A casa dos traumatizados

Olá, acessantes deste blog! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive essa semana, no dia 16/02/2005! Sonhei com uma casa onde morava uma família meio traumatizada. Foi assim: Eu, a Diana, a Daniela (ambas minhas primas), o Écio (meu irmão) e a Vó Paula fomos visitar uma casa de alguns parentes que fazia tempo que a gente não visitava. Sei lá que parentes eram, só sei que lá morava uma menina na qual eu me lembrava vagamente (isso no sonho, porque na vida real, eu não lembro de menina nenhuma). A gente foi lá na casa e uma senhora nos atendeu. A gente cumprimentou a senhora e o pessoal que morava junto com ela, que eram uma moça e algumas crianças pequenas, todas meninas. Acho que eram três crianças, se eu não estou enganado, e a menina da qual eu me lembrava era uma delas. Primeiro, cumprimentei a senhora e a moça, depois as crianças. Quando fui cumprimentar as crianças, cada uma delas deu vários beijos no meu rosto. A moça (ou a Vó Paula, não me lembro) disse que as crianças já foram acostumadas a beijar várias vezes os visitantes daquele jeito. Me falaram para também cumprimentar a Daniela, apesar dela estar junto com a gente fazendo a visita. Porém, eu não vi a Daniela e acabei cumprimentando um frasco de desodorante no lugar dela, beijando a tampa. Depois, ela apareceu com uma cara esquisita. Eu vi que a casa da senhora era dividida em duas partes: A primeira era aonde todo mundo morava, que era a casa propriamente dita e a segunda era uma antiga extensão da casa que havia sido demolida e dela só restavam algumas ruínas. A gente entrou na casa e conheceu a parte da frente da casa por dentro. Então, uns vizinhos imbecis subiram em cima do muro e começaram a encher o meu saco, atacando água e falando algumas abobrinhas. Os vizinhos eram dois homens vestindo roupa preta. Acabei encurralado não sei de que jeito num vidro por aqueles caras, mesmo eles não tendo invadido a casa da senhora. Pensei em quebrar o vidro com a mão, mas os habitantes da casa poderiam ficar bravos comigo. Mas eu consegui sair daquele vidro. Daí, eu e o Écio fomos ver a casa em ruínas nos fundos, que era a antiga extensão da casa. Havia uma espécie de uma abertura numa pedra verde e eu resolvi colocar o meu pé dentro dessa abertura. Então, a pedra informou que nenhum vírus havia sido detectado, mostrando um sinal esverdeado. O Écio comentou alguma coisa bem boçal sobre aquilo. Daí eu coloquei o outro pé na abertura da pedra, mas a pedra informou que algum vírus havia sido detectado, mostrando um sinal avermelhado. Passada essa parte, entramos na casa novamente e agora entramos nos outros cômodos da casa também. Eu conheci os cômodos e, pelas conversas que escutei, percebi que a família que ali morava sofria bastante com os acontecimentos ruins que aconteciam na casa. Fiquei sabendo que o pai das crianças (que era marido da moça, que era mãe das crianças) havia morrido e que aquela criança que eu lembrava dela ficou muito traumatizada. Inclusive, essa criança fazia tratamento psicológico, desenhando com tinta em papéis para descrever o que sentia. Fiquei sabendo também que o marido da senhora estava vegetando numa cama no quarto da velha, sem se mexer, apenas comendo sopa de hospital. Também, a família sofria muito com a presença de vizinhos imbecis, inclusive aqueles dois panacas vestidos de preto. Era uma família que sofria muito. Vou falar um pouco de como era a casa por dentro. A casa não era muito diferente das casas que a gente está acostumado a ver por aí, tinha cômodos como todas as outras casas, como quartos, banheiro, cozinha e sala. Mas o esquisito (sempre tem que haver algo esquisito nos meus sonhos) é que as camas de algumas das crianças (não sei de quem que era) ficavam no meio do corredor, atrapalhando a passagem de alguns dos cômodos. Inclusive, eu acabei esbarrando numa das camas e fui logo pedindo desculpas para a mãe das crianças (a moça), que estava na cozinha (que era onde eu estava indo), mas ela nem achou ruim e continuou a fazer o que estava fazendo. O sonho foi basicamente isso. Então, eu acabei acordando e vi que tudo aquilo havia sido um sonho. Porém, o sonho não acabou aqui, eu peguei no sono de novo e o sonho teve uma pequena continuação. É a primeira vez que um sonho tem continuação. A continuação foi assim: Havia se passado alguns anos do dia da visita na casa da senhora e eu voltei para ver o que tinha acontecido com aquela casa. Fui até lá e encontrei a casa toda demolida e sem ninguém morando nela. Fiquei sabendo por meio de alguém que aquela família havia se mudado e que as crianças haviam crescido e superado o trauma da perda prematura do pai. Fiquei sabendo também que houve uma batalha judicial para que aquela casa não fosse demolida. Um dos argumentos usados pelos japoneses (que eram os que batalhavam pela não-demolição da casa, e não sei por que eram japoneses) era que o Sol girava em torno da Terra. Esquisito, né! Mas os japoneses (que não tinham nada a ver com aquela família, eu acho que deviam ser os que compraram o terreno da senhora) acabaram perdendo a batalha judicial, e a casa foi demolida. Foi só isso a continuação do sonho. Como um sonho tem a ver com outro, eu considero o que foi sonhado no dia 16 como um único sonho. E outra coisa interessante foi o fato de que eu não perguntei o nome de ninguém da casa. Geralmente, eu sempre pergunto o nome das pessoas. É que nos sonhos, geralmente é diferente do que acontece na realidade.

Bom, eu vou terminando este sonho da casa dos traumatizados por aqui! Até a semana que vem e viva a Sandy!

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