Homem decepando sua cabeça na guilhotina duas vezes, e na frente dos jurados

Hoje, tive mais um sonho com algumas partes sem noção (ou melhor, acho que o sonho é inteiro sem noção).

O sonho se passou na sua maioria dentro do Jornal Hoje e cada parte do sonho era uma reportagem deste telejornal, no qual eu participava em cada matéria (nem que seja apenas para ficar olhando). Só que eu não via os apresentadores e nem o estúdio, eu só via as reportagens.

O sonho teve algumas partes, entretanto, eu só me lembro de duas delas, provavelmente as principais.

Em uma delas, uma moça procurava sua irmã em tudo quanto é lugar. A moça era bem-humorada, sorria e dava risada. A irmã dessa moça (eu acho que era a irmã, não tenho certeza) estava desaparecida e a moça a procurava em tudo quanto é lugar. Eu só assistia a tudo, já que não podia interferir nesta reportagem específica (eu era só um telespectador).

Apesar do Jornal Hoje não ser assim na vida real, no sonho, cada reportagem era interrompida para dar continuidade a outra, e depois era retomada assim que uma outra reportagem era também interrompida ou acabava. Ou seja, as partes do sonho ficavam se revezando, e essa parte anterior foia que mais revezou com outras.

Numa outra parte do sonho, que bem dizer são duas, dependendo de como se interpreta o bagulho (no final, acabam sendo três as partes que eu me lembro), descobriram que não existia, no idioma inglês, um verbo que começa com a letra X. Se na vida real não existe verbo no idioma inglês com X eu não sei (no meu dicionário de inglês, só há umas poucas palavras com X), mas no sonho, não havia nenhum verbo com essa letra.

Daí, uma equipe de intelectuais (acho que eram pertencentes a alguma academia de letras (tal qual a brasileira) ou era um grupo de professores, sei lá) decidiu criar um verbo na língua inglesa que iniciasse com a letra X, que significava algo como “praticar um esporte no qual decepa-se a própria cabeça”. Não me lembro que verbo era esse, e não me lembro nem se chegaram a informar este verbo no Jornal Hoje.

Daí entra a segunda parte dessa parte desse sonho, que é a pior parte de todas, contendo cenas fortes (provavelmente, você que está lendo isso já deve imaginar mais ou menos do que se trata). Alguém resolveu praticar esse esporte bizarro e amputou sua própria cabeça perante a plateia, os jurados e os telespectadores que assistiam. Pior: amputou duas vezes a mesma cabeça.

Continuando a parte anterior do sonho, que eu me esqueci de terminar, a reportagem sobre a moça que procurava a irmã não teve um final feliz. Ela terminou, no último trecho desta, informando que tal moça bem-humorada não conseguiu achar sua irmã, e pior, a moça acabou morrendo.

Prosseguindo com a parte mórbida do sonho, um louco (que eu acho que era um israelense) decidiu decepar sua cabeça em uma guilhotina, que não era bem uma guilhotina, era uma lâmina que o praticante desse “esporte” pegava e a enterrava em seu pescoço. Basicamente, o “esporte” consistia no cara ficar deitado no chão segurando a lâmina, que ficava apoiada sobre seu corpo. Então, o suicida virava a lâmina 90 graus e a posicionava sobre o pescoço, e então a enterrava no mesmo, decepando a cabeça. Por fim, os jurados davam cada um uma nota, que devia ser de zero a dez, mas não tenho certeza. E cada jurado era de um país diferente. Não me lembro de que países eram os jurados e nem quantos jurados haviam.

O israelense cortou duas vezes a cabeça dele fora (como ele fez para encaixar a cabeça dele de novo para a segunda amputação eu não sei) e cada amputação era mostrada em partes diferentes do Jornal Hoje (aquele esquema de interromper uma reportagem para dar continuidade a outra), e uma outra parte mostrou o intervalo entre uma “performance” e outra. Algumas dessas partes foram exibidas mais de uma vez e fora de ordem.

Na primeira “performance”, o cara enfiou a lâmina no pescoço e a cabeça dele caiu e afundou numa meleca cinza que tinha do lado. Saiu uma certa quantidade de sangue do pescoço do homem (eu não fiquei olhando porque eu estava com aflição). Me parece que um homem correu para tirar a cabeça de dentro da meleca e prestar o socorro médico ao “esportista”. Os jurados deram cada um sua nota, que eu não sei se foram notas boas ou se foram notas ruins.

Na segunda “performance” (que foi mais tranquila que a primeira, na minha opinião), não houve sangue após a amputação da cabeça, ela apenas caiu para o lado, sem afundar em nenhuma meleca. Após a amputação, o homem aparentava estar morto.

E no momento da amputação, eu disse comigo mesmo: “o cara vai ferrar com o pescoço dele”. Disse isso porque o pescoço já havia sido cortado (uma lesão bastante feia) e, antes dos curativos terminarem de cicatrizar, ele cortou de novo o pescoço com a lâmina.

Um trecho desta segunda “performance” foi mostrado numa chamada para os comerciais, tipo “você vai ver a seguir no Jornal Hoje”. E, antes do cara cortar a cabeça fora nessa segunda vez, o pescoço do cara aparentava ter sido costurado ou remendado.

Me parece que se passaram várias horas entre cada uma das duas “performances”, dado o tempo de espera. E mesmo depois do israelense ter sua cabeça encaixada de volta, ainda houve uma espera de mais algumas horas, dada uma falha na organização do evento, na qual os jurados sumiram. E o tal israelense ficou muito nervoso com essa falha da organização, gritando: “Cadê os jurados?” Ele ainda tinha garganta para gritar!

Tinha para gritar, mas não para ser entrevistado. Nessa última parte do sonho, que foi exibida por último (apesar da parte da segunda amputação ter sido exibida primeiro), eu fui lá e entrevistei o “esportista”. Eu fiz algumas perguntas (ou outra pessoa fez, não me lembro direito) e o cara respondeu algo ininteligível. Eu, sem entender nada, perguntava: “quê?” e o cara respondia novamente algo que não dava para entender, aparentemente por sua garganta estar com problemas. Novamente, eu perguntei “quê?” e novamente o cara respondeu algo sem dar para entender nada. O sonho terminou nessa entrevista, comigo perguntando “quê?” e o israelense “falando para dentro”.

Coincidência ou não, ontem eu assisti o nono episódio da oitava temporada da série Charmed, no qual a Billy foi procurar a irmã desaparecida dela no meio dos demônios. A Billy, diferente da moça do sonho, não morreu no final. E espero que não morra no decorrer da série (ainda não vi os demais episódios da oitava temporada, então eu não sei o que vai acontecer com a Billy).

Por hoje é só! E não pratiquem esse esporte bizonho, pelo amor de Deus!

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