A comunidade segura (ou quase)

Olá, internautas! Ontem foi dia de Natal, 25 de dezembro! Feliz Natal atrasado a todos os que estão lendo este post! E, na noite de Natal, eu tive um sonho que não tem nada a ver com Natal. Sonhei que eu morava numa espécie de comunidade que ficava numa cidade meio violenta. E embora a cidade fosse violenta, dentro da comunidade onde eu morava ninguém matava ninguém, não havia violência, a violência só existia fora da comunidade. A comunidade era tipo uma favela, mas não era bem uma favela, era tipo uma caverna, embora não tivesse muitas características de caverna. Tinha portões de alumínio e o acesso de entrada era formado por duas escadas paralelas, a da esquerda um pouco mais alta do que a outra e com mais degraus, e degraus mais estreitos. Quando eu entrei na tal comunidade (acho que desde o início do sonho eu morava lá, acho que eu devo ter saído, embora não me lembre de ter saído), escolhi andar pela escadaria da esquerda, enquanto um sujeito meio malandro andou pela da direita. Daí eu corri pela escadaria para chegar primeiro do que o sujeito, e tive que correr muito, pois os degraus eram estreitos. O cara tinha cara de não ser boa gente, mas como naquela comunidade não havia violência, eu estava tranqüilo, pois ele não iria fazer nada. Não tenho a mínima idéia em que cidade se localizava a tal comunidade e esta, que eu saiba, não possuía nome. Em volta desta, havia pequenos prédios toscos, todos com os tijolos aparecendo, algo bem pobre. Eu não me lembro exatamente qual parte veio primeiro e qual parte veio depois, só o começo (que eu nem sei se é o começo, acho que deve ser o começo) e o fim que eu sei exatamente a ordem. Portanto, vou contando as partes sem me preocupar com a ordem, já que esta, para todos os efeitos, não há. Numa parte do sonho, eu estava provavelmente na minha casa (que ficava dentro da comunidade), onde havia um computador velho e um live-CD do Windows NT. Não sei se era Windows NT 3.5 ou 4.0, acho que era o 3.5, o mais antigo de todos, e nem sei se era original ou pirata. Na vida real, nunca existiu live CD de nenhuma versão do Windows, mas no sonho, o Windows NT rodava a partir do CD igual ao Kurumin. Botei o CD no drive daquele PC antigo e o Windows NT rodou todo tosco e sem nada instalado. Pensei comigo mesmo: “vou aproveitar este CD para instalar o Windows NT no PC antigo lá de casa”, me referindo ao PC da minha mãe na vida real, no qual está instalado o Windows 98. Mas o sistema operacional rodava aos trancos e barrancos, dando umas travadas. Aí eu vi outro CD que estava junto e este estava todo descascado. Então, tirei o CD do Windows NT do drive (mesmo com ele rodando) e vi que ele estava completamente descascado, daí eu taquei o CD no chão, assustado. Tá na cara que o CD devia ser pirata. Em outra parte do sonho, eu estava na FATEC. No sonho, a FATEC ficava dentro da comunidade, e era completamente diferente da FATEC da vida real, para variar. Acho que devia ser um outro campus. Quer dizer, acho que nem era a FATEC, ou então era a FATEC junto com uma escola primária, pois havia várias crianças estudando por lá. Acho que era um misto de FATEC com escola primária. Lá havia um monte de crianças andando (devia ser hora do recreio), tinha biblioteca, etc. Na biblioteca, estava o professor Paulo Cândido (meu orientador do TCC), junto com outros orientandos dele, falando não sei o quê. Aí eu entrei e fui informado pelo professor que ele estava falando com os orientandos daquele semestre (eu era do próximo semestre). Então eu deixei a biblioteca. Numa outra parte do sonho, o Tio Patinhas foi para o lado de fora da comunidade junto com um grupo de crianças. Não se distanciaram muito, mas foram para o lado de fora de qualquer jeito. Teoricamente, eles estavam correndo perigo, pois a violência corria solta pela cidade, mas não chegou a acontecer nada. O Tio Patinhas estava falando não sei o quê para as crianças, que estavam sentadas formando duas fileiras, com o Tio Patinhas na frente. Devia estar contando uma história a elas. Não vi eles entrando de volta, mas devem ter entrado. Em um outro trecho deste sonho, lembro-me de ter ficado no corredor de entrada da comunidade olhando o céu e as edificações toscas de tijolos. O céu era cinzento. No sonho inteiro, o céu do lado de fora da comunidade era sempre cinzento, enquanto o céu do lado de dentro, nos fundos da comunidade, era ensolarado. Eu ficava andando e dava umas olhadas para o lado de fora. E eu não via ninguém no lado de fora, as ruas estavam quase sempre desertas. Agora, a última parte que eu me lembro, que foi a última parte do sonho (o sonho acaba após essa parte). Parece que houve uma catástrofe nos fundos da comunidade, onde havia céu azul. Lá, havia uma montanha e nessa montanha era onde ficava a princesa. Sei lá o que houve, não sei se foi um inimigo que atacou ou se houve uma explosão, mas parece que deu um bagulho e todo mundo saiu correndo de lá de trás. Parece que aconteceu duas vezes, mas a primeira vez não foi nada. Todavia, a segunda vez foi terrível. Naquela hora, eu estava por lá e, quando ocorreu a explosão (não tenho certeza, mas acho que foi uma explosão, mesmo eu não tenho ouvido nada), eu peguei na mão da princesa (que era parecida com a Sônia da novela das seis, se é que não era ela, ou a atriz que a interpreta) e saí correndo. Nós dois fomos atingidos por alguma coisa, talvez por fogo ou algum ácido extremamente corrosivo, ficamos “avariados”, principalmente eu, a princesa nem tanto. E, como eu já havia dito, todo mundo saiu correndo em direção à parte da frente da comunidade, saíram correndo o Pato Donald, o Tio Patinhas, uns outros desenhos animados e outros habitantes do local que estavam naquela parte da comunidade, além de mim e da princesa. Todo mundo correu à beça. Depois de terminada a confusão, eu estava completamente em carne viva devido ao ácido (ou ao fogo, ou alguma outra coisa que nos deixou assim), completamente deformado e estrupiado. A princesa também, mas só um pouquinho, ela teve mais sorte. Aí eu foi considerado como o herói daquela confusão, pois eu salvei a princesa, e fui aclamado por todos os habitantes daquela comunidade. Eu agradeci a todo mundo por terem me considerado herói, mas a minha voz saiu toda diferente, meio grossa e forçada. E eu tava tão estrupiado, mas tão estrupiado, que eu fui puxar a minha mão direita com a minha outra mão e ela se soltou. E o sonho acabou, comigo sem a minha mão direita.

Eu ainda pretendo blogar mais uma vez este ano, talvez no dia 31. Então, até a próxima, internautas, e até o Ano Novo!

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