Allan na Austrália

Olá, leitores do meu blog! Neste post, eu estarei relatando mais um sonho onde eu estou em um outro país, desta vez a Austrália. Em outros posts, eu já relatei sonhos onde eu estou na Áustria, no Chile, na Argentina, no Polo Norte, nos Estados Unidos, num país da Europa não identificado (um país onde havia índios e onde a Tia Carmen morava) e num outro país também não identificado, provavelmente Israel pelo clima “judaico”, embora eu não tivesse nenhuma referência a Israel naquele sonho. Mas vamos ao que interessa, ou seja, ao sonho de hoje, sonhado no dia 14/09/2006. Neste sonho, eu sabia falar inglês fluentemente (e também sabia falar português, obviamente) e estava na Austrália hospedado numa casa. Não sei informar em que estado australiano eu estava, mas provavelmente eu estava na Ilha da Tasmânia, uma vez que, neste sonho, houve uma aparição de um demônio da Tasmânia no meio da rua (ainda chego nesta parte). A rua onde ficava a casa onde eu ficava hospedado era bastante parecida com a rua onde eu moro, tinha até o cruzamento com uma avenida (similar à Avenida Kennedy) e os bicicleteiros passando. No início do sonho, eu ficava na porta da casa sentado na calçada de madrugada, olhando a movimentação da rua e os bicicleteiros passando, além de olhar a fachada da casa da frente. Eu estava com bastante sono, mas eu não ia dormir, na verdade, durante o sonho inteiro eu não fui dormir, e eu fiquei sentado na calçada até o dia clarear. Após já ter amanhecido, eu lembro que havia uma garota que morava na casa ao lado (uma australiana) e que falou comigo (e eu falei com ela em inglês). Não me lembro de como era o rosto da garota e nem se ela tinha a minha idade ou se era mais nova ou mais velha que eu. E me lembro também que eu errei a pronúncia de “Austrália” em inglês, eu falei “Austrália” com a pronúncia em português e a garota me corrigiu, falando “Austrêilia”. Não sei se essa é a pronúncia correta no inglês da vida real (deve ser). Após a pronúncia incorreta, cheguei a pensar em dizer algo como “No Brasil, a gente fala Austrália mesmo”, dizendo em português para a moça (ou para o nada), mas como ela não ia entender o que eu ia dizer mesmo, fiquei de bico calado. Aliás, eu pouco falei no sonho. E fui com ela passear na rua. E eu nem entrei dentro de casa (ou não me lembro de ter entrado, no sonho inteiro eu acho que não entrei dentro da casa onde eu estava hospedado) para me arrumar para sair. Não havia nenhum parente meu no sonho, da família tava só eu e eu mesmo. Então eu saí para passear com a mocinha pelas ruas da Austrália, que aliás não eram muito diferentes das ruas daqui de Praia Grande, com exceção de um ou outro detalhe. Até que apareceu um demônio da Tasmânia na rua. Detalhe: eu nunca tinha visto um demônio da Tasmânia na vida real até o dia que eu tive este sonho, e inclusive, no mesmo dia que eu tive este sonho, quando fui entrar na Internet para achar alguma foto para ver se o demônio da Tasmânia era igual ao que eu sonhei, vi que o bicho era totalmente diferente do bicho do sonho, e este mais parecia com o Taz do desenho animado, só que de carne e osso. Vai ver que era o próprio Taz, o que não duvido nada. A criatura tava andando na rua e veio até a mim, e eu tive a idéia de fazer um cafuné na cabeça do coiso. Fiz um cafuné nele e acabei pondo a mão perto da boca do demônio da Tasmânia (do mesmo jeito que eu faço com as minhas cachorras, no caso, eu ponho a mão no focinho, uma vez que elas não mordem). Foi aí que o Taz mordeu o meu dedo indicador da mão direita, produzindo um buraco fundo na minha unha e partindo-a em duas. Daí eu parei de afagar o demônio e o toquei da minha frente, e continuei a passear com a mocinha, com o dedo perfurado, que nem sangrou e pouco doeu. Fomos para um bar (ou algo que parecia ser um bar) onde havia uns brasileiros. Acho que nem era um bar, acho que devia ser um supermercado ou até mesmo uma enfermaria ou cozinha, uma vez que eu não me lembro direito onde que a gente foi, só sei que o lugar era uma coisa meio que outra coisa, mas o fato é que havia vários brasileiros por lá, falando português. E eu fiquei sozinho nos fundos do lugar, onde havia uma geladeira e mais uns outros coisos. A partir daí, não me lembro de mais nenhuma parte do sonho.

E este foi o sonho de hoje, mais um para a coleção de sonhos onde eu estou em outros países. E até a próxima blogada!

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