Fugindo do apê do repórter

25 de dezembro de 2010

Hoje é Natal, 25 de Dezembro! E é dia de postar mais dois sonhos neste blog!

No sonho que eu tive no dia 23 de Novembro, eu tinha que ir a uma entrevista de emprego no banco Itaú em São Paulo e depois pegar um ônibus interestadual para ir a Curitiba. Eu tinha, inclusive, o endereço do lugar onde eu ia fazer entrevista anotado num papel.

Entretanto, a pessoa responsável por me levar aos dois lugares (que eu não me lembro quem era) trocou as bolas e me embarcou no ônibus interestadual antes de ir à entrevista (e eu nem falei nada). Só me dei conta que o coiso tinha trocado as bolas já dentro do ônibus (desta vez, com as passagens pagas, ao contrário do sonho do dia 21 de Novembro, postado no último dia 12). Depois de eu informar ao coiso que era para ele ter me levado ao Itaú primeiro para só depois ele ter me embarcado no ônibus, ele me sugeriu ir ao Itaú de Curitiba e tentar fazer a entrevista lá.

O ônibus onde a gente estava era todo metálico por fora e apertado por dentro. Eu e a pessoa que me acompanhava ficamos espremidos em duas poltronas apertadas. Um aperto total.

Quando o ônibus chegou, havia um salão relativamente grande e algumas japonesas passando e falando não sei o quê. Essas japonesas, na verdade, eram andróides humanóides. Acho que, naquele salão, estava acontecendo alguma feira de tecnologia ou algo do tipo. O sonho terminou instantes depois.

E o segundo sonho de hoje foi sonhado em 2008 ou no primeiro semestre de 2009, não me lembro. Sonhei que eu havia ido para São Paulo (cidade onde eu trabalho atualmente) me hospedar no apartamento do Wilson Kirsche, que, na vida real, é repórter do Paraná TV, afiliada paranaense da Rede Globo. Na casa dele, estavam ele e os filhos dele (nem sei se ele tem filhos na vida real). Acho que eram um menino e uma menina. A estadia no apê do repórter estava um chute no saco e eu decidir fugir dali, pela janela, e fui a pé para Praia Grande, que nem ficava tão longe da capital paulista. Ou melhor, não foi bem a pé que eu fui, e sim via aérea, não voando, mas passando pelo meio de uns prédios, subindo pelas muretas. Passei pelos prédios até ir parar num que fica na rua da minha casa aqui em Praia Grande, onde na vida real fica uma casa onde mora um cabeleireiro onde eu venho de vez em quando cortar o cabelo. Então eu desci e andei até a minha casa. O sonho deve ter acabado antes de eu chegar em casa.

Aqui termina o último post do ano. Espero que tenham tido um Feliz Natal e que tenham um Próspero Ano Novo!

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Sonho idiota com três partes

12 de dezembro de 2010

Hoje eu irei contar o sonho que tive no dia 21 de Novembro de 2010. O sonho teve três partes distintas (provavelmente há outras que eu não me lembro).

Na primeira, eu entrei num ônibus de viagem sem que me fosse cobrada a passagem, mas não porque eu tinha gratuidade no transporte, mas por que eu entrei de gaiato no veículo (ou esqueceram de cobrar a passagem, não sei ao certo). Fiquei meio escondido no interior do veículo, com medo de ser descoberto e, com isso, que me fosse cobrada a passagem (não me lembro se eu tinha dinheiro comigo para caso a passagem me fosse cobrada). Consegui chegar ao final do trajeto sem que me cobrassem nada.

A segunda parte do sonho consistiu num episódio sem pé nem cabeça do antigo seriado Sandy e Junior no qual o Basílio (Wagner Santisteban) destruía o chão da sala de aula. Ele fazia não sei o quê no chão da classe que fazia com que o este quebrasse (e até saía um pouco de água do piso após este ceder), mas ele não fazia com a intenção de quebrar o chão, o Basílio estava tentando fazer outra coisa (que não deu certo, pelo visto). Aí ele fazia de novo e outra parte do piso cedia. Lembro-me de ter visto o Boca de Lixeira (Igor Cotrim) se estabacando após o chão ceder, fazendo-o cair na água. No final do episódio, o chão estava completamente destruído.

E, na terceira e última parte, fiz uma visita ao Maurício de Souza, o criador da Turma da Mônica. Na casa dele (nem sei se era uma casa ou outro lugar), estavam ele e uma mulher que talvez tenha parentesco com ele (ou seja a mulher do Maurício). Então, começamos a conversar e, num determinado momento da conversa, a mulher deixou escapar que não era o Maurício de Souza quem bolava as histórias dos gibis da Turma da Mônica, e sim, ela. Depois, ela corrigiu o que ela havia falado, dizendo que o Maurício fazia apenas as histórias do Horácio e ela fazia o resto. O sonho terminou um pouco depois disso.

Daqui a duas semanas, farei o último post do ano, postando o sonho sonhado no dia 23 de Novembro ou outro sonho, ou o do dia 23 e mais outro, sei lá. Neste caso, até o próximo post e Feliz Natal!