Filme sem noção sobre a Avril Lavigne

Oi, pessoal! Hoje (ou melhor, anteontem) completam-se dois anos de existência deste blog! E hoje eu vou contar um sonho que eu sonhei em Julho, outro sonho sobre a cantora canadense Avril Lavigne!

Foi assim: Eu e uma turma de estudantes (que não eram da FATEC, acho que deviam ser da antiga escola do terceiro colegial, embora eu não tivesse reconhecido ninguém) fomos assistir a um filme muito louco, um filme sobre a Avril Lavigne. O filme era bem sem noção: Era a história de vida da Avril, só que completamente nada a ver. No filme, a cantora canadense tinha mais de cinco mil anos de vida e estava há centenas e centenas de anos (quase toda sua vida inteira) aprisionada numa cápsula, condenada a cantar o mesmo trecho de uma música completamente sem noção e ainda por cima congelada. Até que um dia ela conseguiu se libertar da cápsula e pôde conhecer o mundo atual. Ela estava com os cabelos loiros (assim como hoje em dia) e trazia consigo uma guitarra cor de rosa (que ela usava para cantar o mesmo trecho da música sem noção dentro da cápsula). No meio do filme, não sei por quê eu meti a mão na fita magnética do filme, quase destruindo o rolo de fita onde o filme estava sendo exibido (era um rolo de fita magnética meio esquisito, estava pregado na parede). A diretora me deu uma bronca e depois o filme prosseguiu. Essa foi a parte principal do filme. Teve uma série de outras partes sem noção, como uma parte onde passava na televisão o desfile das escolas de samba de não sei aonde e eu e uma família de outras pessoas assistíamos na casa dessa família esse desfile. No meio do desfile, um cara que estava junto comigo, que parecia um português e ainda por cima era boiola, resolveu abrir um pacote de queijo ralado sem ter porquê. Como ele estava bêbado, acabou não cortando o pacote direito com a tesoura e abriu que nem o nariz dele. Não sei o que ele fez com o queijo ralado. As outras partes do sonho estão de alguma forma ligados com essas duas partes, ou com a parte do filme da Avril Lavigne ou com a parte do cara cortando o queijo ralado que nem um nariz. As partes foram basicamente de algumas pessoas comentando sobre o filme, ou sobre o desfile das escolas de samba, ou eu tava fazendo outra coisa, nada de interessante. Além disso, se eu fosse contar o sonho inteirinho, vocês iam levar mais de seis horas para ler esse post de hoje, já que o sonho possui uma porrada de detalhes sem importância, ainda mais que eu não me lembro mais de todos eles. Lembro-me que, assim que eu acordei, eu lembrava de todos os detalhes, mas algum tempo depois, eu já comecei a me esquecer desses detalhes. Acabou aí.

E hoje, finalmente, eu estou lançando a segunda edição do e-book dos Sonhos do Allan! Agora com 94 blogadas e mais de 120 sonhos! Para baixar o e-book, clique aqui neste link!

Até a semana que vem e tomara que eu sonhe cada vez mais!

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