Jogo de futebol trágico na Áustria

Olá, internautas! Hoje eu tive um sonho meio trágico e vou lhes contar esse sonho agora. O sonho se passou todo na Áustria, onde acontecia um jogo de futebol bastante disputado e que acabou em tragédia. O sonho começou assim: Eu fiquei sabendo pela TV que a laje de um escritório de advocacia havia desabado graças a um objeto não-identificado que foi acertado contra a parede lateral da construção (que, inclusive, era meio velha), matando duas pessoas. Essa foi a tragédia do sonho. Quando o sonho começou, eu já estava na Áustria. Então, eu, que estava hospedado em um lugar que eu não sabia qual era (acho que era um hotel), resolvi comer um negócio que eu não sei exatamente o que era (acho que era tipo uma polenta misturada com biscoito salgado). Porém, ao olhar para a cara do bagulho, eu vi que a “polenta” estava meio esbagaçada, sem condições de ser aproveitada. O Antônio (um senhor que mora perto de casa), que estava hospedado no mesmo hotel, também pretendia comer aquilo, mas como aquele bagulho tinha ido para o brejo, ninguém comeu nada. Daí, eu resolvi disputar com o Écio (meu irmão) um jogo de paciência com um baralho cada um para ver quem conseguia terminar a seqüência de cartas primeiro. No meio a disputa, decidimos ir ao estádio de futebol para acompanhar um jogo de dois times austríacos: Um com um nome todo enrolado e formado por duas palavras (que eu me esqueci) e que era o dono do estádio e outro com um nome mais curto, mas também todo enrolado (e que eu também me esqueci) e que era o time visitante. O estádio estava lotado de torcedores, em sua maioria do time da casa. O jogo começou a rolar e, desde o começo, foi emocionante. Até que, estranhamente, a bola saiu do estádio não sei por onde e foi parar na rua. Aí, os jogadores e os torcedores (inclusive eu e o Écio) foram para a rua e o juiz deu pênalti a favor do time da casa não sei por quê. Foi o pênalti mais bizarro que eu já vi: O juiz determinou que o pênalti deveria ser cobrado sem goleiro e na rua mesmo. A trave era um escritório de advocacia (cuja construção era meio velha) com duas pessoas dentro. Se o atacante do time chutasse a bola para dentro do escritório, seria gol. Então, o atacante se preparou para chutar a bola e deu um chutaço. Porém, a tragédia do começo do sonho se repetiu exatamente como apareceu na televisão: O atacante deu um chute bizonho e acertou a bola contra a parece lateral do escritório pelo lado de fora, e isso fez a laje do escritório desabar, matando as duas pessoas que estavam dentro. Um pedaço dos escombros atingiu o Écio (que estava bem na frente do escritório de advocacia, para ver melhor o gol), que começou a berrar desesperadamente, como se tivesse se ferido gravemente. Mas, felizmente, a equipe de resgate descobriu que era só frescura do Écio, ele apenas havia ficado com o cabelo sujo de cimento e com um pequenino corte na testa. De volta para o hotel, continuamos aquela disputa de paciência. De repente, eu vi que uma das cartas tinha o desenho de uma mulher sem roupa, me distraí vendo a carta e o Écio conseguiu terminar a seqüência de cartas primeiro. Para comemorar a vitória, o Écio, de terno e gravata, se chafurdou num terreno cheio de barro, se sujando todo. O sonho terminou aí.

Semana que vem tem mais sonhos bizarros! Até a próxima!

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