Tetris maluco e uma trilogia de quatro sonhos

20 de março de 2005

Olá, pessoal que está visualizando esta home page! Hoje eu contarei um sonho que eu tive em 1991, quando eu tinha 5 anos. Foi algum tempo depois de eu ter ganho o meu primeiro vídeo-game, um Hi-Top-Game, que nada mais era do que um clone brasileiro do NES (Nintendo 8 bits). O cartucho que veio junto com o Hi-Top-Game era o Pyramid, um jogo tipo Tetris, mas com peças diferentes. No sonho, o vídeo-game estava ligado com o jogo já em andamento. Era a minha vez de jogar, mas eu estava no quarto e o vídeo-game estava na sala (assim como na vida real). Então, corri para a sala em disparada para não perder a partida, que já estava em andamento não sei por quê. E, para piorar a jogada, o jogo começou já no último nível, quando as peças caem mais rápido. Assim que cheguei à sala, dei pausa no jogo, que já estava perdido, pois as peças se acumularam todas umas em cima das outras. Reparei que as peças tinham formatos diferentes das do jogo da vida real, além de estarem em cores diferentes. De repente, mesmo sem eu apertar o botão de pausa, o jogo fez um barulho que eu nunca tinha visto (não fazia parte do jogo original, além de barulhos não serem vistos, e sim ouvidos) e o jogo saiu da pausa. Daí, a última peça caiu e apareceu aquela famosa mensagem: GAME OVER! Assim acabou o sonho. Naquela época, eu ainda morava em Curitiba e não existiam os jogos atuais, de três dimensões e de joysticks cheios de botões. Mas até hoje, o meu Hi-Top-Game funciona (isto é, se tiver instalado na TV, como esta está quebrada, não está instalado). Ao contrário do meu PlayStation, que já não funciona há muito tempo. Sempre que eu mando arrumar, alguns meses depois quebra novamente. Então, eu encostei-o.

É provável que o dia das blogadas semanais deste blog mude para quarta-feira, por questões pessoais. Pode ser que já na semana que vem eu já blogue na quarta ao invés de no sábado ou no domingo. Mas eu ainda não sei, pode ser que mude o dia, pode ser que não mude.

Como eu estou de bom humor hoje, eu vou contar uma trilogia de três sonhos que eu tive no ano de 1997. Ou melhor, são quatro sonhos, sendo três pesadelos entre estes quatro. Foram sonhos bem curtos, mais ruins. No primeiro, eu estava num recinto estranho, cheio de jóias. Fiquei olhando estas jóias e, de repente, eu fiquei paralisado. Foi uma sensação horrível, tanto que eu acordei de madrugada. Então, resolvi dormir de novo. Foi aí que eu tive o segundo pesadelo. Eu estava num quarto mofado, parecido com o antigo quarto da mamãe e do papai na época que eu morava em Curitiba, um pouco antes da gente se mudar para São Paulo. Ha via algumas bugigangas espalhadas. Então, apareceu um fantoche com a boca torta (extremamente parecido com um antigo brinquedo que eu tinha quando eu era criança, só que o que eu tinha não estava com a boca torta) e eu fiquei assustado, tanto que eu acordei novamente. Resolvi dormir de novo, já que ainda era de madrugada. E, novamente, eu tive um pesadelo, que foi um repeteco do primeiro, mas num recinto diferente que agora eu não me lembro mais. Naquele dia, foram só estes os sonhos. No dia seguinte, houve um quarto sonho, que não foi um pesadelo. Sonhei que havia um barco cheio de monstros voando para bem longe. Suponho que tais monstros foram os responsáveis pelos pesadelos do dia anterior. Este sonho também foi só isto. Não sei se havia um quarto pesadelo naquele dia, depois do terceiro pesadelo da trilogia, pois faz tempo que eu tive tais sonhos.

Bom, pessoal, até a próxima escrivinhada aqui no blog! E desentortem a boca do fantoche pelo amor de Deus, ou ele pode aparecer nos seus sonhos!

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Ajudando o Saddam Hussein

13 de março de 2005

Olá, internautas! Como o prometido, hoje eu irei contar o sonho que eu tive sobre a Guerra no Iraque! Esse sonho foi sonhado na época que estourava a Guerra no Iraque. Foi assim: Eu trabalhava para o serviço secreto do Iraque fazendo caixinhas de fósforo, que serviam como armas de guerra. Acho que as caixinhas de fósforo eram usadas como se fossem tanques de guerra, mas em tamanho menor. Junto comigo, trabalhava uma mulher muito bonita, alta e que não sorria, era bem séria. O local onde eu e ela trabalhávamos era meio esquisito, tinha paredes cor de ferrugem e aparentemente ficava num local escondido, tipo um esconderijo secreto. Faz sentido, já que estávamos trabalhando contra o exército americano. E o local parecia que tinha sido projetado por alienígenas de tão estranho que era. Lembro-me que eu trabalhava num dos vários setores daquele local (que era um local enorme). Em outra parte deste sonho, lembro-me que eu cheguei a dar pelo menos uma saída para a rua, onde tinha um hospital ou uma loja, não me lembro direito o que era, só sei que era um imóvel branco. Pela cara da rua, parecia que eu estava aqui no Brasil. Estranho, né? É só isso o sonho.

E até semana que vem! Tchau!


Sonho barateiro

6 de março de 2005

Olá, internautas! Semana passada, eu não bloguei devido a algumas coisas que eu tinha que fazer, mas hoje eu já estou de volta! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive há poucas semanas atrás, um sonho “barateiro”. Foi mais ou menos assim: Eu tava numa cozinha cujo piso era azul claro e as luzes estavam apagadas, mas havia uma luz de um outro cômodo acesa. Eu acho que estava acontecendo algum evento importante ou algum tipo de festa naquele dia. Então, apareceram algumas baratas no chão e me veio na minha cabeça a hipótese de eu mastigar aquelas baratas. Daí apareceu a Daniela Cicarelli, a mulher do Ronaldinho. Ela é linda! Mas o que ela fez não foi tão lindo assim: Ela se abaixou e começou a comer e a mastigar essas baratas com gosto. Que coisa mais nojenta, uma mulher linda como a Daniela Cicarelli comendo baratas! Imagine só o Ronaldinho dando um beijo na boca dela e sentindo uma perninha de barata grudado no dente! E para piorar, eu fiz a mesma coisa que ela, ou seja, me abaixei e comi as baratas que andavam no chão. Senti o gosto das perninhas e das asinhas das baratas na minha boca, um gosto que eu nunca havia sentido, parecia gosto de carne ou coisa parecida. Daí, eu e ela fomos para outro cômodo daquela casa, onde tinha outros famosos além dela. A partir daí, eu não me lembro de mais nada. Suponho que devia ser o casamento dela com o Ronaldinho. Esse sonho foi sonhado um dia antes do último sonho postado neste blog, ou seja, no dia 15/02 (acabei de lembrar o dia que tive esse sonho).

Bom, eu vou terminando aqui. Eu ia escrever outro sonho além deste, mas eu não estou com saco e o outro sonho irá ficar para semana que vem. Para não esquecer, eu vou deixar anotado aqui o próximo sonho a ser escrivinhado: O sonho da guerra no Iraque com caixinhas de fósforo. Até semana que vem e beijo para as mulheres! Dia 8 é o dia delas!