Lápis vudu e privada explosiva

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no dia 12 de Abril desse ano, a um mês atrás. Sonhei que eu, a Mara e outros ex-colegas de escola da época do terceiro colegial estávamos novamente estudando numa sala de aula e, assim como era na vida real, em 2002 e 2003, eu sentava à esquerda da Mara.

Não tenho certeza se, no sonho, eu tinha a idade que eu tinha na época que eu estudava na escola (17 anos) ou se eu já tinha a idade que eu tenho hoje (25 anos), mas a Mara aparentava estar mais nova.

Ao contrário de todos os outros alunos, eu usava para escrever em meu caderno um lápis muito esquisito, um lápis gigante que parecia ser feito de espuma e era uma espécie de lápis vudu: toda vez que eu segurava no lápis ou o tocava com a ponta deste no caderno para escrever, a Mara sentia como se eu tivesse lhe tocado em um dos seios, não sei qual deles, pois ela não me falou, mas ela se sentia muito incomodada toda vez que eu usava o lápis gigante, apesar dela não falar isso diretamente a mim. E, toda vez que a ponta do artefato de escrita vudu era tocado, seja com a minha mão ou na hora que eu ia escrever, a Mara sentia como se lhe estivessem tocado em seu mamilo.

Não sei que aula eu estava tendo e nem lembro que matéria eu estava copiando, mas me lembro que havia intervalos entre as aulas, onde eu e outros colegas ficávamos andando numas salas meio diferentes, me lembro muito pouco dessas salas e o que havia nelas. No sonho, a escola onde eu estudava era diferente de qualquer lugar onde eu já estudei na vida real, ainda que a sala onde eu estudava tivesse uma leve semelhança com uma das salas da FATEC de Praia Grande, ainda que a sala não fosse igual.

Houve vários desses intervalos e, no último deles, a Mara começou a reclamar de dores intensas em seu seio. Fui ver o meu lápis vudu e ele estava com um pedaço faltando, com uma abertura de uma extremidade a outra, dando para ver o grafite. Vi também que parte do grafite de dentro do lápis estava faltando. Até o final da aula, tomei muito cuidado para não tocar no interior do lápis, no grafite que estava exposto, pois a Mara muito provavelmente iria sentir dores mais intensas ainda em sua mama.

Depois dessa parte do sonho, ouve uma outra parte que não tem nada a ver com a primeira. Nela, uma mulher maluca de cabelos compridos que eu não sei quem é resolveu pregar uma peça nela própria, e ainda registrou o ocorrido em vídeo, no qual eu assisti num telão pelo menos umas duas vezes (depois disso, o sonho acabou). Só faltou a mulher botar o bagulho no Youtube.

O que a mulher fez foi o seguinte: ela instalou um vaso sanitário na carroceria de um caminhão, instalou também um biombo azul no qual estava o vaso e uma câmera que filmava o biombo. Além disso, ela colocou uma bomba (de explodir, não de bombear) dentro da privada e sentou na mesma, a fim de fazer suas necessidades. Então, quando o caminhão estava no meio da estrada, a bomba explodiu, lançando a mulher com as calças arriadas no meio da estrada. Foi uma cena hilária, ainda que eu não tenha rido na hora que vi aquilo (estou rindo agora, na hora que estou escrevendo isso). Ai, que mulher idiota!

Bom, esse post termina aqui, até a próxima postagem!

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