Um sonho que invadiu a realidade

Hoje, eu irei contar dois sonhos, e o primeiro deles, digamos, ultrapassou o limite entre o sonho e a realidade.

No ano passado, creio eu (se não foi, foi em 2007, mas tenho quase certeza que foi em 2008), sonhei que o Cole Turner (aquele demônio da série de TV Charmed, interpretado pelo ator Julian McMahon) arremessou uma bola de energia em mim e eu fiquei com muita tontura, muita tontura mesmo. Acordei com muita tontura (menos do que no sonho, mas ainda assim com bastante tontura). Era tanta tontura que eu mal conseguia ficar de pé. Fui parar no pronto-socorro, inclusive. Lá, ninguém identificou o que eu tinha e a medicação dada não surtiu efeito algum. A tontura passou só depois de bastante tempo, aos poucos, e no dia seguinte eu ainda sentia um pouquinho de tontura.

E esse não foi o primeiro sonho que ultrapassou a realidade! No primeiro post deste blog aqui no WordPress, postado no dia 12 de Fevereiro, relatei o sonho no qual fui atingido por uma lixeira arremessada por uma moça meio doida chamada Danila. Mas o que eu não relatei foi que, ao longo daquele dia, me senti um tanto apaixonado por aquela moça do sonho. Não exatamente apaixonado, mas quando eu pensava nela, quando a imagem dela me vinha à cabeça, me vinha uma sensação de amor, de que eu gostava dela, sei lá, é difícil explicar. Até a hora de dormir, eu fiquei com ela na cabeça. Já no dia seguinte, aquela “sensação amorosa” havia passado por completo.

O segundo sonho de hoje (e que não invadiu a realidade) foi o sonho que eu tive hoje, um sonho simples. Sonhei que eu andava de Metrô em São Paulo, só que o Metrô tava mais para ônibus do que para Metrô (ou uma mistura dos dois, sei lá). O trajeto foi o da linha azul, sentido Tucuruvi. Não sei em que estação eu embarquei, mas eu desembarquei na estação Tucuruvi, a última do trajeto. Após desembarcar, vi que, nas redondezas, não havia nada. Nada mesmo, nem prédios, nem casas, nem mesmo pessoas na estação. Era o que pode-se chamar de “fim do mundo”. Para não dizer que não havia absolutamente nada, havia a estação de Metrô, que não lembrava em nada uma estação de Metrô das que têm em São Paulo e nem tinha bloqueios para entrada e saída de passageiros. Havia também eu e algumas poucas pessoas que desembarcaram comigo. Uma delas me disse que a região do Tucuruvi não havia se desenvolvido ou algo assim. E o sonho foi só isso (ou o que eu me lembro dele).

Nunca fui até a região do Tucuruvi, em São Paulo, e o mais longe que eu fui de Metrô por aquelas bandas foi até a estação Santana, a três estações da estação Tucuruvi, a fim de procurar uma pensão para alugar (o bagulho acabou não dando certo, pois não gostei do local e achei caro o preço). E diferente do que ocorreu no sonho, havia muita gente por aquelas bandas. Muita gente e muitos lugares interessantes também, como uma casa da luz vermelha e muitos pontos de comércio, inclusive ambulante.

Por hoje é só, numa próxima oportunidade de eu atualizar este blog, eu postarei mais sonhos.

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