Desatarraxando o taco de bilhar

Oi, pessoal! Hoje eu vou contar dois sonhos, um inclusive sonhado na madrugada passada. O primeiro é um sonho já velho, tem alguns anos que eu sonhei (uns cinco anos, mais ou menos). Foi assim: Eu estava num lugar que eu não me lembro onde era, acho que era um lugar meio fora do comum. Naquele lugar, havia alguns banheiros (para o pessoal poder mijar e cagar, é lógico). Em determinados momentos do sonho, eu ia até um desses banheiros e desatarraxava o meu bilau. Isso mesmo, eu arrancava ele fora e ficava sem meu “fiel companheiro” (que, no sonho, era cerca de vinte a trinta vezes maior do que o da vida real). Depois de desatarraxar o dito-cujo, eu ficava o segurando como se eu fosse um idiota, e era esquisita a sensação de ficar sem o meu bilau no devido lugar. Aí eu andei durante alguns lugares do lugar onde eu estava (não sei que lugar era, mas havia um monte de gente por lá) com o meu bilau na mão. Depois de algum tempo, retornei ao banheiro e atarraxei novamente o meu “fazedor de xixi”, voltando como era antes. E eu acho (acho não, tenho certeza) que eu voltei a desatarraxar, sair por aí e atarraxar novamente o meu pinto, acho que pelo menos umas três vezes. Não sei de que jeito eu atarraxava e desatarraxava o meu bilau, pois eu metia a mão dentro das calças sem olhar, para não ficar com aflição de me ver sem o meu pinto (se bem que não doía nada para atarraxar ou desatarraxar). O sonho foi basicamente isso.

O segundo sonho de hoje, que eu sonhei na madrugada passada (porque nesta madrugada, eu estou acordado e digitando o texto a ser postado neste blog, então não pode ser nesta madrugada), foi bem mais curto. Basicamente, sonhei que uns detetives de algum serviço secreto daqueles coletaram informações confidenciais de não sei do que ou de quem, e eu nem tinha idéia de que eram essas informações. O sonho todo rolou em torno dessas informações confidenciais (parecia mais um inquérito sob sigilo judicial). Tem outros detalhes do sonho menos importantes que eu já não me lembro mais, embora o sonho seja muito recente, mas é tudo em torno desse “inquérito”. No final, os investigadores chegaram a uma conclusão (ninguém me contou qual foi a conclusão, pois eu não tava sabendo de nada sobre as informações confidenciais) e decidiram não revelar a ninguém tal conclusão. E, ainda por cima, os detetives botaram fogo numa fita cassete dentro do próprio escritório, sem se preocupar com a fumaceira (se bem que eu não vi fumaça alguma). Acho que aquela fita cassete devia ter alguma informação confidencial, ou de repente, todas as informações confidenciais (ou a conclusão do inquérito). Muito estranho isso daí. E aí acabou esse sonho pé no saco!

Acabei de reparar que, nos meus textos escritos neste blog, eu uso muito os parênteses (eh, eh, eh, eh, eh…)!

Que Deus abençoe todas as garotas de todas as FATECs do estado de São Paulo!

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