Morando em Curitiba (e de frente para o mar)

Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no dia 5 desse mês. Sonhei que eu morava em Curitiba, em um apartamento grande que eu havia alugado, e esse apartamento ficava situado de frente para o mar, provavelmente no terceiro, quarto ou quinto andar do prédio, pela altura que dava para ver da janela. Detalhe: na vida real, a capital paranaense não tem praia.

Eu havia ficado muito contente em ter alugado aquele apartamento, que era bem grande, tinha cozinha, sala, banheiro, quarto, todos os cômodos grandes, com a entrada dando para a cozinha onde podia-se ver a geladeira ao fundo, com o corredor que dava acesso a outros cômodos à esquerda da mesma. Lembro-me que eu aluguei o imóvel de uma imobiliária onde tinha uma mulher que era a dona da mesma, e essa imobiliária ficava ao lado de um mercado onde eu fazia algumas compras, principalmente ovos.

Por pelo menos umas três vezes, eu fui comprar ovos nesse mercado, acho que eu devo ter comprado outras coisas além de ovos. Tinha ovo branco, vermelho (como existem na vida real), azul e preto. O preto era mais caro (acho que custava mais de 6 reais a dúzia), mas o azul, que era semelhante ao vermelho, só que com coloração azulada, custava o mesmo preço do vermelho, R$3,99 a dúzia. O branco era o mais barato de todos, custava um pouco menos do que o vermelho e o azul. Nas duas primeiras idas ao mercado, eu comprei ovos brancos, mas acho que na terceira vez, acho que comprei ovos vermelhos e/ou azuis, não tenho certeza.

Eu saí várias vezes do apartamento a fim de ir para o serviço (não me lembro que serviço era, acho que essa parte de eu trabalhar não constou no sonho) ou para o mercado, ou para algum outro lugar que eu não me lembre, e a cada vez que eu saía, eu morria de medo de esquecer a chave dentro do apartamento, uma vez que as chaves para trancar e destrancar eram diferentes e poderia ocorrer de eu esquecer a chave que abre trancada no interior do imóvel.

O mar costumava a ser tranquilo, mas houve uma vez que a maré estava bem alta e a rua onde o prédio de onde eu morava acabou ficando inundada pela água do mar. Eu estava saindo para ir ao serviço quando notei a elevação da maré e caminhei na beirada da rua, onde a água ainda não tinha chegado. Entretanto, mar avançou ainda mais e eu acabei levado pelas ondas, indo parar num lugar com ruas de terra e ficando com a roupa toda molhada e cheia de lixo nos bolsos. Lembro-me que eu estava de jaqueta daquelas que tem bolsos e senti muito nojo em tirar o lixo dos mesmos. Eu não me lembro do momento exato de que eu fui levado pelo mar, talvez isso tenha ocorrido quando eu estava voltando do serviço.

Mais ou menos no final do sonho, me entrevistaram próximo a uma plataforma de extração de petróleo da Petrobras que ficava próxima ao prédio onde eu morava, mais precisamente no quarteirão situado à direita do mesmo. Não me lembro qual foi o teor das perguntas que me fizeram, mas acho que era algo sobre a exploração de petróleo naquela plataforma de perfuração. E, após eu ser entrevistado, botaram um pequeno cachorro preto vestido de Papai Noel num canhão e dispararam, fazendo o cachorro se desintegrar e voar sangue e restos mortais de cachorro em direção ao mar. Eu fiquei muito indignado com o pessoal da plataforma de perfuração por fazerem isso com o cachorro, que inclusive era muito parecido com a Pandora, a cachorrinha que fica na casa da minha mãe. E os caras ainda ficaram mostrando o replay daquilo várias vezes, apesar de eu presenciar aquilo pessoalmente.

Apesar desse sonho ter umas partes meio irreais, ele reflete o momento atual que eu estou vivendo. Atualmente, moro em um apartamento que eu aluguei. Não é um apartamento grande como no do sonho, é uma quitinete, mas eu me sinto bem morando nele, fiquei feliz por tê-lo alugado e a entrada também dá para a cozinha, onde pode se ver a geladeira com um corredor ao lado. Também há duas chaves, mas ambas abrem e fecham a porta, e eu tenho um certo medo de esquecer a porta destrancada (não é o mesmo medo, mas também é um medo). O apartamento onde moro fica também numa capital estadual, em São Paulo, e o mesmo fica em frente a um viaduto cujo som dos carros passando lembra um pouco o som do mar. As ondas do mar não chegam a invadir o lugar onde eu fico (São Paulo também não possui praia), mas ocorrem de vez em quando chuvas fortes nas quais me deixam todo molhado. Também costumo comprar ovos e outras coisas em um mercado perto de onde eu moro e o preço dos ovos é praticamente o mesmo. E o caminho que eu faço para ir ao serviço é o mesmo caminho que eu fazia no serviço do sonho. Além disso, também fico indignado por algumas coisas que costumam ocorrer no dia a dia.

O post termina aqui, feliz dia das mães para as mães que estiverem lendo este blog, e também para aquelas que não estão lendo, ainda que elas não saibam disso.

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