A nuvem alienígena

29 de julho de 2012

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive hoje, um sonho onde os habitantes do planeta Terra tiveram contato com ETs!

O sonho começou (nem sei por que escrevo “começou”, uma vez que a gente nunca se lembra do sonho completo, somente do final do mesmo) assim: Eu estava, juntamente com outras pessoas, que eram cientistas (acho que eram astrônomos), observando o céu e percebendo que havia uma espécie de “nuvem” estranha no mesmo. Estava de noite. A tal “nuvem” era tipo uma nebulosa, era redonda e meio embaçada, ficava do lado esquerdo da lua e era bem maior que ela. Os cientistas ficavam se perguntando o que seria aquilo, que não estava lá antes e em uma determinada noite apareceu de repente.

O lugar onde eu estava era um laboratório de observação muito esquisito, era todo escuro, não tinha iluminação (ou melhor, tinha, mas era muito ruim, suficiente apenas para ver as pessoas lá dentro e mais algumas coisas, na verdade, a iluminação principal era provida pela lua e pela “nuvem”), era em boa parte feito de madeira e possuía uma cúpula de vidro na qual a observação do céu se dava.

Em alguns momentos do sonho, saí do observatório e fui para a rua, que era em sua maior parte feita de terra e que estava molhada (devia ter chovido há pouco tempo). Fui para um outro lugar onde ia ter um evento que agora eu não sei exatamente o que era, mas acho que devia ser uma aula de alguma coisa, uma palestra ou algo do tipo. Esse evento já estava sendo preparado há um bom tempo, não sei quanto tempo, mas era um tempo considerável. Chegando lá, percebi que, a medida que o tempo passava, aquela nebulosa misteriosa aumentava de tamanho.

Lá no local onde eu fui, fiquei a observar os preparativos finais para o início do evento. Enquanto isso, a “nuvem” aumentava cada vez mais de tamanho, ficando enorme. Até que, em um determinado momento, faltando poucos instantes para o início do evento, aquela nebulosa começou a se comunicar com o povo que estava lá, falando em português. Aí, todo mundo descobriu que aquilo, na verdade, era uma nave espacial alienígena.

Instantes depois, o evento começou. Mas não durou muito: 4 minutos e cinquenta segundos depois, o evento encerrou-se após o povo ter enlouquecido (com exceção de mim e de alguns outros) e iniciado uma farra generalizada devido a interferência dos ETs, apesar de nenhum ter descido ao solo (estavam interferindo nas pessoas através de ondas eletromagnéticas obscuras ou algo do tipo). O povo passou a se comportar feito criança, danificando em parte o local de onde era para ter acontecido o evento e festejando sem motivo aparente, inclusive com música tocando em um aparelho de som que havia no local (e eram músicas infantis em sua maioria). E eu achando tudo aquilo muito, muito esquisito.

Os ETs não apenas falaram com o povo (não me lembro o que falaram) e enlouqueceram quase todo mundo, mas também transportaram alguns humanos (inclusive eu) para o interior da nave, através de uma força invisível que nos puxou para cima. Lá, vimos o interior da nave (um ambiente muito esquisito e surreal, com detalhes em azul e vermelho e uma barra metálica cortando o recinto em diagonal), mas não chegamos a ver os ETs, apesar de termos falado com os mesmos. Lembro-me de ter comentado com um ET sobre o fato das pessoas terem passado a se comportar daquele jeito lá embaixo. De lá da nave, dava para ver a patuscada onde era para para ter ocorrido o evento. Os ETs não fizeram nada de mal com a gente, apesar do que acabaram fazendo com o restante das pessoas.

Momentos depois, desci da nave por meio da mesma força invisível que me levou até lá em cima e retornei ao observatório. Lá, apesar de algumas pessoas terem também enlouquecido, a situação era bem mais controlada. Depois dessa parte, eu devo ter acordado e o sonho se encerrou.

Por hoje é só, até o próximo post!


Um ET azul e bonzinho veio me visitar

24 de julho de 2011

Hoje eu irei postar dois sonhos, um sonhado no dia 10 de Julho e outro sonhado no dia 20 do mesmo mês.

No sonho do dia 10, eu estava na rua junto alguns conhecidos meus (que só deviam existir no sonho) segurando um antigo carro de brinquedo que eu tinha na vida real quando eu era criança no qual eu chamava de Turboman. Eu observava as pessoas e os carros na rua, quando apareceu uma menina que devia ter uns 6 anos. Essa menina me pediu o carrinho para ela. Resolvi dar o coiso para ela e esta ficou muito feliz. Depois de dar o Turboman, sorri para ela e fiz sinal de joia, com o dedo polegar para cima. Só isso que eu me lembro deste sonho.

No sonho do dia 20 de Julho, um ET veio fazer uma visita a mim e a meus familiares. Era um ET bonzinho (ao contrário de uns que queriam me matar em outros sonhos que tive) que falava português perfeitamente, como se morasse no Brasil.

Além de fazer uma visita, o ET levou eu e meus familiares até o planeta dele, no qual era minúsculo. O planeta dele devia ter o tamanho de um asteroide, era bem pequeno mesmo, e o ambiente, as paisagens daquele planeta, eram bem simplórios, ainda mais que devia estar de noite quando eu estive lá. Lembro-me que havia um piso cinza que ficava suspenso no ar, onde eu cheguei a ficar na companhia do ET.

Tudo ia bem, quando, num determinado momento, eu comecei a duvidar que ele fosse um ET, apesar dele ter aparência bastante diferente de um ser humano (ele era baixinho e azul). Quando ele me perguntou por que eu estava duvidando dele ser um ET, eu respondi a ele que o mesmo não tinha nenhum sotaque. Depois dessa parte, lembro-me de ter voltado à Terra e ter visto o minúsculo planeta do coiso pela janela da nave, que nem lembro como era.

Numa outra parte desse mesmo sonho, ocorrida após a minha ida ao planeta do ET azul, eu estava na minha casa em Praia Grande (onde atualmente, só passo alguns fins de semana, visto que fico mais em São Paulo), quando começou a chover e a infiltrar água da chuva dentro de casa, por todos os cômodos, molhando tudo o que havia dentro. Ou melhor, molhando quase tudo, pois conseguimos evitar que algumas coisas fossem molhadas. Além de estar chovendo dentro de casa, as lâmpadas, que eram daquelas incandescentes que emitem luz amarela (ao contrário das da casa na vida real, que são fluorescentes), não iluminavam direito. O sonho acabou nessa parte aí, pois depois eu acordei para ir trabalhar.

Eu ia contar hoje o sonho do dia 13 de Julho, mas o post acabou ficando comprido demais e resolvi deixar este sonho para um post futuro. E por hoje é só. Até daqui a provavelmente duas semanas, quando provavelmente sairá o próximo post.


A continuação da Bíblia

10 de julho de 2011

Hoje eu irei relatar um sonho que tive na segunda metade do mês passado, não me lembro o dia certo. Foi um sonho de proporções bíblicas, digamos assim.

Sonhei que eu estava numa época no futuro, em que a Bíblia, depois de muitos e muitos anos, voltava a ganhar novos capítulos, com a inclusão de, digamos, um Novíssimo Testamento. E eu vivenciava os acontecimentos que eram relatados nos novos capítulos da Bíblia.

Nesse Novíssimo Testamento (que não era chamado assim no sonho, mas vou me referir a essa nova parte da Bíblia que eu sonhei dessa maneira), foram feitas revelações bombásticas acerca do “enredo da história”: a maioria dos personagens bíblicos, sobretudo os mais conhecidos (Jesus, Moisés, Abraão e outros), eram, na verdade, seres extraterrestres vindos de outros planetas que vieram cumprir suas respectivas missões na Terra, e inclusive Deus era um ET e não um deus de verdade. Deus (o Jeová da Bíblia) era um dos mais poderosos extraterrestres e havia criado o planeta Terra. Deus não deu as caras nesse sonho, só os outros ETs.

Não me lembro de todos os ocorridos do sonho, mas basicamente o planeta Terra era invadido várias vezes por naves alienígenas contendo alguns patriarcas bíblicos ainda vivos, além de outros ETs, e esses ETs faziam revelações à humanidade (a mais bombástica de todas foi a de que Deus era um ET), além de demonstrarem ser uma raça superior à nossa, com inúmeros conhecimentos nunca antes descobertos pela raça humana.

O final do sonho foi basicamente o anúncio do que seria uma versão alternativa do Apocalipse que conta no Novo Testamento da vida real: as naves alienígenas deixaram todas o planeta Terra, retornando ao seu planeta de origem. No momento da partida destas, um senhor barbudo trajando umas túnicas meio esquisitas (um novo personagem bíblico do Novíssimo Testamento) gritou, olhando os discos voadores partindo: “Que estes discos voadores retornem cheios de ETs!” ou algo assim. Segundo os novíssimos textos bíblicos do sonho, ao retornarem, os extraterrestres dariam início ao que seria o Juízo Final.

Este é mais um sonho no qual extraterrestres com aparência humana invadem o planeta Terra. Mas desta vez, os ETs não eram maus (acredito eu), ao contrário das três etéias que se fizeram passar por minhas amigas, mas que na verdade queriam me matar, mas acabaram sendo descobertas por mim e fugiram (esse foi o primeiro sonho postado neste blog, ainda na época que o blog estava hospedado no Blig, em agosto de 2003, sonho este sonhado em 1999) e dos que tentaram me matar com revólveres, mas tinham péssima pontaria e acabaram sendo mortos por mim com um guarda-chuva (sonhado em outubro de 2009 e postado em novembro do mesmo ano). Sem contar a chuva de bebês ETs no quintal de casa, que foram recolhidos por mim e por algumas garotas (que vai saber se não eram ETs também, elas eram muito suspeitas, ainda mais que moravam em um disco voador semelhante ao que jogou os baby-aliens), se bem que esses bebês ETs não tinham feições humanas, apesar de serem humanoides.

Este post se encerra aqui, até o próximo post, leitores deste blog!


Lutando contra ETs armados com revólveres

16 de novembro de 2009

Há umas três semanas atrás, tive mais um sonho com ETs, e desta vez, eles queriam me matar, e com revólveres.

O sonho iniciou (ou melhor, acho que devia ter outras partes antes desta nas quais eu não me lembro) quando eu estava a observar um viaduto curvo que ficava logo acima de onde é da casa da minha vizinha (se bem que a casa não estava lá, no sonho, havia um terreno baldio no lugar da casa). Mal dava para ver, de onde eu estava (da minha casa), os carros passando.

Então, pude ver um ônibus de viagem da viação Expresso Brasileiro passando (e este estava mais próximo que os demais carros, por isso eu o consegui ver mais claramente). Estava mais próximo porque o ônibus havia passado reto no viaduto, atravessando-o. Por fim, este andou em linha reta pelo acostamento (que estava suspenso no ar) e, por fim, caiu sobre o terreno vizinho à minha casa, fazendo um barulhão enorme (e eu gritei assustado).

Pouco tempo depois, antes que qualquer equipe de socorro socorresse os mortos e feridos daquele acidente (como se os mortos pudessem ser socorridos), outro ônibus passou reto no viaduto e despencou sobre o terreno (e sobre as ferragens do ônibus da Expresso Brasileiro). Este segundo ônibus que caiu era todo de vidro, era um ônibus bem esquisito. E as pessoas no interior desse ônibus nem estavam apavoradas pelo ônibus estar se acidentando (se bem que eu suspeito que o ônibus caiu de propósito), elas estavam tranquilamente sentadas e pareciam estar hipnotizadas. E o ônibus estava lotado de gente, com mais gente do que um ônibus normal costuma comportar.

Depois desse ônibus de vidro cair no terreno, provavelmente algum outro veículo também caiu da mesma forma, mas eu não me lembro. E ninguém veio socorrer os feridos dos acidentes.

Após essa parte trágica, que não se encaixa direito com o restante do sonho, entrou a parte onde aparecem os ETs, que possuíam feições humanas. Nessa parte do sonho, eles ainda não queriam me matar, mas eles não gostavam de mim. Essa parte foi meio vaga, não me lembro dos detalhes com precisão. Mas me lembro que eles me pressionavam a fazer alguma coisa que eu não queria fazer. Essa parte aconteceu no interior do disco voador deles, mais precisamente na cozinha, onde havia muita comida.

Após isso, lembro-me de eu estar no serviço trabalhando, mas não no trabalho da vida real, e sim num outro trabalho nada a ver, que ficava num iglu cheio de neve. Chegou a hora do almoço e me forneceram um molho de carne que era para comer junto com a comida. Era um molho idêntico ao que eu comi uma vez no almoço na vida real, num restaurante de São Paulo, chamado de molho madeira. Forneceram este mesmo molho de carne aos outros funcionários. Cada funcionário da empresa (que era uma outra empresa e que não tinha nada a ver com a empresa onde eu trabalho na vida real) tinha uma comida diferente para comer no almoço. A minha era uma tapioca meio esquisita.

Na parte seguinte do sonho (isso se não houve alguma outra parte intermediária que eu não me lembre mais, sabe como é, a gente nunca lembra do sonho completo), retornei ao interior do disco voador dos ETs com feições humanas e eles me pressionaram novamente a fazer uma coisa que eu não queria fazer (não sei que coisa que era) e eu só enrolava os aliens. Isso ocorreu ainda na cozinha da nave.

Foi então que eles perderam a paciência e decidiram me matar. Vários deles partiram para cima de mim armados de revólveres e começaram a atirar contra a minha pessoa, errando a pontaria em todas as tentativas de me atingir. Eram vários extraterrestres armados contra apenas eu, que estava munido somente de um guarda-chuva com ponta de metal, idêntico ao guarda-chuva usado aqui em casa para ir até o portão e abri-lo nos dias de chuva, um guarda-chuva bastante velho que só é usado para isso.

Durante o confronto, saímos do disco voador e fomos parar no meio de uma cidade com muitos prédios que parecia ser São Paulo. Os ETs atiravam (e erravam) e eu os acertava com golpes certeiros utilizando a ponta de metal do meu guarda-chuva, arrancando sangue dos aliens (e era sangue vermelho). Teve um tiro que quase me pegou, passando quase raspando meu braço esquerdo.

Por fim, apesar da luta parecer desigual e de eu estar em enorme desvantagem nesta luta, eu consegui matar todos os ETs, cujos cadáveres sumiram. Aí eu falei, gritando algo como: “Esses ETs são uns filhos das putas!” E gritei algumas outras coisas de baixo calão. Decidi retornar ao disco voador dos coisos a fim de comer um pouco daquela comida toda que tinha na cozinha (tinha couve, arroz, feijão, carne e outras comidas que eu costumo comer no restaurante que eu frequento no intervalo do almoço do serviço da vida real, comidas que eu gosto muito). Entretanto, o disco voador já tinha se mandado. Na verdade, não me lembro exatamente se eu xinguei os ETs antes ou depois de procurar pelo disco voador. E o sonho terminou aí.

Tchau a todos e até o próximo sonho!


Carlos Morimoto e a chuva de ETs

15 de julho de 2007

Olá, internautas! Depois de quase quatro meses sem postar, estou aqui para fazer a reinauguração deste blog! A partir deste post em diante, irei postar com uma freqüência mínima de duas em duas semanas (é provável que eu poste em intervalos menores, mas eu já deixo avisado que o intervalo entre as postagens é este para caso não seja possível postar numa determinada semana). A razão de eu ter deixado de postar durante todo esse tempo, como já foi adiantado em posts anteriores, foi a minha falta de tempo para postar devido à confecção do meu TCC da faculdade, que me comeu grande parte do meu tempo, fiquei sem tempo inclusive para tocar outros projetos meus, como as histórias do Superfred que eu escrevo e os softwares que eu desenvolvo (AOPT, Capetrivia e até o Sistema Visualizador dos Sonhos do Allan, que eu iria disponibilizar em fevereiro e depois ficou para este mês, mas vai ficar para janeiro do ano que vem, juntamente com a nova edição do e-book dos Sonhos do Allan, livro em formato digital contendo todos os posts deste blog, um dos motivos para eu disponibilizar só em janeiro é a quantidade pequena de posts acrescidos à nova edição em relação à anterior). E como meu TCC já acabou e eu tirei 10 (estou agora de férias), tenho novamente tempo para atualizar este blog, ainda mais que eu não parei de sonhar durante todo esse tempo.

Chega de lenga-lenga e vamos ao que interessa, que é o sonho que irei postar hoje, que eu acredito ter sonhado no dia 25 de maio deste ano, se não me falha a memória. Não sei se eu sonhei este sonho neste dia, mas se não foi, deve ser mais ou menos perto desse dia. No sonho em questão, que teve a participação de Carlos E. Morimoto, mantenedor do Kurumin Linux e o principal integrante da equipe do site Guia do Hardware.Net, este relatava neste mesmo site suas aventuras dirigindo o Fusca azul da minha mãe, inclusive, ele postava fotos dessas aventuras dele no Guia do Hardware.Net, que (pelo menos no sonho) não tinha nada a ver com hardware. O Fusca da minha mãe ficava na garagem da minha casa (que era um bastante diferente da minha casa da vida real), aí vinha o Morimoto e pegava esse Fusca emprestado. Ele fazia isso durante uma boa parte do sonho, e eu acessava o Guia do Hardware.Net para ler o relato dessas aventuras, que eram escritas com um certo toque humorístico. Pelos relatos do site, dava para ver que o Morimoto ia para tudo quanto é lugar com o Fusca. Até que, certo dia, o Morimoto postou em seu site que o Fusca da minha mãe havia sido roubado e que havia pego outro carro emprestado para continuar com suas aventuras, e até postou a foto desse outro carro (um carro que mais parecia carro de filme de ficção científica, um carro meio esquisitão). Embora eu tenha achado o outro carro engraçado, fiquei preocupado com o fato do Fusca ter sido roubado, e então, fui contar para a minha mãe sobre o ocorrido com o carro dela. Ela disse que já sabia do ocorrido e me disse que o número de roubos havia aumentado muito ultimamente na região, disse também para eu tomar cuidado com a criminalidade. Então, passei a ter medo de sair de casa. Depois, numa outra parte do sonho, fiquei lendo e-mails a partir do meu programa leitor de e-mails (na vida real, é o Thunderbird, no sonho eu não sei, mas parecia ser o Thunderbird também, embora com uma cara meio diferente (meio azul) e com algumas outras funcionalidades meio absurdas). Eu via os e-mails num computador meio diferente, ficava num outro lugar da casa, um lugar não muito iluminado, e seu monitor era bem grande, acho que com umas 21 polegadas ou mais. No sonho, era possível enviar dinheiro anexado ao e-mail, e alguns e-mails que eu recebia vinham com dinheiro dentro, geralmente eram pagamentos referentes a pedidos de encomendas de DVDs do Debian GNU/Linux 4.0 que eu vendo, tanto no sonho quanto na vida real, a 34 reais o conjunto de três DVDs. Na vida real, eu sou vendedor oficial do Debian, meu nome consta inclusive na página do site do Debian sobre os vendedores oficiais dessa distribuição Linux. É lógico que na vida real os pagamentos não são feitos por e-mail e sim por depósito bancário (e a confirmação do depósito se dá por e-mail), mas no sonho, o comprador dos três DVDs do Debian enviava por e-mail, juntamente com o endereço para envio, 34 reais (não faço a mínima idéia de como sacar esse dinheiro). Então, eu anotava os pedidos para depois eu gravar os DVDs e enviá-los pelo correio, assim como eu faço na vida real (porém, em nenhuma parte do sonho eu enviei os pedidos). Além dos e-mails contendo dinheiro e informando o endereço do comprador do Debian para o envio dos DVDs, eu recebia também muitos e-mails SPAM, ou seja, aqueles e-mails sobre como aumentar o tamanho do pênis, sobre remédios para emagrecer, e-mails contendo links suspeitos e e-mails com caracteres sem nexo, ou seja, esses e-mails que eu vivo recebendo aos montes, na vida real. Esses e-mails sempre constavam como tendo R$0,00, ou seja, nenhum dinheiro anexado. Eu também recebia outros e-mails, como na minha rotina real, e-mails estes também se nenhum dinheiro anexado. Então, depois de ter aberto vários e-mails, recebi um e-mail bastante misterioso, um e-mail aparentemente SPAM, mas que continha 14 reais. Pensei comigo mesmo: “O que foi que o cara que enviou esse e-mail comprou, eu não vendo nada a 14 reais!”, ou algo do tipo, e li o e-mail. Só que o sujeito que enviou o e-mail escreveu algo completamente sem nexo, um texto que não dava para entender o que ele queria dizer. O texto parecia ter sido escrito por um lunático e continha uns desenhos do que parecia ser discos voadores (na hora, eu não associei aqueles desenhos a discos voadores, mas depois de eu ter acordado do sonho e pensado um pouco, acabei fazendo essa associação), além de outros símbolos estranhos. Daí, como o e-mail era comprido, resolvi descer a barra de rolagem rapidamente, então eu vi que, ao fazer isso, o e-mail exibia um efeito visual muito luminoso e piscante, um efeito um tanto quanto misterioso e intrigante contendo várias cores (na verdade, vários caracteres ASCII coloridos, mas ainda assim era um efeito espetacular). O efeito visual era tão luminoso e piscava tanto que eu até parei um pouco de olhar para o e-mail para não ficar cego. Depois de ter descido até o fim do e-mail e de ter deixado de ver a maior parte deste (obviamente), cliquei no botão “Responder” do Thunderbird (eu falo Thunderbird porque é o leitor de e-mails que eu uso na vida real, na verdade, eu não sei que leitor de e-mails era aquele que eu usava no sonho) e digitei na mensagem a seguinte frase, juntamente com uma cópia da mensagem original: “Vá se foder!” e cliquei no botão “Enviar”, enviando a resposta daquele e-mail ao lunático que me escreveu. Alguns minutos depois de eu ter respondido aquilo, começou a chover bebês alienígenas de pára-quedas sobre minha casa, provavelmente jogados de um disco-voador que passava por ali. Daí, saí rapidamente para o jardim (a minha casa tinha jardim no sonho) a fim de recolher os ETs que caíam no gramado. Não só eu recolhia os ETs, algumas garotas também apareceram (não sei de onde) para me ajudar a recolher aqueles aliens. Eu devo ter recolhido uns três ou quatro bebês (acho que eram três), as garotas foram rápidas e conseguiram pegar os demais. As garotas deviam ter mais ou menos entre 16 e 22 anos, pela aparência física delas, e eu não sei quantas eram, mas acho que devia ter mais de dez moças catando os ETs. Aí as garotas pularam para o interior de um disco voador que ficava parado sobrevoando o alto da minha casa, pularam bem alto para chegar à porta de entrada deste, e eu fui atrás, levando os bebês ETs que eu carregava comigo. O disco voador para onde as moças foram era outro disco voador, não era o mesmo que jogou os pirralhos. Inclusive, o disco voador era tipo um conjunto de apartamentos, tinha vários corredores, quartos, cômodos diversos e várias outras pessoas morando lá, todas essas pessoas do sexo feminino, na sua maioria jovens, e eram pessoas humanas, não eram garotas ETs, embora morassem num disco voador. Eu segui as garotas carregando os ETs que eu havia pego e passei por alguns cômodos, inclusive uma cozinha, seguindo pelo corredor principal, que era comprido e possuía várias portas que davam para outros cômodos, na sua maioria (ou na sua totalidade, não sei ao certo) quartos. Lembro-me de ter passado em frente a um quarto de uma garota bonita que estava enrolada numa toalha, e o quarto estava com a porta aberta, obviamente (senão, eu não tinha visto nada). Chegando ao final do corredor, eu e algumas garotas adentramos um quarto onde havia uma senhora sentada numa cadeira e deixamos dois dos pequenos aliens numa cama ou num pequeno colchão, ou em algum outro lugar macio (não sei identificar onde eles foram deixados). Não me lembro se os dois aliens eram os que eu estava carregando (para onde foi o terceiro eu não sei) ou se eram outros aliens trazidos por alguma das garotas. Na verdade, não me lembro nem de ter entrado no disco voador e andado no interior deste segurando os aliens, acho que até eles foram tirados de mim no momento ou um pouco depois de eu ter adentrado aquele veículo espacial com cara de apartamento. Em todo o caso, foram deixados naquele quarto dois bebês alienígenas sobre uma cama ou sei lá o quê, e ficamos naquele quarto conversando sobre o ocorrido com tais bebês. O quarto não era lá muito grande, era um quarto normal (ou quase), tinha uns móveis diferentes, havia o que parecia ser uma lousa marrom, um armário, a cadeira onde a senhora estava sentada e mais alguns móveis que não me lembro, além da senhora sentada na cadeira, de mim, dos bebês e de algumas garotas, que eu acho (não me lembro ao certo) que eram três. O quarto também tinha uma janelinha meio esquisita, que mais parecia uma escotilha de navio, mas que dava para ver o céu, que estava escuro, pois essa parte do sonho se passou à noite (a outra parte, onde o Morimoto andava com o Fusca da minha mãe e que este foi roubado, se passava toda de dia ou ao entardecer). Enquanto nós ficávamos batendo papo (quer dizer, a senhora e as garotas batiam papo, pois eu ficava quieto, só observando, como sempre), os ETzinhos faziam algumas coisas esquisitas, como falar algumas coisas sem nexo e levantar e dar umas voltinhas. Estes ETzinhos, bem como todos os outros recolhidos pelas moças e por mim, até eram parecidos com bebês humanos, possuíam apenas algumas diferenças em relação à nossa espécie, como duas antenas de rádio na cabeça (e as antenas eram da cor da pele deles) e o fato da cor da pele deles ser de uma tonalidade meio esquisita, uma cor parecida com a da pele de uma pessoa normal, só que com cara de artificial, não sei dizer que cor era exatamente, além de terem os olhos um pouco avantajados. O sonho deve ter terminado alguns momentos depois, visto que não aconteceu mais nada após eu adentrar naquele quarto e ver os bebês fazerem umas coisas esquisitas de vez em quando.

Se você der uma pequena raciocinada (acho que já deve ter dado), vai chegar à conclusão de que quem jogou aqueles bebês ETs sobre minha casa era a mesma pessoa que me mandou aquele e-mail esquisito e cheio de dizeres estranhos e símbolos de discos voadores, ou seja, neste sonho, recebi um e-mail de um ET que queria se comunicar comigo de alguma forma (e não foi bem sucedido, pois eu não entendi bulhufas e ainda mandei ele se foder, se ele entendeu a minha resposta, eu não sei), então, depois de eu ter respondido a aquele e-mail de forma grosseira, ele despejou vários bebês sobre minha casa, talvez como represália por eu ter mandado ele se foder ou talvez o e-mail que ele mandou era para dizer que queria que eu cuidasse dos filhos dele e aqueles 14 reais era alguma ajuda de custo (uma mixaria, por sinal). Ou seja, mais um sonho doido para a coleção! Êita, subconsciente com imaginação fértil da porra!

E eu vou ficando por aqui. Daqui a duas semanas ou menos, irei postar outro sonho daqueles, ainda mais que eu tenho bastante tempo para postar. Um grande abraços a todos os meus internautas e até o próximo post! Ah, e se quiserem baixar a monografia do TCC que eu fiz (e tirei 10), utilize o link na lista de links do menu à direita, lá, dentre outros links, há o link para download direto da minha monografia em PDF!


Três sonhos, entre eles, o de número 80!

25 de setembro de 2004

Olá, meus queridos internautas! Hoje, eu irei contar três sonhos! Um deles, eu sonhei nessa quarta-feira. Sonhei que eu estava num hospital para fazer uma cirurgia nos dedos dos pés para corrigir uma anormalidade nos ossos desses dedos. Às vezes, eu levantava da maca e andava pelo hospital, que mais parecia um shopping center. Tinha uma televisão não sei aonde, que passava alguns bagulhos esquisitos na programação. E tinha também um negão que ficava não sei aonde falando não sei o quê. Acho que ele estava em algum setor do hospital. Então, fui para a sala de cirurgia e o médico retirou dois pedaços do dedo do pé que precisavam ser retirados. Não me lembro do momento da cirurgia. Acho que eu estava sedado. Após isso, foi marcada uma nova cirurgia para horas depois, a fim de terminar de corrigir a anormalidade dos dedos do pé. Chegada a hora da segunda cirurgia, eu comecei a ficar levantando da maca várias vezes, não deixando o médico iniciar a cirurgia e atrapalhando-o. O sonho acabou aí.

O segundo sonho de hoje foi sonhado faz bastante tempo, ou melhor, nem sei quando foi sonhado. Sonhei que o Chico Xavier estava apresentando um programa de televisão no mesmo estilo do Faustão. Havia um auditório e ele apresentava no telão algumas matérias sobre alguma coisa a respeito da comunidade onde ele vivia, com uma música de fundo bem melosa. Atrás das câmeras, o diretor do programa, que era um sujeito bem mal-humorado e “cinzento”, observava tudo com uma cara bem péssima e com ar de frieza. Foi só isso o sonho. Na época, o Chico Xavier já tinha batido as botas.

E o terceiro sonho de hoje, que é o sonho de número 80 da história deste blog, foi sonhado ainda na época que eu morava em São Paulo, em 1993. Sonhei que eu e mais algumas pessoas estávamos numa sala junto com um extraterrestre que estava todo enfaixado, tipo uma múmia. Este extraterrestre era meu amigo e, além disso, não batia muito bem da cabeça. No meio da “festinha”, ele me levou para outro cômodo e me deixou pelado. Não sei onde ele deixou as minhas roupas. Não sei se eu consegui recuperar as minhas roupas, ou se o Extraterrestre devolveu as roupas, ou se todo o pessoal me viu pelado, não me lembro direito. Acho que todo mundo me viu pelado. O sonho foi só isso.

A partir dessa semana, estou disponibilizando na Internet um e-book com todos os 80 sonhos postados neste blog. O e-book está em formato PDF e pode ser lido em qualquer sistema operacional, caso tenha instalado um programa que lê arquivos PDF. O Adobe Acrobat Reader pode ser baixado gratuitamente no site da Adobe e está disponível para várias plataformas diferentes, inclusive os desconhecidos Solaris e BeOS. Para Linux, existem também outros leitores de PDF, como o KGhostView (do KDE) e o gPDF (do Gnome). Junto com o e-book, há um banco de dados do Access com todo o conteúdo do e-book catalogado. Para baixar o e-book, clique aqui!

Até a semana que vem!


Doutor Panetone e um cômodo todo inundado

28 de agosto de 2004

Oi, gente! Hoje, eu irei contar dois sonhos que já faz tempo que eu sonhei. O primeiro se trata de um sonho bem antigão, de 1996 mais ou menos, e o outro data de mais ou menos do ano de 2001 ou 2002.

No primeiro sonho, que foi um sonho bastante sujo, havia um sujeito bem sujão chamado Doutor Panetone (que era um antigo personagem meu das minhas antigas brincadeiras de criança). Esse Doutor Panetone morava num buraco enorme e cheio de lama, onde parecia uma jazida de lama. Não era lama medicinal, era lama suja mesmo! O cara morava com a família dele, que era a esposa dele e mais dois filhos, um menino e uma menina. A família, para se locomover dentro da “casa” deles, tinha que nadar pelo rio de lama até chegar em algum cômodo, como por exemplo o quarto do Doutor Panetone, que estava todo bagunçado e parecendo um alojamento de mendigos, com a cama jogada, toda suja de lama e sem roupa de cama. Não havia higiene nenhuma por lá e a iluminação era péssima. Chegou uma hora que todos da “casa” ficaram doentes (menos eu, que estava de “visita”) e foram para o hospital. Lá, ficou constatado que toda a família do Doutor Panetone estava altamente intoxicada e suspeitava-se que o Doutor Panetone e sua família eram alienígenas de outros planetas. O sonho acabou aí.

O segundo sonho foi bastante inundado. O começo dele eu quase não me lembro, mas a parte que eu lembro foi muito interessante. Eu me lembro que eu estava em um prédio com bastante andares e cada andar tinha bastante salas. Eu saí de alguma sala que eu não me lembro, subi o elevador e entrei numa sala cuja porta havia um símbolo de um sinal de mais (adição) vermelho. Mesmo sabendo que a sala pertencia a outra pessoa, entrei lá dentro e dei de cara com um cômodo enorme, todo inundado e com várias prateleiras. Alguns papéis boiavam na água, bem como outras porcarias. Desci as escadas e comecei a procurar alguma coisa que nem eu sabia o que era. Acho que era algum documento importante. Procurei tanto nas prateleiras quanto em baixo da água. A água dava até um pouco acima do umbigo. Até que, de repente, ouvi alguém abrir a maçaneta da porta do cômodo. Para não ser descoberto, me escondi debaixo da água, no meio das prateleiras. Acho que era o dono do cômodo. Momentos depois, ele foi embora e eu resolvi sair daquele lugar sinistro e ir embora também. Para onde eu fui, eu não sei, pois a partir daí eu não me lembro de mais nada.

Bom, gente, até a próxima blogada!