Acordando com cara de mulher

24 de junho de 2014

Hoje, relatarei dois sonhos sonhados essa semana, e o primeiro relatado neste foi sonhado no último domingo, dia 22 (o outro foi sonhado dia 17). Sonhei que era comum as pessoas comprarem tartarugas como animais de estimação, e eu havia comprado uma bem grande para ficar na minha casa. Não sei quanto tempo vive uma tartaruga na vida real, mas no sonho, falavam que uma vivia cerca de 30 anos. Lembro que algumas pessoas me questionaram se eu ia ter condições de cuidar de uma tartaruga, ainda mais por 30 anos, tendo que cuidá-lo e alimentá-lo, e se eu não ia me arrepender depois e ter que se livrar do animal. Eu respondi que eu tinha plena consciência do que eu tinha feito ou algo assim. Basicamente foi isso o sonho.

No último dia 17, sonhei que eu estava em um apartamento bem grande e com vários cômodos, junto com várias outras pessoas. Acredito que eu morava naquele apartamento, e as outras pessoas (que eram todas conhecidas, ainda que apenas no sonho) também moravam ali.

Após uma determinada noite de sono onde eu dormi no sofá da sala (ou um quarto, ou uma mistura de sala com quarto), acordei e senti que meu rosto estava diferente, e pelo tato, percebi que o mesmo estava com feições femininas, principalmente o nariz, que estava com um formato diferente, e a pele, que estava com textura diferente. Olhei no espelho e vi que eu estava com a cara de uma moça que está na minha lista de amigos do Facebook na vida real, cujo nome é Débora.

Após perceber isso, fiquei bastante desesperado e assustado com o ocorrido, comunicando os demais habitantes do apartamento acerca da minha mudança de cara nos momentos seguintes. Instantes depois, uma pessoa com a minha cara alegando ser a Débora apareceu desesperada e assustada no quarto onde eu estava, também comunicando o povo acerca de sua mudança de cara. Não tenho certeza, mas parece que nós dois chegamos à conclusão de que trocamos de corpo, ou a nossa alma trocou de corpo, ou algo assim. Ou eu pensei sobre isso, sem falar essa minha conclusão para os outros.

Posteriormente, com eu e ela estando um pouco mais calmos (apesar de eu ficar constantemente pondo a mão no rosto por eu não estar acostumado com o mesmo), fomos tentar descobrir o porquê disso ter ocorrido. Não me lembro muito bem dessa parte, mas parece que descobriram que uma bruxa parecida com a Rita Repulsa do seriado dos Power Rangers estaria por trás do episódio.

Acredito que ocorreram outras coisas nesse sonho fora essa parte da mudança de rosto, embora eu só me lembre dessa parte, que provavelmente foi a última. E o post termina aqui.


A corrida centrada na mulher famosa

30 de maio de 2014

No último dia 28, sonhei que ocorria uma grande corrida de pessoas em um grande circuito, aparentemente localizado em um parque público. Na verdade, a prova consistia em uma parte a pé e outra parte a nado.

Nessa corrida, participou uma mulher muito bonita, de cabelos pretos, e essa mulher era muito famosa, embora eu não sabia o que ela fazia na vida artística (talvez seja uma cantora, mas não há certeza). Além dela, outras personalidades menos importantes participaram, e também milhares de pessoas comuns.

O evento era aberto ao público e qualquer um podia assistir (acredito também que era aberto a qualquer um participar), e eu fui assistir, não em uma arquibancada, mas no meio do circuito, acompanhando a moça famosa citada no parágrafo anterior.

Foi dada a largada e todos começaram a correr, e ficaram correndo durante um bom tempo, até a prova terminar, depois de tantas voltas no circuito. Reparei que algumas pessoas não corriam, apenas caminhavam, como se estivessem apenas passeando, e tais pessoas eram ultrapassadas pela moça famosa.

Em um dado momento, a moça que eu acompanhava pegou seu celular, ligou para outro participante da prova e disse, sorrindo e com a maior naturalidade, que, em um determinado trecho do circuito, era para passar pela ponte de madeira, não pela parte com água ao lado, onde aquela parte da prova estava inicialmente programada, pois um homem morreu afogado naquele ponto e a direção de prova alterou o trajeto.

Apesar de eu acompanhar a prova, em nenhum momento eu fiquei sabendo quem estava na frente, nem mesmo quem ganhou, quando a prova acabou. Quando isso ocorreu, a cerimônia de premiação ocorreu de forma extremamente rápida (deve ter ocorrido em questão de segundos) e, devido a algo estar na minha frente naquele momento, não consegui ver quem subiu no pódio. Após isso, todos rapidamente se retiraram do local.

Naquele momento, uma jovem moça que aparentava ser uma antiga colega de escola dos tempos da quinta série chamada Joyce me perguntou quem havia ganhado e eu respondi que não sabia.

Após todo mundo sair, o circuito, como em um passe de mágica, se transformou no quarto daquela moça famosa, com uma cama no centro, e a moça foi ao banheiro tomar banho. Então eu percebi que eu não era mais para estar ali e saí do quarto pela porta do mesmo, sendo o último a sair antes dela.

Na minha concepção daquele momento do sonho, todo mundo viu quem ganhou, menos eu, mas após eu acordar, cheguei à conclusão que nem todo mundo viu, ainda que a minha impressão tenha sido a de que só eu não fiquei sabendo do resultado da prova, embora eu suponha que a moça famosa havia ganho a mesma.

Muito provavelmente havia outras partes neste sonho, mas essa é a que eu lembro. Por falar em lembrar de sonhos, ultimamente não tenho lembrado tanto dos meus sonhos, e por isso não tenho atualizado tanto o blog.

Até o próximo post, em algum momento futuro!


Yulia Volkova e a confusão na garagem

31 de março de 2014

Depois de um hiato criativo por parte do meu subconsciente, após quase quatro meses, estou hoje mais uma vez postando neste blog, e o post de hoje é o de número 200 da história do blog.

No último dia 21, sonhei que eu estava em Praia Grande, na casa da minha mãe, onde morei antes de me mudar para São Paulo. Entretanto, o dia no qual eu vivenciei não era um dia típico, uma vez que, na garagem, uma confusão bizarra se formou, com direito a participação da tropa de choque da polícia na mesma, além do fato de eu precisar sair para não sei que lugar às 18:00 daquele dia. Falando em horário, o sonho (ou o que eu me lembro dele) se passou das 16:00 às 18:00, com o passar do tempo sendo acompanhado pelo relógio, quase que de minuto a minuto.

Como eu disse, na garagem (que inclusive estava sem nenhum carro estacionado), uma confusão bizarra rolava solta, parece que ia rolar uma briga. De um lado, a cantora russa Yulia Volkova, que na vida real fez parte da dupla t.A.T.u. Com a Lena Katina e que no sonho estava meio musculosa e trajando roupas pretas, do outro lado… Não sei, acho que outra mulher, acho que uma rival da Yulia, mas que não cheguei a ver (provavelmente não era a Lena). E a Yulia ficava provocando, dando uns sorrisos meio que com cara de brava.

A Yulia ficava na arte esquerda da garagem e sua rival (que não foi vista por mim nas vezes que eu fui espiar a garagem) ficava na parte direita, e separando as duas, havia várias pessoas gritando e agitando a confusão, fazendo o clima ficar ainda mais tenso. Como se não bastasse tudo aquilo, em um determinado momento, entrou na garagem a tropa de choque da polícia (não sei que polícia que era) com seus cassetetes e escudos, fazendo uma coreografia muito bizarra e sem noção (se dividindo e dois grupos e dando umas voltinhas meio que fazendo dança da chuva) e trajando roupas amarelas em um tom mais escuro.

Durante todo o sonho, eu ficava olhando no relógio para ver que horas eram e ficava dentro de casa pensando no lugar que eu tinha que ir e na confusão que ocorria na garagem, na qual eu não sabia o motivo. De vez em quando, eu ia até a garagem dar uma espiada para ver o que estava acontecendo, na maioria das vezes não passando do portão que separa o corredor da garagem (provavelmente foi por isso que eu só vi a Yulia, a rival dela eu não vi por ela estar mais afastada, creio eu.

Em um determinado momento, já depois das 17 horas, eu fui até os fundos da casa (essa parte da casa estava diferente da vida real) e lá haviam duas crianças, uma menina e um menino, deviam ter uns 5 anos de idade e a menina era muito parecida com a Lena Katina. Elas brincavam alegremente e me fizeram sorrir e esquecer por um momento toda aquela tensão. Por um segundo, pensei que a menina fosse a Lena, mas em seguida ela falou algo em português para mim.

Às 17:56, fui mais uma vez olhar a confusão na garagem e o clima estava bem tenso, apesar da tropa de choque já ter ido embora. Naquele momento, tive a ideia de acessar o site de notícias G1 a fim de saber o que estava acontecendo, visto que eu não sabia direito o que ocorria. Fui até a sala mas, antes de ligar o PC e acessar a Internet, resolvi retornar à garagem para dar mais uma espiadinha, isso às 17:58. Ao chegar na garagem, a mesma pegava fogo e não havia mais ninguém ali, e o portão que fica entre o corredor e a garagem havia sido substituído por um outro de madeira que, apesar de ser de madeira, não pegava fogo. O sonho acabou nesse instante.

E o post termina aqui, até o próximo post!


Sven Martin comediante e a novíssima estrela da música mundial

1 de dezembro de 2013

Hoje eu postarei dois sonhos que eu tive recentemente, o primeiro sonhado na semana passada e o outro sonhado anteontem.

No domingo passado, dia 24, sonhei com o Sven Martin, o tecladista que tocou no show da Lena Katina ocorrido no último dia 15, show este relatado em meu outro blog. Entretanto, no sonho, ele não era músico, e sim um humorista que fazia comédia stand-up, fazendo shows de humor em um local situado nas proximidades da estação Adolfo Martins do metrô, estação esta que não existe na vida real, bem como a linha azul-claro, que no sonho tem como ponto de partida a estação Barra Funda, fazendo integração com a linha vermelha (a estação Adolfo Martins ficava três estações depois da estação Barra Funda) e seguindo em direção ao sul.

Eu cheguei a me encontrar com o Sven algumas vezes antes de começar a série de shows que ele ia fazer, na casa de shows próxima à referida estação, indo de metrô até lá. Inclusive, ele me mostrou o livro de piadas com as piadas que ele ia contar durante os shows, um livro de capa verde. Diferentemente do ocorrido na vida real, durante a passagem da Lena Katina pelo Brasil, esta não o acompanhava.

Após a última vez que me encontrei com o Sven Martin, ainda no trajeto de volta para casa utilizando o metrô, e faltado dois dias para a primeira apresentação, minha mãe ligou para o meu celular e disse que havia encontrado com o comediante e que havia conversado com o mesmo. Também me disse que tinha pego o livro de capa verde (o de piadas) “emprestado” sem o Sven saber e que era um livro muito bom, pois falava sobre espiritualidade, metafísica e coisas afins. Eu mandei a minha mãe devolver imediatamente o livro, pois sem ele, o Sven não poderia fazer seu show de stand-up, pois as piadas eram consultadas no livro.

Não me lembro se o livro chegou a ser devolvido ao Sven, pois o sonho terminou um pouco depois, antes do primeiro show ocorrer. Mas me lembro que, um pouco antes do sonho terminar, passou na televisão uma propaganda do show de stand-up do Sven Martin, com o narrador da Sessão da Tarde anunciando o bagulho.

Anteontem, dia 29, sonhei que uma nova estrela da música mundial nascia subitamente. Na vida real, testemunhamos sucessos meteóricos de revelações musicais que apareceram na mídia em questão de semanas, como o PSY com a música “Gangnam Style”, ou ainda em questão de um fim de semana, como a Banda Mais Bonita da Cidade e sua música “Oração”. Agora imaginem uma estrela da música mundial surgir em questão de minutos. Foi o que aconteceu com uma menina.

Eu estava em um show de rock ocorrido em um estádio de futebol, estava tocando uma banda de rock, eu estava na arquibancada assistindo, o show estava muito bom, quando, em um determinado momento, surge no meio da banda uma adolescente de mais ou menos uns 15 anos toda vestida de preto e esta começa a cantar uma música em inglês, uma mistura de rock com rap, mais para rock do que para rap, e toda a plateia ficou encantada com a performance da jovem cantora.

O nome dela era “Find The Harbour”, que traduzindo para o português ficaria “Encontre o Porto”, algo nada a ver. Na verdade, o primeiro nome dela era pronunciado em português mesmo, não correspondendo com nenhuma palavra do idioma inglês (eu estou achando que meu subconsciente não sabe falar inglês).

Após a brilhante performance da Find, o show se encerrou e os fãs logo se mobilizaram para que fosse realizado um show da menina horas depois, naquele mesmo estádio onde eu estava, por meio de um financiamento coletivo (crowdfunding) no site Queremos, tal qual ocorreu com o show da Lena Katina, realizado três meses após o financiamento coletivo. Entretanto, cada cota do financiamento coletivo do show da Find custava 700 reais, dez vezes mais do que o valor da cota de financiamento para o show da Lena, um absurdo.

Eu estava com muita vontade de comprar o ingresso e ir no show da jovem cantora, mas devido ao exorbitante valor cobrado, fiquei na dúvida se comprava ou não, e no fim, depois de muito pensar, acabei por desistir de ir ao show da menina.

Durante o sonho todo, eu não saí do estádio, mesmo após encerrado o show da banda de rock que tocou e da Find aparecer e cantar, ficando sempre no mesmo lugar, no meio da arquibancada e acessando a Internet não sei de que jeito (acho que era por meio de uma tecnologia futurista que consistia em um telão projetado no ar).

O sonho terminou um pouco depois de eu decidir não comprar o ingresso para o show da Find The Harbour. E o post termina aqui. Até o próximo post!


Batman, Robin, Linn Berggren e bandidos roubando minha casa

2 de julho de 2013

Hoje eu vou contar três sonhos, e o primeiro deles foi um sonho que eu tive no último sábado, dia 29/06/2013. Sonhei que eu e mais uma outra pessoa éramos o Batman e o Robin (eu era o Robin) e, ao contrário do que ocorre com a dupla dinâmica dos quadrinhos e assim como o Superman, eu e o Batman do sonho voávamos, e ficamos voando ao redor e no interior de um prédio residencial, prédio este que possuía ambientes espaçosos, como na recepção. O prédio, bem como seu interior, era predominantemente de cor gelo e em suas janelas (nas quais eu cheguei a entrar junto com o Batman) havia cortinas com persianas da mesma cor. Apesar de eu ser o Robin e ter o Batman ao meu lado, não chegamos a combater o crime ou derrotar o Coringa, apenas ficamos voando no prédio, e talvez fazendo mais alguma coisa inútil que eu não me lembro.

Bem que eu poderia ter sido o Robin e ter o Batman ao meu lado num sonho que eu tive em 1999 (acredito eu), onde bandidos invadiram a minha casa e roubaram alguns pertences que haviam, entre eles uma medalha que ficava pendurada num móvel (essa medalha não existe na vida real, mas era uma medalha importante). Eram dois assaltantes e eu e minha família ficamos com muito medo dos mesmos. Quando os bandidos iam embora levando as nossas coisas, dei um golpe por trás de um deles a fim de detê-lo e recuperar algum pertence roubado (a medalha estava com o que eu ataquei). Não sei se eu tive êxito no ataque (creio que não), pois acordei em seguida.

Há alguns meses, acho que foi no ano passado, sonhei que eu vi pessoalmente a Linn Berggren (que cantava na banda Ace of Base, que fez muito sucesso nos anos 90) passando na rua. A reconheci e tentei falar com ela, ainda que eu não fale inglês ou sueco, ou ainda outro idioma que não seja o português, idioma este que acredito que ela não fale. Ela sorriu para mim, mas não chegamos a nos falar muito. Junto com ela, estava o Jonas Berggren, irmão da Linn e que faz parte até hoje do Ace of Base (a Linn abandonou a carreira artística e não é mais vista desde 2002). O Jonas acenou para mim e falou alguma coisa. Depois, foram embora. Teve outras coisas ocorrendo no sonho, mas o que eu me lembro foi isso.

E é só. Até o próximo post, pessoal.


Morando num castelo e ganhando um apê

26 de maio de 2013

Nessa semana, acredito que foi na quinta-feira, dia 23, sonhei que eu morava num castelo muito velho no qual parte do mesmo estava em ruínas. Eu e minha mãe morávamos na parte da frente do castelo, que estava habitável, já a parte traseira estava em ruínas. Lembro de uma parte na qual minha mãe preparava comida e eu cheguei em casa (ou melhor, no castelo) voando.

No sonho, eu tinha o poder de levitar, inclusive, consegui acessar algumas partes inacessíveis do castelo levitando, voando de pé, e essas partes inacessíveis estavam todas em ruínas, eram as torres da parte traseira do castelo. E nessa parte que eu me lembro, cheguei em casa imitando um fantasma, fazendo “buuuuuuuuuuuuuuuu”. Não me lembro de muita coisa nesse sonho, só isso mesmo.

Na última sexta-feira, sonhei que eu ganhei um apartamento não sei em que lugar, acho que era em São Paulo mesmo, num bairro mais afastado (não sei exatamente onde). No sonho, eu morava no mesmo prédio de onde eu estou morando agora, aí alguém, acho que um tio meu que só existia no sonho, me deu um apartamento, ou eu herdei o imóvel dele (tenho quase certeza que ele me deu).

Eu fiquei muito feliz de ter ganho um apartamento e eu passei a morar nos dois imóveis, no que eu já estava e no novo. E esse apartamento novo tinha vários cômodos, inclusive duas estações de metrô, uma da linha laranja e outra da linha preta, que por algum motivo também era chamada de laranja. Na verdade, não era bem uma estação de metrô (embora fosse chamada assim), era meio que um teletransporte que transportava o passageiro para outra estação da mesma linha.

Aí eu ficava alguns dias em um apartamento e outros dias em outro, e acabei ficando mais tempo no novo do que no antigo, embora eu sentisse falta das minhas coisas que ficaram no apartamento alugado. Cogitei uma possível transferência das minhas coisas para o novo apê, desalugar o antigo e ficar só com o novo, e pensei como eu ia fazer, se eu ia fazer isso aos poucos, se eu ia transferir tudo de uma vez ou se eu ia manter metade das coisas em um e a outra metade no outro, permanecendo a morar nos dois imóveis. O sonho acabou mais ou menos aí.

Em breve, mais um post!


Morando em Curitiba (e de frente para o mar)

12 de maio de 2013

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no dia 5 desse mês. Sonhei que eu morava em Curitiba, em um apartamento grande que eu havia alugado, e esse apartamento ficava situado de frente para o mar, provavelmente no terceiro, quarto ou quinto andar do prédio, pela altura que dava para ver da janela. Detalhe: na vida real, a capital paranaense não tem praia.

Eu havia ficado muito contente em ter alugado aquele apartamento, que era bem grande, tinha cozinha, sala, banheiro, quarto, todos os cômodos grandes, com a entrada dando para a cozinha onde podia-se ver a geladeira ao fundo, com o corredor que dava acesso a outros cômodos à esquerda da mesma. Lembro-me que eu aluguei o imóvel de uma imobiliária onde tinha uma mulher que era a dona da mesma, e essa imobiliária ficava ao lado de um mercado onde eu fazia algumas compras, principalmente ovos.

Por pelo menos umas três vezes, eu fui comprar ovos nesse mercado, acho que eu devo ter comprado outras coisas além de ovos. Tinha ovo branco, vermelho (como existem na vida real), azul e preto. O preto era mais caro (acho que custava mais de 6 reais a dúzia), mas o azul, que era semelhante ao vermelho, só que com coloração azulada, custava o mesmo preço do vermelho, R$3,99 a dúzia. O branco era o mais barato de todos, custava um pouco menos do que o vermelho e o azul. Nas duas primeiras idas ao mercado, eu comprei ovos brancos, mas acho que na terceira vez, acho que comprei ovos vermelhos e/ou azuis, não tenho certeza.

Eu saí várias vezes do apartamento a fim de ir para o serviço (não me lembro que serviço era, acho que essa parte de eu trabalhar não constou no sonho) ou para o mercado, ou para algum outro lugar que eu não me lembre, e a cada vez que eu saía, eu morria de medo de esquecer a chave dentro do apartamento, uma vez que as chaves para trancar e destrancar eram diferentes e poderia ocorrer de eu esquecer a chave que abre trancada no interior do imóvel.

O mar costumava a ser tranquilo, mas houve uma vez que a maré estava bem alta e a rua onde o prédio de onde eu morava acabou ficando inundada pela água do mar. Eu estava saindo para ir ao serviço quando notei a elevação da maré e caminhei na beirada da rua, onde a água ainda não tinha chegado. Entretanto, mar avançou ainda mais e eu acabei levado pelas ondas, indo parar num lugar com ruas de terra e ficando com a roupa toda molhada e cheia de lixo nos bolsos. Lembro-me que eu estava de jaqueta daquelas que tem bolsos e senti muito nojo em tirar o lixo dos mesmos. Eu não me lembro do momento exato de que eu fui levado pelo mar, talvez isso tenha ocorrido quando eu estava voltando do serviço.

Mais ou menos no final do sonho, me entrevistaram próximo a uma plataforma de extração de petróleo da Petrobras que ficava próxima ao prédio onde eu morava, mais precisamente no quarteirão situado à direita do mesmo. Não me lembro qual foi o teor das perguntas que me fizeram, mas acho que era algo sobre a exploração de petróleo naquela plataforma de perfuração. E, após eu ser entrevistado, botaram um pequeno cachorro preto vestido de Papai Noel num canhão e dispararam, fazendo o cachorro se desintegrar e voar sangue e restos mortais de cachorro em direção ao mar. Eu fiquei muito indignado com o pessoal da plataforma de perfuração por fazerem isso com o cachorro, que inclusive era muito parecido com a Pandora, a cachorrinha que fica na casa da minha mãe. E os caras ainda ficaram mostrando o replay daquilo várias vezes, apesar de eu presenciar aquilo pessoalmente.

Apesar desse sonho ter umas partes meio irreais, ele reflete o momento atual que eu estou vivendo. Atualmente, moro em um apartamento que eu aluguei. Não é um apartamento grande como no do sonho, é uma quitinete, mas eu me sinto bem morando nele, fiquei feliz por tê-lo alugado e a entrada também dá para a cozinha, onde pode se ver a geladeira com um corredor ao lado. Também há duas chaves, mas ambas abrem e fecham a porta, e eu tenho um certo medo de esquecer a porta destrancada (não é o mesmo medo, mas também é um medo). O apartamento onde moro fica também numa capital estadual, em São Paulo, e o mesmo fica em frente a um viaduto cujo som dos carros passando lembra um pouco o som do mar. As ondas do mar não chegam a invadir o lugar onde eu fico (São Paulo também não possui praia), mas ocorrem de vez em quando chuvas fortes nas quais me deixam todo molhado. Também costumo comprar ovos e outras coisas em um mercado perto de onde eu moro e o preço dos ovos é praticamente o mesmo. E o caminho que eu faço para ir ao serviço é o mesmo caminho que eu fazia no serviço do sonho. Além disso, também fico indignado por algumas coisas que costumam ocorrer no dia a dia.

O post termina aqui, feliz dia das mães para as mães que estiverem lendo este blog, e também para aquelas que não estão lendo, ainda que elas não saibam disso.