Doutor Panetone e um cômodo todo inundado

28 de agosto de 2004

Oi, gente! Hoje, eu irei contar dois sonhos que já faz tempo que eu sonhei. O primeiro se trata de um sonho bem antigão, de 1996 mais ou menos, e o outro data de mais ou menos do ano de 2001 ou 2002.

No primeiro sonho, que foi um sonho bastante sujo, havia um sujeito bem sujão chamado Doutor Panetone (que era um antigo personagem meu das minhas antigas brincadeiras de criança). Esse Doutor Panetone morava num buraco enorme e cheio de lama, onde parecia uma jazida de lama. Não era lama medicinal, era lama suja mesmo! O cara morava com a família dele, que era a esposa dele e mais dois filhos, um menino e uma menina. A família, para se locomover dentro da “casa” deles, tinha que nadar pelo rio de lama até chegar em algum cômodo, como por exemplo o quarto do Doutor Panetone, que estava todo bagunçado e parecendo um alojamento de mendigos, com a cama jogada, toda suja de lama e sem roupa de cama. Não havia higiene nenhuma por lá e a iluminação era péssima. Chegou uma hora que todos da “casa” ficaram doentes (menos eu, que estava de “visita”) e foram para o hospital. Lá, ficou constatado que toda a família do Doutor Panetone estava altamente intoxicada e suspeitava-se que o Doutor Panetone e sua família eram alienígenas de outros planetas. O sonho acabou aí.

O segundo sonho foi bastante inundado. O começo dele eu quase não me lembro, mas a parte que eu lembro foi muito interessante. Eu me lembro que eu estava em um prédio com bastante andares e cada andar tinha bastante salas. Eu saí de alguma sala que eu não me lembro, subi o elevador e entrei numa sala cuja porta havia um símbolo de um sinal de mais (adição) vermelho. Mesmo sabendo que a sala pertencia a outra pessoa, entrei lá dentro e dei de cara com um cômodo enorme, todo inundado e com várias prateleiras. Alguns papéis boiavam na água, bem como outras porcarias. Desci as escadas e comecei a procurar alguma coisa que nem eu sabia o que era. Acho que era algum documento importante. Procurei tanto nas prateleiras quanto em baixo da água. A água dava até um pouco acima do umbigo. Até que, de repente, ouvi alguém abrir a maçaneta da porta do cômodo. Para não ser descoberto, me escondi debaixo da água, no meio das prateleiras. Acho que era o dono do cômodo. Momentos depois, ele foi embora e eu resolvi sair daquele lugar sinistro e ir embora também. Para onde eu fui, eu não sei, pois a partir daí eu não me lembro de mais nada.

Bom, gente, até a próxima blogada!

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Dois sonhos, um deles é meio drogado…

21 de agosto de 2004

Olá, internautas! Hoje eu vou contar dois sonhos, um recente e outro sonhado durante a minha viagem a Curitiba em 2001. Primeiro, o sonho recente, sonhado essa semana. Começou assim: Eu estava usando um computador que, no sonho, era meu. Era diferente do meu computador que eu uso no dia-a-dia. Era um computador rápido, assim como o meu da vida real. E a mamãe tinha o dela, que era inferior que o meu, mas bem melhor que o da mamãe na vida real. O sistema operacional usado em ambos os computadores não era Windows nem Linux, era um sistema operacional fácil de usar e principalmente voltado a jogos. No meu computador, havia instalado a versão mais recente desse sistema operacional, enquanto no da mamãe, havia uma versão mais antiga. Então, acho que a mamãe adquiriu um outro computador um pouco melhor que o que ela tinha. Ela deixou o antigo computador dela na sala. A casa era igual (ou quase) à minha casa na vida real. Daí, eu resolvi desligar o meu computador (eu estava usando-o quando soube do novo computador da mamãe) e dar uma ligada no computador velho que a mamãe se desfez, e fiquei usando-o por um tempo. A mamãe apareceu e disse que eu só poderia usar o antigo computador dela se eu pagasse dez reais (um valor simbólico pela compra do computador). Só que, naquele sonho, a mamãe me devia dez reais por um favor que eu havia feito a ela. Eu disse: “Não irei pagar nada, quem me deve dinheiro é a mamãe, não eu a ela!” Aí eu tive uma idéia: Se eu perdoasse a dívida em troca do computador velho? Fui até o quarto da mamãe (onde pensei que ela estava) propôr esse acordo. Sabe quem estava lá, usando o novo computador da mamãe? A Virna, minha colega da FATEC! Ela estava jogando um jogo bastante bem-humorado. Porém, ela estava irritada. Acho que ela estava perdendo no jogo. Eu fiz a proposta diretamente a ela, para que depois ela falasse para a mamãe mas, como ela estava muito irritada (e acabava de errar novamente no jogo), ela disse: “Não me irrita, olha que eu vou te dar uns cascudos!”, ou coisa parecida, não me lembro ao certo quais palavras foram utilizadas pela Virna. O sonho foi só isso.

O segundo sonho foi bem curto. Foi sonhado durante os dias que eu passei em Curitiba em dezembro de 2001. Para vocês entenderem o sonho, vou dar uma pequena explicação: Na vida real, os vizinhos da frente da casa do meu avô (onde eu passei uns dias em 2001, e também em 1999 e 2003/2004) são meio suspeitos. Meu avô disse que, por lá, existe um ponto de venda de drogas. Eles foram intitulados pelo meu avô como os “fumeiros”. Preocupado com isso (eu também via a movimentação bastante suspeita na porta daquela casa), eu acabei sonhando que eles haviam invadido a casa do meu avô de madrugada, comigo dentro e tudo! Eles invadiram utilizando um método bastante esquisito: Eles dispararam fogos de artifício na fachada da casa com os fumeiros na ponta, e desceram do telhado utilizando cordas! O sonho acabou aí. Bem imbecil este sonho, vocês não acham? Naquela época, eu estava meio assustado com essa história dos fumeiros.

Tchau, pessoal e até o aniversário de 7 dias da medalha de ouro do Robert Sheidt (é assim que se escreve?)!


Sonho de 11 anos atrás

15 de agosto de 2004

Olá, pessoal! Hoje, o sonho que eu vou contar hoje é um sonho que já faz 11 anos que eu sonhei. Foi um sonho bastante babaca. Sonhei que havia uma menina na escola que cuspia fogo. Na época, eu estava na primeira série e eu ainda morava em São Paulo. No sonho, além da menina cuspir fogo, eu cuspia água. Então, decidimos duelar entre si. Ela cuspia fogo em mim e eu cuspia água nela. Foi um duelo e tanto. Mas, no sonho, eu acabei me machucando. A menina cuspiu fogo na minha boca, queimando os meus lábios. Aí um colega (que eu não sabia quem era) perguntou à professora por que a minha boca havia ficado preta. Não sei quem venceu o duelo, se fui eu ou se foi a menina, acho que não houve vencedor. Acho que foi só isso.

Tchau, pessoal, até a próxima derrota da seleção americana masculina de basquete nas olimpíadas!


Urinando sangue…

7 de agosto de 2004

Mas que sonho esquisito que eu tive essa semana! Bom, em primeiro lugar, oi, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho bem esquisito que eu tive essa segunda-feira, um sonho um tanto quanto sanguinolento. Sonhei que, em algum lugar, a moda era “urinar sangue”. As pessoas faziam um corte na ponta do pênis com gilete para que saísse sangue da ponta do pênis, como se estivesse urinando sangue. Inclusive, as pessoas massageavam ou apertavam o pênis para sair mais sangue. Até mesmo algumas mulheres (que no sonho, elas tinham pênis) faziam isso. As pessoas davam até entrevistas para emissoras de TV fazendo tal coisa espantosa. E as pessoas não tinham a mínima vergonha em tirar o pau para fora para “urinar sangue”, faziam isso no meio da rua! Havia algumas garotas muito bonitas que posavam para fotos que os repórteres de jornais tiravam, com os bilaus para fora (e eram bilaus enormes, maiores que o de muito homem por aí). E o mais espantoso disso tudo foi a última (ou será que foi a primeira?) parte do sonho. Eu estava na arquibancada de um estádio de futebol para assistir ao jogo do São Paulo contra o Fluminense. Quando acabou o jogo, o Fluminense tinha ganhado a partida, mas os jogadores do São Paulo não estavam nem aí com a derrota. Daí, os jogadores do São Paulo e alguns do Fluminense fizeram sabe o quê? Urinaram sangue! Coitados dos bilaus do Luís Fabiano e do Rogério Ceni!

Mas que sonho, hein! Bom, eu vou ficando por aqui, tchau a todos e lembrem-se: Não urinem sangue, entenderam?


Dois sonhos, um deles é boçal…

1 de agosto de 2004

Oi, gente! Estou aqui de novo blogando neste blog! Hoje eu vou contar um sonho que já faz muito tempo que eu sonhei, nem sei quando eu sonhei! Sonhei que eu havia recebido uma notícia de um médico que eu tinha uma doença degenerativa que atrofiava as pernas a cada dia que passava. Naquela hora, eu andava normalmente, porém, com o passar do tempo, as minhas pernas começaram a se dobrar, ficando mais difícil para andar. Mas antes que eu ficasse com as pernas totalmente atrofiadas, eu aproveitei ao máximo que eu podia andar e andei para tudo quanto era lugar, mesmo com as pernas meio atrofiadas. O tempo foi passando e as pernas foram atrofiando. No final do sonho, eu já estava com as pernas quase completamente dobradas e eu andava com muita dificuldade, mas mesmo assim eu andava. O sonho acabou aí.

Para vocês não dizerem que eu escrevi só isso, vou escrever outro sonho. Esse sonho já faz vários anos que eu sonhei e, para variar, é outro sonho boçal. Sonhei que tinha uma máquina preta que mais parecia uma torradeira gigante e que, de dentro dela, saía uma mulher de cabelos pretos que tremia de frio. Ela falava para mim: “Eu estou com frio! Estou com muito frio!” E tremia de frio. Eu ficava a observar a moça friorenta que saía da “torradeira” sem saber o que fazer. O ambiente em volta era todo preto, sem nenhum móvel por perto, ao não ser a “torradeira” de onde a moça estava se congelando. Ela ficou se estribuchando até acabar o sonho. Mas que sonho boçal! Fico sonhando com egum e depois não sei por que eu estou com urucubaca!

Tchau, pessoal, até a próxima vez!