Sonho romântico com a Mara

Hoje eu irei contar um sonho que tive no dia 15/03/2011.

Sonhei que eu e a Mara estudávamos na mesma faculdade, não sei que faculdade era, nem sei que curso em que eu e ela estávamos e se cursávamos o mesmo curso. Estudávamos em salas diferentes e, ocasionalmente, nós nos encontrávamos no “quintal” que ficava na parte da frente do campus.

Na vida real, eu e a Mara estudamos na mesma classe no segundo e terceiro colegiais, mas fizemos faculdade em instituições e cursos diferentes.

Próximo à faculdade, havia um shopping que, em parte, era semelhante ao Shopping Metrô Santa Cruz, localizado na capital paulista, mas que havia um cinema no térreo. Lembro-me de ter ido naquele shopping a fim de comprar uns filmes em DVD, não sei se cheguei a comprar ou não, mas acho que comprei sim, acho que uns dois ou três filmes. Lembro-me também de ter subido as escadas rolantes daquele shopping e de ter visto o preço de uma caixa de bombons que possuía dois tipos de bombons diferentes, semelhantes ao bombom Sonho de Valsa. O preço estava em cerca de oito reais e alguns centavos, e eu achei aquele valor caro, ainda mais que essa mesma caixa de bombons custava, a alguns dias atrás, cerca de três reais mais barato (quando vi o preço da caixa de chocolates, me veio a lembrança de uma outra vinda ao mesmo shopping, quando vi o preço pela primeira vez).

Não tenho certeza, mas acho que a minha intenção era a de comprar aquela caixa e dar à Mara como um presente romântico. Por falar em Mara, fui com ela nesse mesmo shopping a fim de assistir a um filme no cinema, não sei se foi em uma ida ao shopping posterior a essa que relatei ou se foi a mesma ida. Não sei que filme acabamos por assistir (acho que nem prestei atenção no bagulho), mas a sessão de cinema acabou por ser meio bizarra: O telão do cinema exibia o filme no meio do shopping, não numa sala cheia de bancos como ocorre na vida real, e eu a Mara assistimos o filme em pé, no meio das pessoas que transitavam pelo local, e nem pagamos nada para ver o filme, pois me parece que aquele cinema estava liberando filmes mais antigos, produzidos a alguns anos atrás, gratuitamente em cinemas como aquele, enquanto os filmes atualmente em cartaz eram exibidos em salas comuns.

Para a sessão de cinema ficar ainda mais bizarra, havia, bem no corredor onde estávamos a assistir o filme, um metrô, onde passageiros embarcavam e desembarcavam. E não era a entrada da estação não, eram pessoas embarcando e desembarcando no metrô propriamente dito mesmo, ou seja, havia um trilho de metrô no shopping, onde o metrô passava. E aquele metrô me fazia acabar por não prestar atenção no filme.

Enquanto eu assistia ao tal filme, que eu acho que foi um dos que eu comprei em DVD (ou pensei em comprar), eu ficava andando no corredor, mesmo com muitas pessoas passando por ali. E, não sei por quê, acabei por entrar numa das composições do metrô (acho que a Mara entrou também, mas saiu antes do vagão fechar as portas e começar a andar) e adivinha o que aconteceu! Isso mesmo! As portas do vagão se fecharam, o metrô foi para a próxima estação e eu acabei por deixar a Mara sozinha no shopping vendo o filme! Que romântico isso, né! E, ao chegar na próxima estação, que era uma estação de metrô normal, desembarquei, saí da estação e fui embora para casa, a pé.

Enquanto eu voltava para casa a pé (e já era de noite), avistei ao longe um diabo vermelho que tinha chifres e tudo, e ele andava no sentido contrário que eu estava andando, em minha direção. Um pouco depois, ele se aproximou de mim e falou não sei o quê em inglês comigo e eu não entendi nada. Aí eu respondi para ele: “I don’t speak english! Sorry!” Então, ele prosseguiu andando e eu continuei o trajeto até a minha casa.

Chegando em casa, descobri que o Silvio Santos se casou com a minha avó, e ele estava lá em casa, junto com a velha. Na vida real, a minha avó vive assistindo o Silvio Santos. Em um dado momento, o Silvio Santos pegou o telefone da minha avó (que, na vida real, já foi desativado há um bom tempo, a fim de economizar despesas, já que já havia o telefone da minha mãe) e ligou para o SBT, fazendo um esquema meio doido onde ele apresentava um programa de TV por telefone. E o apresentador falava no telefone deitado no chão, com as pernas abertas. Depois dessa parte, acho que o sonho deve ter acabado.

Mas que sonho romântico esse, né! Fui no cinema com a Mara, mas não comprei a caixa de bombons para dar para ela porque achei o preço muito caro, acabei indo com ela na sessão gratuita e com todo mundo passando na frente e, ainda por cima, deixei a mulher sozinha no meio do filme, “fugindo” de metrô! E para piorar a situação, acabei vendo um diabo na rua! E quem acabou arranjando mulher mesmo foi o Silvio Santos! Ai, caramba! Bom, por hoje é só! Até o próximo post, que provavelmente será tão romântico quanto este aqui!

Observação: Assim como o Silvio Santos, a Mara é compromissada na vida real, e inclusive já tem uma filha.

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