Cibele Schmidtke, agora com a tecnologia Intel Pentium 4!

Oi, pessoal! Hoje eu estarei contando um sonho sonhado ontem, dia 7 de junho de 2005. Primeiramente, vamos descrever como era o cenário do sonho: Eu estava no prédio onde funcionava (e onde funciona até hoje) a escola onde eu estudava no Ensino Médio, a E. E. Jardim Bopeva. Só que o prédio estava um pouco diferente: Os armários, que na vida real eram de metal, eram de madeira do tipo compensada, e havia outros cômodos, como uma sala com TV e camas para dormir. E não funcionava a escola Jardim Bopeva naquele prédio, e sim a FATEC. Este foi o cenário do sonho, agora vou contar o sonho em si: Eu estava na sala de aula (uma das várias do prédio, no andar de cima) junto com os outros colegas do terceiro ciclo. A Cibele (na qual eu já sonhei com ela várias vezes, a maioria dessas vezes contadas aqui neste blog) havia feito, dias antes, uma operação na garganta para o implante de um chip contendo um processador Intel Pentium 4 na úvula (que é a campainha, como todos chamam, aquele bagulho vermelho que fica na garganta). Não sei porquê ela havia feito aquela operação de implante de Pentium 4 na garganta, acho que era para ela falar melhor ou para processar o que ela fala, ou alguma coisa do tipo. A Cibele apareceu com aquele chip implantado na úvula um dia desses, exibindo-o para todo mundo, inclusive para mim. Alguns (ou vários) minutos depois, eu decidi dar mais uma olhada no componente eletrônico da garota que eu já amei por duas vezes nesta minha vida: Ela abriu a boca e eu coloquei minha mão na goela da Cibele, para ver a peça mais detalhadamente. Mas, não sei se foi por um movimento brusco dela, ou por algum desentendimento entre nós dois, ou por um acidente da minha parte, que eu acabei arrancando o chip da garganta da Ci, com úvula e tudo. Ela ficou muito brava e seus colegas acabaram tomando suas dores, afinal, o chip contendo o processador Intel Pentium 4 devia ter custado uma fortuna. Fiquei chateado e acabei levando o chip comigo. Decidi, então, ir ao cômodo onde tem TV e algumas camas para dormir, a fim de relaxar e esquecer tal episódio. Não sei se fui eu ou outra pessoa que ligou a TV (que era enorme, daquelas de dez mil reais), ou se a TV já estava ligada. Estava dando um documentário muito chato sobre a história do Sítio do Picapau Amarelo, com todo um enredo meloso, e a imagem não era muito nítida, tava meio amarelada. Mesmo assim, fiquei assistindo aquela merda deitado em uma das camas, e até acabei cochilando, perdendo boa parte do documentário (que no qual eu não entendi nada). Deu para relaxar e tirar um pouco o peso da minha cabeça. E até cheguei a fuçar o chip, para ver como é que ele era (dei uma pequena abridinha nele e deu para ver que nele havia mesmo um processador Intel Pentium 4). Pensei em devolver o chip à Cibele, mas como já estava danificado mesmo, acho que nem cheguei a devolver, também para evitar contatos com ela, uma vez que ela ainda não devia ter me perdoado sobre este episódio que faz propaganda da Intel. Ou será que eu devolvi? Não me lembro ao certo se devolvi ou não o chip à Ci. Bom, eu me lembro que, depois de ficar deitado durante algumas horas cochilando com o documentário do Sítio do Picapau Amarelo passando com uma resolução horrível de imagem, eu retornei à sala de aula. E foi esse o sonho.

Uma pequena curiosidade (isso na vida real): Não estou certo disso, mas acho que, nas férias de julho de 2004, entre o primeiro e o segundo ciclo da faculdade, a Cibele fez uma cirurgia para a retirada das amídalas (ou será que se escreve amígdalas?). Isso deve ter sido arquivado no meu subconsciente e deve ter influído neste sonho.

É só, pessoal! Cibele, eu não te amo mais, mas mesmo assim eu te amo muito!!! Beijos para você e para todas as garotas fãs deste fantástico blog!

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