Silvio Santos na Globo e eu com o estagiário na cama de casal

Hoje eu irei postar dois sonhos sonhados no último mês de Dezembro.

O primeiro sonho deste post foi sonhado no dia 22, três dias antes do Natal. Sonhei que o Silvio Santos participou de um programa de auditório estilo Show do Milhão, só que na Rede Globo. Inclusive, o pessoal comentava sobre a presença do Silvio Santos num programa da Rede Globo, além do fato do dono do SBT estar se esforçando bastante para vencer o jogo que, como eu disse, era no estilho do Show do Milhão, antigo programa do SBT apresentado pelo Silvio, ainda que as regras (que eu não me lembro) eram diferentes das do clássico programa de perguntas e respostas. Só me lembro disso deste sonho.

O segundo sonho foi sonhado cinco dias depois, no dia 27, dia do aniversário da Mara, amiga minha dos tempos do colegial na qual eu sonhei com ela várias vezes, a maioria relatada neste blog. Mas não foi com ela que eu sonhei neste sonho, e sim com um estagiário da empresa que eu trabalho, que é gosta muito de jogos eletrônicos, sobretudo os do XBOX 360.

Sonhei que eu estava numa casa em alguma cidade do interior de São Paulo (que, apesar de pequena, possuía metrô, e parece que tinha apenas uma única linha, que cortava a cidade de leste a oeste) e essa casa era do meu avô (não sei que avô era) ou de algum tio. Do lado de fora da casa, tinha uns homens, acho que alguns eram caipiras, que ficavam conversando.

E no cômodo da frente (não me lembro de ter visto os demais cômodos), havia uma cama de casal e um monte de notebooks empilhados, e a pilha de notebooks tinha mais ou menos um metro de altura, ou um pouco mais que isso. Eu cheguei a me deitar na cama, no lado direito desta. Em um dado momento, entrou o estagiário e este me falou não sei o quê. Acho que era algo sobre aquela pilha de notebooks. Ele se sentou do lado esquerdo da cama de casal, enquanto eu estava sentado do lado direito da mesma.

Então, eu resolvi ligar meu notebook, que é este onde eu estou digitando essa bagaça no editor de texto, mas me lembrei que eu não o levei comigo quando viajei para aquela cidade. Resolvi então, com autorização do estagiário, pegar um dos notebooks que estavam empilhados (parece que ele era o dono daqueles notebooks, acredito eu). Peguei um que era preto e que, segundo a descrição das configurações que constava na parte de baixo do equipamento, possuía processador Pentium 90 MHz, com 16 MB de memória RAM, uma configuração bastante defasada para os dias atuais. Não me lembro de ter ligado o notebook, pois acordei pouco tempo depois.

Até o próximo post, e espero um dia ver a Mara pessoalmente pelo menos mais uma vez, desde o primeiro semestre de 2009 eu não a vejo…

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