Fugindo do apê do repórter

Hoje é Natal, 25 de Dezembro! E é dia de postar mais dois sonhos neste blog!

No sonho que eu tive no dia 23 de Novembro, eu tinha que ir a uma entrevista de emprego no banco Itaú em São Paulo e depois pegar um ônibus interestadual para ir a Curitiba. Eu tinha, inclusive, o endereço do lugar onde eu ia fazer entrevista anotado num papel.

Entretanto, a pessoa responsável por me levar aos dois lugares (que eu não me lembro quem era) trocou as bolas e me embarcou no ônibus interestadual antes de ir à entrevista (e eu nem falei nada). Só me dei conta que o coiso tinha trocado as bolas já dentro do ônibus (desta vez, com as passagens pagas, ao contrário do sonho do dia 21 de Novembro, postado no último dia 12). Depois de eu informar ao coiso que era para ele ter me levado ao Itaú primeiro para só depois ele ter me embarcado no ônibus, ele me sugeriu ir ao Itaú de Curitiba e tentar fazer a entrevista lá.

O ônibus onde a gente estava era todo metálico por fora e apertado por dentro. Eu e a pessoa que me acompanhava ficamos espremidos em duas poltronas apertadas. Um aperto total.

Quando o ônibus chegou, havia um salão relativamente grande e algumas japonesas passando e falando não sei o quê. Essas japonesas, na verdade, eram andróides humanóides. Acho que, naquele salão, estava acontecendo alguma feira de tecnologia ou algo do tipo. O sonho terminou instantes depois.

E o segundo sonho de hoje foi sonhado em 2008 ou no primeiro semestre de 2009, não me lembro. Sonhei que eu havia ido para São Paulo (cidade onde eu trabalho atualmente) me hospedar no apartamento do Wilson Kirsche, que, na vida real, é repórter do Paraná TV, afiliada paranaense da Rede Globo. Na casa dele, estavam ele e os filhos dele (nem sei se ele tem filhos na vida real). Acho que eram um menino e uma menina. A estadia no apê do repórter estava um chute no saco e eu decidir fugir dali, pela janela, e fui a pé para Praia Grande, que nem ficava tão longe da capital paulista. Ou melhor, não foi bem a pé que eu fui, e sim via aérea, não voando, mas passando pelo meio de uns prédios, subindo pelas muretas. Passei pelos prédios até ir parar num que fica na rua da minha casa aqui em Praia Grande, onde na vida real fica uma casa onde mora um cabeleireiro onde eu venho de vez em quando cortar o cabelo. Então eu desci e andei até a minha casa. O sonho deve ter acabado antes de eu chegar em casa.

Aqui termina o último post do ano. Espero que tenham tido um Feliz Natal e que tenham um Próspero Ano Novo!

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