Maluf me pagando um bom salário

Hoje, contarei dois sonhos, um sonhado hoje e o outro no mês passado.

No dia 07/07/2012, sonhei que o Paulo Maluf, que na vida real é deputado federal e já foi prefeito de São Paulo, era um médico homeopata. Além disso, eu, que na vida real sou programador Java, era funcionário dele, acho que eu era um ajudante, parece que ele manipulava uns medicamentos homeopáticos e eu o ajudava, mas era um trabalho bem leve. E eu ganhava um salário muito maior do que qualquer salário que eu já ganhei na vida real: nada menos do que R$12700,00 por mês. E, claro, eu me sentia muito bem ganhando aquele salário todo. O sonho foi só isso, não teve nada de especial, a não ser o salário que eu ganhava. Quem sabe um dia eu ganhe um salário desse…

Hoje, sonhei que eu trabalhava num prédio enorme, muito maior do que o prédio onde fica a empresa onde eu trabalho, acho que era do tamanho do Edifício Martinelli, situado no centro de São Paulo, ou maior ainda. Eu trabalhava numa empresa (não sei ao certo qual era o cargo, mas acho que eu era tipo um faz-tudo) um tanto quanto esquisita e meus superiores me mandavam para um monte de lugares fazer um monte de coisas diferentes, desde transportar documentos (tinham uns que eu acabei vendo que eram meus mesmo), pegar em uma privada cocôs com desenho dos Simpsons marcado nos mesmos e até comprar um cigarro de maconha numa boca de fumo (e fui fazer isso a meu contragosto, já que eu odeio maconha, tanto no sonho quanto na vida real). A compra do cigarro de maconha eu fui fazer em uma loja fora do prédio, mas antes de chegar, passei em um monte de outras salas situadas em vários andares do prédio, onde fiz outras coisas, na maioria das vezes apenas falar com alguma pessoa da sala. Lembro-me que algumas das salas eram salas de aula, algumas bem grandes e outras bem pequenas, com capacidade para poucos alunos. Nenhuma delas havia alunos, apenas o professor (acho que era o professor) e mais uma ou outra pessoa. Algumas das salas de aula estavam pichadas com spray verde escuro. Depois de um bom tempo, já atrasado (eu tinha um prazo para comprar o baseado), cheguei na loja onde o bagulho ia ser vendido (um armazém muito esquisito onde havia um cara meio estranho) e, quando eu pedi o cigarro de maconha, o cara disse que havia pego o bagulho e jogado fora (só havia uma unidade a venda). Eu pensei em argumentar com o cara que eu tinha que comprar o coiso de qualquer jeito, mas desisti e disse que não tinha problema, pois eu não queria fazer aquilo mesmo. Havia outras pequenas partes que eu já não me lembro, mas o principal era isso. Creio que acordei algum tempo depois da tentativa frustrada de compra do cigarro de maconha.

Até o próximo post, e lembrem-se: não fumem maconha, pois, ainda que natural, a maconha pode sim lhes prejudicar!

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