Cinco sonhos

Hoje, eu irei contar um sonho (ou melhor, um pedaço do sonho, pois o resto eu não me lembro) sonhado na última sexta-feira, dia 6 de Agosto. Sonhei que saiu num telejornal que o governo da Tailândia obrigou um cara a tomar purgante porque ele havia imitado o Michael Jackson. Além disso, o governo tailandês ordenou que o local onde o imitador fez sua performance (o chão onde ele pisou) fosse desinfetado com purgante, como se o purgante fosse desinfetante. O telejornal (que eu não sei qual era e de que emissora era) também mostrou a performance do tailandês imitador, que foi feita num ringue de luta livre (ou algo parecido). O cara, do nada, fez o chamado Moonwalk, que é aquela dança na qual o Rei do Pop “anda para trás”. Além desta reportagem exibida pelo telejornal, me lembro apenas de uma meia muito suja começar a pegar fogo num lugar cheio de palha. O restante do sonho eu não me lembro.

Além deste sonho, irei contar quatro sonhos que tive tempos atrás, em épocas diferentes.

Na época que eu elaborava o meu TCC a fim de eu concluir a minha faculdade, no primeiro semestre de 2007, tive um sonho relacionado à apresentação desse meu TCC. Sonhei que eu fui apresentar o trabalho lá na faculdade, a FATEC de Praia Grande, que, no sonho, era diferente da FATEC da vida real (para variar), as paredes eram roxas. E, na hora de apresentar o trabalho, ao invés de eu, de fato, apresentar o trabalho, eu, supervisionado pelo meu orientador, entrei num caixão e este foi colocado dentro de um buraco que ficava no chão, num canto das instalações da FATEC (acho que era no piso que fica entre uma escada e outra). Inclusive, vi as pessoas passando por mim enquanto eu estava dentro do caixão, que tinha tampa de vidro. O sonho (pelo menos, a parte que eu me lembro) foi basicamente isso.

Nesse ano de 2010, no primeiro semestre (não me lembro ao certo que mês foi, mas não foi recentemente), tive um sonho apocalíptico. Sonhei que tava tudo muito bom, tava tudo muito bem, quando de repente, um míssil atingiu um prédio importante de cima a baixo, bem no topo, destruindo-o. Então, o céu ficou laranja e uma música sinistra começou a tocar, uma música apocalíptica. Então, fiquei sabendo não sei como (ou eu percebi isso, sei lá) que o mundo estava começando a acabar e que aquilo era apenas o começo do fim. Senti a tensão pré-apocalipse no ar e vi as pessoas meio que desesperadas, sem saber o que fazer (e eu também estava meio desesperado, pensando no que eu ia fazer para me safar dessa e continuar vivo, acho que eu estava pensando em uma maneira de escapar do planeta Terra, estava pensando em talvez pegar um foguete não sei de onde, entrar dentro e fugir, levando algumas coisas mais importantes). O sonho foi basicamente isso.

No segundo semestre de 2009, tive um sonho muito abstrato, mas que teve uma história central (digamos assim) sobre um desenvolvimento de algo circular. Eu trabalhava num lugar e me mandaram alterar o funcionamento de algo que era circular e que girava em torno do próprio eixo. Não sei descrever direito o que era, pois não era um objeto, era tipo um conceito ou algo assim. Pediram para alterar o funcionamento do bagulho para que aquilo ficasse em forma de espiral, otimizando não sei o quê. Aí eu alterei o coiso, peguei o bagulho e, em algumas horas, fiz com que o funcionamento daquilo ficasse de forma espiralada. Deu um trabalhão imenso, mas, no final, o funcionamento ficou perfeito, sem os problemas de antes (acho que eram problemas de fluxo de não sei o quê), ficou um bagulho muito otimizado. Entretanto, pouco tempo depois, me deram ordens de desfazer as alterações que eu havia feito. Muito chateado, desfiz o que eu havia feito e o coiso voltou como era antes: circular, com design falho e cheio de problemas de fluxo. E demorei um certo tempo para desfazer o bagulho. E o sonho foi basicamente isso.

No mês passado, sonhei que, aqui no Brasil, passava não sei em que canal um programa em alta definição (HDTV) importado da Coréia do Norte cuja abertura consistia em um norte-coreano de terno e gravata fazendo uma dancinha esquisita e que consistia em um debate de engravatados que falavam sobre o governo daquele país comunista. E o programa era tudo em coreano, não era em português. Neste mesmo sonho, alguém tentou estacionar um carro no alto de um prédio, mas este carro acabou despencando lá de cima. Acho que esqueceram de puxar o freio de mão. Como conseguiram colocar o carro lá em cima eu não sei, pois não havia elevador nem nada. Houve outras partes nesse sonho, mas só lembro dessas duas.

E por hoje é só. Até o próximo post, que eu não sei quando vai ser postado.

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