelas em um tom mais escuro.

Durante todo o sonho, eu ficava olhando no relógio para ver que horas eram e ficava dentro de casa pensando no lugar que eu tinha que ir e na confusão que ocorria na garagem, na qual eu não sabia o motivo. De vez em quando, eu ia até a garagem dar uma espiada para ver o que estava acontecendo, na maioria das vezes não passando do portão que separa o corredor da garagem (provavelmente foi por isso que eu só vi a Yulia, a rival dela eu não vi por ela estar mais afastada, creio eu.

Em um determinado momento, já depois das 17 horas, eu fui até os fundos da casa (essa parte da casa estava diferente da vida real) e lá haviam duas crianças, uma menina e um menino, deviam ter uns 5 anos de idade e a menina era muito parecida com a Lena Katina. Elas brincavam alegremente e me fizeram sorrir e esquecer por um momento toda aquela tensão. Por um segundo, pensei que a menina fosse a Lena, mas em seguida ela falou algo em português para mim.

Às 17:56, fui mais uma vez olhar a confusão na garagem e o clima estava bem tenso, apesar da tropa de choque já ter ido embora. Naquele momento, tive a ideia de acessar o site de notícias G1 a fim de saber o que estava acontecendo, visto que eu não sabia direito o que ocorria. Fui até a sala mas, antes de ligar o PC e acessar a Internet, resolvi retornar à garagem para dar mais uma espiadinha, isso às 17:58. Ao chegar na garagem, a mesma pegava fogo e não havia mais ninguém ali, e o portão que fica entre o corredor e a garagem havia sido substituído por um outro de madeira que, apesar de ser de madeira, não pegava fogo. O sonho acabou nesse instante.

E o post termina aqui, até o próximo post!


O prédio subterrâneo do terror

3 de setembro de 2013

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no último dia do mês passado. Sonhei que eu, acompanhado de um corretor de imóveis meio maluco e de um negão tipo Sérgio Loroza, fomos até um prédio muito esquisito e sinistro. Na verdade, não era bem um prédio, era tipo um prédio, só que no subsolo, com apenas a entrada do mesmo na parte acima da terra. E o prédio possuía oito andares, com o oitavo sendo o que fica mais profundamente abaixo da terra, também sendo o mais sinistro, como explicarei em instantes.

Um detalhe importante: o prédio não possuía elevador, ou seja, tínhamos que usar uma escada caracol para chegar aos andares, além disso, por meio dessa escada caracol, era possível ver a luz do sol e o céu.

Não sei qual era o motivo de estarmos visitando o lugar, mas acredito que estávamos a procura de um imóvel para comprar, visto que havia um corretor de imóveis junto conosco. Começamos a visitar os andares daquele prédio esquisito a partir dos primeiros andares, nos quais eram mais normais, digamos assim. E, na grande maioria dos imóveis visitados, senão todos, havia pessoas morando.

Estava tudo indo bem até chegarmos aos andares mais profundos da edificação, o sétimo e o oitavo. No sétimo, só havia um depósito de quinquilharias que também servia de esconderijo, já o oitavo… O oitavo… Aí o bagulho começa a ficar tenso. No oitavo andar, havia um monte de lama e era todo escuro, além disso, lá havia um forte cheiro de gás (parecia cheiro de gás de cozinha, um cheiro extremamente nauseabundo). Assim que adentramos o local, passando pelo portão de madeira azul (havia um em cada andar), tampei o nariz para não morrer sufocado lá embaixo, e segundos após eu ter entrado, o negão disse algo como “vamos sair daqui” e saímos rapidamente de lá.

Nós três ficamos um bom tempo naquele prédio, acredito que várias horas, e visitamos várias vezes cada um dos andares, com exceção do oitavo, no qual fizemos duas rápidas visitas, pulando fora assim que sentimos o cheiro do gás. O sétimo nós visitamos umas poucas vezes, pois não havia nada de útil ali.

Mas foi após a segunda visita nossa ao oitavo andar que as coisas ficaram verdadeiramente tensas, pois o corretor de imóveis e o negão enlouqueceram, aí o corretor passou a perseguir a gente e eu e o negão resolvemos nos esconder no sétimo andar, nos trancando no depósito de quinquilharias. Alguns instantes depois, o negão, já completamente enlouquecido, se suicidou com um tiro na cabeça. O clima ficou ainda mais dramático quando o corretor decidiu ligar para o celular do negão. Foi possível ouvir os gritos do corretor do lado de fora do recinto devido ao celular não ser atendido (a essa altura, o que eu mais queria era ficar invisível e/ou desaparecer daquele prédio). O sonho terminou um pouco depois disso, sem que o corretor de imóveis me pegasse.

Até a próxima postagem, se o Monstro do Espaguete Voador quiser!


Vazou uma foto íntima minha na Internet

18 de julho de 2013

Hoje eu relatarei um sonho que eu tive na última segunda-feira. Sonhei que vazou na Internet uma foto minha onde apareço numa pose, digamos, sensual, e tal foto virou um meme na grande rede.

Eu morava numa casa onde havia um quarto em que eu ficava e nesse quarto eu fazia umas coisas secretas que eu não contava para ninguém e ficava escondendo, inclusive fotos íntimas. Esse quarto podia ser trancado, mas parece que, mesmo trancado, por uma falha na fechadura, a porta do quarto podia ser aberta.

Apesar disso, não foi a fechadura defeituosa que fez ocorrer o vazamento da minha foto. Eu mesmo acabei por facilitar o vazamento da mesma, deixando a unidade de armazenamento da mesma (um disquete ou algo assim) em um local público, próximo à entrada do meu quarto. E o pior é que eu deixei lá não por acidente, mas intencionalmente, pois eu meio que já estava de saco cheio de esconder aquilo durante o sonho todo, o que me incomodava.

Então, a foto acabou vindo a público e se espalhou na Internet rapidamente, virando um meme nas redes sociais e sites diversos e ganhando inúmeras paródias (algumas de outras pessoas reproduzindo a mesma pose da foto) e montagens ridículas com a mesma. Apesar disso, diferente do que ocorreria na vida real se uma foto íntima minha vazasse, eu nem achei ruim o ocorrido, na verdade eu até gostei de ter meio que tirado um peso de dentro de mim e até pensei em talvez expor mais alguma outra foto, já que não havia mais nada meu a esconder.

Apesar de a foto vazada ser considerada uma foto íntima no sonho, creio que, se uma foto minha igual à que vazou vazasse na vida real, na grande rede, nada de mais aconteceria, já que a mesma é uma foto onde nada de mais aparece. A foto consiste numa pose minha sorrindo, sem camisa e com as mãos sobre os mamilos, numa pose meio que engraçada. Talvez por ser engraçada é que ela virou meme no sonho, apesar de que, de qualquer forma, mesmo na vida real eu tenho vergonha de ficar sem camisa em público.

E aqui acaba o relato deste sonho!


Morando em Curitiba (e de frente para o mar)

12 de maio de 2013

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no dia 5 desse mês. Sonhei que eu morava em Curitiba, em um apartamento grande que eu havia alugado, e esse apartamento ficava situado de frente para o mar, provavelmente no terceiro, quarto ou quinto andar do prédio, pela altura que dava para ver da janela. Detalhe: na vida real, a capital paranaense não tem praia.

Eu havia ficado muito contente em ter alugado aquele apartamento, que era bem grande, tinha cozinha, sala, banheiro, quarto, todos os cômodos grandes, com a entrada dando para a cozinha onde podia-se ver a geladeira ao fundo, com o corredor que dava acesso a outros cômodos à esquerda da mesma. Lembro-me que eu aluguei o imóvel de uma imobiliária onde tinha uma mulher que era a dona da mesma, e essa imobiliária ficava ao lado de um mercado onde eu fazia algumas compras, principalmente ovos.

Por pelo menos umas três vezes, eu fui comprar ovos nesse mercado, acho que eu devo ter comprado outras coisas além de ovos. Tinha ovo branco, vermelho (como existem na vida real), azul e preto. O preto era mais caro (acho que custava mais de 6 reais a dúzia), mas o azul, que era semelhante ao vermelho, só que com coloração azulada, custava o mesmo preço do vermelho, R$3,99 a dúzia. O branco era o mais barato de todos, custava um pouco menos do que o vermelho e o azul. Nas duas primeiras idas ao mercado, eu comprei ovos brancos, mas acho que na terceira vez, acho que comprei ovos vermelhos e/ou azuis, não tenho certeza.

Eu saí várias vezes do apartamento a fim de ir para o serviço (não me lembro que serviço era, acho que essa parte de eu trabalhar não constou no sonho) ou para o mercado, ou para algum outro lugar que eu não me lembre, e a cada vez que eu saía, eu morria de medo de esquecer a chave dentro do apartamento, uma vez que as chaves para trancar e destrancar eram diferentes e poderia ocorrer de eu esquecer a chave que abre trancada no interior do imóvel.

O mar costumava a ser tranquilo, mas houve uma vez que a maré estava bem alta e a rua onde o prédio de onde eu morava acabou ficando inundada pela água do mar. Eu estava saindo para ir ao serviço quando notei a elevação da maré e caminhei na beirada da rua, onde a água ainda não tinha chegado. Entretanto, mar avançou ainda mais e eu acabei levado pelas ondas, indo parar num lugar com ruas de terra e ficando com a roupa toda molhada e cheia de lixo nos bolsos. Lembro-me que eu estava de jaqueta daquelas que tem bolsos e senti muito nojo em tirar o lixo dos mesmos. Eu não me lembro do momento exato de que eu fui levado pelo mar, talvez isso tenha ocorrido quando eu estava voltando do serviço.

Mais ou menos no final do sonho, me entrevistaram próximo a uma plataforma de extração de petróleo da Petrobras que ficava próxima ao prédio onde eu morava, mais precisamente no quarteirão situado à direita do mesmo. Não me lembro qual foi o teor das perguntas que me fizeram, mas acho que era algo sobre a exploração de petróleo naquela plataforma de perfuração. E, após eu ser entrevistado, botaram um pequeno cachorro preto vestido de Papai Noel num canhão e dispararam, fazendo o cachorro se desintegrar e voar sangue e restos mortais de cachorro em direção ao mar. Eu fiquei muito indignado com o pessoal da plataforma de perfuração por fazerem isso com o cachorro, que inclusive era muito parecido com a Pandora, a cachorrinha que fica na casa da minha mãe. E os caras ainda ficaram mostrando o replay daquilo várias vezes, apesar de eu presenciar aquilo pessoalmente.

Apesar desse sonho ter umas partes meio irreais, ele reflete o momento atual que eu estou vivendo. Atualmente, moro em um apartamento que eu aluguei. Não é um apartamento grande como no do sonho, é uma quitinete, mas eu me sinto bem morando nele, fiquei feliz por tê-lo alugado e a entrada também dá para a cozinha, onde pode se ver a geladeira com um corredor ao lado. Também há duas chaves, mas ambas abrem e fecham a porta, e eu tenho um certo medo de esquecer a porta destrancada (não é o mesmo medo, mas também é um medo). O apartamento onde moro fica também numa capital estadual, em São Paulo, e o mesmo fica em frente a um viaduto cujo som dos carros passando lembra um pouco o som do mar. As ondas do mar não chegam a invadir o lugar onde eu fico (São Paulo também não possui praia), mas ocorrem de vez em quando chuvas fortes nas quais me deixam todo molhado. Também costumo comprar ovos e outras coisas em um mercado perto de onde eu moro e o preço dos ovos é praticamente o mesmo. E o caminho que eu faço para ir ao serviço é o mesmo caminho que eu fazia no serviço do sonho. Além disso, também fico indignado por algumas coisas que costumam ocorrer no dia a dia.

O post termina aqui, feliz dia das mães para as mães que estiverem lendo este blog, e também para aquelas que não estão lendo, ainda que elas não saibam disso.


Proposta de trabalho nos Estados Unidos

29 de janeiro de 2013

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no último dia 19, o terceiro sonho relatado neste blog no qual eu viajo aos Estados Unidos (ou o quarto, pois há um no qual eu não tenho certeza se eu estava ou não naquele país, pois foi um sonho muito vago, onde eu desativava um matadouro).

No sonho, ao contrário da vida real atualmente, eu estava desempregado, entretanto, eu havia recebido uma proposta de trabalho em uma empresa dos Estados Unidos (provavelmente, como faço na vida real quando fico desempregado, eu devo ter mandado meu currículo para a empresa). Apesar da empresa ser da terra do Obama, não sei ao certo se a vaga de emprego era para trabalhar lá ou aqui.

A empresa tinha uma representação aqui no Brasil, aonde eu fui no começo do processo seletivo. Não me lembro exatamente do que eu tive que fazer no início do processo seletivo, mas creio que não era nada de diferente do que eu costumo ser submetido em processos seletivos para programador, como preencher alguma ficha, fazer alguma prova, algo assim. Talvez alguém tenha me entrevistado, mas acho que não fui entrevistado nessa etapa, só nas posteriores, que irei contar a seguir.

Posteriormente, houve uma segunda etapa, na qual eu tinha que viajar aos Estados Unidos, pois a entrevista ia ser na matriz da empresa. Ao contrário do sonho que eu relatei no dia 20/06/2004 e sonhado na mesma semana da postagem (onde relatei meu primeiro sonho onde fui aos Estados Unidos), nesse sonho, eu viajei de avião (no sonho de 2004, viajei de trem ou algo assim, um veículo muito rápido que viajava por terra). Lembro-me que não gostei muito da ideia de ter que arcar com os custos da viagem sem ter certeza de que seria contratado, pois, como qualquer entrevista que eu faço, eu posso ser contratado ou não, e se eu não fosse, eu só teria custos, mas ainda assim eu viajei. Lembro-me também que minha mãe falou para mim que também não tinha gostado de arcar com o custo daquela viagem sem ter certeza de eu ser contratado, ela falou outras coisas também, que eu não me lembro.

Daí eu viajei para a terra da Katy Perry, apesar disso, não me lembro do embarque no avião e da viagem, mas deve ter ocorrido essa parte (provavelmente, meu subconsciente não deve ter dado muita importância com relação a essa parte). Chegando lá, lembro-me de ter adentrado uma espécie de shopping (ou centro comercial, onde ficavam empresas, ou algo assim) que devia ficar perto do aeroporto, pois o trajeto do aeroporto até lá foi curto e foi feito a pé (acredito eu).

Nesse centro comercial, junto com lojas e outras empresas, ficava a sede da empresa onde eu ia fazer a entrevista. Fui lá fazer a entrevista, que foi feita por uma moça de cabelos curtos e magra, trajando roupa social cor de rosa e com um aspecto sério em seu semblante. A moça me entrevistou, falando em português mesmo e sem sotaque estrangeiro (ela era brasileira), e fez uma entrevista semelhante às que eu passo quando estou a procura de algum emprego, com a diferença de que, ao iniciar a entrevista, a entrevistadora inseriu um CD em um aparelho toca-CD e o ligou, tocando uma música calma e instrumental. Lembro-me que, na recepção, ficava um rapaz sentado a uma mesa com um computador, e o acesso à sala da entrevista se dava por um corredor. O interior da empresa tinha ambiente com detalhes na cor branca e com boa iluminação.

Terminada a entrevista, eu aproveitei a viagem para comprar não sei o que naquele shopping, ou eu fiz outra coisa, sei lá, ou eu comprei alguma coisa e fiz outra coisa. Em seguida, retornei ao Brasil.

Algum tempo depois de eu ter retornado ao Brasil (mas não foi no mesmo dia, na verdade, o sonho todo se passou no intervalo em alguns dias, ainda que eu tenha sonhado apenas uma noite), a entrevistadora me chamou novamente para mais uma entrevista, e eu fui novamente aos Estados Unidos, desta vez, fiz só a entrevista, não fazendo outra coisa naquele país para aproveitar a viagem.

Chegando lá, fiz a entrevista e a mulher colocou novamente um CD pra tocar, novamente uma música calma e instrumental (não sei se era a mesma música). Foram feitas outras perguntas (não me lembro quais eram) e então a entrevista terminou e eu saí do recinto. Naquele momento mais ou menos, eu começava a achar que o processo seletivo estava demasiadamente longo.

Por fim, antes de eu sair, por algum motivo (creio que também fazia parte do processo seletivo) eu tive que falar com o rapaz da recepção. Este me atentou ao detalhe de que a moça sempre colocava um CD para tocar enquanto me entrevistava, aí eu acredito ter perguntado o porquê daquilo e ele me respondeu mais ou menos assim: “Você não está vendo que ela está gostando de você?”, ou seja, ele me deu a entender que a entrevistadora estava apaixonada por mim e querendo talvez namorar comigo, mas não falava de seu sentimento para mim, talvez com receio da minha reação. Nesse momento, o sonho se encerrou.

Tenho certeza de que, antes dessa parte do processo seletivo para a empresa dos Estados Unidos, houve uma outra parte que não me lembro mais, mas o mais importante deve ser isso mesmo. Até o próximo post!