Saquearam a casa do William Bonner!

Olá, pessoal! Hoje eu tive mais um sonho com a Cibele Schmidtke, aquela minha colega da faculdade na qual eu estudei com ela até o quarto/quinto semestre do curso (eu fiz o quarto semestre duas vezes, e na segunda vez, fiz também algumas matérias do quinto semestre) e até cheguei a gostar dela (amá-la). Esse não foi o primeiro sonho que eu tive com a Cibele, eu já sonhei com ela algumas outras vezes, sonhos estes descrito aqui neste blog (como por exemplo, o sonho onde ela cantava muito mal e o sonho onde ela tinha um Pentium 4 na garganta e eu fui lá e arranquei-o da garganta da moça). Desta vez, a Cibele teve no sonho um papel mais coadjuvante, os personagens principais deste sonho ficaram por conta da dupla Fátima Bernardes e William Bonner, além de um professor de Java um tanto quanto Hitler e um passador de trotes de vestibular um tanto quanto capeta (acho que o professor de Java e o passador de trotes eram a mesma pessoa, mas não tenho certeza). O sonho iniciou-se com o afundamento do chão da sala onde eu estou neste momento escrevendo este texto. No sonho, havia menos móveis na sala, mas o meu PC estava no mesmo lugar, e a parte do chão onde estava o meu PC não havia afundado. Nas partes onde o chão havia afundado, criou-se poças de água vindas do solo. Só que, neste sonho, a sala não ficava na minha casa, e sim na casa do casal de apresentadores do Jornal Nacional. Aí começa o pesadelo (não o meu pesadelo, mas o pesadelo do casal): a casa do William Bonner e da Fátima Bernardes, devido ao afundamento do chão da sala, foi invadida por saqueadores (ladrões), que roubaram tudo o que havia pela frente, roubando pilhas e mais pilhas de bugigangas. Fiquei sabendo do roubo à casa dos apresentadores através do Jornal Nacional, apresentado pelos próprios apresentadores, que davam a notícia aos prantos e que narravam a reportagem, chorando muito. Uma cena do Jornal Nacional (no sonho) que foi muito marcante foi a cena em que um saqueador empurrava uma pilha enorme de vidros de perfume (ou que parecia ser isso), uma pilha que ia do chão até quase o teto, o saqueador estava roubando aquela pilha, e de repente, a Fátima Bernardes, para impedir que toda aquela pilha fosse roubada, veio na direção contrária e derrubou a pilha toda no chão, quebrando os frascos de perfume. A casa roubada era enorme e muita coisa daquela casa foi roubada ou destruída (assim como foi a pilha de perfumes). Porém, a tal sala que teve o chão afundado nem sequer foi invadida, ficou intacta, embora a sala tenha sido o motivo do saque não sei por quê. Em outra parte do sonho (não me lembro qual parte era, se foi a próxima ou não, mas era uma parte que veio depois dessa primeira parte), voltei à sala do chão afundado e vi que o monitor do meu PC havia sumido, e numa outra parte do sonho, um monitor LCD havia aparecido no lugar do meu monitor (do espaço vazio que ele ocupava antes de sumir), só que desconectado do meu PC e virado para o lado direito como se tivesse sido colocado de qualquer jeito. Na parte seguinte do sonho, que veio após o arrastão na casa do Bonner, fui parar num lugar que era tipo uma sala de aula misturada com quadra de esportes, onde estava o pessoal da FATEC (o pessoal do primeiro semestre da faculdade, não o pessoal do semestre atual), incluindo a Cibele, que carregava em seus braços um bebê. Além do pessoal da FATEC, havia também um sujeito sacana que ordenou que todo mundo ficasse nu (ou sem camisa, não me lembro direito). E todo mundo o obedeceu, menos eu, que me recusei a participar do “trote”, alegando que não queria ficar sem camisa na frente de todo mundo. Passada essa parte, já com todo mundo vestido novamente, apareceu um professor de Java um tanto quanto autoritário e mandão, que ordenou que todo mundo resolvesse um exercício do livro, numa determinada página (na vida real, não é usado nenhum livro de Java na faculdade, e o livro do sonho não era nenhum livro conhecido, e tava mais para apostila tosca do que para livro). Aí o pessoal começou a fazer o exercício, menos eu. Então, o professor de meia tigela me perguntou por que eu não estava fazendo o exercício, aí eu respondi a ele que eu havia tirado 10 em Java. Na vida real, eu fechei a matéria de Java no quarto semestre com nota 10 e eu me referia a essa nota no sonho. Algum tempo depois de eu dizer que não ia fazer o exercício, resolvi fazê-lo, mesmo sem o professor cobrar. O exercício, no entanto, era um exercício que pouco tinha a ver com Java, era um exercício para calcular a área dos machucados (que possuíam a forma de triângulos) que apareceram após não sei quem retirar a casquinha de uma ferida proveniente de uma acne, ou algo do tipo. Na página anterior, havia outro exercício parecido com aquele, só que com um monte de triângulos espalhados. Parece que era para fazer um programa em Java para fazer os cálculos. Eu comecei a fazer o exercício, mas não cheguei a terminá-lo, pois parece que acabou o tempo e o infeliz do professor foi embora (ainda bem). Depois disso, parece que teve um intervalo e o pessoal ficou ou parado sem fazer nada ou conversando. Eu acabei ficando perto da Cibele. Lembro-me de ter visto o Mário (marido da Virna) por perto também. Enquanto conversava com uns colegas, a Cibele segurava seu bebê e o amamentava, dando-lhe o peito. Então, ficou claro que o bebê que a Cibele segurava era filho dela. O peito da Cibele era um peito normal, nada de especial. Na vida real, a Cibele não possui filhos e nem é casada. Depois dessa passagem, o sonho tornou-se meio vago, mas ainda assim me lembro de ter visto o cara que mandou todo mundo ficar pelado (ou sem camisa) retornando, desta vez aprontando coisas ainda piores com o pessoal, mas não me lembro o que ele fez de fato. O sonho terminou um pouco depois.

A cena na qual a Fátima Bernardes vem no sentido contrário do saqueador e derruba a pilha de perfumes para que estas não sejam roubadas é quase idêntica a uma cena de um gibi do Tio Patinhas (ou algum outro gibi da Disney, agora não me lembro direito) que eu tinha há vários anos atrás, na época que eu era criança. Na cena do gibi, o Tio Patinhas, ao saber que sua caixa forte havia sido roubada, corre até sua caixa forte. Ao ver o metralha levando uma caixa cheia de moedas e saindo de sua caixa forte, o Tio Patinhas vem no sentido contrário e derruba a caixa, derrubando todas as moedas no chão.

Este não foi o primeiro sonho no qual a Fátima Bernardes apresenta o Jornal Nacional chorando: no primeiro sonho postado no dia 19/10/2003, no oitavo post da história do blog, por três vezes a mulher do Bonner deu notícia ruim chorando. As notícias eram que, respectivamente, o Rubens Barrichello, o Luciano Burti e o Enrique Bernoldi haviam morrido ao treinarem no autódromo de Interlagos. Quando o sonho foi sonhado, estes três eram os pilotos brasileiros que corriam na temporada de Formula 1.

Coincidência ou não, ontem à noite, antes de ir dormir e ter este sonho, eu acessei alguns artigos na Wikipédia, entre eles estavam os seguintes artigos: Trote, Cibele (deusa grega do poder de fertilidade da natureza), Carinho, Humilhação, Leite, Seios, além de outros artigos não muito importantes.

Este é o post de número 130 da história deste blog!

E este post acaba aqui, até o próximo post (o último do mês)! E viva a Cibele, que agora já se formou na FATEC, com 10 no TCC! Beijo para ela!

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