Esquecendo o apê destrancado, Sérgio Waib e o fantoche assanhado

1 de outubro de 2013

Hoje eu contarei uns sonhos que eu tive em épocas diferentes.

Há dois ou três meses atrás (acredito eu), sonhei que havia esquecido de trancar a porta do apartamento onde eu estou morando, acabei saindo de casa e deixando o apartamento destrancado. Quando eu voltei, vi que algumas coisas estavam fora de lugar. Nesse mesmo sonho, cheguei a ir dormir com a porta do apartamento destrancada, e quando acordei, novamente algumas coisas haviam sido mexidas, então eu cheguei à conclusão de que alguém estava entrando e mexendo nas coisas. Acredito que eu tenha tido esse sonho devido ao meu medo em esquecer o apartamento destrancado devido à correria do dia a dia.

Em 2008 mais ou menos, na época que eu assistia à TV por assinatura, incluindo o canal BandNews TV, sonhei com o cara que apresenta o Giro Business nesse mesmo canal, o Sérgio Waib. Mas, em vez de ele apresentar o Giro Business nos intervalos dos blocos de notícias da BandNews, ele estava na minha casa conversando comigo (não me lembro do teor da conversa), no meu quarto. No chão do mesmo, havia um mendigo coberto por um cobertor dormindo. Ao final da conversa, eu me deitei no chão em uma espécie de esteira, colchonete ou algo do tipo e o Sérgio Waib ficou me girando de um modo bastante infantil, como se estivesse tentando me fazer dormir. Sei lá porque ele fez isso. E foi só isso o sonho.

Para terminar o post, relatarei um sonho que tive ano passado, ou a parte que eu me lembro do mesmo. Eu e mais não sei quantas pessoas estávamos num recinto que era tipo uma biblioteca meio que improvisada em um ambiente rústico, (não tenho certeza, mas o lugar ficava na FATEC de Praia Grande onde cursei o ensino superior, tinha até uns TCCs de alunos da faculdade), estávamos confeccionando bonecos e fantoches artesanalmente. Teve um boneco que a gente fez e ficou muito bom, era vermelho, grande, e tinha ficado muito bom, acho que era um dos melhores que tínhamos feito. Em um dado momento, um outro fantoche subitamente ganhou vida e começou a chupar os mamilos desse boneco e, a cada chupada, o boneco vermelho ficava excitado e balançava sobrenaturalmente, como se também ganhasse vida. Acabou que os mamilos do boneco vermelho ficaram enormes, do tamanho de cobras, e chegamos à conclusão de que o boneco tinha ficado estragado devido às anomalias nos mamilos do mesmo causadas pelas chupadas do fantoche tarado.

E até a próxima postagem neste blog, se o Monstro do Espaguete Voador, ou seja, Deus, quiser!


Batman, Robin, Linn Berggren e bandidos roubando minha casa

2 de julho de 2013

Hoje eu vou contar três sonhos, e o primeiro deles foi um sonho que eu tive no último sábado, dia 29/06/2013. Sonhei que eu e mais uma outra pessoa éramos o Batman e o Robin (eu era o Robin) e, ao contrário do que ocorre com a dupla dinâmica dos quadrinhos e assim como o Superman, eu e o Batman do sonho voávamos, e ficamos voando ao redor e no interior de um prédio residencial, prédio este que possuía ambientes espaçosos, como na recepção. O prédio, bem como seu interior, era predominantemente de cor gelo e em suas janelas (nas quais eu cheguei a entrar junto com o Batman) havia cortinas com persianas da mesma cor. Apesar de eu ser o Robin e ter o Batman ao meu lado, não chegamos a combater o crime ou derrotar o Coringa, apenas ficamos voando no prédio, e talvez fazendo mais alguma coisa inútil que eu não me lembro.

Bem que eu poderia ter sido o Robin e ter o Batman ao meu lado num sonho que eu tive em 1999 (acredito eu), onde bandidos invadiram a minha casa e roubaram alguns pertences que haviam, entre eles uma medalha que ficava pendurada num móvel (essa medalha não existe na vida real, mas era uma medalha importante). Eram dois assaltantes e eu e minha família ficamos com muito medo dos mesmos. Quando os bandidos iam embora levando as nossas coisas, dei um golpe por trás de um deles a fim de detê-lo e recuperar algum pertence roubado (a medalha estava com o que eu ataquei). Não sei se eu tive êxito no ataque (creio que não), pois acordei em seguida.

Há alguns meses, acho que foi no ano passado, sonhei que eu vi pessoalmente a Linn Berggren (que cantava na banda Ace of Base, que fez muito sucesso nos anos 90) passando na rua. A reconheci e tentei falar com ela, ainda que eu não fale inglês ou sueco, ou ainda outro idioma que não seja o português, idioma este que acredito que ela não fale. Ela sorriu para mim, mas não chegamos a nos falar muito. Junto com ela, estava o Jonas Berggren, irmão da Linn e que faz parte até hoje do Ace of Base (a Linn abandonou a carreira artística e não é mais vista desde 2002). O Jonas acenou para mim e falou alguma coisa. Depois, foram embora. Teve outras coisas ocorrendo no sonho, mas o que eu me lembro foi isso.

E é só. Até o próximo post, pessoal.


Caminhos curtos e escadas infinitas

12 de dezembro de 2012

Hoje eu irei relatar um sonho que tive no primeiro semestre desse ano. Sonhei que eu tinha descoberto um caminho curto formado por uma rua de terra com uma vegetação em volta que ligava Praia Grande a São Paulo, e o caminho era bem curto, dava uns dez minutos, e eu conseguia, por meio desse caminho, ir do quarto alugado onde eu morava em São Paulo até a casa da minha mãe em Praia Grande, onde eu morava anteriormente. E esse caminho foi descoberto por acaso, quando eu passava pelo local e decidi segui-lo a fim de ver onde o mesmo dava.

Esse é o segundo sonho onde eu vou de São Paulo a Praia Grande com minhas próprias forças e por um caminho curto. O primeiro foi sonhado em 2008 ou no primeiro semestre de 2009 e relatado neste blog no Natal de 2010. Nele, fiquei hospedado no apartamento do repórter Wilson Kirsche (que é do Paraná na vida real, pelo que sei), em São Paulo, e fugi dali por um caminho aéreo por entre uns prédios que deu perto da casa da minha mãe, e o caminho era mais longo do que o do sonho de hoje, e foi feito uma vez só. O caminho do sonho de hoje foi feito algumas vezes, tanto indo para São Paulo quanto retornando a Praia Grande.

Próximo à entrada daquele caminho, no lado de São Paulo, havia uma casa aparentemente abandonada. Bom, o sonho foi só isso mesmo, não há nada mais a acrescentar. Mais eu vou contar mais um sonho, para não ficar no só isso.

No mês passado, sonhei que fui levado de carro não sei por quem, acho que foram duas vezes mais ou menos, para a Bolívia. Não sei que cidade da Bolívia eu fui parar, só sei que fui parar na Bolívia e lá eu fiz não sei o que e vi as pessoas falando em espanhol (e as propagandas nas ruas também eram em espanhol). Não tenho certeza, mas o carro que me levou à Bolívia era um táxi. E o caminho feito de São Paulo até a Bolívia, assim como o do sonho anterior, apesar de não ser de dez minutos, era curto, em pouco tempo se viajava da capital paulista até aquele país. Teve outras partes nesse sonho, mas o que eu me lembro é isso.

Como esse segundo sonho também foi só isso, irei contar o terceiro sonho de hoje, que pelo jeito, também vai ser só isso. Esse foi sonhado esse ano ou o ano passado, não me lembro. Sonhei que eu, a minha mãe e minha avó precisávamos chegar até um apartamento que ficava muitos andares abaixo do solo, muitos mesmo, parece que era um apartamento onde iríamos passar alguns dias e era de algum parente, mas estava desocupado, ou algo assim. Para chegar nesse apartamento, era necessário descer inúmeras escadas em forma de caracol, e eram muitas escadas mesmo, devia ter umas centenas, talvez até milhares, e cada uma das escadas ficava ao lado de uma infinidade de outras escadas que davam para lugares diferentes (talvez outros apartamentos), e o espaço entre as escadas era muito estreito, e umas escadas tinham sentido horário e outras tinham sentido anti-horário, era uma confusão enorme. E as escadas eram todas verdes e a primeira delas dava para a rua, embaixo de um viaduto ou algo semelhante. E a vovó era a que mais tinha dificuldade de descer todas aquelas escadas quase infinitas. Mas no fim, conseguimos chegar até o apartamento. O sonho devia ter outros detalhes, mas o que eu me lembro é isso, e devia ser isso o mais importante do sonho.

Até o próximo post neste blog, ou no outro blog!


Sonhos onde eu morri

15 de março de 2012

Hoje eu irei contar três sonhos que eu tive provavelmente em 2008, ano que eu não postei nenhuma vez neste blog. Nos três, eu morri.

No primeiro sonho de hoje, eu já estava morto desde o início (ou eu não me lembro de quando eu morri). No lugar onde eu fui parar após eu ter morrido, tocava uma música melancólica e sinistra. Eu ficava o tempo todo de pé, parado, olhando para um ambiente que eu não ser descrever direito, parecia ser um espaço vazio de cor amarelo escuro, marrom claro ou alguma outra cor do tipo, e eu me sentia como se eu tivesse morrido mesmo, uma sensação muito esquisita, e eu tinha plena consciência de que eu estava morto. E não havia ninguém além de mim naquele lugar. O sonho foi só isso.

No segundo sonho de hoje, eu estava vivo no início do mesmo (essa parte eu praticamente não me lembro, só sei que eu estava vivo) e, não sei por qual motivo, eu morri e virei espírito. Antes de eu morrer, a minha avó morreu primeiro. Depois que eu morri e virei espírito, passei a ter habilidades especiais, como voar, e sentidos que antes eu não tinha, como uma percepção do tempo de uma forma muito diferente a aprimorada da percepção que a gente tem no mundo dos vivos. Depois de perceber que eu tinha habilidades que eu não tinha antes, passei a adorar estar morto e voei por entre os prédios. Quando eu estava no alto de um que era bem alto, decidi me jogar lá de cima a fim de saber qual seria a sensação de me estatelar lá embaixo e não acontecer nada comigo. Me joguei, entretanto, como eu fiquei com medo no meio da queda, parei de cair e fiquei suspenso no ar. Achei isso engraçado e fingi ser o Goku do Dragon Ball Z (para quem não sabe, é um desenho animado japonês violento produzido de 1986 até meados dos anos 90, nesse desenho, o Goku e outros personagens podiam lutar voando ou suspensos no ar, ou em terra também). Também cheguei a ver o espírito da minha avó. Depois que fingi ser o Goku, o sonho acabou e eu acordei.

No terceiro e último sonho de hoje, eu estava namorando uma moça muito bonita de cabelos azuis escuros que tinha uma cicatriz perto da boca, às vezes eu me encontrava com ela tanto em casa quanto em outros lugares. A casa onde eu morava era diferente de qualquer outra casa onde eu tenha morado, era uma casa bem comprida aparentemente feita de madeira. No sonho, estavam presentes os meus familiares. De uma hora para outra, mesmo sem sentir nada, eu e meu irmão Écio morremos e viramos espíritos. Com a minha morte, minha namorada ficou muito triste (apesar disso, não chegou a chorar) e não quis mais saber de mim. Cheguei a vê-la uma vez após a minha morte (ela, é claro, não me viu). Fiquei muito chateado por ter morrido e ter ficado novamente sem namorada, sem poder namorar a moça de cabelo azul. Então, lembrei do sonho contado no parágrafo anterior, então eu decidi verificar se eu tinha ou não habilidades especiais. Decidi me teletransportar para outro lugar e meu irmão fez a mesma coisa. Como no outro sonho, onde fingi ser o Goku, neste eu fingi ser o Cole Turner, da série de TV Charmed (o personagem, interpretado pelo ator Julian McMahon, era um demônio que disparava bolas de energia com as mãos e podia se teletransportar para outros lugares). Apesar de ter fingido ser o Cole Turner, não cheguei a disparar bolas de energia (e provavelmente eu não tinha esse poder). Fiquei mais um tempo morto, vagando por aí, até acabar o sonho.

Este post fica por aqui. Até o próximo post e espero que eu não morra até lá.


Três sonhos gays

27 de novembro de 2011

Hoje eu irei contar três sonhos homossexuais que eu tive. Mais três vezes que meu subconsciente me prega uma peça, já que sou heterossexual.

O primeiro sonho eu tive em 2008 ou 2009, não me lembro o ano exato. Me lembro muito pouco desse sonho. Eu estava numa casa velha, acho que no sótão da mesma. Havia um buraco numa das paredes que davam para a rua e a parede aparentava ser de madeira, pelas ferpas das bordas do buraco da mesma. Acho que nevava do lado de fora. Junto comigo, estava o ator Murilo Benício. E eu alisava o pênis do Murilo Benício. E o pior é que o pau do cara estava gozado, todo lambrecado com esperma. Ai, que sonho nojento que eu tive!

O segundo sonho homossexual eu tive esse ano, há alguns meses atrás. Só lembro de um pedaço do mesmo, no qual eu fui a uma estação de trens de carga (ou algo do tipo) trajando uma camisa do Corinthians. Na vida real, atualmente eu não torço para nenhum time, pois não tenho ligado muito para futebol ultimamente (exceto jogos da seleção brasileira) pois para mim perdeu a graça, mas até meados de 2007 eu torcia para o São Paulo Futebol Clube.

Antes de ir à estação, fui advertido por alguém (acho que uma mulher) de que, caso eu fosse à estação trajando alguma camisa de algum time, alguém que torce para o time rival do time da camisa que eu estava usando poderia pichar a mesma.

Aí eu fiquei lá na estação e não aconteceu nada. Posteriormente, voltei à mesma estação, desta vez trajando uma camisa do Palmeiras. Assim que eu cheguei, apareceu um sujeito trajando uma camisa do Corinthians que começou a pichar a camisa do Palmeiras que eu estava usando, usando um giz branco ou algo do tipo. Então, eu beijei a boca do corintiano, dei um selinho nele, e o mesmo parou de pichar a minha camisa. Por que eu fiz isso eu não sei, ainda que eu tenha beijado o cara de livre e espontânea vontade.

Esses dois sonhos não são tão homossexuais se comparados ao terceiro sonho, sonhado no dia 04/11/2011. Sonhei que eu transei com o Fernando Alonso, o piloto de Formula 1. Eu era o ativo da relação (pelo meno isso) e o Fernando Alonso usava roupas azuis (e eu acho que não usava nada). E até que ele estava gostando (acho que o homossexual do sonho era ele).

Essa parte homossexual foi apenas uma parte do sonho, vou contar o mesmo desde o início, ou melhor, o que eu me lembro dele. E na verdade, esse não é um sonho homossexual, e sim bissexual, já que transei com uma mulher também.

No início da parte que eu me lembro do sonho, eu queria muito transar com uma mulher muito bonita e gorda. Eu tentava chegar nela e a mesma se afastava de mim. O sonho inteiro (inclusive a parte homossexual) se passou numa casa, que tinha uns quadros na parede e tinha dois andares, era uma casa grande. Aí depois dessa parte, ocorreu a que eu comi o cu do Fernando Alonso. Depois disso, ouvi falar que, para conseguir transar com aquela mulher gorda, tinha que ir nela direto, sem pedir permissão ou xavecar ela. Aí eu fui. E transei com ela. Durante quase toda a transa (que eu não concluí, pois acordei do sonho antes), ela estava de costas para mim, o que sugere que fizemos sexo anal. Foi muito bom, principalmente quando eu tirei o pano que cobria os seios da moça e cheirei, senti um perfume muito gostoso, e também quando deslizei as mãos pelo seu corpo adiposo. A última coisa que eu me lembro é dela ter se virado para a direita, quando pude ver mais uma vez seus seios. O sonho terminou em seguida. Apesar da transa ter sido interrompida pelo fim do sonho, fiquei mais tempo trepando com ela do que com o Fernando Alonso.

O post gay de hoje termina aqui! Tchauzinho!


Sonhos que eu só me lembro uma parte

17 de janeiro de 2011

No primeiro post de 2011, eu irei contar três sonhos (ou o que eu me lembro deles) sonhados nessa última semana.

O primeiro sonho foi sonhado não sei que dia (talvez nem tenha sido sonhado nesta semana, e sim na anterior a essa) e dele eu só me lembro de uma parte. Sonhei que serviram a mim e a outras pessoas que estavam em uma mesa comprida com toalha de mesa branca um bolo que, segundo não sei quem, era feito de maconha. Era um bolo meio esquisito, era marrom com uma gosma amarela dentro (parecia aquela cola que se usa para colar madeira), e diziam que aquela gosma amarela é que era a maconha. Minha mãe me dizia que ouviu falar que aquela maconha não fazia mal, uma vez que ela não era fumada, e sim ingerida. Mas eu não acreditei naquilo e não comi o bolo suspeito. Como essa é a única parte que eu me lembro do sonho, o relato do mesmo termina aqui.

O segundo sonho de hoje foi sonhado na última terça-feira, 11 de Janeiro. Sonhei que a Lady Gaga gravou o clipe da música “Eh Eh” numa casa toda suja de lama que aparentava ter sido atingida por uma enchente. Eu apenas assistia às gravações do videoclipe. Na vida real, o videoclipe da música “Eh Eh” já foi gravado e não tem nada a ver com o do sonho. Essa é a única parte do sonho que eu me lembro, o resto eu não me recordo.

E o terceiro sonho de hoje foi sonhado na última quinta ou sexta-feira (não me lembro qual foi o dia exatamente). Sonhei que o Luciano Huck estava correndo pelas ruas de São Paulo, e ele corria bem rápido, bem rápido mesmo, tipo The Flash, e era mostrado em algum lugar (não sei se na TV ou em outro tipo de mídia audiovisual) os lugares onde ele passava. Tal qual os sonhos anteriores, só lembro dessa parte do Luciano Huck correndo, devia ter outras partes do sonho que eu não me lembro mais. Ah, sim, eu me lembro que ele passou em frente a uma agência do banco Itaú que ficava numa rua que eu conhecia (ou era a rua onde eu morava, sei lá), aí eu reconheci a rua quando vi a imagem desta. Só isso que eu me lembro.

Até o próximo post! E espero que eu sonhe com uma mulher bem bonita nos próximos dias!


Vaga para programador Java sadomasoquista

15 de novembro de 2010

Hoje eu irei contar três sonhos que tive recentemente.

O primeiro sonho foi sonhado hoje. Sonhei que uma empresa me ofereceu um emprego de programador Java sadomasoquista. O emprego funcionava assim: eu desenvolvia os sistemas utilizando a linguagem de programação Java (assim como na vida real, onde trabalho como programador Java) e, caso o sistema apresentasse falhas na fase de testes deste (ou seja, na homologação), eu era amarrado e apanhava de uma dominatrix que tinha lá, uma mulher vestida de preto com aquelas roupas de couro sadomasoquistas. E foi a dominatrix que fez a entrevista de emprego comigo. Lá naquela empresa (que nem sei o nome), havia também um velho mal-encarado que devia ser o dono do empreendimento. Ele ficava no andar de baixo e a sala onde fui fazer a entrevista com a dominatrix ficava no andar de cima, e o acesso à sala se dava por meio de uma escada de madeira. Terminada a entrevista (onde, além da mulher me fazer as perguntas (que eu nem lembro quais foram), esta me explicou como eu ia trabalhar), desci as escadas e fui embora, meio abalado pela ideia de apanhar em serviço. Depois de pensar por algum tempo, num outro dia, retornei à empresa e disse que eu não ia aceitar a vaga, uma vez que eu já estava empregado em outra empresa. Depois de eu deixar novamente as instalações daquela empresa, ainda meio chocado com a ideia de apanhar em serviço (mesmo já tendo recusado a oferta de emprego), não sei quem (devia ser algum amigo meu que talvez nem exista na vida real) me disse que aquela empresa não tinha nenhuma influência sobre mim. E o sonho terminou aí.

Na última quarta-feira, dia 10/11/2010, sonhei que eu ia numa casa (que ficava bem próxima à casa que eu morava, ficava um pouco à esquerda desta) a fim de comer uma bola de chocolate, que era tipo uma bola de futebol em miniatura, só que do tamanho de uma bola de tênis e borrachuda, mas era de chocolate, apesar de borrachuda. Comi a bola de chocolate (cheguei a apertá-la antes, e daí é que eu vi que ela era borrachuda) e fiquei assistindo um negócio sobre o Natal numa TV de 14 polegadas, o programa falava sobre a árvore de Natal e os enfeites que eram postos nela. Algum tempo depois, começaram a chegar naquela casa várias prostitutas (que não eram lá muito bonitas) e também travestis. Uma das putas me ofereceu um programa por R$3,80 e outra, ao ouvir a proposta da primeira, alertou esta, dizendo que ela iria ganhar muito pouco por mês por cobrar tão barato pela trepada. Eu não aceitei a proposta (nem respondi à mulher dos R$3,80) e fiquei furioso ao botarem música alta no recinto (quando a casa já estava cheia de prostitutas), me atrapalhando para assistir ao programa de TV sobre o Natal. Desisti de ver o coiso e fui-me embora. Daí, não sei quem me informou que uma outra casa, que ficava do lado oposto da que eu acabava de sair, ou seja, um pouco à direita da minha casa, também funcionava como prostíbulo. O sonho acabou em seguida.

E em outro sonho que tive, no mês passado, eu inventei de fazer não sei o quê num ferro velho que ficava perto de casa (e que não existe na vida real), fui escondido dos meus familiares. Apesar disso, acabei levando comigo uns bagulhos que tinham por lá, e eram bagulhos pesados, tipo uns hidrantes de ferro ou objetos semelhantes (não me lembro que objetos eram, só sei que eram pesados e eram mais ou menos uns sete). Tive que levar os negócios por um percurso considerável. E, não sei por quê, tive que abandonar alguns pães dentro de uns gabinetes velhos de computador que estavam no ferro velho. E não eram pães velhos não, eram pães recém-comprados da padaria (não sei qual padaria, mas pela forma dos pães, aparentavam ser de uma padaria que existe perto de casa, na vida real). Acabei ficando com pena dos pães que eu deixei dentro dos gabinetes velhos. Acho que eu deixei os pães nos gabinetes para não ser descoberto. Somente isso que eu me lembro do sonho.

Até a próxima postagem (isso se eu não morrer antes)!